Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Reino Unido pode se tornar paraíso fiscal


Nesta segunda-feira (04/07), o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, anunciou planos para reduzir significativamente os impostos para empresas no país como modo de reduzir os efeitos da saída britânica da União Europeia (UE). Segundo o político, a intenção é diminuir os atuais 20% de impostos corporativos para menos de 15%; na UE, apenas Irlanda e Chipre têm taxas mais baixas. Dessa forma, o Reino Unido teria uma das mais baixas taxas de impostos para empresas entre as grandes economias do mundo, o que a OCDE já disse que seria uma situação semelhante à de um “paraíso fiscal”.

Osborne. Foto: S. Rousseau / empics / picture-alliance via DW.

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Brasil e OCDE lançam plano de trabalho conjunto


O governo brasileiro e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apresentaram semana passada (03/11) uma agenda comum de trabalho para os anos 2016 e 2017. A ideia é garantir ao Brasil uma integração mais dinâmica ao comércio mundial, crescimento inclusivo e sustentável, criação de empregos, qualificação de trabalhadores e melhoria em programas sociais e educacionais.

Foto: Fabio Pozzebom / Agência Brasil.

Brasil firma acordo de cooperação com a OCDE


Com a presença dos ministros das Relações Exteriores e da Fazenda, Mauro Vieira e Joaquim Levy, respectivamente, o Brasil e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) assinaram na quarta-feira (03/06), em Paris, um acordo de cooperação para aprofundar relações bilaterais e institucionalizar a participação do país nos diversos foros da instituição. As relações de Brasília com a OCDE começaram na década de 1990, mas em 2007 o Brasil tornou-se, junto com a China, a Índia, a Indonésia e a África do Sul, um dos cinco parceiros do “engajamento ampliado” com a entidade — atualmente denominados parceiros-chave. Em entrevista, Levy afirmou que o país ajustará sua economia na direção da indústria. Segundo ele, “neste momento, talvez tenhamos um pouco menos de protagonismo das commodities, o que significa que vamos ter mais protagonismo da indústria de transformação, da parte de conhecimento. Temos que ajustar a economia nessa direção”. Já o ministro Vieira ressaltou que ainda não é definitivo o ingresso do Brasil na organização.

Ministros Joaquim Levy e Mauro Vieira. Foto: RFI.

Desigualdade cai no Brasil e cresce nos países da OCDE


A desigualdade de renda entre as parcelas mais pobres e as mais ricas da população está subindo nos países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A organização reúne 34 Estados, a maioria deles desenvolvidos. O estudo mostrou que os 10% mais ricos ganham em média 9,6 vezes mais que os 10% mais pobres nos países da OCDE. O Brasil foi apontado como exemplo de nação onde a desigualdade diminuiu nos últimos anos, apesar de ainda estar em níveis altos.

Foto: DW. 

Brasil negocia acordo marco de cooperação com a OCDE


O Brasil está negociando um acordo marco de cooperação com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Sediada em Paris, a OCDE realiza diversas atividades de cooperação e avaliação de políticas públicas entre seus membros. O Brasil participa de atividades da organização desde a década de 1990, e desde 2007 é considerado um parceiro-chave. Dentre os principais temas da cooperação brasileira com a OCDE estão política macroeconômica, agricultura, comércio, educação, ciência e tecnologia e inovação, estatísticas, combate à corrupção, tributação, política de competição, política de investimentos, Conduta empresarial responsável, governança corporativa, financiamento às exportações, dentre outros.

Foto: Bruno Gomes Guimarães

Foto: Bruno Gomes Guimarães

EUA revolucionou o mercado mundial de petróleo, afirma Agência Internacional de Energia


Um relatório anual recentemente publicado pela Agência Internacional de Energia, vinculada à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), afirma que os Estados Unidos revolucionaram o mercado mundial de petróleo com a exploração do xisto. Nesse novo mercado da commodity, também delineado pela recusa da OPEP em controlar os preços e por uma baixa demanda mundial, os grandes perdedores foram tradicionais Estados exportadores, como a Rússia. O relatório prevê que a produção do país euroasiático deverá ser encolhida pela metade, ao passo que os Estados Unidos só ampliarão sua produção nos próximos cinco anos.

Foto: Flickr / Trevor Bair

Foto: Flickr / Trevor Bair