missões de paz da ONU

ONU anunciam medidas para combater abuso sexual em Missões de Paz


A Organização das Nações Unidas anunciou no dia 4 de março um novo conjunto de medidas especiais para combater abusos sexuais relacionados com missões de paz. As investigações sobre abusos devem ser realizadas mais rapidamente, com a abertura de inquérito em até 10 dias e sua conclusão em até seis meses. Como a ONU não possui jurisdição criminal, os culpados serão indicados para o Estado do agressor. Além disso, a organização promete maior transparência nas investigações e que vítimas de abusos receberão maior apoio. Somente em 2015 foram reportadas 99 alegações de abuso sexual envolvendo pessoal da ONU.

Foto: Catianne Tijerina / ONU

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O que leva o sul da Ásia a contribuir com tropas de manutenção de paz?


Em artigo para a DW, Gabriel Domínguez analisa o que leva os países do sul da Ásia a contribuírem com tantas tropas para missões de manutenção de paz sob a bandeira da Organização das Nações Unidas (ONU). Somadas, as contribuições de soldados feitas por Bangladesh, Paquistão, Índia e Nepal contam por mais de 30% do total. Entre as principais razões estão as vantagens financeiras, os ganhos diplomáticos — tanto no âmbito da ONU como nos países em que atuam diretamente — e experiência para suas Forças Armadas.

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Foto: AFP / Getty Images / P. Macdiarmid.

Novo comandante brasileiro das tropas da ONU no Haiti


O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, anunciou na semana passada a nomeação do general brasileiro Ajax Porto Pinheiro como comandante das tropas da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (MINUSTAH). O general de divisão sucederá o general brasileiro José Luiz Jaborandy Junior, que faleceu no último dia 30 de agosto de 2015.

Foto: ABr / Marcello Casal Jr.

RCA cancela eleições devido à onda de violência


A República Centro-Africana e a ONU anunciaram na última quinta-feira (01/10) que, com novos conflitos entre cristãos e muçulmanos no país, as eleições previstas para 18 de outubro tiveram de ser canceladas temporariamente. A presidente Catherine Samba-Panza, líder do governo de transição, criticou na última Assembleia Geral da ONU o embargo de armas, que impede o país de impor autoridade sobre seu território, e defendeu uma maior autoridade das forças de manutenção de paz da ONU no país.

Fonte: UOL.

Mapa: UOL.

Questões sobre os capacetes azuis da ONU


Confira aqui mais um artigo do jornalista Chris McGreal publicado no jornal The Guardian em razão dos 70 anos do Sistema ONU. O autor questiona o sistema de manutenção da paz (peacekeeping) da ONU, que muitas vezes, principalmente nos últimos 20 anos, tem se mostrado ineficaz na proteção de civis em zonas de guerra. Fracassos como os de Ruanda e Bósnia marcaram as operações desde o fim da Guerra Fria, mesmo com o orçamento passando de US$ 490 milhões em 1991 para US$ 9 bilhões em 2015. Entre as principais críticas destacadas estão a falta de cooperação entre as forças nacionais com o comando da ONU, acusações de abuso sexual por parte de soldados, ausência de um objetivo específico em muitas missões e grandes potências provendo poucos (ou nenhum) soldados para as forças de paz.

Foto: EPA.

Auditorias internas apontam desperdícios e superfaturamentos na ONU


Documentos de auditorias internas da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam desperdícios em compras para a missão de paz no Mali, em Darfur, no Haiti, para o acolhimento de refugiados na Turquia e em outros locais de conflitos, com possíveis superfaturamento de gastos ou investimentos desnecessários em carros, motos e alimentos mal conservados. Essas ineficiências comprometem o trabalho da organização ao redor do globo, a qual carece de maior transparência nos gastos, segundo Jamil Chade.

Foto: BBC Brasil

Foto: BBC Brasil.

China está pronta para participar de mais missões de paz na África


Com o grande crescimento das relações econômicas entre China e países africanos nas últimas décadas, o país asiático pode estar prestes a participar militarmente para proteger seus interesses no continente africano. Além de já participar de operações antipirataria na costa da Somália, a China quer intensificar sua participação em missões de paz na ONU. A participação chinesa mais notável ocorre na missão de paz no Sudão do Sul, um dos principais fornecedores de petróleo à China, que está mergulhado em guerra civil.

Soldado do Benin manuseia fuzil chinês. Foto: U.S. Marine Corps photo

Soldado do Benin manuseia fuzil chinês.
Foto: U.S. Marine Corps photo