operações especiais

EUA realiza “pequenas guerras” contra terrorismo na África e no Oriente Médio


Os Estados Unidos estão aumentando a presença de soldados das Operações Especiais pelo mundo -especialmente África e Oriente Médio- a fim de impedir a expansão de grupos terroristas, incluindo com combate direto. As tropas seriam enviadas com as prerrogativa de auxiliar e aconselhar forças locais contra o terrorismo. Porém, o governo do presidente Obama estaria utilizando essas forças de elite em “pequenas guerras” diretas contra a al-Qaeda e o “Estado Islâmico” em países como Iêmen, Somália, Iraque, Síria e Líbia.

Foto: Navy Seals

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EUA aumenta presença de tropas especiais no Afeganistão


Segundo fontes ocidentais e afegãs, as forças de Operações Especiais dos Estados Unidos tomaram maiores responsabilidades no combate ao Talibã na província de Helmand, no Afeganistão. Maior apoio aéreo e mais soldados foram enviados para a batalha pela província, que está sendo conquistada pelo grupo. O aumento do apoio é mantido de forma secreta pelo governo dos EUA, já que este havia se comprometido de não mais envolver suas tropas em combate após 2014.

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Foto: Noor Mohammad / AFP / Getty Images.

EUA termina oficialmente operações especiais nas Filipinas


Os Estados Unidos encerraram oficialmente suas operações especiais nas Filipinas, iniciadas há 13 anos. A missão visava a ajudar as forças armadas locais na luta contra militantes extremistas no sul do arquipélago, notavelmente o grupo Abu Sayyaf. A transição do comando para forças locais permanece até o início de maio; alguns conselheiros permanecerão no país asiático.

Foto: Marinha dos EUA

Foto: Marinha dos EUA

Mulheres militares em situação de combate


Foto: n.i.

Where a Woman’s Place Is on the Front Lines

Foreign Policy – 10/02/2012 – por Joshua E. Keating

The Pentagon made big news this week when it announced it was opening up more combat positions to women in the U.S. military. These 14,000 positions include tank mechanics and frontline intelligence officers. However, about one-fifth of active-duty military positions, including the infantry, combat tank units, and Special Operations commando units, will remain off-limits. The change doesn’t go far enough for some, like California Rep. Loretta Sanchez, who called it “ridiculous” to “open a few positions at the battalion level to basically create a pilot program.” But it goes too far for others like presidential candidate Rick Santorum, who worries that having women in combat could compromise operations since “men have emotions when you see a woman in harm’s way.”

In a policy debate like this, it might be useful to study the experience of countries where women are already allowed to fight. But finding just how many of these countries there are can be surprisingly difficult. Some countries have no formal restrictions on women joining combat units but rarely allow it in practice. Others, like Japan and Switzerland, allow women in some combat positions, but have not engaged in combat in recent history.

Then there’s the issue of what constitutes “combat.” There are rarely defined front lines in a war such as Afghanistan or Iraq, so driving a support truck or working in a medical facility can quickly put rear-echelon troops in a battlezone (remember Jessica Lynch?). This week’s rule change in the United States was largely a reflection of the fact that women are, to a large extent, already participating in combat. Despite the restrictions in place, 144 American women have been killed and 865 wounded in Afghanistan and Iraq since 2001, according to the Defense Department. (mais…)