missões da ONU

Dados sobre missões políticas especiais da ONU


Confira aqui mapas interativos e tabelas tratando das missões políticas especiais (SPMs, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU). SPMs são missões civis enviadas pela ONU para auxiliar Estados a atingir objetivos como prevenção e resolução de conflitos. Elas podem ser criadas tanto pelo Conselho de Segurança quanto pela Assembleia Geral da organização.

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Foto: ONU.

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O que leva o sul da Ásia a contribuir com tropas de manutenção de paz?


Em artigo para a DW, Gabriel Domínguez analisa o que leva os países do sul da Ásia a contribuírem com tantas tropas para missões de manutenção de paz sob a bandeira da Organização das Nações Unidas (ONU). Somadas, as contribuições de soldados feitas por Bangladesh, Paquistão, Índia e Nepal contam por mais de 30% do total. Entre as principais razões estão as vantagens financeiras, os ganhos diplomáticos — tanto no âmbito da ONU como nos países em que atuam diretamente — e experiência para suas Forças Armadas.

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Foto: AFP / Getty Images / P. Macdiarmid.

ONU realiza curso para militares mulheres


No primeiro semestre deste ano, a ONU Mulheres realizou em conjunto com um centro de preparação de tropas de manutenção de paz um curso para militares mulheres sobre como responder e prevenir crimes sexuais e baseados em gênero em regiões de conflito. 32 militares de 24 países participaram do curso, que também busca aumentar o número de mulheres nas operações da ONU, visto como um dos principais requisitos para o sucesso dessas missões. Mais cursos são planejados para o futuro.

Foto: UN Women / Sarabjeet Singh Dhillon.

Questões sobre os capacetes azuis da ONU


Confira aqui mais um artigo do jornalista Chris McGreal publicado no jornal The Guardian em razão dos 70 anos do Sistema ONU. O autor questiona o sistema de manutenção da paz (peacekeeping) da ONU, que muitas vezes, principalmente nos últimos 20 anos, tem se mostrado ineficaz na proteção de civis em zonas de guerra. Fracassos como os de Ruanda e Bósnia marcaram as operações desde o fim da Guerra Fria, mesmo com o orçamento passando de US$ 490 milhões em 1991 para US$ 9 bilhões em 2015. Entre as principais críticas destacadas estão a falta de cooperação entre as forças nacionais com o comando da ONU, acusações de abuso sexual por parte de soldados, ausência de um objetivo específico em muitas missões e grandes potências provendo poucos (ou nenhum) soldados para as forças de paz.

Foto: EPA.

Alemanha acena com mudança na política de missões militares


Afastando-se de sua posição de moderação dos últimos anos, Berlim caminha para um maior envolvimento em operações de segurança, sobretudo em parceria com a França. Porém falta real motivação interna para essa guinada.

Foto: picture-alliance / dpa.

Foto: picture-alliance / dpa.

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Alemanha considera ter maior papel militar em assuntos globais


Novo governo alemão dá sinais de que está repensando a política externa do país. Ambos a Ministra da Defesa, Ursula von der Leyen, e o Ministro de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, querem que a Alemanha assuma um papel maior na política global, especialmente em operações militares no exterior. Contudo, essa posição diverge frontalmente da concepção de política externa da Chanceler Angela Merkel.

Ursula von der Leyen e Frank-Walter Steinmeier. Fonte: DPA.

Ursula von der Leyen e Frank-Walter Steinmeier. Fonte: DPA.

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Governo de Serra Leoa deve continuar seus esforços para mantes os ganhos da transição


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Foto: n.i.

Sierra Leone: Govt Must Continue to Work to Maintain Gains From Transition

All Africa – 13/03/2013

A United Nations official today praised the progress made by Sierra Leone since the end of its civil war 10 years ago, and stressed that the country must continue to strengthen its institutions to maintain the achievements made during its transition process.

“[Sierra Leone] has made significant progress since the end of the war over a decade ago. During this period, Sierra Leone was able to restore and consolidate State authority, implement national recovery programmes, including extension of public services, as well as undertake reforms in the governance and security sectors,” the Secretary-General’s Executive Representative in Sierra Leone, Jens Anders Toyberg-Frandzen, told the Security Council.

For 11 years, Sierra Leone was torn by a civil war after the rebel Revolutionary United Front intervened in an attempt to overthrow the country’s then-President Joseph Momoh. The conflict, which lasted from 1991 to 2002, was often punctuated by acts of extreme brutality as marauding bands of armed youths terrorized the countryside, conscripting child soldiers and used the amputation of limbs as an intimidation method against civilians. (mais…)