Partido Comunista Chinês (PCCh)

O sistema de inteligência da China (1927–2015)


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Júlia Rosa, sobre o sistema de inteligência da China de 1927 a 2015. O trabalho trata do papel do Sistema Nacional de Inteligência chinês nas disputas de poder e na consolidação de novas lideranças dentro do Partido Comunista Chinês. Com base na conexão entre as mudanças institucionais do aparato de inteligência da China e a história do país e de suas lideranças, nota-se que as disputas de poder internas são mais claras antes da década de 1980 e visíveis nas alterações do aparato de inteligência, enquanto tornam-se mais difusas após o fim da Guerra Fria — ainda que o governo de Xi Jinping (eleito em 2012) possa indicar uma retomada do uso do Sistema Nacional de Inteligência para centralizar o poder.

Ministério de Segurança do Estado da China. Foto: Huffington Post.

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China debate novo plano quinquenal


De 26 a 29 de outubro de 2015, os 205 membros do Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCCh) se reúnem para a quinta assembleia plenária do 18º Congresso Nacional do PCCh. Nesse encontro será definido o próximo plano quinquenal, que estabelece os parâmetros da política chinesa de 2016 a 2020. Reunião é importante pela conjuntura de diminuição de crescimento chinês e mudanças estruturais na economia.

Foto: picture alliance / dpa / C. Sung-Jun.

A estabilidade do regime chinês


Ao contrário do que analistas estadunidenses preveem constantemente, o regime do Partido Comunista Chinês está longe de entrar em colapso. Entre os argumentos comumente levantados pelos “profetas do colapso”, a única novidade neste debate é a desaceleração da economia chinesa, que requer uma análise cuidadosa. A questão é que tal desaceleração é relativa, pois o país apenas tem reduzido sua média de crescimento, que continua em patamares muito altos para os padrões da OCDE. Essa redução das taxas está longe de ser uma crise que traria dúvidas quanto a estabilidade política do país.

Foto: flickr / toehk

Foto: flickr / toehk

Sessão anual do principal conselho político da China inicia com 14 expulsos por corrupção


A Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, principal órgão consultivo do país, iniciou sua sessão anual em Pequim nesta terça-feira (03/03). Catorze membros da conferência foram expulsos por denúncias de corrupção, afirmou Yu Zhengsheng, um dos principais conselheiros políticos, num discurso sobre as atividades da Conferência. O alto escalão do governo chinês, incluindo o presidente Xi Jinping, fez-se presente na sessão.

Foto: Xinhua

Foto: Xinhua

Os quatro objetivos abrangentes de Xi Jinping para a China do futuro


O presidente chinês Xi Jinping revelou em dezembro passado quatro objetivos abrangentes para a China do futuro que devem ser atingidos pelo Partido Comunista Chinês. São eles: construir uma sociedade moderadamente próspera, aprofundar reformas, garantir o Estado de direito e reforçar a disciplina partidária. A prosperidade da sociedade chinesa é o objetivo principal identificado no 18° Congresso do Partido Comunista que elegeu Xi Jinping em 2012, pois faz parte da construção da ideia de “sonho chinês” proposta pelo líder chinês desde sua posse.

Foto: China Daily

Foto: China Daily

A perda de importância do Politburo chinês


Até pouco tempo, acreditava-se que o Secretário-Geral do Partido Comunista Chinês detivesse poderes quase absolutos caso os mais altos sete ou dez membros do partidos estivessem de acordo com suas ações. O governo de Xi Jinping está provando que há uma tendência de perda de importância do Politburo chinês, pois mais que o consenso entre o alto escalão do partido, o líder do país deve obter consentimento para suas políticas dentro da burocracia partidária. Esse é o sintoma de uma tendência de longo prazo da política chinesa analisada em artigo de Timothy Heath.

Foto: Reuters / Carlos Barria

Foto: Reuters / Carlos Barria

China: a batalha de Xi contra a corrupção tem mais uma vitória


Investigadores anti-corrupção acharam 33 milhões de dólares em dinheiro na casa de um oficial, na maior apreensão de valores irregulares da história do país. O presidente XI Jinping afirma que ninguém está seguro na sua batalha contra a corrupção, que ele diz ameaçar a própria existência do partido

O presidente XI Jinping afirma que ninguém está seguro na sua batalha contra a corrupção, que ele diz ameaçar a própria existência do partido Foto: Reuters

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Taiwan e China: as relações entre o Kuomintang e o Partido Comunista Chinês


Análise mostra como o Kuomintang e o Partido Comunista Chinês passaram a cooperar ativamente nos últimos anos para moldar e delimitar as relações entre Taiwan e China, beneficiando ambos os partidos, notadamente o recente acordo comercial entre os dois países.

Foto: AFP / Mark Ralston.

Foto: AFP / Mark Ralston.

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Na China, grupo para liderar reformas se encontra pela primeira vez


Grupo para reformas gerais da China encontrou-se nesta quarta-feira (22/01) pela primeira vez, aprovando regras de trabalho e criando seis subgrupos: Economia e Meio Ambiente, Democracia e Direito, Sistema Cultural, Sistema Social, Sistema de Construção do Partido e Sistema de Inspeção Disciplinar.

Fonte: Xinhua News.

Fonte: Xinhua News.

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O que a China aprendeu com a Primavera Árabe


O Partido Comunista Chinês (PCCh) já costuma monitorar de perto diversas instâncias de instabilidade política ao redor do mundo. Com a Primavera Árabe, a situação não foi diferente, e o PCCh extraiu lições a respeito de controle da mídia, união da elite, divisão do povo e adiantamento de reformas.

Fonte: Wikimedia Commons.

Fonte: Wikimedia Commons.

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China elimina campos de trabalho forçado e relaxa política do filho único


Ainda como resultado da última reunião do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, decidiu-se eliminar os campos de trabalho forçado, reduzir os tipos de crimes puníveis com pena de morte e relaxar a política do filho único.

Campo de trabalho forçado em 2006. Fonte: Agência EFE.

Campo de trabalho forçado chinês em 2006. Fonte: Agência EFE.

China elimina los campos de trabajo y relaja la política de hijo único

El País – 15/11/2013

China abolirá los campos de trabajo, reducirá los delitos punibles con la pena capital y relajará su política de hijo único, de acuerdo con la decisión alcanzada durante la reunión del Comité Central del Partido Comunista, según informa la agencia estatal Xinhua.

Así, el Gobierno abolirá el sistema de “reeducación a través del trabajo” en el marco de los esfuerzos para mejorar las prácticas en materia de Derechos Humanos y judiciales en el país. El sistema fue introducido en la década de los cincuenta del siglo pasado, a semejanza del sistema soviético, tras la llegada de Mao al poder en 1949. En 1957 el Congreso chino lo legalizó.

No se conoce una cifra exacta de personas internadas en estos campos, pero una estimación del Ministerio de Justicia de 2008 cifraba en 160.000 las personas recluidas en 350 centros. Un año después, la ONU hizo su propia estimación: 190.000 internos.

Además, el máximo órgano del partido gobernante ha decidido que a partir de ahora las parejas puedan tener dos hijos si uno de los dos progenitores es hijo único, acabando de este modo con la política de hijo único instaurada en los años setenta para limitar el rápido crecimiento de la población del país.

Las parejas tendrán permiso paratener dos hijos cuando uno de los progenitores sea hijo único. Hasta ahora solo se concedía este permiso cuando ninguno de los miembros de la pareja tenía hermanos, en caso de minorías étnicas y cuando los padres vivían en el campo y su primer hijo fuese una niña.

Los críticos con la política de hijo único aseguran que esta ha producido un desequilibrio entre ambos sexos en la población. En 2012 nacieron aproximadamente 118 niños por cada 100 niñas.

De acuerdo con datos del Ministerio de Sanidad citados a principios de año por el británico Financial Times, desde la introducción de la medida y en cumplimiento de la misma se han realizado 336 millones de abortos y 196 millones de esterilizaciones. En la actualidad, la población china supera los 1.300 millones.

Por último, el Comité Central ha acordado la reducción, “paso a paso”, del número de delitos que se castigan con la pena de muerte. El número de presos ejecutados se desconoce, ya que los datos al respecto son considerados secreto de Estado por el Gobierno, según Amnistía Internacional, que señala que el gigante asiático es el país que más penas de muerte lleva a cabo —en 2012 hubo, según la organización, 682 ejecuciones en 21 países y Pekín efectuó más que el resto de ellos juntos—.

Fonte: http://internacional.elpais.com/internacional/2013/11/15/actualidad/1384516289_066290.html

Jornal do Partido Comunista Chinês critica EUA por causa de sanções ao comércio com Irã


Foto por: Reuters/Tim Chong

China paper slams U.S. move on Iran oil sanctions

Reuters / Ben Blanchard – 22/03/2012

China’s top newspaper on Thursday slammed U.S. moves to restrict Iran’s oil trade which could see Chinese banks sanctioned, saying such unilateral action was not only wrong but could exacerbate the stand-off over Iran’s nuclear program.

The United States has exempted Japan and 10 EU nations from financial sanctions because they have significantly cut purchases of Iranian oil, but Iran’s top customers China and India remain at risk.

The decision means banks in the 11 countries have been given a six-month reprieve from the threat of being cut off from the U.S. financial system under the new sanctions designed to pressure Iran over a nuclear program the West suspects is aimed at producing weapons. Iran says it merely intends to boost electricity output.

The People’s Daily, the official newspaper of China’s ruling Communist Party, said in a commentary that the U.S. move was misguided and selfish and China had every right to import oil from Iran.

“One stand-out feature of unilateralism is this: that one’s own rules become the world’s rules. Everyone must respect them, and if you don’t, then you will be punished,” the paper said, adding that previous unilateralism by the United States had led to the quagmires of Iraq and Afghanistan.

“Why is it that so-called order in such places has been slow and unobtainable, and that turmoil has continued?” the commentary said. (mais…)