mineração

Senado dos EUA aprova lei sobre mineração de asteroides


O Senado dos Estados Unidos aprovou, na semana passada (10/11), o projeto de lei que confere às empresas do país o direito de propriedade sobre os recursos minerais por elas obtidos em asteroides. A Lei de Competitividade de Lançamento Espacial Comercial (U.S. Commercial Space Launch Competitiveness Act) agora volta à votação na Câmara e, caso aprovada, segue para sanção presidencial.

asteroide

Foto: ESA / Getty Images.

Anúncios

Farc pedem suspensão de projetos hidrelétricos e minerais na Colômbia


As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) exigiram hoje (25) a suspensão de projetos hidrelétricos e da entrega de concessões para exploração mineral. Em comunicado, a mesa de negociações das Farc em Havana, Cuba, propôs uma “nova política energética” para a Colômbia em meio a negociações de paz para o conflito armado colombiano.

Foto: Alejandra Parra / Bloomberg.

Foto: Alejandra Parra / Bloomberg.

(mais…)

Ano decisivo para reformas econômicas em Mianmar


2014 será um ano decisivo para as reformas econômicas em curso em Mianmar. Parlamento do país possui atualmente 30 propostas de lei que lidam com a economia do país, incluindo sobre estabelecimento de zonas econômicas especiais, regulamentação da mineração e de investimento externo direto.

Fonte: Reuters / Soe Zeya Tun.

Fonte: Reuters / Soe Zeya Tun.

(mais…)

Na Indonésia, entra em vigor lei que proíbe exportação de minerais brutos


Altamente contestada, lei que proíbe a exportação de mineirais brutos entrou em vigor na Indonésia. Medida visa à agregação de valor no setor de mineração do país, que está entre os maiores fornecedores mundiais de cobre, níquel e alumínio brutos. Empresas estadunidenses conseguem maior prazo de adequação.

Fonte: AFP.

Fonte: AFP.

(mais…)

Brasil entra na corrida pelo ‘mineral do tablet’


terras-raras

País entra na corrida pelo ‘mineral do tablet’

15 de abril de 2013 – Jornal do Senado/Ricardo Westin

Os subsolos do Brasil guardam alguns dos recursos naturais mais cobiçados do século 21: os elementos químicos conhecidos como terras-raras. Embora o nome não soe familiar, eles são o ingrediente essencial das maravilhas da alta tecnologia.
As terras-raras fazem funcionar tablets, telefones celulares, lasers, turbinas de energia eólica, catalisadores para refino de petróleo, aparelhos de ressonância magnética, mísseis teleguiados, carros híbridos (movidos a gasolina e eletricidade) e outras invenções sem as quais não se imagina a vida moderna.
Apesar de terem elevado valor estratégico, o Brasil não tira proveito desses elementos. Praticamente não existem empresas dedicadas à extração de terras-raras. O país também não tem noção de seu potencial. Apenas algumas jazidas estão mapeadas.
O governo corre para mudar esse quadro. Dois ministérios, o de Minas e Energia e o da Ciência e Tecnologia, tentam convencer as mineradoras a explorar as jazidas já localizadas e incentivar os institutos de pesquisa a prospectar minas ainda desconhecidas.
O Senado também se envolveu nesse processo. Acaba de criar, dentro da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), uma subcomissão dedicada às terras-raras. A missão dos senadores é propor e aprovar uma lei que garanta a chamada segurança jurídica aos investidores que decidirem apostar na pesquisa, na extração e na industrialização das terras-raras, estabelecendo quais são seus direitos e deveres.
O presidente da subcomissão é Anibal Diniz (PT-AC). O vice-presidente é Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). A relatoria cabe a Luiz Henrique (PMDB-SC).
O Brasil não está sozinho no atraso. O mundo inteiro depende da China, que reina absoluta no mercado das terras-raras. De todo o volume comercializado internacionalmente, algo em torno de 90% sai das minas chinesas.
Nem sempre foi assim. Países como os Estados Unidos, a Austrália, a África do Sul e o próprio Brasil extraíam quantidades significativas de terras-raras até algumas décadas atrás.
Submarino nuclear
No Brasil, a história remonta ao final do século 19, quando foram descobertos depósitos de areias ricas em terras-raras entre o norte do Rio de Janeiro e o sul da Bahia. Primeiro, saíam do país como lastro de navio (material pesado acomodado no porão das embarcações para dar-lhes estabilidade). Depois, passaram a ser vendidas para a Europa como matéria-prima das mantas incandescentes dos lampiões a gás. Eram as terras-raras que conferiam às mantas a valiosa capacidade de não se queimarem em contato com o fogo.
Nos anos 50, as terras-raras extraídas daquelas mesmas jazidas foram exportadas para os EUA e empregadas no USS Nautilus, o primeiro submarino de propulsão nuclear da história. Em barras, as terras-raras brasileiras controlavam a absorção de nêutrons do reator atômico do Nautilus.
O nome terra-rara é enganoso. Esses elementos não têm terra na composição nem são raros. Quando foram identificados, no século 18, os cientistas chamavam os óxidos de terras. E os consideravam raros porque eram (e ainda são) encontrados em baixas concentrações, agregados a minérios e minerais. Hoje se sabe que, ainda que “diluídos”, estão em vários pontos da crosta terrestre. Alguns são mais abundantes do que o cobre e o ouro.
No total, 17 elementos químicos fazem parte da família das terras-raras, como o európio, o túlio, o lantânio e o ítrio. Eles são vizinhos na tabela periódica. Assemelham-se em razão de suas propriedades químicas, magnéticas e de fluorescência, que os tornam insumos insubstituíveis na tecnologia de ponta. São as terras-raras que possibilitam a existência dos ímãs mais potentes que há e permitem a criação de aparelhos eletrônicos cada vez menores. Em um celular, elas se contam em gramas. Em uma turbina eólica, em centenas de quilos.
A China conseguiu antever que os usos das terras-raras se multiplicariam e entrou com força total nesse filão. Em meados dos anos 80, adotou uma estratégia agressiva de negócio, incluindo polpudos subsídios estatais à pesquisa tecnológica e à extração.
Como os chineses conseguem vender terras-raras a preços irrisórios, é muito mais conveniente e barato para qualquer país importar as terras-raras da Ásia do que extraí-las em seu próprio território. É um clássico exemplo de dumping. Fora da China, como consequência, praticamente mina nenhuma sobreviveu.
Preços em alta
Em 2010, o governo chinês deu um susto no mundo. Sem aviso, restringiu as exportações de terras-raras, impondo cotas e elevando impostos. O país argumentou que queria proteger o meio ambiente e poupar um recurso natural finito. Na realidade, a ideia era favorecer sua própria indústria de tecnologia. É mais lucrativo vender aparelhos de alta tecnologia (que contêm terras-raras processadas) do que exportar a matéria-prima bruta.
Com a procura em alta e a oferta em baixa, o preço disparou. Entre 2010 e 2011, o quilo do térbio pulou de US$ 605 para US$ 2.973. O do európio passou de US$ 625 para US$ 3.800.
Foi então que o mundo acordou para o perigo de ser refém dos humores do monopólio chinês. A situação fica ainda mais preocupante quando se leva em conta a certeza de que o consumo de terras-raras sofrerá um aumento exponencial nos próximos anos — o comércio de laptops, ­smartphones e tablets não para de crescer, os carros híbridos estão prestes a ganhar o mundo e os investimentos em energia eólica tendem a se intensificar, como fonte de energia limpa.
Com a crise iniciada em 2010, diversos países se mobilizaram para ressuscitar a exploração local de terras-raras. Entre outras medidas, ofereceram incentivos financeiros às mineradoras e relaxaram as exigências para a concessão das licenças ambientais. Os americanos e os australianos foram os mais ágeis.
Os EUA reativaram uma gigantesca mina na Califórnia, depois de uma década abandonada. A produção americana, nula em 2011, chegou a 7 mil toneladas em 2012. Na Austrália, entre um ano e outro, a extração pulou de 2.200 para 4 mil toneladas. Como comparação, a China chegou a 100 mil toneladas no ano passado.
Em outra frente, o governo do Japão deu estímulos para que sua indústria automobilística criasse formas de reciclar terras-raras.
A preocupação desses países vai muito além do aspecto econômico. Explica Ronaldo Santos, coordenador de Processos Metalúrgicos e Ambientais do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem):
— As terras-raras estão presentes em todos os aparatos eletrônicos de vigilância, segurança e defesa. Os países estão preocupados com sua soberania. Ficarão vulneráveis se houver desabastecimento de terras-raras.
O Brasil também sentiu os efeitos da política restritiva da China. As dificuldades para obter a matéria-prima chegaram a ameaçar a fabricação nacional de catalisadores para refino de petróleo — o petróleo é um dos grandes motores da economia brasileira. Foi então que o ­governo se mobilizou.
Ao elaborar o Plano Nacional de Mineração 2030, o Ministério de Minas e Energia incluiu as terras-raras entre as prioridades do país para as próximas duas décadas. O Serviço Geológico do Brasil, que é ligado ao ministério, recebeu a ordem de localizar novas jazidas.
Em outra frente, o Ministério da Ciência e Tecnologia busca estimular a pesquisa e o ­desenvolvimento tecnológico em terras-raras. Promete destinar nos próximos anos R$ 11 milhões a institutos de pesquisa públicos e privados. Um dos desafios é criar tecnologias que permitam separar as terras-raras de minérios e minerais. As técnicas que se conhecem hoje são complexas, caras e extremamente poluentes.
Como parte da estratégia do governo, discute-se a possibilidade de o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criar linhas especiais de financiamento para as empresas que se dedicarem à prospecção, à extração e ao processamento das terras-raras.
Recomeçar do zero
Em meados do século passado, quando as terras-raras ainda não tinham tantas aplicações, o Brasil era líder mundial no setor. No início dos anos 60, as minas foram estatizadas. A Orquima, a empresa que forneceu as terras-raras que alimentaram o submarino Nautilus, também passou para as mãos do governo. Assim começava o lento desmonte da cadeia produtiva.
— O Brasil perdeu todo o investimento que havia feito em tecnologia e recursos humanos. Recomeçar do zero agora não será fácil. Temos um grande desafio — diz o químico da ­Universidade de São Paulo (USP) Osvaldo Antonio Serra, que foi estagiário na Orquima antes da estatização.
Hoje, a extração de terras-raras no país é feita de forma experimental. A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) retira nióbio (metal que eleva a qualidade do aço) de minas localizadas em Araxá (MG). No ano passado, passou a fazer a separação das quatro terras-raras (cério, lantânio, neodímio e praseodímio) que estão misturadas ao nióbio dessas minas.
Dado o alto potencial geológico de Araxá, a multinacional MbAC Fertilizantes anunciou que construirá na cidade uma fábrica de processamento de terras-raras. A empresa que o governo mais deseja ver nesse mercado é a Vale, a maior mineradora do país.
As mineradoras se dizem interessadas, mas cobram uma atuação mais decisiva do governo. Para o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa o setor, o que há são projetos esparsos, sem comunicação entre si, de institutos de pesquisa e empresas. O Ibram defende que o Cetem, que é ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, assuma a tarefa de coordenar as iniciativas e apontar-lhes um rumo.
— O Cetem atuaria como os grupos executivos criados por Juscelino Kubitschek para alavancar a economia do país na virada dos anos 50 para os 60. O mais famoso foi o grupo executivo da indústria automobilística, que articulou o setor e obteve resultados fantásticos — explica Marcelo Ribeiro Tunes, um dos diretores do Ibram.

Fonte:http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2013/04/15/pais-entra-na-corrida-pelo-mineral-do-tablet

Zuma aponta no seu discurso o papel do Estado na economia sul africana


Zuma3

State of the Nation 2013: Implications for Business

21 de fevereiro de 2013 – Saiia

President Jacob Zuma addressed a somewhat distracted South African population in his State of the Nation speech. He started and finished the lengthy presentation by reaffirming the commitment of government to the vision set out in the National Development Plan. Unsurprisingly, this was one of a number of echoes of policy decisions made at the ANC’s National Conference held in Mangaung in December 2012. Among them were the categorical dismissal of the nationalisation debate and a strong defence of the supremacy of the constitution. These are things investors want to hear and the reaction of the rand reflected a certain amount of support for the President’s speech from the markets.

The detail provided on the infrastructure development programme will also be of interest to both local and foreign investors. There has been a sense that the government has been slow to implement the plans set out by President Zuma in last year’s State of the Nation address. The time dedicated in last night’s presentation to listing a number of the projects that got underway in the later part of last year was clearly targeted at silencing such criticism. The spending already underway by the national green fund was also highlighted as an example of action by government. (mais…)

Kabila está lutando pela sua vida política


M23 congo

Kabila looks into the abyss

After the eastern rebels trounce the national army and opposition movements step up the pressure, the President is fighting for his political life

03 de dezembro de 2012 – Africa Confidencial

The seizure of Goma by the Mouvement du 23 mars rebels on 20 November has dangerously weakened the regime of President Joseph Kabila Kabange. Backed by Rwanda and Uganda, M23’s brutal campaign in eastern Congo threatens Kinshasa both by exposing the government’s inability to protect the public and by forming opportunistic alliances with other oppositionists. On 28 November, at least some M23 commanders were responding to international pressure to withdraw from Goma but they were tying this to negotiating conditions. Some commanders said they were prepared to pull their troops back to 30 kilometres outside Goma but continued to maintain a threatening posture. There are also credible reports that M23 forces have stolen over US$50 million from the city’s branch of the Banque centrale du Congo.

However M23 plays the negotiations, there seems little prospect of Kabila recovering his political authority in the east or indeed, anywhere else in the country. This is his first major crisis since the death of his political and business advisor Augustin Katumba Mwanke (AC Vol 53 No 11, A government of few talents). No official has been able to match Katumba’s ability to cajole, coopt and sometimes crush Kabila’s political opponents. Instead, Kabila is under siege from politicians within his camp and from oppositionists furious at Congo’s inability to defend its own territory. (mais…)

Presidente da Serra Leoa de olho no novo acordo de mineração


Foto: n.i.

Sierra Leone president eyes new term amid mining boom

Mail & Guardian – 16/11/2012

Fears of corruption, or a return to instability, remain in Sierra Leone as presidential hopefuls seek to convince voters they can maintain peace. When the European Union’s chief election observer Richard Howitt asked people in this remote village last month if they had concerns about Sierra Leone’s looming presidential poll, he got a sobering response: what is voting?

The question from one of the villagers in the gold and diamond mining district of Kenema underscored the challenges facing this West African country ahead of Saturday’s elections, which will become the latest test of democracy in a region notorious for flawed polls, civil wars, and coups.

Incumbent President Ernest Bai Koroma, a former insurance executive who came to power in 2007 in elections generally considered free and fair, will face off against former junta leader Julius Maada Bio. (mais…)

Destruindo o ambiente para ganhar a vida no Zimbábue


Destroying the Environment to Earn a Living in Zimbabwe

31 de outubro de 2012 – All Africa

A cabinet minister, who has witnessed the deliberate burning of bush and trees by illegal gold panners, has warned of the severe damage being done to the environment and urged government to urgently introduce policies that create jobs and protect the environment.

Education Minister David Coltart told SW Radio Africa that he has seen hundreds of thousands of hectares of bush burned over the last three months, as he drives from Bulawayo to his office and cabinet meetings in Harare. The fires he saw were lit close to the road near Shangani.

The Minister stopped and spoke to some of the illegal panners on one occasion, and they told him that they were deliberately lighting fires to get rid of bush, grass and trees that get in the way of their metal detectors. They said a mini gold rush hit the area recently after deposits of alluvial gold were discovered. (mais…)

Mineradores sul africanos convocam greve nacional


South Africa miners call for national strike

13 de setembro de 2012 – Al Jazeera

The leader of a major protest by South African platinum miners has called for a national strike in the sector, deepening an industrial crisis that has escalated over the past few months, and spurred violence that left 45 people killed at the Lonmin operated Marikana mine.

Miners from the Anglo American platinum mine (Amplats), joined forces with their colleagues from Marikana at the Blesbok stadium in the heart of the platinum belt near Rustenburg, 100km northwest of Johannesburg on Thursday in a show of solidarity against low wages.

The coming together of miners from the two mining giants is an attempt to bring to a halt all mining in the area. (mais…)

Mineração na República do Congo: aguardando os lucros


República do Congo. Mapa: n.i.

 

Mining in the Republic of Congo: Waiting for Profits

African Arguments – 10/09/2012 – por Madeline R. Young

After 50 year of political instability, the Republic of Congo is developing its mining sector apace. The 2005 Mining Code has encouraged international mining companies to start mining projects in Congo and invest in mineral exploration such as iron, potash and phosphate. Congo is now becoming a hot spot for western mining companies. The mining sector could potentially increase the country’s GDP, living standard and employment for local Congolese. However, for this to happen, mining companies’ activities need to be closely monitored by the Congolese government and take into consideration the local population’s interest.

The Republic of Congo’s mining industry is developing swiftly following 50 years of uncertainty. During a recent interview, Jean Omer Mpeho, the Press Attaché of the Republic of Congo Consulate to the UK, explained that after independence and prior to the start of the civil wars of the 1990s, there were small-scale mining operations concentrated in the south-western Kouilou region and areas heavily influenced by colonial powers. Mining was not considered to be of great interest to the Congolese people at that time, given that profits from mining activities did not have a major impact on the Congolese economy. The modest revenues generated mostly went to foreign investors, although the industry did employ a fair number of local people.

Leading up to the civil wars, the country made moves to increase democratic governance by holding a National Conference in 1991 and moving towards a multi-party system. Unfortunately, this process lead to spiralling instability and subsequent civil wars from 1993-1999. During this period, almost all government ministries effectively ceased to function. The petrol industry, however, continued to expand as during the conflicts it remained under French control. (mais…)

Austrália em expansão: corrida pelo carvão impulsiona economia


Foto: n.i.

In Australia’s two-speed economy, mining booms but tourism suffers

The Guardian – 23/08/2012 – por Alison Rourke

In the Bowen Basin coalfields 600 miles north of Brisbane, a gold rush is in full swing. Black gold. Coal from this part of central Queensland – home to the country’s biggest deposits – is driving the economy to set new records.

“Huge just doesn’t do it justice,” says a recent Deloitte Access Economics report on the state’s resources boom. “Humungous might bring us closer to the mark.” Deloitte’s Chris Richardson says Australia has been riding in the slipstream of China and other emerging economies. “We have opportunities that the likes of the UK and others don’t to sell our resources in a period where half the world is having an industrial revolution. That’s magnificent for us.”

But when the London-listed miner BHP Billiton this week shelved plans to build the world’s biggest open-pit copper and uranium mine in south Australia, the Sydney Morning Herald website ran the headline: “The bubble has burst.” BHP said it was a financial decision based on slowing demand and the high price of expansion in Australia, with its tight labour market and high exchange rate. (mais…)

A corrida do ouro no Haiti


Haiti’s Gold Rush

Global Policy Forum – 15/08/2012

Foreign companies, such as US-based Newmont and VCS Mining and Canada-based Majescor and Eurasian Minerals, have started exploring Haiti’s gold, silver, copper, and zinc deposits. These natural resources could create thousands of jobs while bringing millions of dollars in tax revenue. But many Haitians are justly apprehensive about their government’s connivance with company interests. In order to guarantee the benefits for its people, the weak Haitian government would have to oversee the environmental impact of these powerful firms and make sure they respect the rules of exploration and land acquisition. If Haiti does not obtain advantageous deals with the companies, an important opportunity will be lost.

Deep in Haiti’s northern mountains, a half-dozen supervisors at a mining exploration site spent their days playing dominoes at a folding table next to a helicopter pad. For weeks they waited in La Miel, off a dirt road deep in the countryside, for Haiti’s government to give them the go-ahead to search for the gold they believe is buried in the hills around them. Fig Newtons and water bottles filled the shelves of their staff tent. On a whiteboard, in scratchy handwriting, was a single-item to-do list for the week: Change $83,000 into Haitian gourdes.

A mile west, a team of locals with shovels widened a dirt road and lined it with a drainage ditch. They were paid by Newmont, the Colorado mining company working at La Miel, to prepare local roads for heavy mining machinery, which moved here when Newmont got permission to dig. (mais…)