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Ministro da Defesa de Israel renuncia e alerta sobre “extremistas e elementos perigosos” no governo


Na última sexta-feira (20/05), o ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, renunciou, afirmando que “extremistas e elementos perigosos” estão tomando conta do país. Uma das razões da renúncia seria o fato do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ter oferecido o cargo de Yaalon para Avigdor Lieberman. Lieberman, sem experiência militar, é considerado de extrema-direita e tem um histórico de discursos contra a Palestina, o Egito e minorias árabes. A troca de ministros serviria para aumentar a coalizão do governo de Netanyahu.

Moshe Yaalon (E) Foto: Eden Moladavski/Ministry of Defense

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Ministro da defesa grego foi convidado à Moscou para discutir cooperação militar


O ministro da defesa grego, Panos Kammenos, foi convidado por seu homólogo russo, Sergei Shoiku, para visitar Moscou para discutir cooperação militar bilateral. A eleição do partido de esquerda Syriza na Grécia abriu caminho para um aprofundamento das relações entre os países. Já nos seus primeiros dias, o novo governo de Alexis Tsipras sinalizou obstruir as sanções europeias à Rússia, ainda que posteriormente tenha voltado atrás.

O ministro da defesa da Grécia, Panos Kammenos. Foto: AP Photo / Kostas Tsironis

O ministro da defesa da Grécia, Panos Kammenos.
Foto: AP Photo / Kostas Tsironis

Amorim defende que investimentos em Defesa cheguem a 2% do PIB em 10 anos


O Ministro da Defesa, Celso Amorim, defendeu que o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) nacional investido na área de defesa alcance os 2% em dez anos. Nos últimos anos, esse percentual tem girado em torno de 1,5% do PIB – sendo que a média mundial é de 2,6%. “Temos que criar condições para que o poder de compra da indústria de defesa aumente”, afirmou.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / ABr.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / ABr.

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O Ministro da Defesa Celso Amorim fala sobre o planejamento da Defesa do Brasil


O Brasil prepara a sua defesa

A nossa defesa é uma tarefa do povo brasileiro, tendo como vanguarda os corpos armados.

Jornal do Brasil – 18/11/2012 –  por Mauro Santayana

O Ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, em reunião com os comandantes das Forças Armadas. Foto: Agência Brasil.

Sobre a mesa de centro da sala de espera há dois quepes militares, sendo estrangeiro um deles. Isso explica porque o Ministro da Defesa, Celso Amorim, me atenda alguns minutos depois da hora marcada: ele se despedia do Comandante da Marinha do Senegal, contra-almirante Mohamed Sane, que recebera meia hora antes.

O ex-chanceler é homem de boa biografia para ocupar o cargo, porque sempre foi afirmativo em suas posições. Em 1982, presidente da Embrafilme, teve a coragem de financiar, com dinheiro do Estado, a primeira denúncia cinematográfica das torturas cometidas pelos agentes da Ditadura, com o filme “Pra Frente, Brasil!”, de Roberto Farias. Foi, é claro, demitido.

Ao assumir o cargo de Chanceler, no governo Lula, Amorim – na presença da Embaixadora dos Estados Unidos – recomendou aos jovens diplomatas que, acima de tudo, não tivessem medo. E mostrou a que viera, ao nomear, para a Secretaria-Geral do Itamaraty, o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, que fora ostensivamente hostilizado durante o governo anterior, em razão de sua firme atitude nacionalista. Conduziu política externa de afirmação nacional, coerente com a de alguns de seus antecessores, também do regime militar, que foi oposta à dos oito anos anteriores, os de Fernando Henrique Cardoso, e bem próxima de sua atuação quando, no governo Itamar Franco, ocupou pela primeira vez a Secretaria de Estado.

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Tribunal Penal Internacional quer prisão do Ministro da Defesa do Sudão


Foto por: Mohamed Nureldin Abdallah/Reuters

Hague court wants Sudan defense minister arrested

Reuters / Gilbert Kreijger, Khaled Abdel Aziz – 01/03/2012

The International Criminal Court issued an arrest warrant on Thursday for Sudanese Defense Minister Abdel Raheem Muhammad Hussein as part of investigations into atrocities in Darfur.

Hussein is the latest of several senior officials in Sudan to be indicted by the court at The Hague. Among others, it is seeking the arrest of President Omar Hassan al-Bashir on charges of orchestrating genocide. All, however, remain at large.

The court said in a statement that there were sufficient grounds to hold Hussein responsible for 20 counts of crimes against humanity, including persecution and rape, and 21 counts of war crimes, including murder and attacks on civilians.

Sudan dismissed the ICC move.

“We are not concerned with the court and the decisions that come out of it. We, like the United States and Russia, are not signatories to the Rome Statute governing the court,” foreign ministry spokesman Al-Obeid Meruh said. (mais…)