Marinha dos EUA

EUA realizará patrulhas conjuntas com as Filipinas no Mar do Sul da China


Nesta quinta-feira (14/04), os Estados Unidos anunciaram que aumentarão a presença militar nas Filipinas. Além de tropas e aviões alocados de forma permanentes no país, Washington também realizará patrulhas conjuntas com Manila no Mar do Sul da China.  Anúncio se deu durante visita do secretário de Defesa  dos EUA, Ash Carter, ao país asiático.

Benigno Aquino III e Ash Carter. Foto: Romeo Ranoco / AP

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Novo superporta-aviões dos EUA será entregue em setembro


O superporta-aviões USS Gerald R. Ford  (CVN 78) deve ser entregue para a Marinha dos Estados Unidos em setembro deste ano, segundo a declaração de um oficial do país na quarta-feira (06/04). O navio de 100 mil toneladas é o mais caro da história, com um custo de cerca de US$ 12,9 bilhões. O próximo porta-aviões da classe Ford, o USS John F. Kennedy, deve ser lançado em 2020.

Foto: Joshua J. Wahl / US Navy

Mísseis Tomahawk serão adaptados para uso antinavio


A Marinha dos Estados Unidos solicitou ao Congresso US$ 434 milhões no orçamento do Ano Fiscal de 2017 para modificar 245 mísseis de cruzeiro Raytheon Tomahawk TLAM. Armas de ataque terrestre de longo alcance serão adaptadas para uso antinavio. O plano da Marinha prevê o início das operações com os mísseis adaptados em 2021.

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Foto: U.S Navy

 

Desafio naval chinês


Artigo publicado na revista The Economist analisa a supremacia naval dos Estados Unidos no último século e o recente desafio naval representado pela China. A marinha chinesa vem desenvolvendo uma capacidade de atuação longe de sua costa, praticando exercícios no oceano Pacífico Ocidental e operações no Oceano Índico. Isso mostra a importância que o país dá à construção de uma capacidade naval em águas azuis, o que pode representar um desafio aos EUA.

Foto: AFP / Xinhua.

Marinha dos EUA testa com sucesso sistema de defesa antimíssil para navios


A Marinha dos EUA pela primeira vez atirou um missíl tático de defesa de navio feito pela Raytheon Missile Systems de um navio de combate litorâneo. Míssil “Rolling Airframe Missile” (RAM) foi disparado do navio USS Coronado, utilizando-se o sistema de defesa SeaRAM, da mesma empresa. O SeaRam detectou, engajou e atirou com sucesso contra o alvo. O sistema antimíssil poderia ser usado para neutralizar mísseis antinavio chineses.

Foto: Raytheon.

EUA envia porta-aviões para o Golfo de Aden


Oficiais da Marinha dos Estados Unidos disseram que o porta-aviões USS Theodore Roosevelt foi enviado para o Golfo de Aden para interceptar eventuais carregamentos de armas do Irã para os rebeldes Houthis no Iêmen. Já há outras nove belonaves estadunidenses nos mares ao redor do país prontos para implementar o embargo de armas aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU na semana passada. Contudo, a Marinha dos EUA não participa do bloqueio naval completo imposto pela Arábia Saudita e sua coalizão árabe.

Foto: Marine Corps.

Marinha dos EUA deve começar a usar drones submarinos até o fim de 2015


A Marinha dos Estados Unidos deve começar a usar veículos submarinos não tripulados (VSUNTs) até o final de 2015, segundo fontes oficiais. Os drones submarinos serão inicialmente do tipo Remus 600 e deverão operar em águas no mundo todo. Eles serão baseados em submarinos da classe Virginia.

Foto: Marinha dos EUA / Flickr.

EUA, Índia e Japão realizarão exercício militar naval


As marinhas de Japão, Estados Unidos e Índia estão se preparando para a realização de uma série de exercícios militares navais, também conhecidos como Malabar, no Pacífico Norte. Evento simboliza a crescente cooperação trilateral em segurança entre os três países.

Foto: Wikimedia Commons.

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China participará do exercício militar naval RIMPAC


Pela primeira vez, a marinha da China participará do exercício militar naval conjunto RIMPAC, o maior do mundo, que é organizado pelos Estados Unidos e conta com a presença de inúmeros países.

Foto: Reuters / Guang Niu.

Foto: Reuters / Guang Niu.

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Como um Su-24 russo paralisou destróier americano


Na semana passada, discutiu-se ativamente como um bombardeiro russo Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônica de última geração havia paralisado no Mar Negro o mais sofisticado sistema dos EUA de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.

Foto: Marinha dos EUA.

Foto: Marinha dos EUA.

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EUA envia segundo destróier para o Mar Negro


Um segundo destróier dos Estados Unidos deve chegar nesta quinta-feira (10/04) ao Mar Negro. O USS Donald Cook é equipado com o sistema Aegis e é capaz de lançar mísseis guiados, semelhante ao USS Truxton, cuja permanência na região foi estendida. É a quarta belonave estadunidense a visitar o Mar Negro desde o início da crise na Ucrânia.

USS Donald Cook. Foto: US Navy.

USS Donald Cook. Foto: US Navy.

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Marinha dos EUA transforma água do mar em combustível


Pesquisadores da Marinha dos Estados Unidos afirmam estar a poucos anos do controle total de um procedimento que transforma água do mar em combustível de alta potência para navios. O método, de energia renovável e sustentável, pode revolucionar a logística de guerra das frotas dos EUA, bem como a logística civil de transporte de carga.

Foto: Reuters / Brian Brooks.

Foto: Reuters / Brian Brooks.

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EUA deve aumentar presença naval na região Ásia-Pacífico


Os Estados Unidos vão enviar mais dois destróieres com sistema antimíssil para o Japão até 2017, alegando maior necessidade de segurança com relação à Coreia do Norte, que recentemente testou mísseis balísticos.

Cruzador Aegis USS San Jacinto. Foto: AFP / US Navy / MC2 Mike DiMestico.

Cruzador Aegis USS San Jacinto. Foto: AFP / US Navy / MC2 Mike DiMestico.

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Marinha dos EUA envia destróier para o Mar Negro


A Marinha dos Estados Unidos confirmou que o destróier USS Truxton, capaz de lançar mísseis guiados, está se dirigindo para o Mar Negro para exercícios militares rotineiros com as marinhas da Romênia e da Bulgária, membros da OTAN.

USS Truxton. Foto: Wikipedia.

USS Truxton. Foto: Wikipedia.

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Marinha dos EUA corta pela metade o número de caças F-35 encomendados


Enquanto os Estados Unidos preparam planos para diminuir as suas forças armadas, a marinha do país deve cortar pela metade o pedido de caças F-35 de quinta geração. Esperava-se que o pedido fosse de 69 caças, mas deverão ser encomendados apenas 36.

Foto: Reuters / US Air Force.

Foto: Reuters / US Air Force.

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EUA reage com veemência às ameaças de terrorismo em Sochi


Para os EUA, Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi são marcados por ameaças de atos terroristas. Isso levou o governo americano a tomar medidas drásticas de segurança, que podem prejudicar as relações com a Rússia, incluindo o envio de dois navios de guerra ao Mar Negro.

Foto: Seiron Baroian / AFP / Getty Images.

Foto: Seiron Baroian / AFP / Getty Images.

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Países interagem com a marinha de Mianmar


Com os avanços nas reformas democratizantes em Mianmar, um maior número de marinhas estrangeiras passou a se engajar com a marinha mianmarense. Japão, Reino Unido e EUA estão entre os países que realizam essa maior interação.

Foto: Official US Navy / Flickr.

Foto: Official US Navy Imagery / Flickr.

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EUA considera desenvolver mísseis hipersônicos lançados de submarinos


A Marinha dos Estados Unidos deu início a estudos para o desenvolvimento de mísseis hipersônicos convencionais de alcance intermediário para serem lançados de submarinos. Esses mísseis fariam parte da doutrina Prompt Global Strike (ataque global imediato), que almeja que os EUA sejam capazes de atacar qualquer lugar no mundo dentro de 60 minutos.

Fonte: Marinha dos EUA.

Fonte: Marinha dos EUA.

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China diz que cruzador dos EUA era ameaça à sua segurança no Mar do Sul da China


Após a quase-colisão entre belonaves chinesa e estadunidense no Mar do Sul da China que aconteceu no último dia 05/12, mas que só foi tornada pública na última sexta-feira (13/12), China afirma que o cruzador dos EUA estava ameaçando a sua segurança ao perseguir e importunar o novo porta-aviões chinês Liaoning.

Fonte: Reuters.

Fonte: Reuters.

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Navios de guerra da China e dos EUA quase colidem no Mar do Sul da China


Sinalizando o aumento das tensões entre Estados Unidos e China em mar aberto, embarcações das respectivas marinhas quase colidiram no Mar do Sul da China quando belonave chinesa atravessou o caminho de um cruzador estadunidense. Quase-colisão aconteceu no último dia 05/12, mas só foi tornada pública na última sexta-feira (13/12).

Fonte: Reuters.

Fonte: Reuters.

Chinese and American Ships Nearly Collide in South China Sea

The New York Times – 14/12/2013 – por Jane Perlez

In a sign of the increased tensions between the United States and China on the open seas, navy vessels from the two countries almost collided in the South China Sea when a Chinese ship cut across the bow of an American cruiser, a senior United States defense official said on Saturday.

A serious accident was averted when the U.S.S. Cowpens, a missile-carrying cruiser traveling in international waters, was forced to maneuver to avoid the Chinese vessel, the official said.

The episode, which occurred on Dec. 5 but did not become public until Friday, was one more example of the growing rivalry between China, a rising maritime power, and the United States, the dominant naval power in the Pacific region since World War II.

It came as the Obama administration has chastised China for imposing an air defense identification zone in the East China Sea over islands and airspace that are also claimed by Japan.

The U.S.S. Cowpens was observing the new Chinese aircraft carrier, the Liaoning, as it made its first voyage in the South China Sea from its home base in Qingdao, the headquarters of China’s North Sea Fleet, the defense official and American Navy experts said. The official and Navy experts spoke on the condition of anonymity because of the sensitivity of the matter.

The Chinese vessel cut across the bow of the America ship at a distance of less than 200 yards, the defense official said. The vessel was similar to an American tank landing ship and was accompanying the aircraft carrier, apparently as a screen.

The tactic of the Chinese ship “was particularly aggressive” and “unhelpful in trying to increase cooperation between the two navies,” he said.

Analysts said the tense encounter underscored the dangers of the current situation in the area.

“This illustrates the anxieties between the United States and China, and it is very troubling,” said Lyle J. Goldstein, an associate professor at the China Maritime Studies Institute at the U.S. Naval War College on Rhode Island. “International politics on both sides call for ratcheting up of tensions, and I don’t see either side finding compromises. Neither side knows the other’s red lines.”

Surveillance activities by the United States of Chinese military operations have always been sensitive. In 2001, an American EP3 spy plane collided with a Chinese fighter jet in the waters off southern China, an accident that sent relations between Washington and Beijing into a freeze.

Ever since, Chinese officials have complained to senior American officials about American planes’ peering into Chinese waters, saying that the practice treats China like the enemy, a senior American official said recently. The United States replies with its own complaint: that the lack of transparency by China impels America to do its own reconnaissance, the official said.

The information office at the Chinese ministry of national defense did not immediately respond to a request for comment.

American officials said the U.S.S. Cowpens had been adhering to international guidelines governing such naval maneuvers.

“Our cruiser was operating in international waters of the South China Sea, not close into the coast and in the general vicinity of the aircraft carrier,” the defense official said.

The Chinese ship accompanying the aircraft carrier began shouldering the American cruiser, and then crossed its bow, he said. After making the evasive maneuver, there was “bridge-to-bridge” contact, in English, between the two ships, the official said. “It was tense but professional,” he said.

In a formal statement, the Pacific Fleet based in Hawaii said, “This incident underscores the need to ensure the highest standard of professional seamanship, including communications between vessels to mitigate the risk of an unintended incident or mishap.”

It was not clear how far the U.S.S. Cowpens, a vessel more than two decades old, was sailing from the Chinese aircraft carrier. But because of the sophisticated American radar, it did not have to be particularly close in order to observe it, naval experts said.

The Chinese aircraft carrier, a refurbished Ukrainian vessel, was launched last year, and is not yet fully operational. For instance, it does not carry a full complement of aircraft. Still, the United States Navy wants to understand how the Chinese are planning to use the carrier.

When it left port, the carrier was accompanied by two missile destroyers and two missile frigates, Chinese new media reported.

Officials from the American and Chinese navies meet every year to discuss maritime rules and incidents at sea, but so far, the gatherings have been fairly desultory, Mr. Goldstein said. “The maritime consultative agreement has been a disappointment to the American side,” he said.

The American defense official drew a comparison between the behavior and operations of Iranian and American navies, and that of the Chinese. “We operate in the vicinity of the Iranian navy,” he said. “The exchanges are curt but professional.”

The fact that the episode between the U.S.S. Cowpens and the Chinese ship took place in the South China Sea is bound to raise concerns, naval experts said. China contends that more than 80 percent of the sea is under its purview, and in a signal of its intention to enforce that claim, the nation has taken virtual ownership from the Philippines of the disputed Scarborough Shoal in the South China Sea.

In March 2009, five Chinese ships harassed the USNS Impeccable in international waters in the South China Sea, forcing the American ship to make an emergency maneuver in order to avoid a collision.”

Fonte: http://www.nytimes.com/2013/12/15/world/asia/chinese-and-american-ships-nearly-collide-in-south-china-sea.html

Marinha dos EUA lança novo destróier furtivo


A Marinha dos Estados Unidos inaugurou o seu novo e futurístico destróier furtivo (stealth), chamado USS Zumwalt, cujo design tenta superar a estratégia chinesa de antiacesso/negação de área (A2/AD).

USS Zumwalt

Capt. Kirk Takes Command Of The USS Zumwalt

The Diplomat – 02/11/2013 – por Ankit Panda

On Monday, the U.S. Navy launched its radically futuristic new stealth destroyer – the USS Zumwalt. The ship is captained by the aptly-named Capt. James Kirk, and the first Zumwalt-class destroyer in operation.  The Navy expects to ultimately deploy up to three Zumwalt-class destroyers. While the Zumwalt is the U.S. Navy’s do-everything ship in many ways, it was designed with land attack in mind. Given that the Zumwalt‘s overt design attempts to overcome China’s much-touted anti-access/area-denial (A2/AD) strategy, the launch of the ship will be closely watched by the PLA Navy.

It’s considered to be a “next-generation” destroyer with a design that reduces its signature, and an incorporation of active and passive self-defense systems. It represents the culmination of over two decades of research and development. The Zumwalt in reality represents the very frontier of destroyers, and in actuality resembles a battleship in more ways than one. Most notably, its sheer size puts it at a few feet short of being classified as a battleship. The Zumwalt incorporates enough power to match its hefty size.

According to Navy Live, the U.S. Navy’s official blog,  the Zumwalt incorporates an innovative power system:

“The ZUMWALT Class is the first combatant to introduce a Low Voltage Power System that features a highly survivable Integrated Fight Through Power (IFTP) system, which relies on new-to-the-Navy solid state Power Conversion Modules to achieve user-specific power demands. The IFTP architecture combines four electrically isolated zones (forward to aft) and two segregated longitudinal buses (port/starboard), with advanced Engineering Control System functionality that introduces single-operator control with unprecedented and reliable automated power management, fault isolation, and recovery features.”

The addition of the Zumwalt hones the U.S. Navy’s technical ability to make good on its Air-Sea Battle (ASB) strategy, including Joint Operational Access.

The ship’s next-generation offensive capabilities include expansion to incorporate rail gun and laser weapon technology. Experts credit the ship’s innovative power plant as enabling its offensive capabilities. Breaking Defense, in its coverage of the Zumwalt’s launch, brings attention to its additionally innovative approach to human systems integration. The Zumwalt also operates with a much smaller crew compared to other ships with its capabilities. Breaking Defense cites Scott Truver on the matter:

“When upwards of 70% of the total ownership cost (TOC) of an ship class is directly related to people, anything that can reduce manning — without diminishing warfighting-first and readiness capabilities, of course — will be major contributors to keeping TOCs in check. The DDG-1000 (Zumwalt) class is the first U.S. Navy warship to fully embrace the precepts of human systems integration in the design and engineering phase—when some 60 percent of a warships’ TOC (Total Operating Costs) are already locked in…. In short, lessons learned from Zumwalt have the potential to ripple throughout the service, generating a real revolution at sea!”

The development of the Zumwalt hasn’t been free of political controversy. In an era of tightening defense budgets and spending, the program came under fire from budget hawks in Congress who have found its return on investment value to be unsatisfactory.

But the ship also has its proponents on Capitol Hill. Rep. Randy Forbes (R-VA), chairman of the House Armed Services Seapower and Projection Forces Subcommittee and chairman of the Congressional China Caucus, has heralded the Zumwalt as precisely the sort of hardware the U.S. Navy needs to incorporate to ensure its dominance.

Fonte: http://thediplomat.com/flashpoints-blog/2013/11/02/capt-kirk-takes-command-of-the-uss-zumwalt/