Palestina

Israel aprova construção de novos assentamentos na Cisjordânia


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o Ministro da Defesa, Avigdor Liebermann, aprovaram a construção de 560 novos assentamentos na Cisjordânia — movimento atualmente considerado ilegal pelo direito internacional. Além disso, o governo aprovou a construção de 600 unidades de habitação para palestinos na região de Jerusalém Oriental. Segundo oficiais do governo, os novos assentamentos fazem parte de um projeto estratégico para minimizar as tensões internas após o anúncio da construção das habitações palestinas, ao mesmo tempo em que serve como retaliação aos recentes atentados contra judeus na Cisjordânia.

Foto: Barcroft Media.

Foto: Barcroft Media.

Israel retira indicação Dani Dayan como embaixador no Brasil


Nesta segunda-feira (28/03), o governo de Israel designou Dani Dayan para um cargo nos Estados Unidos, assim encerrando um conflito diplomático com o Brasil. Dayan tinha sido indicado como embaixador israelense para o Brasil, mas sua indicação não foi aceita por Brasília por ele ser um líder dos colonos da Cisjordânia. O Brasil reconhece o Estado da Palestina, portanto considera ilegal a ocupação de seu território. 

Foto: Ronen Zvulun / Reuters

Xi Jinping clama por Estado palestino com capital em Jerusalém Oriental


O presidente da China, Xi Jinping, pediu nesta quinta-feira (21/01) o estabelecimento de um Estado da Palestina dentro das fronteiras pré-1967 e com a capital em Jerusálem Oriental. Discurso para a Liga Árabe no Cairo também contou com anúncio de US$ 7,6 milhões em ajuda humanitária para o povo palestino.

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Foto: Reuters.

Ban Ki-moon discute com Conselho de Segurança sobre conflito Israel-Palestina


Após visita surpresa a Israel nesta terça-feira (20/10) a fim de tentar negociar uma paz entre palestinos e israelenses, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, realizou ontem (21/10) uma reunião de emergência com o Conselho de Segurança sobre a questão. A discussão se deu por videoconferência, já que Ban se encontra na Cisjordânia.

Foto: Marcello Casal Jr. / ABr.

Novas tensões entre Israel e Palestina


Na última segunda-feira (05/10), um adolescente palestino morreu em ofensiva israelense na Cisjordânia. Outro jovem já havia morrido no domingo em situação similar. Além disso, Israel bombardeou posições do Hamas na Faixa de Gaza após o lançamento de dois misséis. Os palestinos acusam Israel de aumentar as tensões na região.

Foto: EFE.

Bandeira da Palestina é hasteada na sede da ONU


Nesta terça-feira (29/09), a bandeira da Palestina foi hasteada na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York em gesto simbólico de apoio da comunidade internacional à causa da nação. Antes da cerimonia, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, discursou na Assembleia Geral da ONU contra as políticas de Israel e denunciou os Acordos de Oslo, de 1993.

Foto: Seth Wenig / AP.

Israel aprova lei que condena arremessadores de pedras a até 20 anos de prisão


Com 69 votos a favor e 17 contra, o parlamento de Israel aprovou na semana passada uma lei que condena palestinos que arremessem pedras nas forças de ocupação israelenses a até 20 anos de prisão. Mesmo que não haja prova de dolo, os reús poderão pegar até 10 anos de prisão, de acordo com o jornal Yedioth Ahronoth. A ministra da Justiça, Ayelet Shaked, afirmou em declaração após o fim da votação que “a justiça foi feita”, já que “por anos, terroristas se esquivaram de punições e responsabilidades”, reforçando que a lei significa o “fim da tolerância contra terroristas”. Já a oposição a caracterizou como “injusta” e “hipócrita”.

Foto: Gali Tibbon, Reuters.

Foto: Gali Tibbon / Reuters.

“Estado Islâmico” teria realizado atentado contra Hamas e Jihad Islâmica na Faixa de Gaza


Explosões atribuídas a militantes do “Estado Islâmico” na Faixa de Gaza destruíram vários veículos de oficiais militares dos grupos do Hamas e da Jihad Islâmica na semana passada. Testemunhas afirmam ter presenciado quatro explosões na vizinhança de Sheij Radwan, área conhecida como um enclave palestino na região. Pichações fazendo referência ao “Estado Islâmico” e fazendo referências à “vitória da Shariah” foram vistas em locais próximos a uma das explosões.

Foto: Wissam Nassar, European Pressphoto Agency.

Foto: Wissam Nassar / EPA.

Relatório da ONU indica sérias violações de direitos humanos no último conflito em Gaza


Um relatório divulgado nesta segunda-feira (22/06) pelas Nações Unidas aponta que tanto Israel quanto grupos armados palestinos cometeram sérias violações dos direitos humanos durante o último conflito na Faixa de Gaza, em 2014. As ações de ambos os lados podem configurar crimes de guerra. Mais de 2,1 mil palestinos morreram nos ataques, um terço deles crianças. Israel registrou 73 vítimas, a maioria soldados, durante as sete semanas de bombardeio. O documento mostra que Israel efetuou mais de 6 mil ataques aéreos e disparou 50 mil projéteis de artilharia enquanto os grupos armados palestinos, sobretudo o Hamas, soltaram quase 5 mil mísseis e mais de 1,7 mil morteiros.

Foto: Picture Alliance, I. Khader.

Foto: Picture Alliance / I. Khader.

Governo palestino entrega carta de renúncia


O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, apresentou na semana passada a renúncia do governo de unidade nacional, formado há um ano com a esperança de reestabelecer as relações entre o Hamas e o partido Fatah. O motivo da renúncia são desavenças sobre o controle na Faixa de Gaza. A medida foi rejeitada pelo Hamas, que a classificou de unilateral. A formação de um novo governo pode levar semanas.

Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas. Foto: Reuters.

Mahmud Abbas. Foto: Reuters.

Israel bombardeia instalações do Hamas na Faixa de Gaza


Nesta quinta-feira (04/06), a Força Aérea de Israel bombardeou várias instalações militares na Faixa de Gaza, em resposta ao lançamento de foguetes palestinos um dia antes. Os aviões de Israel sobrevoaram intensamente a região antes de lançar diversos projéteis no Norte, Centro e Sul do território. De acordo com fontes médicas palestinas, não há registro de feridos. O Hamas teria evacuado suas instalações militares antes do ataque.

Foto: AP.

Palestina torna-se oficialmente membro do TPI


Nesta quarta-feira (01/04), a Palestina passou a ser oficialmente membro do Tribunal Penal Internacional (TPI). O acontecimento é tido como parte de um esforço amplo para elevar a pressão sobre Israel, pois a adesão permite que o TPI tenha jurisdição sobre crimes cometidos em territórios palestinos, inclusive durante última guerra em 2014. Israel condenou a medida já em janeiro, quando os documentos foram depositados junto ao TPI, e congelou cerca de 1 bilhão de dólares em impostos e taxas alfandegárias que iriam para a Palestina.

Foto: picture-alliance / dpa / I. Langsdon

As eleições em Israel e a colisão entre Obama e Netanyahu


Willian Moraes Roberto, pesquisador do NERINT e graduando em Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Marcelo de Mello Kanter, Diretor-Geral do ISAPE, mestrando em Estudos Estratégicos Internacionais na UFRGS. Bacharel em Relações Internacionais pela UFRGS

Com a proximidade das eleições israelenses marcadas para 17 de março, o distanciamento entre os aliados tradicionais, Israel e Estados Unidos, tem se tornado mais evidente. Isso se reforça, sobretudo, após os sinais que apontam para um apoio de Obama ao bloco de oposição em Israel, o qual busca impedir a reeleição do Primeiro Ministro Netanyahu, líder do Likud. Numa eleição acirrada, esse respaldo pode ter efeito decisivo, alterando o contexto político de Israel e afetando o Oriente Médio como um todo. Este artigo busca apresentar as causas desta relação fria entre Netanyahu e Obama e o panorama da eleição israelense a fim de esclarecer as possíveis consequências dessa ligação. Argumenta-se que desde a chegada de Obama à Casa Branca, o presidente dos EUA divergiu com Israel em sua política externa para a Palestina e para o Irã, tendo de abrir mão de diversos objetivos por ele traçados em sua campanha. Desta forma, Obama demonstraria interesse que outro braço político governasse Israel na tentativa de alinhar as ambições entre os dois países aliados.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

Barack Obama e Benjamin Netanyahu. Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

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Hamas elogia decisão da OLP de interromper coordenação securitária com Israel


Um dos principais líderes da organização palestina Hamas, Musa Abu Marzooq, elogiou a decisão da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) de suspender a coordenação securitária com Israel. A decisão tomada pela OLP na última quinta-feira (05/03) foi uma resposta a algumas atitudes de Israel, como o avanço dos assentamentos sobre a Cisjordânia e o corte de receitas tributárias palestinas.

Foto: Mahmud Hams / AFP

Foto: Mahmud Hams / AFP

Parlamento Italiano aprova moção pelo reconhecimento da Palestina


O Parlamento italiano votou favoravelmente a uma moção pelo reconhecimento do Estado palestino, em mais uma demonstração de descontentamento com as negociações pela paz na região. A moção não é vinculante, ou seja, oficialmente o Estado italiano ainda não reconhece completamente a Palestina, ainda que a atitude do Parlamento divirja da posição consolidada pela aliança entre Estados Unidos e Israel de que a formação de um Estado palestino só possa emergir de negociações com Israel.

Foto: Reuters / Ammar Awad

Foto: Reuters / Ammar Awad

Jordânia e Israel fecham acordo para levar água do Mar Vermelho para o Mar Morto


Acordo histórico assinado entre Israel e Jordânia deverá transferir água do Mar Vermelho ao Mar Morto, combatendo a escassez de água que ameaça este último. Um sistema de bombeamento será construído para transportar cerca de 300 milhões de metros cúbicos de água por ano para assegurar que o Mar Morto não desapareça. Com um gasto total de 900 milhões de dólares, o sistema de bombeamento deverá também fornecer água em Israel e na Palestina.

Mar Morto. Foto: Reuters / Ali Jarekji

O Mar Morto está secando, podendo desaparecer até 2050.
Foto: Reuters / Ali Jarekji

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Corte dos EUA condena organizações palestinas por terrorismo em Israel


Uma corte estadunidense condenou a Autoridade Palestina e a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) por atentados ocorridos em Israel entre 2002 e 2004. As organizações teriam dado apoio material aos ataques que, por terem vítimas estadunidenses, puderam ser julgados em jurisdição estadunidense. A corte do estado de Nova Iorque pediu indenização de 218 milhões de dólares a vítimas nacionais dos Estados Unidos. A Autoridade Palestina e a OLP ainda podem recorrer da decisão.

Foto: picture-alliance / AP Photo / D.Guttenfelder

Foto: picture-alliance / AP Photo / D.Guttenfelder

Unidade entre Fatah e Hamas se desgasta na Palestina


A unidade entre Fatah e Hamas no governo da Faixa de Gaza, consolidada para dar saída ao conflito com Israel em agosto passado, está se desgastando. Isso vem a dificultar a reconstrução da Faixa de Gaza e as intenções palestinas de formar um Estado reconhecido. Há violência entre os dois grupos na disputa de poder pela Faixa de Gaza.

Foto: Reuters / Suhaib Salem

Foto: Reuters / Suhaib Salem

Hamas e Hezbollah condenam atentado terrorista em Paris


O grupo islamista palestino Hamas e o libanês Hezbollah condenaram o atentado terrorista à revista Charlie Hebdo em Paris ocorrido na semana passada. Segundo eles, essas atitudes são mais nocivas ao Islã do que as charges que fazem piada com Maomé. Tais declarações foram feitas após o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ter associado os dois grupos a movimentos jihadistas e terroristas, tais como o “Estado Islâmico”.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Foto: Regis Duvignau / Reuters.

Palestina obtém adesão ao TPI


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, depositário dos documentos de adesão ao Tribunal Penal Internacional (TPI), anunciou que o Estado da Palestina obteve seu status de membro do organismo. A entrega da documentação foi realizada no dia 01 de janeiro deste ano; medida entrará em vigor no dia 01/04, conforme determina o Estatuto de Roma. Governo palestino deseja que Israel seja responsabilizado pelo TPI.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

Conselho de Segurança da ONU rejeita resolução de reconhecimento da Palestina


O Conselho de Segurança das Nações Unidas não aprovou a proposta de resolução apresentada por países árabes e encabeçada pela Jordânia para que houvesse o reconhecimento do Estado Palestino e a imposição de um prazo para o fim da ocupação israelense de seus territórios. Não houve suficientes votos a favor (apenas oito dos nove necessários para a aprovação), e os Estados Unidos vetaram. Cinco países se abstiveram.

Foto: UN Photo / Evan Schneider.

Foto: UN Photo / Evan Schneider.

Palestina apresenta proposta para desocupação da Cisjordânia


A pedido da Palestina, a Jordânia submeteu formalmente ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ontem (17/12) à noite, uma proposta de resolução que prevê o fim da ocupação de Israel no território da Cisjordânia até o fim de 2017. Numa estratégia para evitar o confronto direto com os EUA, principal aliado de Israel, líderes palestinos enfatizaram o desejo de avançar nas negociações sobre o conteúdo do texto.

Foto: n.i.

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Parlamento europeu apoia Estado Palestino “por princípio”


A quarta-feira (17/12) foi um dia agitado para as relações entre Israel e a Europa. Em uma votação esmagadora de 498 votos a favor e 88 contra, o Parlamento Europeu aprovou hoje uma moção de compromisso em apoio ao Estado Palestino. Essa vitória palestina coroou uma série de votações simbólicas que ocorreram nos parlamentos nacionais europeus neste ano, principalmente na Suécia e no Reino Unido.

Mas não foi isso. No mesmo dia, os 196 países signatários da Quarta Convenção de Geneva foram chamados a uma conferência na Suíça para debater os direitos humanos dos palestinos que vivem em territórios ocupados por Israel. Como resposta, o país boicotou a conferência, juntamente com Estados Unidos, Canadá e Austrália. A principal crítica a Israel na convenção envolveu a construção de colônias, que seria uma violação da Quarta Convenção de Genebra no que se refere às responsabilidades da potência ocupante. A complexa aplicação do Direito Internacional Humanitário já foi assunto de um Isape Debate, em sua sexta edição.

Mas o fato mais polêmico do dia foi provavelmente a remoção do Hamas da lista de organizações terroristas pela Corte Geral da União Europeia. O grupo entrou com pedido de revisão da sua inclusão na lista, o que foi aceito pela Corte mas cuja implementação ocorrerá somente dentro de três meses. Nesse período, qualquer um dos 28 estados membros da União Europeia poderão entrar com recurso contra a decisão. Os ativos vinculados ao Hamas em território europeu permanecem congelados até a implementação da decisão. O primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu condenou a decisão judicial europeia. O Hamas considerou a decisão uma “vitória para os direitos humanos do povo palestino”.

Com novas eleições, Netanyahu tenta formar governo ainda mais à direita em Israel


Pleito antecipado convocado pelo primeiro ministro antecipado Benjamin Netanyahu já foi marcado para março de 2015. Pesquisas dão força à estratégia de premiê, sugerindo crescimento da extrema direita.

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

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Jordânia pressiona Conselho de Segurança por resolução sobre Palestina


A Jordânia anunciou que vai realizar um encontro para discutir um acordo final entre israelenses e palestinos a ser apresentado no Conselho de Segurança da ONU nas próximas semanas. A proposta de que Israel se retire dos territórios ocupados será dificilmente aceita pelo país.

A embaixadora da Jordânia na ONU, Dina Kawar Foto: n.i

A embaixadora da Jordânia na ONU, Dina Kawar
Foto: n.i

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Tarso Genro cancela acordo com empresa israelense após pressão da comunidade palestina


O governador gaúcho Tarso Genro cancelou acordo com a empresa israelense Elbit após pressões da comunidade palestina. Genro entregou nesta terça-feira (02) carta ao embaixador da Palestina Ibraim Alzeben, declarando que o acordo de intenções como “sem objeto”.

Foto: Caroline Bicocchi / Palácio Piratini

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Netanyahu demite ministros e convoca eleições antecipadas em Israel


Após divergências com centristas em sua coalizão, o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu demitiu os ministros das Finanças e da Justiça. Eles haviam atacado políticas do governo. Netanyahu também convocou eleições parlamentares antecipadas.

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Gali Tibbon / Agence France-Presse / Getty Images

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Liga Árabe deve pressionar Conselho de Segurança pelo Estado Palestino


A Liga Árabe deve entrar com um projeto de resolução no Conselho de Segurança da ONU para um cronograma da criação do Estado Palestino. A expectativa é de que os Estados Unidos vetem o projeto.

Foto: EPA

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Governo de Israel aprova lei que define o país como Estado do povo judeu


Uma lei controversa que define Israel como Estado do povo judeu foi aprovada pelo governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. Opositores afirmam que nova lei pode reservar “direitos nacionais” a judeus e não a minorias que formam 20% da população do país. Netanyahu argumentou que a legislação é necessária pois a noção de Israel como pátria dos judeus estaria sendo desafiada.

O primeiro ministro israelense, Binyamin Netanyahu, argumentou que a legislação é necessária pois a noção de Israel como pátria dos judeus estaria sendo desafiada Foto: Barcroft Media

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Israel autoriza demolições de casas de palestinos após ataque em Jerusalém


Em represália pela morte de cinco israelenses, autoridades destruíram a casa do autor de um atentado em outubro. A medida é criticada por ONGs de direitos humanos. Presidente Abbas condenou os ataques contra israelenses.

Foto: Reuters / A. Awad

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