ONU

Forças Armadas da Libéria retomam responsabilidade pela segurança nacional


A Organização das Nações Unidas anunciou que a segurança nacional da Libéria voltará a ser responsabilidade das Forças Armadas nacionais, após 13 anos do início da UNMIL, a missão de paz no país. Segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki Moon, essa transição é resultado do sucesso da missão de paz, da promoção da estabilidade via organizações regionais e da reconstrução das instituições do país. Com isso, criou-se a possibilidade para que as autoridades liberianas organizem-se para a manutenção da segurança a partir de julho, permanecendo as forças da ONU somente como suporte emergencial.

Foto: n.i.

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Acordo Climático de Paris é assinado por 175 países


Nesta sexta-feira (22/04), o Acordo Climático de Paris foi assinado por líderes de 175 países em cerimônia realizada na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. O acordo internacional quebrou o recorde de mais assinaturas em seu primeiro dia. O tratado entrará em vigor quando for ratificado por pelo menos 55 países. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, realizou um discurso moderado, focando em questões climáticas e afirmando que situação política no país não pode levar ao retrocesso. 

Foto: M. Segal / Reuters

ONU repudia discursos contra direitos humanos de deputados brasileiros


O Escritório Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) repudiou, nesta sexta-feira (22/04), os discursos de deputados brasileiros durante o processo de impeachment da presidente. Segundo o ACNUDH, diversos deputados  fizeram declarações que desrespeitaram os direitos humanos. Em especial, a agência citou o discurso do parlamentar Jair Bolsonaro, que exaltou o reconhecido torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Foto: Agência Brasil

ONU inicia processo para escolher próximo secretário-geral


Nesta terça-feira (12/04) teve início a série de entrevistas da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) com os oito candidatos ao cargo de secretário-geral da instituição. Desses, quatro são mulheres e quatro são homens. A Europa Oriental conta com seis representantes, enquanto que a Europa Ocidental a região Ásia-Pacífico contam com um cada. A audiência pública é sem precedentes, já que a ONU normalmente adotava um processo reservado de eleição. A decisão final de nomear o sucessor de Ban Ki-moon é do Conselho de Segurança.

Foto: K. Nietfeld / DPA / picture-alliance

Segunda rodada de negociações de paz sobre a Síria tem início em Genebra


A segunda rodada de negociações para conseguir a paz na Síria teve início nesta quarta-feira (13/04), informou o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura. Primeiro encontro se deu com o Alto Comitê de Negociações (HNC, em inglês), que reúne os principais grupos da oposição síria. Segundo  de Mistura, a agenda das conversas será focada na transição política, na governança e na Constituição. A delegação do governo deve chegar em Genebra na sexta-feira.

Staffan de Mistura Foto: Xinhua / Xu Jinquan

ONU anuncia trégua no Iêmen a partir de 10 de abril


O enviado especial da Organização das Nações Unidas para o Iêmen, Ismail Ould Cheikh Ahmed, declarou que um cessar-fogo no país terá início no dia 10 de abril. Segundo o anúncio desta quarta-feira (23/03), as partes no conflito iemenita iniciarão negociações de paz no Kuwait dia 18 de abril. Conversas devem se focar em cinco questões: a retirada de milícias e grupos armados; a entrega de armas pesadas para o Estado; segurança interna; restauração das instituições estatais e do diálogo político; e a criação de um comitê especial para prisioneiros.

Foto: Getty Images

Grupo de oposição síria confirma presença nas negociações de paz


Nesta sexta-feira (11/03), o Alto Comitê de Negociações (HNC, em inglês), que reúne os principais grupos da oposição síria, anunciou que participará das negociações de paz com início em 14 de março, em Genebra. As conversas anteriores não atingiram resultados notáveis. O HNC defende nas negociações um órgão transnacional para governar o país, rejeitando a ideia de um federalismo, proposto pela ONU.

Foto: picture-alliance/ dpa /

ONU anunciam medidas para combater abuso sexual em Missões de Paz


A Organização das Nações Unidas anunciou no dia 4 de março um novo conjunto de medidas especiais para combater abusos sexuais relacionados com missões de paz. As investigações sobre abusos devem ser realizadas mais rapidamente, com a abertura de inquérito em até 10 dias e sua conclusão em até seis meses. Como a ONU não possui jurisdição criminal, os culpados serão indicados para o Estado do agressor. Além disso, a organização promete maior transparência nas investigações e que vítimas de abusos receberão maior apoio. Somente em 2015 foram reportadas 99 alegações de abuso sexual envolvendo pessoal da ONU.

Foto: Catianne Tijerina / ONU

Turquia e UE chegam a acordo para conter fluxo de refugiados, ONU critica


Nesta segunda-feira (07/03), a Turquia e a União Europeia concordaram nas linhas gerais de um acordo para conter o fluxo de refugiados para a Europa. Caso o acordo seja aprovado, Ancara deve receber “refugiados ilegais” que chegarem ao continente. Em troca, deve receber grande auxílio financeiro e maior facilidade para a obtenção de vistos por turcos. A ONU criticou o pacto, afirmando que a expulsão de refugiados representa uma violação de diversas leis internacionais, como a Convenção Europeia de Direitos Humanos.

Foto: Orestis Panagiotou / EFE

ONU condena ataque aéreo no Iêmen


O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu uma investigação sobre um ataque aéreo que matou 32 civis em um mercado na capital do Iêmen, Sanaa, no último sábado (27/02). Além das vítimas fatais, dezenas de pessoas ficaram feridas neste que foi um dos piores ataques dos últimos meses. Ban também demonstrou preocupação com os contínuos bombardeios e violações de direitos humanos no conflito.

Foto: Charlotte Cans / OCHA

BRASIL EXPRESSA SATISFAÇÃO COM RESOLUÇÃO CONTRA EI


Em comunicado do Itamaraty no último dia 24 de novembro, o Brasil expressou satisfação com a aprovação do Conselho de Segurança da ONU da resolução que conclama os países ao combate ao grupo “Estado Islâmico”. Brasília considera que o grupo “constitui uma ameaça sem precedentes à paz e à segurança internacional”.

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Foto: UN/Loey Felipe

 

 

Como a China tem contribuído para as ações da ONU


Em artigo publicado na revista The Diplomat (05/10), Janka Oertel analisa a postura da China em relação à Organização das Nações Unidas, principal fórum multilateral do mundo. Em seu último discurso na ONU, o Presidente da China, Xi Jinping, anunciou um fundo de US$ 2 bilhões para países em desenvolvimento e 8 mil soldados para atuar na manutenção de paz, o que torna o país o maior provedor de forças para este tipo de missão. Tanto Pequim quanto a ONU ganham com o aprofundamento dessa relação.

Foto: United Nations

Redução da maioridade penal no Brasil violaria tratados internacionais


Em artigo publicado pela ONU, Amerigo Incalcaterra, representante regional para a América do Sul do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, afirma que redução da maioridade penal no Brasil seria contrário a compromissos internacionais assumidos, destacando-se a Convenção sobre os Direitos da Criança. Além da ineficiência do atual sistema carcerário brasileiro, o autor também lembra que adolescentes e crianças são principalmente vítimas de delitos graves, sendo o Brasil o segundo país com mais homicídios de jovens no mundo.

Arte de Banksy. Foto: franciscouhlfelder / Flickr.

Questões sobre os capacetes azuis da ONU


Confira aqui mais um artigo do jornalista Chris McGreal publicado no jornal The Guardian em razão dos 70 anos do Sistema ONU. O autor questiona o sistema de manutenção da paz (peacekeeping) da ONU, que muitas vezes, principalmente nos últimos 20 anos, tem se mostrado ineficaz na proteção de civis em zonas de guerra. Fracassos como os de Ruanda e Bósnia marcaram as operações desde o fim da Guerra Fria, mesmo com o orçamento passando de US$ 490 milhões em 1991 para US$ 9 bilhões em 2015. Entre as principais críticas destacadas estão a falta de cooperação entre as forças nacionais com o comando da ONU, acusações de abuso sexual por parte de soldados, ausência de um objetivo específico em muitas missões e grandes potências provendo poucos (ou nenhum) soldados para as forças de paz.

Foto: EPA.

Conselho de Segurança da ONU repudia golpe em Burkina Faso e golpistas cedem


Na quinta-feira (17/09), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a tomada de poder pela guarda presidencial em Burkina Faso. Organismo da ONU ordenou que os políticos presos, entre eles o presidente Michel Kafando, fossem imediatamente soltos. Também pediu-se que se mantivesse o calendário eleitoral, que prevê eleições para outubro, e lembrou que, se medidas não forem tomadas, o país está passível de sanções e imposições do Conselho. No dia seguinte (18/09),  os líderes do golpe anunciaram que soltaram vários ministros e o ex-presidente, além de reabrirem as fronteiras.

Foto: pmnewsnigeria

O que a ONU conseguiu em 70 anos?


Em artigo publicado no jornal The Guardian, o jornalista Chris McGreal analisa a Organização das Nações Unidas (ONU) no seu 70º aniversário. Apesar de ter salvado milhões de vidas e atingido diversos objetivos,  a ONU recebe críticas pela burocracia excessiva, pela predominância dos mais ricos, pela ineficiente divisão de escritórios, pelo grande gasto e pela forte resistência à reformas efetivas, tal como a do Conselho de Segurança.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Pacto de unidade é assinado por grupos rivais na Líbia


Neste sábado (11/07), líderes políticos da Líbia chegaram a um acordo, intermediado pela ONU, para a criação de um governo de unidade no país. Contudo, o governo islamista de Trípoli, que participara das negociações iniciais, recusou-se a participar das últimas discussões no Marrocos. Após o Ramadã, os negociadores planejam voltar a trabalhar na formação de um governo interino e finalizar um acordo que estabeleça a divisão de poderes. As negociações devem prosseguir com ou sem a presença de representantes do governo de Trípoli.

Foto: F. Senna / AFP / Getty Images.

Brasileiro é reeleito diretor-geral da FAO


No último sábado (06/06), o brasileiro José Graziano foi reeleito diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês). Candidato único, Graziano foi reconduzido ao cargo com votos de 177 dos 182 países reunidos na 39ª Conferência da FAO, na sede da entidade, em Roma. Esse foi o maior número de votos a favor na história da agência. Graziano está no comando da FAO desde 2012 e ficará por mais quatro anos no posto máximo da entidade, até julho de 2019. Ex-ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome entre 2003 e 2004, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Graziano foi responsável pelo Programa Fome Zero, uma das marcas da gestão de Lula.

José Graziano. Foto: Giulio Napolitano / FAO.

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América Latina e Caribe é primeira região a alcançar metas internacionais de redução da fome, segundo FAO


A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicou novo relatório “O Estado da Insegurança Alimentar na América Latina e o Caribe” na última quinta-feira (28/05). Nele consta que na região a porcentagem de subalimentação caiu para 5,5% (em 1990 eram quase 15%) e o número total a 34,3 milhões, fazendo com que se atingissem as metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e da Cúpula Mundial da Alimentação (CMA). O relatório da FAO informa que os avanços regionais se devem principalmente ao êxito que tem tido os países do Cone Sul e seu comprometimento com políticas públicas voltadas para os mais vulneráveis aliado ao crescimento macroeconômico.

Merendas escolares, no Brasil, ajudaram a combater a fome. Foto: Adenilson Nunes / SECOM / ONU Brasil.

Vaza relatório da ONU sobre abuso sexual cometido por soldados franceses


Um relatório interno da Organização das Nações Unidas (ONU) que detalha casos de abuso sexual cometido por soldados franceses na República Centro-Africana vazou para a mídia e causou forte reação por parte do Secretariado da instituição. O funcionário da organização que divulgou o material, Anders Compass, foi afastado do trabalho e corre o risco de ser demitido por não ter seguido o protocolo oficial da ONU. Segundo Compass, ele teria entregue o relatório para a procuradoria da França após meses de inação e fracasso do alto escalão da Nações Unidas para conter os abusos e punir os soldados franceses que estupraram inúmeras crianças.

Soldados franceses em Bangui, capital da RCA. Foto: Issouf Sanogo / AFP / Getty Images.

ONU pede à UE que amplie perspectiva sobre imigração


Na quinta-feira (23/04), os responsáveis pelas principais agências mundiais de migração, refugiados e direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram à União Europeia que amplie a atual perspectiva minimalista em matéria de imigração. “[A perspetiva do] cumprimento das leis não vai resolver o problema da migração irregular, e apenas pode aumentar os riscos e abusos que sofrem os migrantes e refugiados”, disseram os representantes da ONU.

Foto: Darrin Zammit Lupi / OAS.

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Na RDC, contrabando de vida selvagem e recursos naturais continua financiando conflitos


Novo relatório do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA) revela que na República Democrática do Congo (RDC) houve um aumento no número de operações ilegais conduzidas por grupos criminosos militarizados com vínculos transnacionais envolvidos no contrabando de vida selvagem e de recursos naturais. Todos os anos, recursos como marfim, ouro, minerais, madeira e carvão vegetal — avaliados entre 700 milhões e 1,3 bilhão de dólares anualmente –, são explorados e contrabandeados ilegalmente no leste da RDC. Especialistas estimam que entre 10% e 30% desse comércio ilegal, ou cerca de 72 a 426 milhões de dólares por ano, vão para organizações criminosas militares baseadas fora da RDC.

Foto: Darren Potgieter / PNUMA.

Governo líbio realiza bombardeios perto de Trípoli durante negociações de paz


Forças leais ao governo internacionalmente reconhecido da Líbia realizaram ataques aéreos em locais próximos à capital Trípoli, a qual é controlada por um grupo rival, dois dias após o início de nova rodada de negociações de paz para o país na Argélia. A ONU condenou os bombardeios e afirmou que são uma tentativa de evitar com que partes interessadas participem das conversas de paz. Atualmente, o país tem dois governos atuantes e está há quatro anos em uma situação de instabilidade política após intervenção ocidental.

Líbia. Mapa: BBC.

Líbia. Mapa: BBC.

 

Conselho de Segurança da ONU aprova embargo a milícias no Iêmen


O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou nesta terça-feira (14/04) um embargo de armas a milícias Houthi e leais ao ex-presidente Ali Saleh no Iêmen. Na votação foram 14 votos a favor e somente a Rússia se absteve. A Arábia Saudita declarou que a resolução é um endosso aos ataques aéreos realizados pela coalizão árabe, mesmo que não haja menção a estes no texto. Rebeldes Houthis condenaram a medida. O Conselho de Segurança também demandou que as milícias liberem o terrítorio conquistado por elas, incluindo a capital Sanaa, e que voltem a negociar pacificiamente uma solução política para o impasse.

Bombardeio em Sanaa. Foto: Khaled Abdullah / Reuters.

Inicia nova rodada de negociações de paz na Líbia


A segunda rodada de negociações de paz na Líbia, apoiada pela ONU, iniciou na última segunda-feira (13/04) em Algiers, capital da Argélia. Objetivo é conseguir um acordo que ponha fim à instabilidade que domina o país desde a intervenção de 2011. Várias tentativas de negociações já aconteceram desde 2014 e um cessar-fogo já foi acordado, mas sem efeito.

Líbia. Mapa: BBC.

Líbia. Mapa: BBC.

 

Conselho de Segurança da ONU será presidido por mulher árabe pela primeira vez


Em abril, o Conselho de Segurança das Nações Unidas será presidido por uma mulher árabe pela primeira vez após quase 70 anos de história. A embaixadora jordaniana Dina Kawar assumiu nesta semana o posto que corresponde a seu país no Conselho. Kawar dirigirá os trabalhos do organismo e será a encarregada de transmitir ao mundo as mensagens acordadas entre seus 15 membros. A presidência do principal órgão de decisão da ONU é determinada por uma rotação mensal dos mesmos.

Dina Kawar. Foto: Reproduão / Loey Felipe / ONU.

Conselho de Segurança reduz efeitivo de missão na Libéria


O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu reduzir o efetivo da missão de paz na Libéria que combate o vírus ebola, uma vez que a doença parece estar desaparecendo. A resolução do Conselho de Segurança prevê que o efetivo de militares seja reduzido para 3.500 e o de policiais para 1.500. As Nações Unidas preveem que o governo do país poderá tomar controle completo de sua segurança a partir de julho de 2016.

Foto: Baz Ratner / Reuters

Foto: Baz Ratner / Reuters

Conselho de Segurança da ONU reduz efetivo de missão na República Democrática do Congo


Conselho de Segurança da ONU prorrogou o mandato da Missão de Paz na República Democrática do Congo além de reduzir seu efetivo para 2 mil soldados. O órgão reafirmou os avanços realizados pela missão que combate grupos acusados de graves violações de direitos humanos. A redução das tropas se dará de maneira gradual até março de 2016, novo prazo final da missão. A resolução de prorrogação foi aprovada por unanimidade.

Foto: MONUSCO / Sylvain Liechti

Foto: MONUSCO / Sylvain Liechti

Conselho de Segurança da ONU aprova expansão de missão na República Centro-Africana


O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a expansão da missão de paz na República Centro-Africana em função da instabilidade no país. A resolução, aprovada por unanimidade, prevê o envio de mais de 1000 pessoas ao país. O conflito no país tem divisões religiosas, já que opõe os muçulmanos da aliança Séléka e as milícias anti-Balaka, de maioria cristã.

Foto: MINUSCA

Foto: MINUSCA

Insegurança nas missões de paz é desafio à ONU


Sofia Sebastian do Instituto Tecnológico de Zurique descreve as dificuldades e perigos que estão sendo enfrentados pelas missões de paz das Nações Unidas, particularmente no Mali. A missão de paz no país africano é constantemente atacada, sendo a mais perigosa para os militares que aí vão atuar como “capacetes azuis”. Ela crê que a superação dos dilemas criados pela realização de missões em ambientes muito perigosos vai ser definidora sobre a atuação da ONU em questões securitárias.

Foto: AFP

Foto: AFP