Marinha

Alemanha e Polônia estabelecem centro de controle conjunto de submarinos


A Alemanha e a Polônia anunciaram um memorando de entendimento para estabelecer um centro de controle operacional conjunto de seus submarinos. Anúncio ocorreu no final de junho (28/06). As forças dos dois países, somadas, contam com 11 submersíveis, com seis submarinos classe 212A na frota alemã, e cinco embarcações na Marinha polonesa. O centro ficará instalado em Glucksberg, na Alemanha. Varsóvia também pretende conectar seus submarinos ao sistema de controle de transmissões militares alemãs.

Foto: Balazs Koranyi / Reuters

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Austrália inicia testes do sistema Aegis em novo destróier


A Marinha da Austrália iniciou os testes com o sistema Aegis no destróier HMAS Hobart, segundo declaração da empresa Lockheed Martin feita no final de março (29/03). Este navio, com previsão de entrega para 2017, será o primeiro da Austrália construído com base no sistema. Além deste, mais dois navios da classe Hobart também contarão com o Aegis. Nova classe de destróier da Austrália faz parte do programa de modernização da Marinha e foi o projeto de Defesa mais caro da história do país, custando mais de US$ 8 bilhões.

Imagem: The Diplomat

Índia aposenta caças Sea Harrier de sua Marinha


A Marinha da Índia retirou de serviço seus aviões do modelo Sea Harrier, que operavam a partir do porta-aviões INS Viraat. O plano é substituir os caças pelos MiG- 29Ks comprados da Rússia. Nova Deli adquiriu 30 unidades do Sea Harrier do Reino Unido em 1983, mas apenas 11 continuavam ativos. O plano inicial considerava a substituição com aviões feitos nacionalmente, mas o projeto está atrasado mais de 15 anos, segundo oficiais indianos.

Foto: Indian Navy

Marinha da Tailândia congela plano de compra de submarinos chineses


O plano da Marinha tailandesa de adquirir 3 submarinos de ataque da China aparentemente foi congelado pelas forças armadas do país. O ministro da Defesa e representante do primeiro-ministro, General Prawit Wongsuwanm declarou na quarta-feira (15/07) que o comandante da Marinha Kraisorn Chansuvanit revisou sua proposta baseada na relação bilateral entre os governos tailandês e chinês e que esta não será submetida ao premiê Prayut Chan-o-cha.

Foto: Hoang Dinh Nam, AFP, Getty Images.

Foto: Hoang Dinh Nam / AFP / Getty Images.

 

Polônia quer adquirir mísseis Tomahawk para seus submarinos


Num processo de modernização de suas forças armadas motivado pela crise na Ucrânia, a Polônia deverá adquirir mísseis Tomahawk para seus futuros submarinos. Os mísseis cruzadores podem ser comprados dos Estados Unidos e armarão três submarinos que o país deseja adquirir até 2030. Depois do início da crise na Ucrânia, a Polônia revelou um plano de modernização militar que inclui gastos de até 33,6 bilhões de dólares para os próximos dez anos, qua prevê a compra de, além dos submarinos, drones e 70 helicópteros.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Rússia deve expandir envio de caças MiG para porta-aviões da Índia


A Rússia deve expandir a venda de caças Mikoyan MiG-29Ks/KUBs para a Índia, que está montando três esquadrões para operarem em seus porta-aviões. A empresa que fabrica o MiG está finalizando uma entrega de 29 MiG-29K para a Força Aérea Indiana até 2016. Mais de 70% do equipamento militar indiano foi produzido pela União Soviética ou pela Rússia, fazendo da Índia o principal cliente da indústria militar russa.

Foto: AP Photo / Sergey Ponomarev

Foto: AP Photo / Sergey Ponomarev

Dilma surpreende com escolha de novos chefes para as Forças Armadas do Brasil


A presidente Dilma Rousseff surpreendeu o meio militar ao escolher oficiais-generais para o comando do Exército e da Marinha que não eram os favoritos nas suas corporações por não serem os mais antigos, apesar de possuírem sólida reputação profissional. O atual Comandante de Operações Terrestres, general de exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, de 63 anos, foi indicado para o Exército, e a Marinha ficou para o atual comandante da Escola Superior de Guerra, almirante de esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira. Nivaldo Luiz Rossato ficará com o comando da Aeronáutica.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Indonésia endurece contra pesca ilegal


Após ignorar por anos a pesca ilegal feita por navios estrangeiros em suas águas territoriais, o governo indonésio decidiu endurecer contra essas práticas. A marinha indonésia confiscou e afundou dezenas de navios de pesca que estavam em seu território nas últimas semanas. Essas medidas são uma das promessas do recém empossado presidente, Joko Widodo, que crê que o controle das atividades econômicas no mar indonésio é fundamental para o desenvolvimento do país.

Foto: flickr.com/eyeweed

Foto: flickr.com/eyeweed

Índia e Vietnã avançam parceria estratégica


A partir do ano que vem, o Vietnã se tornará o interlocutor da ASEAN com a Índia por um período de três anos. Em 2014, os interesses dos dois países se aproximaram muito, o que está levando a um avanço da parceria estratégica entre eles. A cooperação, que no princípio se limitava a comércio e energia, agora avança para o setor de defesa e espaço. As negociações para a venda dos mísseis cruzadores russo-indianos BrahMos para o Vietnã já estão avançadas, contando inclusive com o consentimento de Moscou. Além disso, a Índia está fornecendo considerável apoio a Marinha e Aeronáutica vietnamitas na sua política para o Mar do Sul da China.

Foto: Flickr / MEAphotogallery

Foto: Flickr / MEAphotogallery

As aquisições militares conjuntas da ASEAN


Koh Swee Lean Collin analiza os desafios que os países da ASEAN devem enfrentar para realizar aquisições militares conjuntas. Vietnã e Filipinas são dois países que, com as disputas no Mar do Sul da China, estariam interessados em fazer aquisições conjuntas. Para isso, se deve levar em conta dificuldades políticas, operacionais e técnicas.

Foto: Reuters / Reuters TV

Foto: Reuters / Reuters TV

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Aumento das capacidades anfíbias no sudeste asiático


As Marinhas dos países da ASEAN estão modernizando rapidamente suas capacidades anfíbias, enquanto suas intenções permanecem nebulosas. A concomitante modernização da Marinha da China e o aumento das disputas no Mar do Sul da China podem ser catalisadores deste processo, especialmente para Filipinas e Vietnã.

Foto: U.S. Navy por Mass Communication Specialist 1st Class Robert Clowney

Foto: U.S. Navy por Mass Communication Specialist 1st Class Robert Clowney

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Quatro novos estaleiros devem gerar 30 mil empregos na indústria naval brasileira


Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) projeta a geração de 30 mil novos empregos na indústria naval brasileira nos próximos dois anos com a entrada em operação de quatro novos estaleiros no país.

Fonte: Agência Brasil.

Fonte: Agência Brasil.

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Ciclo de Palestras em Porto Alegre discute o problema da espionagem na Petrobrás


Ciclo de Palestras no Clube de Cultura de Porto Alegre discute diversos aspectos do problema espionagem dos Estados Unidos no Brasil. No dia 07 o prof. Dr. Nilo Castro discute a guerra da informação e o problema do controle das comunicações, a questão da espionagem e infiltração estrangeira,  no setor de comunicações no Brasil.  No dia 09 o prof. Dr. Lucas Kerr Oliveira discute  o problema da espionagem dos Estados Unidos na Petrobrás. Nos dias 11 e 13 de novembro, respectivamente, os prof.s Thiago Borne e Christiano Ambros discutem aspectos tecnológicos e estratégicos da espionagem, com suas implicações para a digitalização, para a guerra cibernética e para o setor espacial brasileiro.

DIÁRIO DO PRÉ-SAL

Ciclo de Palestras no Clube de Cultura de Porto Alegre discute diversos aspectos da questão da inteligência e espionagem dos Estados Unidos no Brasil, incluindo palestra específica sobre o problema da espionagem na Petrobrás.

Ciclo de Palestras no Clube de Cultura - Inteligência e Espionagem no Brasil 2013

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Pista clandestina em terra indígena em Roraima é destruída pelas Forças Armadas durante Operação Ágata


Agência Brasil, 28/05/2013 – 21h05

Militares da Operação Ágata destroem pista clandestina em terra indígena

Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Agentes da Operação Ágata 7 destruíram uma pista clandestina usada para garimpo ilegal em terra indígena yanomami, no município de Cachoeira Xiriana (RR), próximo à fronteira com a Venezuela, informou o Ministério da Defesa.

A Operação Ágata 7 está atuando em toda área de fronteira do país, envolvendo mais de 33 mil militares e agentes das polícias federal, rodoviária, estaduais e municipais. O objetivo da ação é reprimir crimes fronteiriços e ambientais, além de ações sociais.

Após dez dias de operação, foram apreendidos 281 quilos de cocaína, 8 mil quilos de explosivos e 2 toneladas de maconha. Agentes apreenderam ainda 40 mil pacotes de cigarros na cidade de Guaíra, no Paraná. A mercadoria estava em um caminhão e foi avaliada em mais de R$ 1 milhão. A operação ainda prestou atendimento médico a 13.893 pessoas e 30.489 remédios foram entregues.

Na última segunda-feira (27), o vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, estiveram em Foz do Iguaçu (PR), onde obtiveram informações sobre a operação. Durante a visita, Temer explicou que as operações Ágata 7 e Sentinela, que também atua na repressão à criminalidade nas fronteiras, serão contínuas. “Essas ações têm conseguido reduzir os crimes transfronteiriços e, por isso, serão constantes. Os que estão reclamando são aqueles que estão ilegais”, disse o vice-presidente.

Edição: Carolina Pimentel

Fonte: Agência Brasil

Vice-presidente defende operação militar nas zonas de fronteira


Vice-presidente defende ação militar nas fronteiras para combater ilícitos

27/05/2013 às 14h55
Foto: Anderson Riedel – Ascom/VPR

Michel Temer acompanha ação na fronteira

Michel Temer acompanha ação na fronteira

Em visita a Foz do Iguaçu, no Paraná, o vice-presidente da República defendeu a Operação Ágata 7. Ao falar à imprensa, Michel Temer disse que manifestações contra a ação militar na fronteira brasileira são contra a legalidade. “(A operação) traz prejuízo ao contrabando e ao descaminho. Portanto, é um resultado positivo desta ação. Não fosse a Operação Ágata, talvez não houvesse a manifestação”, disse o vice-presidente sobre o fechamento da Ponte da Amizade por manifestantes nesta segunda-feira (27).

Os manifestantes protestam contra a ação militar e a fiscalização ostensiva, realizadas para combater o tráfico de drogas, armas e o contrabando. Ainda pela manhã, Oficiais Generais das Forças Armadas detalharam a Operação Ágata 7 ao vice-presidente da República. Em seguida, Michel Temer sobrevoou pontos de ação dos militares nas fronteiras com o Paraguai e a Argentina.

Foto: Anderson Riedel – Ascom/VPRLegenda: Recepção no 34o Batalhão de Infantaria Mecanizado, em Foz do Iguaçu/PR.

Audio: Entrevista concedida à imprensa pelo vice-presidente, Michel Temer, durante a Operação Ágata 7, em Foz do Iguaçu/PR.

 

 

Fonte: http://www2.planalto.gov.br/vice-presidente/noticias/2013/05/vice-presidente-defende_acao_militar-nas-fronteiras

Operação Ágata 2013: Forças Armadas iniciam operação ao longo de todas as fronteiras do país


Agência Brasil, 18/05/2013 – 17h06

Forças Armadas iniciam operação ao longo de toda fronteira brasileira

Da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Defesa informou hoje (18), em nota, que as Forças Armadas iniciaram nesta manhã a Operação Ágata 7 em toda extensão da fronteira brasileira com dez países sul-americanos. Ao todo 25 mil militares e agentes das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e de agências governamentais participam desta edição, considerada pelo ministério, a maior mobilização realizada pelo governo brasileiro no combate aos ilícitos entre o Oiapoque (AP) e o Chuí (RS).

De acordo com o Ministério da Defesa, antes de a operação ser deflagrada, “o governo manteve contatos com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar”.

A Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução cabe à Marinha, ao Exército e à Força Aérea Brasileira (FAB).

Ainda segundo a Defesa, durante a mobilização militares estarão atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.

Ao longo de toda a fronteira terrestre, as tropas contarão com os centros montados nos Comandos Militares da Amazônia (CMA), em Manaus; do Oeste (CMO), em Campo Grande; e do Sul (CMS), em Porto Alegre.

Em quase dois anos já foram realizadas seis edições da Operação Ágata em uma faixa de fronteira que compreende 27% do território nacional onde estão 710 municípios, sendo 122 cidades limítrofes e 588 não limítrofes.

A fronteira tem 16.886 quilômetros de extensão, sendo 7.363 quilômetros de linha seca e 9.523 quilômetros de rio, lagos e canais. São 23.415 quilômetros de rodovias federais. Os estados de fronteira são: Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os países vizinhos são: Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: Agência Brasil

Presidente do Irã acusa “presença estrangeira” de desestabilizar a região a autoridades militares iranianas ameaçam Israel


Irã

Presidente do Irã acusa “presença estrangeira” de desestabilizar a região a autoridades militares iranianas ameaçam Israel

18 de abril de 2013

O Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, acusou a “presença estrangeira” o causador da insegurança no Golfo e no estreito de Homuz, por onde trafega 1/5 do petróleo mundial. Mahmoud, sem citar nome de países estrangeiros, poderia estar se referindo a grande frota americana que está estacionada no Golfo.  A marinha iraniana realizou uma série de manobras no Golfo sendo transmitida pelo canal de televisão estatal.

General Attaollah Salehi, autoridade do exército iraniano, anunciou à Israel que suas forças estão preparadas para invadir a cidade de Tel Aviv caso ocorra alguma investida contra as estruturas nucleares iranianas.

Fonte:

Al Jazeera (http://www.aljazeera.com/news/asia/2013/04/2013418151225745977.html)

Operação Atlântico III: Forças Armadas realizam operação conjunta para defesa da Amazônia Azul e do pré-sal


Operação Atlântico III: Forças Armadas realizam operação conjunta para defesa da Amazônia Azul e do pré-sal

Forças Armadas do Brasil realizam exercícios conjuntos na Amazônia Azul, para a defesa da Zona Econômica Exclusiva e Litoral brasileiro, com foco na defesa da região do pré-sal. foto: Ministério da Defesa do Brasil, Marinha do Brasil

Forças Armadas do Brasil realizam exercícios conjuntos na Amazônia Azul, Zona Econômica Exclusiva e Litoral, com foco na defesa da região do pré-sal. foto: Ministério da Defesa do Brasil, Marinha do Brasil

Agência Brasil, 18/11/2012

Marinha, Exército e Aeronáutica fazem operação conjunta para proteger Amazônia Azul

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Dez mil homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica estarão em alerta máximo entre os próximos dias 19 e 30, visando à proteção da chamada Amazônia Azul, como é conhecida a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Brasil no mar. Eles estarão participando da Operação Atlântico 3, sob comando do almirante-de-esquadra Gilberto Max Hirschfeld e coordenação do Ministério da Defesa.

O objetivo é simular possíveis ataques estrangeiros a pontos estratégicos ao longo da costa, desde o Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro, incluindo a infraestrutura petrolífera, principalmente contra os campos do pré-sal, usinas hidrelétricas e nucleares, portos e refinarias. Este ano o comando do teatro de operações é da Marinha, que empregará sete navios, dois submarinos e seis helicópteros. O Exército participará com cerca de 200 viaturas de vários usos e a Aeronáutica disponibilizará 15 aeronaves, incluindo quatro aviões de ataque.

A Operação Atlântico 3 será acompanhada a partir da Escola Naval do Rio de Janeiro por um Estado-Maior, chefiado pelo contra-almirante José Renato de Oliveira. Dali serão dadas as ordens de ataque e defesa do exercício.

“A operação tem importância pela integração das três forças e para garantir a proteção da Amazônia Azul, onde estão as plataformas do pré-sal. Serão simulados ataques à Reduc [Refinaria Duque de Caxias, da Petrobras] e à estação de tratamento de Guandu [onde é captada a água da região metropolitana do Rio]”, disse o contra-almirante.

O militar explicou que 95% das riquezas que o país importa ou exporta passam pelo mar, o que justifica garantir um domínio seguro das rotas na região. Um dos submarinos será usado como arma de apoio a essas linhas de comunicação, enquanto o outro simulará um ataque inimigo, tudo coordenado pelo Estado-Maior. “O submarino é uma arma que tem como principal característica a discrição, sendo essencial na guerra naval. O principal projeto da Marinha hoje é a construção do submarino nuclear, que deverá estar navegando por volta de 2025.”

A Amazônia Azul tem 3,6 milhões de quilômetros quadrados e se estende por 200 milhas náuticas, cerca de 370 quilômetros, a partir da costa. Além dos campos petrolíferos do pré-sal, o fundo do oceano também abriga inúmeros materiais e metais preciosos, que poderão ser futuramente explorados pelo país.

Edição: José Romildo

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-18/marinha-exercito-e-aeronautica-fazem-operacao-conjunta-para-proteger-amazonia-azul

O Ministro da Defesa Celso Amorim fala sobre o planejamento da Defesa do Brasil


O Brasil prepara a sua defesa

A nossa defesa é uma tarefa do povo brasileiro, tendo como vanguarda os corpos armados.

Jornal do Brasil – 18/11/2012 –  por Mauro Santayana

O Ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, em reunião com os comandantes das Forças Armadas. Foto: Agência Brasil.

Sobre a mesa de centro da sala de espera há dois quepes militares, sendo estrangeiro um deles. Isso explica porque o Ministro da Defesa, Celso Amorim, me atenda alguns minutos depois da hora marcada: ele se despedia do Comandante da Marinha do Senegal, contra-almirante Mohamed Sane, que recebera meia hora antes.

O ex-chanceler é homem de boa biografia para ocupar o cargo, porque sempre foi afirmativo em suas posições. Em 1982, presidente da Embrafilme, teve a coragem de financiar, com dinheiro do Estado, a primeira denúncia cinematográfica das torturas cometidas pelos agentes da Ditadura, com o filme “Pra Frente, Brasil!”, de Roberto Farias. Foi, é claro, demitido.

Ao assumir o cargo de Chanceler, no governo Lula, Amorim – na presença da Embaixadora dos Estados Unidos – recomendou aos jovens diplomatas que, acima de tudo, não tivessem medo. E mostrou a que viera, ao nomear, para a Secretaria-Geral do Itamaraty, o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, que fora ostensivamente hostilizado durante o governo anterior, em razão de sua firme atitude nacionalista. Conduziu política externa de afirmação nacional, coerente com a de alguns de seus antecessores, também do regime militar, que foi oposta à dos oito anos anteriores, os de Fernando Henrique Cardoso, e bem próxima de sua atuação quando, no governo Itamar Franco, ocupou pela primeira vez a Secretaria de Estado.

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DCNS apresenta novo projeto para minissubmarino de águas rasas litorâneas


28/10/2012

EURONAVAL – DCNS revela um novo conceito de submarino: O SMX 26

Postado por Luiz Padilha no Defesa Aérea & Naval     

A DCNS apresentou pela primeira vez em na Euronaval 2012, seu novo submarino de tamanho reduzido otimizado para operações de águas rasas. O SMX 26 é um pequeno submarino projetado para operar em águas muito rasas – até 15 metros de profundidade em áreas costeiras onde o submarino convencional não pode atuar.

Ele tem capacidade de manobra extrema e uma estabilidade vertical dinâmica perto do fundo ou sob as ondas na superfície graças às suas duas linhas de eixo e seus quatro propulsores azimutais ajustáveis e retráteis.

O SMX-26 tem a capacidade única de “aterrisar” muito rapidamente em todos os tipos de fundos marinhos com suas rodas extensíveis. Ele pode, então, ficar à espreita no fundo por até 30 dias.

Em tal situação, ar e comunicação de dados é fornecida através de tubos flexíveis implantadas para a superfície. O SMX-26 pode lançar o seguinte: seis mergulhadores das forças especiais, 20 mm mastro cânone, de auto-defesa de mísseis anti-aéreos (em contentores), dois torpedos pesados e oito torpedo leves com ogivas pesadas.

 

FONTES:

NavyRecognition, com Tradução e Adaptação de Defesa Aérea & Naval

Geopolítica do Mar Cáspio: Turcomenistão realiza manobras navais em região estratégica


Turkmen navy backs eastward stance

Asia Times – 13/09/2012 – por Dmitry Shlapentokh

The fact that Turkmenistan has engaged in naval maneuvers in the Caspian Sea could well have been the subject of science fiction a generation ago. Indeed, Turkmenistan, one of the most backward republics of the former USSR, is covered mostly by desert, and one could little imagine any serious conflict over an area of the Caspian Sea during the Soviet era. (mais…)

Marinha estadunidense afirma que em 4 anos terá capacidade para instalar canhões de laser à bordo de navios


Navy: We’re 4 Years Away From Laser Guns on Ships

Wired / Spencer Ackerman – 30/03/2012

The dream of sailors, nerds and sailor-nerds everywhere is on the verge of coming true, senior Navy technologists swear.  Within four years, they claim they’ll have a working prototype of a laser cannon, ready to place aboard a ship. And they’re just months away from inviting defense contractors to bid on a contract to build it for them.

“Subsonic cruise missiles, aircraft, fast-moving boats, unmanned aerial vehicles” — Mike Deitchman, who oversees future weapons development for the Office of Naval Research, promises Danger Room that the Navy laser cannons just over the horizon will target them all.

Or they will be, if ONR’s plans work out as promised — not exactly a strong suit of proposed laser weapons over the decades. (Note the decided lack of blast at your side.) First step in reaching this raygun reality: Finish up the paperwork. “The contract will probably have options go through four years, but depending on which laser source the vendors pick, we may be able to demo something after two years,” says Roger McGiness, who works on laser tech for Deitchman. “Our hope afterwards is to move to acquisition.”

Translated from the bureaucrat: After the Office of Naval Research can prove the prototype works, it’ll recommend the Navy start buying the laser guns. That process will begin in “30 to 60 days,” adds Deitchman, when his directorate invites industry representatives for an informal idea session. Deitchman and McGiness plan on putting a contract out for the prototype “by the end of the year.” (mais…)

Estados Unidos envia mais forças anfíbias para o Golfo Pérsico


Foto por: AFP Photo / Johan Ordones

US gears up for land operation in Persian Gulf?

Russia Today – 28/03/2012

The US is sending an amphibious assault group and a couple of thousand US Marines to the Persian Gulf. With another US carrier making its way to Iran’s doorstep, US military still insist that this is a “regularly scheduled deployment”.

­The Iwo Jima Amphibious Ready Group is comprised of amphibious assault ship USS Iwo Jima, amphibious transport dock USS New York, and amphibious dock landing ship USS Gunston Hall. It is also reinforced with an atomic submarine and a marine helicopter squadron.

The group, which is “a versatile sea-based force that can be tailored to a variety of missions,” left port on Tuesday and is heading to the Gulf, the US Navy says.

Over 2,000 US Marines are to come on board Iwo Jima when the group makes a stop in North Carolina.
Many of those marines are veterans of ground combat in Iraq and Afghanistan making their first shipboard deployment, dailypress.com points out.

The US already has an amphibious group with an expeditionary marine unit in the Gulf region. The Makin Island Amphibious Ready Group was deployed there in January, after Iran’s threat to close the Strait of Hormuz, a crucial route that allows the delivery of around 20 per cent of the world’s oil.

Iran has repeatedly reiterated this threat over the last six month, while the US and its NATO partners kept increasing their naval presence in the region. (mais…)

Alemanha venderá a Israel mais um submarino com capacidade nuclear


Alemanha venderá a Israel mais um submarino com capacidade nuclear

DefesaNET/LPF/afp/rtr – 23/03/2012

O ministro da Defesa alemão, Thomas de Maiziere, anunciou nesta terça-feira (21/03) que a Alemanha venderá a Israel o sexto submarino da classe Dolphin, com capacidade nuclear. A venda da embarcação foi confirmada após conversas com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, em Berlim.

“Um submarino adicional será fornecido a Israel”, declarou de Maiziere, adicionando que a Alemanha subsidiaria parte dos custos.

O ministro não revelou o valor do subsídio. Em novembro de 2011, uma fonte do governo alemão havia informado que o país pagaria um terço da conta, totalizando no máximo de 135 milhões de euros. A quantia está prevista no orçamento alemão de 2012 para gastos com “sistemas de defesa para Israel”. (mais…)

China será uma potência marítima – Diário oficial do Partido Comunista Chinês


China yet to be a sea power

People’s Daily – 23/03/2012

Amid increasing tension and diplomatic friction with neighboring countries across the sea, calls for China to enhance its sea power have bustled again.

During the annual two sessions earlier this month, some delegates proposed to establish a ministry of seas and oceans, parallel to the ministries of foreign affairs, defense, commerce and others, and to set up a more specialized and integrated National Coast Guard force. The move is a bid to assert China’s rights over its territorial sea and exclusive economic zone.

In the meantime, a series of aggressive moves since the beginning of this year by China’s neighbors having maritime territorial disputes with China underscore the country’s concerns and need to respond to the actions.

While Chinese media have applauded the latest efforts of China’s Marine Surveillance authorities to dispatch two patrol teams simultaneously to the East China Sea and the South China Sea, a way to declare China’s sovereignty over them, the question is whether there is a systematic national ocean strategy to make China more assertive in terms of sea power. (mais…)

Marinha dos EUA recebe investimentos para melhor atuar no Estreito de Ormuz


US Navy in military build-up to battle Strait of Hormuz ‘blockade’

Russia Today – 16/03/2012

The US Navy has confirmed it is doubling the number of minesweepers in the Persian Gulf in an apparent move to prepare for a possible standoff with Iran over the crucial oil export route.

An additional four minesweeper and four minesweeping helicopters will join the four ships already patrolling the Persian Gulf.

The overall number of US minesweepers in the region will total eight, America’s head of naval operations Admiral Jonathan Greenert reported.

While saying sanctions and political measures are preferable to respond to Iran’s controversial nuclear program, looks like the US is getting ready for plan B.

The US has been working of an array of military measures to counteract Iran, with President Obama saying “no options are off the table.”

The Pentagon has recently asked for an additional $100 million dollars to beef up its military presence in the Persian Gulf. (mais…)

Tensão se aprofunda nas disputas do Mar do Sul da China


Foto por: Reuters/Rolex Dela Pena/Pool

Insight: Conflict looms in South China Sea oil rush

Reuters / Randy Fabi, Manuel Mogato – 28/02/2012

When Lieutenant-General Juancho Sabban received an urgent phone call from an oil company saying two Chinese vessels were threatening to ram their survey ship, the Philippine commander’s message was clear: don’t move, we will come to the rescue.

Within hours, a Philippine surveillance plane, patrol ships and light attack aircraft arrived in the disputed area of Reed Bank in the South China Sea. By then the Chinese boats had left after chasing away the survey ship, Veritas Voyager, hired by U.K.-based Forum Energy Plc.

But the tension had become so great Forum Energy chief Ray Apostol wanted to halt two months of work in the area.

“They were so close to finishing their work. I told them to stay and finish the job,” Sabban, who heads the Western Command of the Philippine Armed Forces, told Reuters at his headquarters in Puerto Princesa on Palawan island.

Over the next few days, President Benigno Aquino would call an emergency cabinet meeting, file a formal protest with China, and send his defense secretary and armed forces chief to the Western Command in a show of strength. (mais…)

Irã e Omã conduzirão exercícios navais conjuntos no Estreito de Ormuz


Foto: Reuters / Jamejamonline / Ebrahim Norouzi.

Strait partners: Iran and Oman to carry out joint naval exercises

RT – 20/02/2012

An Iranian Navy commander says his country is set to conduct naval exercises with nearby ally Oman in March. Iran looks to be on its way to major naval power status, fighting piracy and cooperating with other countries in the region.

­Rear Admiral Habibollah Sayyari said the exercises will involve joint rescue and relief operations. He expressed his country’s readiness to cooperate militarily with other countries in the region in an effort to ensure the peace and stability of the Middle East.

Iran and Oman occupy opposite shores of the Strait of Hormuz. They have already conducted two drills together, in 2009 and 2011. Last year’s included four vessels, two fighter jets and one maritime helicopter under Omani command, with four Iranian naval ships.

With Iran’s decision to cut off oil supplies to France and the United Kingdom in response to the EU’s decision to ban Iranian oil imports, the country is on the lookout for new customers for its energy sector. Iran’s First Vice President Mohammez Reza Rahimi recently visited Oman to discuss the gas trade, and back in 2009 the countries agreed to jointly develop a 200-kilometer underwater gas pipeline. In September 2011, the National Iranian Gas Export Company said Iran had reached an agreement to export gas to Oman and India. (mais…)

Reforço na marinha chinesa para conter rivalidades no Pacífico


Foto por: REUTERS/DigitalGlobe/Handout/Files

 Analysis: New China landing vessels point to Pacific rivalry

Reuters / David Lague – 15/02/2012

As looming budget cuts force the Pentagon to plan for a smaller U.S. navy, China is accelerating the launch of new, increasingly capable warships as part of a sustained drive to become a major maritime power.

Shanghai’s Hudong Zhonghua Shipbuilding Company late last month launched the fourth of China’s new 071 amphibious landing ships according to reports carried by Chinese military web sites and the state-controlled media.

While most attention has been drawn to the ongoing sea trials of China’s first aircraft carrier, military analysts say the expanding fleet of 20,000 tone landing ships, the biggest domestically designed and built vessels in the Chinese navy, delivers a far more immediate boost to Beijing’s global influence. (mais…)

O Bahrein e os interesses navais estadunidenses


Foto por: AFP

 (Un)friendly dictatorship puzzle: US democracy lessons in Bahrain

Russia Today / Natalia Novikova – 14/02/2012

Washington has been arming Bahrain’s ruling dynasty against protesters, and now demanding that the “dictator must go” in Syria. Why such a difference? Right – Bahrain hosts the US’ Fifth Fleet, the “free world” defender crucial in containing Iran.

­Lessons in democracy require extra homework when taught by the West.

They insist that the Syrian “dictator” step down from his post, while experts say the violent opposition receives not-so-humanitarian aid from the West to achieve its goals.

At the same time, Bahraini demonstrators face the grenades and tear gas the al-Khalifa dynasty has been importing from the US to maintain “stability.”

Last year, human rights groups and members of Congress forced the Obama administration to suspend an arms deal with Bahrain. But this time around, there’s a legal loophole that can be used to avoid Congressional approval.

Rallies ahead of the first anniversary of anti-Khalifa protests were violent enough to be stopped with military means – but not violent enough to get Western media attention. (mais…)