Organização das Nações Unidas (ONU)

Forças Armadas da Libéria retomam responsabilidade pela segurança nacional


A Organização das Nações Unidas anunciou que a segurança nacional da Libéria voltará a ser responsabilidade das Forças Armadas nacionais, após 13 anos do início da UNMIL, a missão de paz no país. Segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki Moon, essa transição é resultado do sucesso da missão de paz, da promoção da estabilidade via organizações regionais e da reconstrução das instituições do país. Com isso, criou-se a possibilidade para que as autoridades liberianas organizem-se para a manutenção da segurança a partir de julho, permanecendo as forças da ONU somente como suporte emergencial.

Foto: n.i.

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ONU aprova criação de especialista para monitorar violência contra pessoas LGBT


Na quinta-feira (30/06), o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou uma resolução para a “proteção contra violência e discriminação baseada na orientação sexual e identidade de gênero”. É a primeira resolução do órgão a prever a criação de um cargo de “special rapporteur” (um especialista independente) para o monitoramento de violência e discriminação contra pessoas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) no mundo. O texto foi apresentado pelo Brasil em parceria com outros países latino-americanos, entre eles Argentina, Uruguai, México e Colômbia. A resolução foi aprovada 21 votos a favor e 18 contra — entre eles Rússia, China e Arábia Saudita —, além de seis abstenções.

Parada gay guatemalteca. Foto: Efe.

Primeiros observadores da ONU chegam à Colômbia


Os primeiros observadores da Organização das Nações Unidas (ONU) começaram a chegar esta semana à Colômbia para monitorar o processo de paz, segundo informou o governo do país. 23 oficiais da Argentina, Bolívia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai e Uruguai chegaram já na segunda-feira (27/06) e devem supervisionar a reintegração das FARC à sociedade e a entrega de suas armas. A ONU será responsável pela implementação do acordo de paz, assim que ele for assinado oficialmente no dia 23 de julho. Ao todo serão 450 observadores; os que já chegaram planejarão a implementação do acordo. A Colômbia vetou a participação de observadores de países fronteiriços, incluindo o Brasil.

Observadores militares da ONU na Síria. Foto: PressTV.

ONU estende missões de paz em Sudão, Mali e Colinas de Golan


Nesta quarta-feira (29/06), de forma unânime, o Conselho de Segurança da ONU estendeu os mandatos de três operações de paz lideradas pela organização no Mali, em Darfur (Sudão) e nas Colinas de Golan. A missão no Mali (MINUSMA) foi expandida por um ano e terá um maior número de tropas e policiais. Já a missão nas Colinas de Golan (UNDOF) foi estendida por apenas seis meses e houve forte condenação do conflito armado sírio nas proximidades. Por fim, a UNAMID, missão de paz em Darfur, no Sudão, foi mantida por mais um ano sem alterações.

Votação no Conselho de Segurança da ONU. Foto: UN Photo / JC McIlwaine. 

Bolívia, Etiópia, Cazaquistão e Suécia são eleitos para Conselho de Segurança da ONU


Nesta terça-feira (28/06), Bolívia, Etiópia, Cazaquistão e Suécia foram eleitos para mandatos de dois anos, 2017–2018, no Conselho de Segurança da ONU. Cazaquistão venceu a Tailândia pela vaga da Ásia com 138 votos e Etiópia e Bolívia foram indicações de suas regiões e elegeram-se com 185 e 183 votos respectivamente. A Suécia elegeu-se com 134 votos a favor. Ainda resta uma vaga a ser preenchida, a qual está em disputa entre os Países Baixos e a Itália. Os países que deixarão de compor o Conselho são Angola, Malásia, Nova Zelândia, Venezuela e Senegal.

Foto: Getty Images via Al Jazeera.

Conselho de Segurança da ONU condena testes de mísseis balísticos pela Coreia do Norte


Na última quinta-feira (23/06), o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) condenou os recentes testes com mísseis balísticos feitos pela Coreia do Norte. A declaração foi feita após um comunicado de Pyongyang relativo ao sucesso dos testes com o míssil balístico de médio e longo alcance, Hwasong-10. De acordo com o CSNU, essa atitude é uma “grave violação” das obrigações internacionais da Coreia do Norte, estabelecidas através de antigas resoluções do Conselho, representando um aumento na capacidade do país em entregar ogivas nucleares. Há diversas resoluções do órgão da ONU contra os programas nuclear e de mísseis balísticos norte-coreanos, sendo que a última foi aprovada em março de 2016.

Foto: Reuters/Mike Segar

Foto: Reuters / Mike Segar.

Governo interino do Brasil cogita abandonar 34 organizações internacionais


O Ministério do Planejamento do governo interino cogita a saída do Brasil de 34 organizações internacionais, dentre as quais destacam-se seis instituições do Mercosul e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). A potencial saída é resultado da vontade do governo interino brasileiro de reduzir a sua dívida frente a diversas instituições internacionais — estimada em 3 bilhões de reais. Apesar disso, a ação seria acompanhada de expressivos custos diplomáticos, tanto pela desvalorização interna do Ministério das Relações Exteriores, quanto pela redução da atuação internacional do Brasil em alguns órgãos com temáticas específicas. A decisão ainda deve ser avaliada pelo Itamaraty.

Imagem: n.i.

Conselho de Segurança da ONU condena ataques ligados à orientação sexual


Na última segunda-feira (13/06), o Conselho de Segurança das Nações Unidas realizou uma declaração histórica, condenando ataques que “tenham determinadas pessoas como alvo em função de suas orientações sexuais”. Essa ação representa uma alteração na diplomacia global, tradicionalmente alheia a questões de orientação sexual. A homossexualidade permanece sendo um crime em 73 dos 193 países reconhecidos pela ONU, havendo uma grande dificuldade para tornar o tópico parte da agenda internacional. A despeito disso, algumas iniciativas recentes, como a adoção de uma resolução condenando a discriminação baseada em orientação sexual ou identidade de gênero pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, tem gradualmente movido o assunto para discussão entre os Estados.

Foto: Jagadeesh Nv / EPA.

ONU diz que Brasil é o 5º país que mais enviou recursos para paraísos fiscais entre 2010 e 2014


Segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgado nesta terça-feira (03/05), o Brasil alcançou o quinto lugar na lista de países que mais enviaram dinheiro para paraísos fiscais entre 2010 e 2014. O fluxo de recursos brasileiros para esses centros financeiros, tais como Ilhas Cayman e Ilhas Virgens, somou aproximadamente 23 bilhões de dólares, principalmente de empresas que contabilizam lucros no exterior. Segundo a UNCTAD, as perdas com práticas tributárias de multinacionais causam prejuízos substanciais aos Estados, já que há um crescente número de companhias globais que contabilizam mais lucros em jurisdições offshore caracterizadas como paraísos fiscais.

Imagem: Supercuriosos.

Cepal afirma que Dilma é vítima de ofensiva midiática e de vazamentos seletivos da Justiça


O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff carece de provas, é baseado em vazamentos seletivos da Justiça e conta com uma ofensiva midiática que já a condenou previamente, afirmou a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) em uma carta direcionada à mandatária na sexta-feira (22/04). Texto foi assinado pela Secretária-Executiva da instituição, Alicia Bárcena. A carta afirma ainda que Rousseff apoiou o combate à corrupção e contribuiu para o fortalecimento de instituições de controle.

Foto: Roberto Stuckert Filho / PR

Dados sobre missões políticas especiais da ONU


Confira aqui mapas interativos e tabelas tratando das missões políticas especiais (SPMs, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU). SPMs são missões civis enviadas pela ONU para auxiliar Estados a atingir objetivos como prevenção e resolução de conflitos. Elas podem ser criadas tanto pelo Conselho de Segurança quanto pela Assembleia Geral da organização.

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Foto: ONU.

O legado de Boutros Boutros-Ghali


Em fevereiro morreu o ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) Boutros Boutros-Ghali. Ele ocupou o cargo entre 1992 e 1996, período que abarcou as crises humanitárias de Ruanda e da Bósnia. Confira aqui artigo publicado na revista Foreign Policy (16/02) sobre a ONU durante seu comando e suas disputas com os Estados Unidos, principalmente em questões orçamentárias e o uso da força na Bósnia.

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Foto: Reuters / Mike Segar.

ONU reconhece aborto como direito humano


O Comitê de Direitos Humanos da ONU condenou, pela primeira vez, um Estado por não permitir o aborto. O órgão recomendou que o governo do Peru indenize uma mulher que, em 2001, foi impedida de abortar após constatar uma má formação no feto. A decisão histórica, anunciada no dia 18 de janeiro, implica a definição do aborto como um direito humano.

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Foto: UN Photo / Pierre Albouy.

Número de vítimas civis no Afeganistão bate novo recorde em 2015


Em relatório publicado neste domingo (14/02), a ONU afirmou que o número de civis mortos ou feridos no Afeganistão em 2015 bateu o recorde pelo sétimo ano seguido, atingindo o número de 11 mil, 4% maior que o ano anterior. Cerca de 3.545 foram fatalidades, inclusive grande número de mulheres e crianças. Relatório afirma que a luta entre as forças do governo e grupos insurgentes, principalmente o Talibã, são os principais responsáveis pelo número de vítimas.

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Foto: Imago.

ONU escolherá membros da CELAC para fiscalizar paz na Colômbia


O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assegurou nesta quarta-feira (27/01) que os integrantes da missão para fiscalizar o processo de paz no país serão escolhidos pela ONU somente, sem interferência de seu governo ou das FARC. Missão, que deverá ser composta por países latino-americanos, fiscalizará o desarmamento da guerrilha e o cessar-fogo bilateral.

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Foto: AFP.

Iniciam-se negociações de paz sobre a Síria em Genebra


Nesta sexta-feira (29/01), iniciaram-se em Genebra as negociações de paz com o objetivo de findar a guerra na Síria. Ao final do dia, o principal grupo de oposição concordou em participar, mas ressaltou que não conversará até que se resolvam as questões humanitárias no país. No primeiro momento, governo e oposição não se encontrarão diretamente — interlocutores mediadores da ONU se reunirão separadamente com seus representantes.

Foto: F. Coffrini / AFP / Getty Images.

Parte da oposição síria estabelece novas condições para negociações de paz


Nesta quarta-feira (27/01), a Coalizão Nacional Síria, um dos maiores blocos de oposição do país, anunciou que só estaria presente nas negociações de paz do dia 29 se, entre outras condições, os cercos ao redor do país fossem levantados pelo governo de Bashar Al Assad. Isso torna improvável sua participação nas conversas. Além disso, um porta-voz da ONU afirmou que apenas sírios foram convidados para participar, contradizendo a Turquia, que afirmou que “boicotaria” as negociações se os curdos sírios fossem convidados.

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Foto: AFP / Jiji.

ONU aprova missão para monitorar processo de paz na Colômbia


O Conselho de Segurança da ONU aprovou, nesta segunda-feira (25/01), uma resolução estabelecendo uma missão política para monitorar o processo de paz entre a Colômbia e as FARC, conforme solicitado pelas partes envolvidas. Observadores internacionais devem fiscalizar o desarmamento da guerrilha, caso um acordo para tal seja atingido entre as partes.

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Foto: UN Photo / Amanda Voisard.

ONU aprova redução de efetivo de missão na Costa do Marfim


Nesta quarta-feira (20/01), o Conselho de Segurança da ONU aprovou a redução de tropas da missão de manutenção de paz na Costa do Marfim. Segundo organização, houve progresso considerável na estabilização do país desde a guerra civil em 2011. Efetivo de 5,437 soldados deve ser reduzido para cerca de 4 mil até o fim de março.

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Foto: UN Photo/Basile Zoma.

Líbia anuncia novo governo de unidade


Nesta terça-feira (19/01), representantes de diferentes grupos da Líbia anunciaram, após negociações mediadas pela ONU, a formação de um governo de unidade. Desde a intervenção militar de 2011, o país vive em crise, contando com diversas milícias internas e até mesmo mais de um governo. Novo gabinete deve contar com 32 membros dos diferentes grupos.

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Foto: AP.

O que leva o sul da Ásia a contribuir com tropas de manutenção de paz?


Em artigo para a DW, Gabriel Domínguez analisa o que leva os países do sul da Ásia a contribuírem com tantas tropas para missões de manutenção de paz sob a bandeira da Organização das Nações Unidas (ONU). Somadas, as contribuições de soldados feitas por Bangladesh, Paquistão, Índia e Nepal contam por mais de 30% do total. Entre as principais razões estão as vantagens financeiras, os ganhos diplomáticos — tanto no âmbito da ONU como nos países em que atuam diretamente — e experiência para suas Forças Armadas.

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Foto: AFP / Getty Images / P. Macdiarmid.

Sanções contra o Irã são retiradas


Neste sábado (16/12), após a confirmação pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que o Irã cumpriu o acordo nuclear assinado ano passado, diversos países e organizações — entre eles a União Europeia, a Organização das Nações Unidas e os Estados Unidos — anunciaram a remoção de suas sanções contra o país, em vigor há 12 anos. Reintrodução de Teerã na economia mundial deve ter grandes impactos, principalmente sobre o mercado de petróleo.

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Foto: Kevin Lamarque / AP.

Caminhões de ajuda humanitária chegam à cidade sitiada na Síria


A cidade de síria de Madaya, recebeu, nesta segunda-feira (11/01), um comboio de ajuda humanitária com comida suficiente para alimentar os mais de 40.000 residentes durante um mês. Caminhões da ONU e do Crescente Vermelho levaram também itens básicos como água potável, cobertores e medicamentos. Madaya foi tomada por forças rebeldes e atualmente está cercada por forças do governo de Bashar al-Assad. A cidade estava isolada sem acesso à recursos desde outubro, o que causou uma crise humanitária.

Rebel fighters walk near Red Crescent vehicles on their way to al Foua and Kefraya, in Idlib province, Syria

Foto: Reuters / Ammar Abdullah.

ONU contabiliza 2.800 mortos no Iêmen desde março


Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), publicado nesta terça-feira (05/01), contabiliza 2.800 mortos no conflito no Iêmen nos últimos nove meses. Somente em dezembro morreram pelo menos 81 pessoas. Desde março de 2015 também contabilizaram-se 5.324 feridos.

Houthi militant walks on the rubble of the Chamber of Trade and Industry headquarters after it was hit by a Saudi-led air strike in Yemen's capital Sanaa

Foto: Reuters / Khaled Abdullah.

ONU anuncia novo comandante de missão de paz no Congo


A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou, no fim de dezembro (29/12), que o sul-africano Derick Mbuyiselo Mgwebi será o novo comandante da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO, em inglês). Mgwebi é um ex-comandante das Forças Especiais e já atuou pela ONU no Burundi de 2007 a 2011. Ele substituirá o General de divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz, do Brasil.

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Mgwebi. Foto: UN / Mario Rizzolio.

Conselho de Segurança da ONU aprova nova resolução contra o financiamento do EI


O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, na última quinta-feira (17/12), uma nova resolução que pretende aprimorar os esforços da comunidade internacional para combater o financiamento de grupos terroristas, como o “Estado Islâmico” (EI). O Conselho considera que os Estados e o setor privado devem colaborar uns com os outros, a fim de facilitar a identificação de transações suspeitas. Na nova resolução, o órgão proíbe até mesmo o pagamento de resgates para terroristas em casos de sequestro, tema que era considerado tabu até então.

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Foto: ONU / Evan Schneider.

Conselho de Segurança da ONU aprova processo de paz para a Síria


Nesta sexta-feira (18/12), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou por unanimidade uma resolução para endossar a estratégia internacional para um processo de paz na Síria. O texto não aborda a questão do destino de Assad. O documento pede à ONU opções para monitorar o cessar-fogo e dá apoio ao cronograma estabelecido previamente em Viena entre as principais potências envolvidas no conflito.

Reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas

Foto: Reuters / Mike Segar.

Refugiados e deslocados no mundo superam 60 milhões


A Organização das Nações Unidas (ONU) informou nesta sexta-feira (18/12) que o número de refugiados e deslocados no mundo supera 60 milhões. A estimativa do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) inclui 20,2 milhões de refugiados que fogem de guerras e perseguições — o maior número desde 1992. Quase 2,5 milhões de pessoas que buscam asilo têm pedidos pendentes, isto é, status incerto.

Refugiados e imigrantes desembarcando na ilha grega de Lesbos

Foto: Reuters / Giorgos Moutafis.

ONU demonstra preocupação com piora da situação no Burundi


Nesta terça-feira (15/12), o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, o príncipe Zeid ibn Ra’ad, demonstrou preoucupação com a situação no Burundi e considera que o país pode estar voltando a uma situação de guerra civil. Nos últimos dias, o país do leste africano presenciou uma piora nos conflitos, com o Exército acusando rebeldes de ataques, e estes afirmando que o governo está assassinando a oposição.

 

Príncipe Zeid ibn Ra’ad. Foto: ONU.

Governo do Iêmen decreta cessar-fogo


O presidente do Iêmen, Abd Rabbu Mansour Hadi, ordenou um cessar-fogo com início nesta terça-feira (15/12). A medida coincide com negociações de paz mediadas pela ONU entre o governo e os rebeldes Houthis. Conversas tentarão melhor a situação humanitária do país e o retorno a uma transição política pacífica.

YEMEN-CONFLICT

Foto: Xinhua / AFP.