Okinawa

Novo acordo sobre Okinawa é firmado entre EUA e Japão


Os governos do Japão e dos Estados Unidos chegaram a um novo acordo, ainda a ser anunciado, quanto ao tratamento dos oficiais estadunidenses operando em Okinawa. A iniciativa ocorreu após o suposto envolvimento de um soldado estadunidense no assassinato de uma cidadã japonesa, seguido de uma série de protestos na ilha de Okinawa em maio e junho de 2016. Segundo a nova proposta, haverá uma revisão no acordo existente no sentido de diminuir a proteção aos funcionários dos Estados Unidos que cometam crimes em solo japonês, subdividindo os oficiais em categorias referentes às suas competências.

Aproximadamente metade dos soldados dos EUA no Japão estão na província de Okinawa Mapa: AFP.

Aproximadamente metade dos soldados dos EUA no Japão estão na província de Okinawa
Mapa: AFP.

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Governador de Okinawa congela construção de base militar dos EUA


Na última terça-feira (13/10), o governador de Okinawa congelou a construção de uma base aérea dos Estados Unidos no estado japonês. A nova instalação militar, que serviria para a realocação de uma base já existente, encontra forte resistência popular, porém é apoiada pelo governo de Shinzo Abe, que apelará judicialmente da decisão. Okinawa abriga cerca de 25 mil militares dos EUA, mais da metade do total em território japonês.

Protesto contra instalações militares dos EUA em Okinawa. Foto: Koji Harada / Kyodo News / AP.

Milhares protestam em Tóquio contra realocação de base militar dos EUA


No domingo (25/01), milhares de manifestantes se reuniram na frente da Dieta, o parlamento japonês, em Tóquio para protestar contra a realocação de uma base aérea estadunidense em Okinawa. Inúmeros oradores também criticaram o uso de força excessiva para conter manifestantes, a ausência de respostas do governo e os danos ambientais que seriam causados pela construção de novas instalações.

Foto: Finbar O'Mallon.

Foto: Finbar O’Mallon.

Eleição de oposição em Okinawa atrapalha relações entre Japão e EUA


Analistas afirmam que a eleição de um governador contrário ao alinhamento aos Estados Unidos no Estado de Okinawa, onde estão localizado mais da metade do efetivo estadounidense no Japão, pode ser prejudicial às relações entre os dois países.

Fonte: AFP.

Fonte: AFP.

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Japão entra em recessão e deverá ter eleições antecipadas


Ao que tudo indica, o primeiro ministro Shinzo Abe deverá concovar eleições amanhã, após dados econômicos do terceiro trimestre indicarem que o país entrou em recessão. É a terceira vez que o Japão entra em recessão desde o estouro da crise financeira de 2008.

Japoneses procuram empregos em feira em Tóquio Foto: Yuya Shino / Reuters

Japoneses procuram empregos em feira em Tóquio
Foto: Yuya Shino / Reuters

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Província japonesa elege governador anti-EUA em meio a debates sobre base militar


A província de Okinawa, no extremo sul do arquipélago japonês, elegeu um governador anti-EUA, Takeshi Onaga. Sua eleição é uma resposta à proposta do Primeiro Ministro, Shinzo Abe, de ampliar uma base estadounidense localizada na província, a qual Onaga se opõe.

Takeshi Onaga (centro), eleito governador da província de Okinawa Foto: Kyodo

Takeshi Onaga (centro), eleito governador da província de Okinawa
Foto: Kyodo

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Japão construirá base militar em ilha para vigiar China


O Ministério da Defesa do Japão assinou nesta segunda-feira um contrato para alugar um terreno na ilha de Yonaguni, onde construirá uma base militar para vigiar os movimentos da China em torno das disputadas ilhas Senkaku/Diaoyu. Base de radar deve abrigar cerca de 150 membros das Forças de Autodefesa japonesas.

Mapa: Japan Explorer.

Mapa: Japan Explorer.

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Realocação de base aérea dos EUA em Okinawa é aprovada


Governador de Okinawa aprovou a realocação da base aérea dos EUA após Shinzo Abe prometer grandes compensações à ilha. Depois de anos de atraso, medida deve diminuir atrito entre Japão e Estados Unidos a respeito da presença militar destes na ilha.

Fonte: AFP.

Fonte: AFP.

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Dois bombardeiros B-52 dos EUA sobrevoam espaço aéreo reivindicado pela China


Estados Unidos enviam dois bombardeiros estratégicos B-52 sobrevoarem espaço aéreo próximo a Okinawa que a China reinvindica. Atitude é vista como sendo em resposta à criação, por parte da China, de uma área de defesa aérea no Mar da China Oriental que inclui as ilhas Diaoyu/Senkaku, cuja soberania é disputada com o Japão.

Fonte: The Guardian.

Fonte: The Guardian.

Dos B-52 de EE UU sobrevuelan el espacio aéreo reclamado por China

El País – 26/11/2013 – por Yolanda Monge

Dos bombarderos B-52 norteamericanos han realizado hoy martes una misión de entrenamiento rutinaria sobre un espacio aéreo que desde el pasado fin de semana reclama China, cuando Pekín anunció, además de su intención de controlar unas islas que se disputa con Japón en el Mar de China Oriental, su determinación de declarar una nueva “zona de identificación aérea”. Según el Pentágono, las maniobras estaban planeadas mucho antes de que China cambiara las coordenadas creando esa nueva zona de defensa aérea y continuará ejerciendo su derecho a volar sobre lo que considera espacio aéreo internacional.

A este respecto, la Casa Blanca ha emitido hoy martes un comunicado en el que se refiere a la crisis abierta entre Japón y China pero en el que no menciona el sobrevuelo de sus aviones. En el comunicado ha expresado su deseo de que Pekín y Tokio resuelvan diplomáticamente su disputa en torno a las islas cuya soberanía reclaman ambos países. “La política anunciada por China durante el fin de semana es innecesariamente provocadora”, ha asegurado el portavoz de la Casa Blanca, Josh Earnest, en una rueda de prensa en California, donde se encuentra el presidente estadounidense, Barack Obama. “Estos son los tipos de problemas que no deberían abordarse con amenazas o lenguaje provocador, si no que pueden y deben ser resueltos de forma diplomática” ha finalizado Earnest.

Un portaaviones norteamericano y una flotilla japonesa de barcos de guerra fondearán mañana miércoles en la zona marítima ahora reclamada por China, en lo que avanza la postura que tanto Washington como el primer ministro de Japón, Shinzo Abe, van a tomar a la hora de enfrentar la crisis abierta por China. Pocas horas después de que China anunciase el pasado fin de semana el control de las aguas donde se encuentran las dos islas en disputa (Sensaku, en Japón; y Diaoyu, en China), el secretario de Defensa norteamericano, Chuck Hagel, emitió un comunicado en el que mostró su profunda preocupación por la decisión de Pekín. “Vemos este movimiento como un intento desestabilizador de alterar el estatus quo en la región”, declaró el responsable de Defensa. “La decisión unilateral incrementa el riesgo de confusión y de errores de cálculo”, finalizó Hagel.

Pekín insiste en que esa zona marítima es una fuente de recursos energéticos y del sector pesquero que pertenece a China, lo que ha elevado en los últimos días la tensión –ya habitual- entre China y Japón, que consideró la declaración china como “inaplicable”.

Según el portavoz del Pentágono, el coronel Steven Warren, Defensa no informó al Gobierno chino de que se iban a efectuar los sobrevuelos”. La misión se cumplió “sin incidentes”, con los dos bombarderos –desarmados- en el espacio declarado de forma unilateral por China como “zona de identificación de defensa aérea, durante “menos de una hora”, declaró Warren.

Hoy martes, el primer ministro de Japón ha definido la postura que adoptará en este altercado -que puede escalar hasta convertirse en un conflicto armado imprevisto- al declarar que tomará “los pasos necesarios contra cualquier intento de alterar el estatus quo mediante la fuerza”, así como manifestó su determinación de “defender el espacio aéreo y marítimo” de su país. El desafío chino supone un reto para el partido conservador del primer ministro, que llegó al poder en 2012 con la promesa de dejar de tener un papel deferente en términos militares y reclamar su derecho a su propia defensa.

Fonte: http://internacional.elpais.com/internacional/2013/11/26/actualidad/1385492669_784513.html