Organização de Cooperação de Xangai (OCX)

Paquistão declara apoio às reivindicações chinesas no Mar do Sul da China.


Na última quinta-feira (23/06), o presidente do Paquistão, Mamnoon Hussein, declarou o apoio de seu país à República Popular da China nas questões ligadas ao Mar do Sul da China, Taiwan e Tibete. A declaração foi feita durante uma reunião pouco antes da conferência da Organização de Cooperação de Xangai (OCX). Ambos os países reforçaram sua posição de amizade e a disposição para cooperar em âmbito econômico e securitário. Por um lado, Xi Jinping enfatizou a importância de integrar oficialmente o Paquistão na OCX e de focarem as suas relações bilaterais na construção do Corredor Econômico China-Paquistão. Por outro, Mamnoon Hussein declarou a sua vontade em participar ao lado de Pequim em organizações internacionais e em cooperar bilateralmente na construção de infraestrutura e no combate ao terrorismo.

Foto: Xinhua / Ma Zhancheng.

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Índia e Paquistão devem se tornar membros da OCX


Em reunião da Organização para a Cooperação de Xangai (OCX) na capital do Uzbequistão, Tashkent, esta semana (23-24/06), Índia e Paquistão ficaram mais próximos de tornarem-se membros do bloco liderado por China e Rússia. O presidente russo Vladimir Putin afirmou esperar que já em 2017 ambos os países possam ser membros plenos da OCX. Também abriram-se chances de que o Irã venha a fazer parte da organização.

Delegação paquistanesa na reunião da OCX em Tashkent. Foto: APP.

China e Rússia aumentarão número de exercícios militares conjuntos em 2016


A China e a Rússia concordaram em aprofundar a cooperação militar e realizar mais exercícios militares conjuntos em 2016 do que nos anos anteriores, anunciaram os ministros da Defesa dos dois países nesta quarta-feira (27/04). Tanto exercícios terrestres quanto navais estão previstos.

Foto: kremlin.ru

 

China e Irã firmam parceria estratégica


Neste sábado (23/01), a China e o Irã firmaram um acordo para estabelecer “relações estratégicas” entre os dois países. Acordo se deu durante visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Teerã. Também foram assinados diversos tratados, entre eles um que pretende aumentar o intercâmbio comercial em mais de US$ 600 bilhões na próxima década. A China também declarou apoio à entrada do Irã na Organização de Cooperação de Xangai (OCX).

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Foto: AFP / STR.

OCX realiza exercício de combate ao ciberterrorismo


Membros da Organização de Cooperação de Xanghai (OCX) realizaram, na última semana (14/10), seu primeiro exercício de combate ao terrorismo online na cidade de Xiamen, no sudeste da China. Representantes dos membros da OCX participaram da atividade e realizaram intercâmbios sobre processos de aplicação da lei e capacidade técnica na luta contra o terrorismo, separatismo e extremismo.

Foto: Departamento de Defesa dos EUA.

Foto: Departamento de Defesa dos EUA.

China teria enviado conselheiros militares para a Síria


Segundo jornais do Oriente Médio, a China teria enviado conselheiros militares para a Síria a fim de ajudar no combate ao “Estado Islâmico”. O grupo chegaria nas próximas semanas e se reuniria com as forças russas no país, na região de Latakia. Além disso, um porta-aviões chinês estaria nas proximidades do porto de Tartus, onde há uma base militar russa.

Porta-aviões Liaoning. Foto: Wikipedia.

OCX se expande para a Ásia Meridional


No mês passado, a Índia e o Paquistão foram aceitos como membros interinos na Organização de Cooperação de Xangai (OCX), bloco que discute política, economia e segurança na Eurásia. A mudança garantirá benefícios especialmente para a China e para a Rússia, embora toda a região ganhe importância com a retomada da presença da Rússia e com as futuras negociações que a China poderá realizar para fortalecer sua presença na Ásia Central e entorno. A inclusão da Índia e do Paquistão torna a OCX como a organização ideal para negociações entre a China e seus planos de investimento regionais.

Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Os impactos da Nova Rota da Seda sobre Xinjiang


A importância geopolítica da Nova Rota da Seda na relação entre as grandes potências é clara, dada a emergente presença chinesa na Asia Central. A região do país que mais deverá integrar-se nas rotas de comércio e prosperidade da Ásia Central é Xinjiang. Pequim espera que o crescimento econômico promovido pela Nova Rota da Seda esfrie tensões na região, como a ameaça do terrorismo.

Foto: Pete Niesen / Shutterstock.com

Foto: Pete Niesen / Shutterstock.com

A Ásia Central e a parceria Rússia-Índia


Na tentativa de balancear os Estados Unidos no sistema internacional, a Rússia tem interesse em aprofundar a sua cooperação com Índia e China, formando um “triângulo estratégico” asiático. Nesse contexto, a Ásia Central se torna uma região fundamental, pois os três países têm aí interesses em conflito. Anthony Rinna argumenta que a situação na região favorece uma aproximação entre Rússia e Índia a despeito das relações com a China.

Foto: Kremlin

Foto: Kremlin

Rússia intensifica presença na Ásia Central


Com a retirada total de tropas da OTAN do Afeganistão até o fim desse ano, a Rússia passou a intesificar sua presença na região. Temendo aumento do narcotráfico e de ações terroristas, Moscou vem reforçando laços econômicos e securitários não apenas com Cabul, mas também com Quirguistão, Tadjiquistão e Cazaquistão.

Reunião OTCS. Foto: Kremlin.

Reunião OTCS. Foto: Kremlin.

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OTSC se distancia da OTAN e se aproxima da OCX


A OTSC (Organização do Tratado de Segurança Coletiva), aliança militar liderada pela Rússia, teria suspendido todos os contatos e cooperação com a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), aliança militar do Ocidente. Ao mesmo tempo, a OTSC estaria aumentando o intercâmbio com a Organização de Cooperação de Xangai (OCX), organização de cooperação militar de China e Rússia.

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Foto: Wikimedia Commons.

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Problemas de Xinjiang ecoam no Quirguistão


Incidente violento na zona fronteiriça do Quirguistão com a China chama atenção para possibilidade de que o movimento separatista uigur, ativo na província de Xinjiang na China, esteja agindo livremente através da fronteira entre os dois países apesar das iniciativas da OCX.

Fonte: Enciclopédia Britannica.

Fonte: Enciclopédia Britannica.

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OCX não substituirá a OTAN no Afeganistão


A Organização para Cooperação de Xangai (OCX) não possui planos para substituir a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) como garantidor da estabilidade e segurança no Afeganistão após a retirada das tropas ocidentais do país ainda esse ano.

Fonte: AFP / Shah Marai.

Fonte: AFP / Shah Marai.

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Os desafios da China na OCX


Apesar dos discursos e da vontade chinesa, a cooperação ainda é muito difícil entre os países da Organização para Cooperação de Xangai (OCX). Caso notável é o da construção de rodovias interconectando os países-membros da organização.

Cúpula da OCX. Fonte: Kremlin.

Cúpula da OCX. Fonte: Kremlin.

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A política externa da Índia para a Ásia Central


Na última reunião da Organização para Cooperação de Xangai (OCX), a Índia deu indicações claras de que pretende se tornar membro da mesma e não apenas como observadora. Isso representa mais um novo passo do “novo asianismo” na política externa indiana.

Representante indiana na OCX. Fonte: MEAphotogallery via Flickr.

Representante indiana na OCX. Fonte: MEAphotogallery via Flickr.

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Premiê chinês clama por laços mais profundos com Uzbequistão


Em visita a Tashkent, premiê chinês Li Keqiang pede um aprofundamento os laços do país com o Uzbequistão com maior cooperação bilateral. Reconhece também o valor da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) para a manutenção da segurança regional.

Li Keqiang, premiê chinês, e Islam Karimov, presidente uzbeque, em Tashkent. Fonte: Xinhua / Rao Aimin.

Li Keqiang, premiê chinês, e Islam Karimov, presidente uzbeque, em Tashkent. Fonte: Xinhua / Rao Aimin.

Chinese premier calls for deeper ties with Uzbekistan

Xinhua – 28/11/2013

Chinese Premier Li Keqiang said on Thursday that his country is ready to explore new cooperation fields with Uzbekistan and push bilateral relations to a new high.

Li made the remarks during a meeting with Uzbek President Islam Karimov. “Uzbekistan is a reliable, good friend and partner for China in Central Asia,” Li said.

Noting Chinese President Xi Jinping’s recent visit to the country, which injected strong impetus into bilateral ties, Li said China is willing to work with Uzbekistan to implement the consensus reached by the heads of state of the two countries.

Meanwhile, China is also ready to continuously expand new areas of cooperation with Uzbekistan so as to elevate their strategic partnership to a higher level, the Chinese premier said.

The sound development of China-Uzbekistan relations is based on deep political mutual trust between the two countries, Li said, adding that their cooperation is aimed at achieving win-win results based on equality and without preconditions.

The two countries have already witnessed fruitful cooperation in energy, and may take advantage of each other’s complementarity to further deepen energy cooperation and make progress in all other areas as well, he said.

“The Shanghai Cooperation Organization (SCO) has become an effective mechanism and a reliable guarantee for maintaining regional security and promoting common development,” Li said.

The Chinese premier said he will join hands with other leaders attending the upcoming SCO meeting to push forward the implementation of the results of the SCO summit in Bishkek, and deepen practical cooperation in security, economic and cultural fields.

Maintaining regional peace and stability so as to create a favorable environment for regional development is in the interests of all Central Asian countries, Li said, adding China is willing to communicate and coordinate with countries in the region closely with a view to building a Central Asia of lasting peace and common prosperity.

Karimov said he believes Li’s visit will further advance the strategic partnership between Uzbekistan and China, which has solid foundation and broad prospect for development.

China has been sticking to the principle of mutual respect, equality and mutual benefit, said the Uzbek president, adding that his country is ready to join hands with China to enhance their cooperation and benefit the two peoples.

Li arrived here Thursday after wrapping up a visit to Romania, where he also attended a China-Central and Eastern Europe leaders’ meeting.

Fonte: http://news.xinhuanet.com/english/china/2013-11/29/c_132926845.htm