míssil nuclear

Da intimidação nuclear ao escudo antimíssil: condicionantes do programa estratégico-nuclear chinês


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Osvaldo Alves Pereira Filho, sobre a conexão entre a intimidação nuclear e os processos de proliferação nuclear no Sistema Internacional, estudando o caso específico da China. Entre outros, o trabalho mostra que a intimidação nuclear foi o principal imperativo para Pequim iniciar o seu programa nuclear, e que o atual Escudo Antimíssil dos EUA no leste asiático tem levado a China a acelerar e aprofundar a sua modernização estratégica-nuclear. Portanto, o uso da intimidação nuclear aumentaria a percepção de ameaça nos atores do Sistema Internacional, gerando maior estímulo à proliferação.

Foto: Air Power Australia.

China testa míssil hipersônico com sucesso


Na semana passada a China testou com sucesso o míssil hipersônico WU-14, conduzindo “manobras extremas” capazes de superar os sistemas antimísseis dos Estados Unidos. Esse foi o quarto teste do veículo de reentrada hipersônico, capaz de carregar ogivas nucleares e convencionais a uma velocidade 10 vezes mais rápida que o som (Mach 10 ou aproximadamente 12.360 km/h). A capacidade de realizar manobras a essa velocidade abre a pergunta se o sistema poderia ser usado como arma antinavios. Combinado com o novo míssil balístico intercontinental em desenvolvimento pela China, Pequim poderia atingir qualquer lugar no globo terrestre em menos de uma hora.

SM-3. Foto: Marinha dos EUA.

China passa a miniaturizar ogivas nucleares de mísseis de longo alcance


Conforme matéria do jornal The New York Times com base em relatório do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a China começou a reestruturar seus mísseis balísticos de longo alcance para que carreguem múltiplas ogivas nucleares. A China possuía a tecnologia — já usada por Reino Unido, França, Rússia e EUA — para fazer essa readequação há décadas, mas começou a modernizar seus mísseis apenas em meados dos anos 2000. Medida sugere uma mudança da estratégia de dissuasão nuclear mínima por parte da China, abrindo opções mais ofensivas. Contudo, para o analista Robert Farley, essa hipótese é pouco provável, ainda que de fato possa desencadear uma nova guerra fria entre Pequim e Washington.

Múltiplas ogivas em reentrada disparadas de um único míssil. Foto: David James Paquin / Wikimedia Commons.

China confirma nova geração de mísseis de longo alcance


A mídia chinesa confimou que Pequim está desenvolvendo uma nova geração de mísseis balísticos intercontinentais capazes de carregar múltiplas ogivas nucleares e com alcance que iria até os Estados Unidos.

Foto: Reuters / Stringer.

Foto: Reuters / Stringer.

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No Reino Unido, relatório interpartidário recomenda continuação do programa nuclear


Estudo interpartidário que levou três anos para ficar pronto reafirmou a importância da manutenção do programa nuclear britânico para evitar chantagens e ameaças. Contudo, relatório revela grande dependência dos Estados Unidos.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

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Está a Índia desenvolvendo armas termonucleares?


Uma nova instalação para enriquecimento de urânio na Índia causa preocupações de que o país talvez esteja desenvolvento armas termonucleares.

Foto: Wikimedia Commons.

Foto: Wikimedia Commons.

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Há um alvo para armas hipersônicas?


Os Estados Unidos já gastaram mais de 1 bilhão de dólares no desenvolvimento de armas hipersônicas. Contudo, ainda não há um alvo claro dessas armas: por enquanto, elas seriam inúteis, podendo até dar início a uma guerra nuclear com a China. Ainda assim, corrida armamentista hipersônica já se inciou.

Imagem: Wikimedia Commons.

Imagem: Wikimedia Commons.

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Rússia realiza teste de míssil nuclear e dispara tiros de advertência


Tropas russas controlam a Crimeia com constante patrulha no Estreito de Kerch que liga a região à Ucrânia. Tiros de advertência foram disparados, bem como um teste de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) foram realizados pelo país. Enquanto isso, Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, promete 1 bilhão de dólares em subsídios para a Ucrânia.

"Putin, tire suas mãos da Ucrânia". Foto: AFP.

“Putin, tire suas mãos da Ucrânia”. Foto: AFP.

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Sucateadas, Forças Armadas da Ucrânia têm orçamento 50 vezes menor que o russo


Corruptas, mal equipadas e abandonadas por sucessivos governos, Forças Armadas da Ucrânia não teriam condições de enfrentar as tropas da Rússia, que contam com 800 mil homens.

Foto: Sergei Supinsky / Getty Images / AFP.

Foto: Sergei Supinsky / Getty Images / AFP.

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Vão os mísseis hipersônicos tornar as defesas antimísseis obsoletas?


Zachary Keck argumenta que, apesar dos bilhões de dólares e décadas de trabalho investidos, a defesa antimísseis produziu poucos resultados, e o futuro não parece ser promissor com o advento dos mísseis hipersônicos.

Fonte: EPA / Força Aérea dos EUA.

Imagem: EPA / Força Aérea dos EUA.

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EUA considera desenvolver mísseis hipersônicos lançados de submarinos


A Marinha dos Estados Unidos deu início a estudos para o desenvolvimento de mísseis hipersônicos convencionais de alcance intermediário para serem lançados de submarinos. Esses mísseis fariam parte da doutrina Prompt Global Strike (ataque global imediato), que almeja que os EUA sejam capazes de atacar qualquer lugar no mundo dentro de 60 minutos.

Fonte: Marinha dos EUA.

Fonte: Marinha dos EUA.

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A corrida armamentista hipersônica


O último teste chinês de tecnologia militar hipersônica evidenciou a existência de uma corrida armamentista pelo domínio desta tecnologia. EUA ainda tem a dianteira, mas Moscou e Pequim estão logo atrás. Novas tecnologias aumentam o temor de uma rápida escalada (possivelmente nuclear) de um eventual conflito entre esses países.

Fonte: EPA / Força Aérea dos EUA.

Fonte: EPA / Força Aérea dos EUA.

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China testa veículo hipersônico de reentrada


China testou com sucesso seu primeiro míssil hipersônico capaz de penetrar o sistema de defesa antimísseis dos Estados Unidos. A velocidade hipersônica só é atingida para a reentrada e o míssil seria capaz de carregar ogivas nucleares.

Fonte: darpa.mil.

Fonte: darpa.mil.

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Rússia planeja ter mísseis nucleares montados em vagões ferroviários


Rússia elaborará um plano no ano que vem para implantar mísseis nucleares montados em vagões ferroviários como possível resposta ao programa Global Strike dos Estados Unidos. Vagões com mísseis poderiam ser camuflados e mantidos em constante deslocamento junto com tráfego comercial. Medida não violaria tratados com os EUA.

Fonte: Força de Mísseis Estratégicos da Rússia.

Fonte: Força de Mísseis Estratégicos da Rússia.

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Os mísseis inteligentes do futuro


Conheça os projetos de mísseis inteligentes de 2030, supervelozes e capazes de interferir/bloquear radares, que devem mudar o modo que as Forças Armadas dos Estados Unidos realizam operações militares.

Fonte: Lockheed Martin.

Fonte: Lockheed Martin.

Meet the Super-Fast, Radar-Jamming, Unnervingly Intelligent Missiles of 2030

Foreign Policy – 15/11/2013 – por Zach Rosenberg

In the past few weeks, the Pentagon and its major contractors have been trotting out their designs for the aircraft of the future — from a stealthy, hypersonic spy plane to a combat, carrier-hopping drone to a futuristic bomber. But ironically, none of these planes will likely define the U.S. armed forces of, say, 2030. It’s the wild weapons they’ll carry that could be military game-changers.

The crown jewel is the Long Range Strike-Bomber (LRS-B), being designed under tight secrecy. LRS-B is supposed to replace either the B-52 or B-1 or some combination thereof (nobody’s quite sure yet). Designed for penetrating strike and nuclear weapons, it is this bomber that is meant to lead any bombing campaign, slipping into enemy airspace undetected and dropping bombs on the most heavily-defended targets. Northrop Grumman (which designed the B-2) and a Boeing-Lockheed team are both designing competitors, but details are scarce — nearly everything about the program is classified.

The F-35, currently under production, is supposed to become the backbone of the USAF fleet. By 2030 the oldest operational aircraft will have a decade in service, and new versions might still be rolling out of the factory. It’s designed to be the new catch-all, a performer of all but master of none. But as the most modern aircraft on the production line it can do things its predecessors can’t, and it shows how the USAF is changing the way it fights.

The F-35 is stealthy, but it’s not that stealthy. It won’t be able to dip into enemy airspace unnoticed like the LRS-B will, so the focus is how to make it more effective from further away. The radar is designed to share detailed targeting information via datalink with other aircraft — one F-35 can hang back and turn on its radar, which gives its position away to the target but keeps it far from danger, while another can sneak in and fire a missile without giving itself away.

More and more, those missiles are going to be smarter and capable of new things, not just blowing things up. Rather than risk people and valuable airplanes, why not just let the missile do the work? It’s getting easier to pack missiles full of fuel and electronics, making them more like miniature drones than the old dumb-bombs. Some missiles, like Raytheon’s new MALD-J, contain small radar jammers and can be fired almost 600 miles from the target.

Future versions could have electronic surveillance equipment, sending data back home, or even the means to inject viruses into computer networks. Also look forward to things like the Israeli IAI Harop, a hybrid missile/UAV that can circle overhead for long periods of time, waiting for a whiff of electronic scent and guiding itself in.

One promising development is the High-Speed Strike Weapon, a hypersonic ground attack missile, capable of launching from thousands of miles away and streaking towards the target too fast for anyone to hit. At least, that’s the idea. At that speed it might not even need a warhead, destroying targets with sheer kinetic energy. The program is in its infancy, and sustained hypersonic flight is very tough — but we’ll see. Come 2030 there could be B-52s — among the oldest aircraft in the inventory — launching hypersonic cruise missiles by the dozen.

And what of the drones used so widely today? After Afghanistan winds down there will certainly not be a need for as many as we now have. But a potential Predator replacement, the MQ-X, is dead in the water, and while the USAF is closely watching the Navy’s experiments with the X-47B carrier-hopping drone, there are no concrete plans to buy anything at the moment. But it’s hard to imagine they wouldn’t put those new capabilities onto UAVs, and indeed there are persistent rumors of secret bomb-carrying UAVs flying in the desert, but nothing concrete and verifiable has yet emerged.

All of those are good ideas, but the potential costs are enormous, and in the days of sequestration few people have the stomach to promote gigantic programs. Even next year’s budgets are uncertain, and between the Pentagon’s five-year planning frames and the regular shifts of their political sponsors, nobody really knows what programs will make it to 2030. It could be all of them. It could be just one. We’ll have to wait and see.

Fonte: http://killerapps.foreignpolicy.com/posts/2013/11/15/meet_the_super_fast_radar_jamming_unnervingly_intelligent_missiles_of_2030