Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)

Rússia e Finlândia discutem medidas de distensão no Báltico


Os presidentes da Rússia e da Finlândia, Vladimir Putin e Sauli Niinisto respectivamente, encontraram-se nesta sexta-feira (01/07) para discutir medidas de distensão no Báltico. Niinisto e Putin concordaram em desenvolver medidas de segurança para controlar voos militares na região, na qual, nos últimos meses, têm ocorrido cada vez mais casos de provocação de caças da OTAN e da Rússia. Para evitar confrontos, a Finlândia sugeriu que não se desliguem os transponders das aeronaves; Putin concordou e vai levar a sugestão para a próxima reunião do país com a OTAN. Putin advertiu que tomará as medidas necessárias para responder a uma eventual entrada da Finlândia na OTAN.

Putin e Niinisto (D). Foto: Alexei Druzhinin / Sputnik via RT.

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Rússia deve instalar mísseis nucleares em Kaliningrado até 2019


Segundo matéria da Reuters, a Rússia deve instalar mísseis nucleares no enclave de Kaliningrado até 2019 como resposta à ativação do escudo antimísseis balísticos dos EUA na Europa. O posicionamento de mísseis armados com ogivas nucleares também pode ocorrer na Crimeia, território anexado pela Rússia em 2014.

Foto: Sergei Karpukhin / Reuters.

OTAN participa de grande exercício militar na Polônia, e Rússia condena o evento


Nesta segunda-feira (06/06), tiveram início na Polônia as manobras Anaconda, um exercício militar que conta com a participação de forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O exercício, com duração de dez dias, conta com a presença de 31 mil soldados de 24 países, incluindo 14 mil dos Estados Unidos, 12 mil da Polônia e mil do Reino Unido. Outros países do leste Europeu, como a Ucrânia, também participam. O evento, que seria para aumentar a confiança mútua e desestimular agressões externas contra a OTAN, foi condenado pela Rússia.

Foto: A. Keplicz / AP Photo / picture-alliance

Alemanha aumentará efetivo das Forças Armadas pela primeira vez em 25 anos


A ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, anunciou nesta terça-feira (10/05), que será aumentado o número de efetivos das Forças Armadas (Bundeswehr) do país. Até 2023 o governo alemão pretende incorporar 14,3 mil soldados e 4,4 mil civis. Desde 1990 a Alemanha passava por cortes sucessivos de efetivo da Bundeswehr, perdendo cerca de 550 mil militares e funcionários civis. Ao anunciar a medida em Berlim, von der Leyen afirmou que “Precisamos acabar com um processo permanente de atrofia e diminuição da Bundeswehr. Acabar com o limite máximo fixo e flexibilizar a estrutura de pessoal. É tempo de a Bundeswehr voltar a crescer”. Atualmente a Alemanha participa de 16 missões no exterior e também aumentou a sua presença em aliados da OTAN na Europa oriental.

Von der Leyen. Foto: M. Kappeler / dpa / picture-alliance via DW.

Escudo antimíssil da OTAN entra em operação


Esta semana o sistema de defesa antimísseis da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) entrou em operação na Europa oriental. Bases na Romênia e na Polônia foram ativadas nesta quinta (05/05) e sexta-feira (06/05), respectivamente. Fato, juntamente com a decisão de aumentar presença de tropas no leste europeu, evidencia uma nova postura da OTAN de enfrentamento com a Rússia. Moscou critica duramente o escudo antimísseis da aliança, pois, segundo o Kremlin, sua razão de ser — originalmente o Irã — já não existe após o acordo com Teerã e porque o sistema poderia ser usado de maneira ofensiva, para atacar território russo. O governo polonês suspeita que a Rússia responda à medida com o envio de mísseis nucleares ao enclave de Kaliningrado.

Infográfico: Estonian World.

 

Rússia promete responder ao fortalecimento da OTAN no leste da Europa


A Rússia prometeu responder à altura após a notícia desta semana de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estaria cogitando estacionar tropas terrestres nos países bálticos e na Polônia. Moscou disse que poderia reforçar seus flancos sul e oeste com três novas divisões até o final do ano, reequilibrando, assim, as forças no leste europeu.

Foto: Alexander Zemlianichenko / Reuters.

OTAN considera estacionar tropas nos países bálticos


Nesta segunda-feira (02/05), o Secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter, afirmou que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) está considerando estacionar tropas terrestres nos países bálticos, e possivelmente também na Polônia, em resposta à crescente assertividade da Rússia na região. A aliança estaria cogitando enviar cerca de quatro batalhões, o equivalente a 4 mil soldados. Esse contingente se somaria aos 4.200 soldados estadunidenses já alocados na região.

Alm. John Richardson. Foto: AP / Manuel Balce.

Polônia considera pedir armas nucleares à OTAN


Segundo oficiais poloneses, o país está considerando pedir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) o acesso a armas nucleares. Pedido seria enquadrado dentro de um progama da OTAN que compartilha essas armas com países não nucleares que desejam aumentar sua capacidade defensiva.

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Foto: AFP / Getty Images.

As implicações da derrubada do caça russo pela Turquia


Em artigo publicado no blog Indian Punchline (25/11),  M. K. Bhadrakumar analisa as possíveis implicações da derrubada de um caça russo pela Turquia. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e os Estados Unidos já mostraram cautela e evitam uma escalada no conflito. A Rússia deve tentar buscar prejudicar a economia turca e sua participação nas negociações sobre a Síria. Ancara também deve enfrentar resistência russa em suas operações e alianças na Síria.

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Foto: Anadolu.

OTAN convida Montenegro para ingressar na aliança


A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) convidou Montenegro a se tornar um de seus membros na quarta-feira (02/12). Convite foi realizado após a aprovação dos 28 membros da aliança. Ingresso marca a expansão da OTAN para os Bálcãs, o que pode deteriorar as relações da organização com a Rússia.

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Foto: John Thys / Reuters.

Turquia abate caça russo perto de fronteira com a Síria


A Força Aérea da Turquia abateu um caça russo Su-24 perto da fronteira com a Síria nesta terça-feira (24/11), a primeira vez que um aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ataca uma aeronave militar da Rússia desde os anos 1950. A Turquia alega que o avião russo violou seu espaço aéreo e que fora advertido mais de dez vezes antes de ser abatido. Ancara também convocou uma reunião extraordinária da OTAN. Os pilotos russos conseguiram ejetar-se do caça e foram capturados por rebeldes sírios no norte do país perto da fronteira coma Turquia. Estes ainda teriam atirado em um helicóptero russo em missão de resgate aos pilotos, o qual teve de fazer um pouso de emergência em área controlada pelo governo sírio. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, falou que haverá consequências e que o ato foi “uma punhalada nas costas realizada por cúmplices de terroristas”.

Caça Su-24 russo em chamas. Foto: The Aviationist.

Turquia cancela compra de sistema chinês de defesa antimísseis


A Turquia rescindiu um contrato bilionário com uma empresa estatal chinesa (CPMIEC) para a aquisição de um sistema de defesa antimísseis de longo alcance. Acordo assinado em 2013 e estimado em US$ 3,4 bilhões recebeu críticas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), da qual a Turquia faz parte, pelo sistema não ser compatível com armas da aliança. Segundo oficial turco, a razão seria que Ancara construirá seu próprio projeto com tecnologia nacional.

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Foto: Wikipedia /Jian Kang.

Turquia intercepta caça russo sobre seu território


A Turquia anunciou nesta segunda-feira (05/10) que interceptou uma aeronave militar russa que violou seu espaço aéreo no fim de semana. Evento ocorreu próximo à fronteira com a Síria. Instambul, que integra a OTAN, alertou a Rússia sobre as consequências de uma nova invasão, mas afirma que canais com Moscou continuam abertos.

Foto: picture-alliance / dpa / L. Marina.

Turquia utiliza refugiados para forçar intervenção da OTAN?


O jornalista Arad Nir, em artigo publicado na semana passada, afirma que o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, está utilizando-se dos refugiados sírios para forçar uma intervenção ocidental na Síria. O governo turco, no início da crise, acolhia os refugiados e dificultava sua ida para a Europa. Mas, como a crise no vizinho prosseguia e causava instabilidade na região, Erdogan facilitou a fuga de refugiados para países da Europa Ocidental, o que forçaria uma intervenção “humanitária” da OTAN para derrubar o governo de Assad.

Foto: Reuters / Umit Bektas.

Ucrânia quer modernizar forças armadas nos padrões da OTAN com auxílio dos EUA


Na Ucrânia, o governo de Poroshenko tem proposto a adoção do padrão militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para modernizar suas forças armadas, já que o país tem interesse em fazer parte do grupo. Legisladores dos Estados Unidos, líder do bloco, já têm pressionado o presidente Barack Obama para a disponibilização de armas letais a Kiev, ação que necessita aprovação da Casa Branca, embora em julho o governo estadunidense já tenha divulgado que prestará auxílio no treinamento da Guarda Nacional Ucraniana e das suas Forças Armadas.

Foto: Alexander Zobin, AFP, Getty Images.

Foto: Alexander Zobin / AFP / Getty Images.

Em reunião extraordinária, OTAN declara apoio à Turquia em combate ao EI


Em reunião extraordinária nesta terça-feira (28/07), a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) declarou apoio à Turquia no combate aos militantes do “Estado Islâmico” na Síria e no Iraque. A reunião, que ocorreu em Bruxelas e durou cerca de 90 minutos, contou com o pedido de auxílio militar da Turquia aos 27 aliados membros da Organização. Contudo, diversas nações europeias alertaram seu interesse nas negociações de paz com o povo curdo, processo que pode ser prejudicado caso a Turquia continue atacando posições curdas na região.

Secretário-Geral da OTAN Jens Stoltenberg. Foto: Reuters, Francois Lenoir.

Secretário-Geral da OTAN Jens Stoltenberg. Foto: Reuters / Francois Lenoir.

Turquia suspende processo de paz com curdos


Em declaração ao público nesta terça-feira (28/07), o presidente turco Recep Tayyip Erdogan declarou suspenso o processo de paz entre a Turquia e a minoria curda. Segundo Erdogan, os contínuos ataques contra alvos turcos impossibilitam a continuidade das negociações, pois ameaçam a integridade nacional do país. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, criticaram fortemente o uso excessivo de forças militares pelo governo turco no conflito, que desde 1984 já deixou mais de 40 mil mortos.

Foto: I. Askengin, Getty Images, AFP.

Foto: I. Askengin / Getty Images / AFP.

Rússia revisa doutrina naval devido à expansão da OTAN


A Rússia publicou neste domingo (26/07) uma atualização da sua doutrina naval, revisando suas posições no Mar Negro na tentativa de manter sua presença no Atlântico e no Mediterrâneo, em reflexo à expansão de atividades da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na região. Segundo Moscou, as crescentes atividades da aliança ocidental podem ser observadas já a partir de 2010, mas que o conflito na Ucrânia acirrou significativamente a situação.

Foto: AFP Photo, Mikhail Klimentyev.

Foto: AFP / Mikhail Klimentyev.

Turquia ataca curdos e convoca reunião da OTAN


Turquia realizou neste domingo (26/07) novos ataques aéreos às áreas de militantes curdos no norte do Iraque, ao mesmo tempo em que houve uma convocação por parte de Ancara de uma reunião extraordinária dos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). As forças militares turcas se organizam em campanha contra os separatistas do Partido Trabalhista curdo (PKK) e contra os jihadistas do “Estado Islâmico”. O país organizou uma estratégia “antiterrorista” em suas regiões de fronteira contra ambos os grupos depois de uma onda de violência no país, reafirmando sua presença na área com ataques aéreos e de artilharia.

Foto: OTAN.

Foto: OTAN.

OTAN realizará seu maior exercício militar em 10 anos


A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) realizará seu maior exercício militar em 10 anos no período de 3 de outubro a 6 de novembro, denominado Trident Juncture 2015, de acordo com declaração da porta-voz da Organização Oana Lungescu junto a outros generais da aliança na quarta-feira (15/07). O exercício ocorrerá na Itália, em Portugal e na Espanha, contando com a participação de mais de 12 organizações internacionais, entre elas a União Europeia (UE) e a União Africana (UA).

Foto: U.S. Navy, Kenneth A. Pace, Reuters.

Foto: Marinha dos EUA / Kenneth A. Pace / Reuters.

EUA vai enviar armas pesadas para o leste europeu


Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (23/06) que vão enviar armas pesadas, incluindo tanques e veículos blindados, para o leste europeu. Os países contemplados são os aliados da OTAN na região: Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia. O anúncio foi feito em Tallinn, a capital da Estônia, pelo secretário de Defesa Ashton Carter, ao lado de ministros da Defesa da Estônia, da Letônia e da Lituânia. Serão distribuídos 250 tanques, veículos de combate blindados, armas de artilharia e outros equipamentos militares.

Foto: Picture Alliance, DPA, CTK Photo, J. Vostarek

Foto: Picture Alliance / DPA / CTK Photo / J. Vostarek.

Armas nucleares dos EUA podem voltar à Europa


O governo dos Estados Unidos voltou a falar sobre a possibilidade de recolocar armas nucleares em solo europeu para defender o continente da ameaça russa. Escalada retórica de Washington também é acompanhada por Moscou, que intensificou seus planos militares para a Europa. Contudo, o possível retorno de uma guerra fria ao continente assusta os países da região num contexto de crescente multipolaridade. Alternativa seria o retorno do diálogo direto entre a Rússia e os EUA, especialmente sob a égide da OTAN, o qual se encontra congelado desde o início da crise na Ucrânia.

Foto: AP, Alexander Zemlianichenko.

Foto: AP / Alexander Zemlianichenko.

Apoio dos alemães à OTAN está em queda


Uma pesquisa realizada pelo instituto americano Pew Research Center, divulgada nesta quarta-feira (10/06), indica que a maioria da população da Alemanha não apoiaria uma ação de seu país em defesa dos aliados da Organização do Tratado do Atlãntico Norte (OTAN). Segundo o estudo, mesmo que 39% dos alemães consideram a Rússia a principal responsável pelo conflito na Ucrânia, apenas 38% dos alemães apoiariam o envio de soldados das Forças Armadas do país em caso de conflito direto da OTAN com Moscou. Na Alemanha, apenas 55% da população têm uma visão positiva da aliança. Em 2009, essa parcela era de 73%.

Foto: Russia Insider.

Os Bálcãs e as potências externas


Os Bálcãs são historicamente um ponto focal de disputa entre potências globais. Nos dias de hoje, no entanto, tanto o Ocidente quanto a Rússia compartilham o interesse pela estabilidade da região no sudeste europeu. Ambos vêm tentando aumentar sua influência nos Bálcãs através de investimentos e projetos de infraestrutura energética. Enquanto isso, a Turquia tenta ressurgir como ator regional de peso. Contudo, o maior desafio atual, segundo a análise, é a ameaça representada pelas disputas políticas internas de cada país balcânico, como, por exemplo, na Macedônia. Já estes tendem a continuar barganhando com as potências estrangeiras a despeito da fragilidade interna.

Mapa: Stratfor.

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OTAN e países nórdicos fazem exercício militar aéreo no Ártico


Nesta terça-feira (26/05), seis países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), ao lado de Suécia, Finlândia e Suíça, participaram de um grande exercício militar aéreo no norte da Europa e no Ártico, chamado Exercício Desafio do Ártico 2015. Cerca de 100 aviões militares e 4 mil soldados da Alemanha, Noruega, Reino Unido, França, Holanda e EUA, além dos países já mencionados, devem participar dessas manobras na região até o dia 4 de junho, na qual há crescente tensão por causa da constante atividade militar da Rússia. O Exercício Desafio do Ártico 2015 era esperado desde o último dia 10 de abril, quando os ministérios da Defesa dos países nórdicos — Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia — e o Ministério do Exterior da Islândia anunciaram a ampliação da cooperação militar entre as cinco nações, com o objetivo de reagir à ameaça russa.

Caças da força aérea alemã. Foto: picture alliance / dpa / B. Wüstneck.

Rússia e OTAN instalam linha de comunicação direta


Os comandos militares da Rússia e da OTAN instalaram uma linha telefônica direta para o caso de crise, divulgou o jornal alemão Frankfurter Allgemeine. Na semana passada, os números de contato foram entregues ao lado russo. No entanto, os detalhes da criação do novo canal de comunicação ainda não são públicos, de acordo com a publicação. Pela primeira vez desde a Guerra Fria, a Rússia e OTAN passam novamente a ter uma forma de comunicação direta entre as chefias militares.

Foto: Sputinik/Sergei Guneev

Noruega incrementará orçamento militar em 500 mi de dólares


A Noruega vai aumentar seu orçamento militar em 500 milhões de dólares ao ano em clara resposta ao aumento das capacidades militares russas no norte do país e no Báltico. O governo norueguês pretende construir o primeiro sistema de defesa antiaérea do país. O sistema a ser desenvolvido deverá ser posto em operação no norte norueguês. Um programa de modernização dos tanques Leopard 2 de origem alemã também consumirá parte dos valores adicionados ao orçamento militar.

Foto: Kongsberg

Foto: Kongsberg

Poroshenko defende referendo sobre entrada da Ucrânia na OTAN


O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, defendeu nesta quarta-feira (22/04) a realização de um referendo no país sobre a possível entrada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). No final de 2014, o governo abandonou o seu status de país não alinhado ao confirmar intenção de aliar-se à organização. Poroshenko afirmou que referendo deve ocorrer nos próximos seis anos. Oficiais da OTAN já afirmaram que, antes de entrar, a Ucrânia precisa realizar inúmeras reformas para qualificar-se. Todos os 28 aliados precisariam aprovar a adesão ucraniana.

Foto: EPA

Poroshenko. Foto: EPA

Polônia decide adquirir sistema de defesa antimísseis dos EUA


A Polônia decidiu adquirir o sistema Patriot de defesa antimísseis dos Estados Unidos. Valores e condições ainda não foram negociados com a empresa Raytheon, mas decisão marca aprofundamento das relações militares entre Washington e Varsóvia. Governo polonês também anunciou a compra de helicópteros Caracal da empresa europeia Airbus.

Foto: Raytheon

Foto: Raytheon.

Canadá junta-se a EUA e Reino Unido em treino de tropas ucranianas


O Canadá está enviando 200 militares para a Ucrânia para se juntar ao esforço empreendido por Estados Unidos e Reino Unido de treinamento de tropas das forças armadas ucranianas. A maior parte do contingente (150 soldados) ficará no centro de treinamento da OTAN no oeste do país próximo à fronteira com a Polônia. A missão de treinamento deve durar até março de 2017. Os EUA já têm 800 militares no país e o Reino Unido 75.

Foto: OTAN.