Partido Republicano (EUA)

Donald Trump consegue votos necessários para nomeação do Partido Republicano


Donald Trump atingiu o número de delegados necessários para a nomeação pelo Partido Republicado para a eleição presidencial dos EUA, informaram a Associated Press (AP) e outros canais de notícias na última quinta-feira (26/05). Segundo diversas estimativas, Trump já conseguiu os 1.237 votos necessários para a nomeação, que deve ser oficialmente anunciada em julho. O partido não fornece uma contagem oficial de delegados ao longo da campanha das primárias, levando agências a fazer suas próprias estimativas.

Foto: T. S. Warren / AP Photo / picture-alliance

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Com saída de Kasich e Cruz, Trump aproxima-se de nomeação pelo Partido Republicano


Após os resultados das primárias no estado de Indiana nos EUA que favoreceram o pré-candidato Donald Trump, o senador Ted Cruz desistiu da corrida pela nomeação para a candidatura presidencial do Partido Republicano. Segundo fontes próximas do terceiro pré-candidato, John Kasich, este também teria decidido renunciar. Com Kasich e Cruz fora do páreo, Trump fica bem próximo de ser confirmado como candidato oficial dos republicanos para as eleições de 2016.

Donald Trump (C). Foto: Damon Winter / The New York Times.

Senado dos EUA ratifica acordo nuclear com Irã


Nesta quinta-feira (10/09), o Senado dos EUA ratificou o acordo sobre o programa nuclear iraniano ao vetar uma moção de repúdio ao tratado, proposta pelo Partido Republicano. Apesar de 58 votos contra e 42 a favor, eram necessários 60 para levar a medida ao plenário. A ratificação foi uma importante vitória para o presidente Barack Obama em direção à aprovação do acordo no Congresso.

Foto: dpa.

Obama consegue votos necessários no Senado para preservar acordo com Irã


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, obteve uma importante vitória nesta quarta-feira (02/09) ao conseguir os votos necessários no Senado para preservar o acordo nuclear com o Irã, o qual vem sendo duramente criticados por representantes da oposição e de seu próprio partido. Oponentes do acordo pretendiam votar pelo seu fim já na semana que vem, mas, com o apoio recente da senadora Barbara Mikulski, Obama já tem os 34 votos necessários para bloquear tais iniciativas.

Foto: High Times.

Nos EUA, republicanos prometem bloquear acordo com Irã


Antes mesmo da revisão oficial do congresso, líderes do partido Republicano dos Estados Unidos votaram nesta terça-feira (14/07) o impedimento do acordo nuclear fechado por Barack Obama com o Irã, numa tentativa de invalidar a autoridade diplomática recentemente concedida ao presidente. O congresso terá 60 dias para a revisão, uma vez que todos os documentos já foram enviados para o Capitólio. Em caso de desaprovação, a medida seria invalidada caso 2/3 das cadeiras do congresso estadunidense se manifeste contra a decisão presidencial.

Foto: Pablo Martinez Monsivais, AP Press.

Foto: Pablo Martinez Monsivais / AP Press.

Senado dos EUA aprova autoridade especial a Barack Obama para firmar tratados


O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (25/06) a concessão da autoridade especial fast-track ao presidente Barack Obama para se firmarem tratados comerciais sem que haja a necessidade de ratificação pelo Congresso estadunidense. O principal objetivo da medida é dinamizar as negociações para a Parceria Trans-Pacífico (TPP, sigla em inglês), a Parceria Transatlântica de Investimento e Comércio (TTIP) e o Acordo sobre Comércio e Serviços (TISA).

Fonte: L. Downing / Reuters.

Jeb Bush anuncia pré-candidatura à presidência dos EUA


O atual governador da Flórida, filho e irmão de presidentes dos Estados Unidos, Jeb Bush oficializou nesta segunda-feira (15/06) sua candidatura à presidência do país pelo Partido Republicano. Bush, apesar de conservador, é visto com um candidato mais próximo ao centro, capaz de conciliar-se com os democratas.

Foto: J. Raedle, Getty Images.

Foto: J. Raedle, Getty Images.

Obama admite que EUA não tem estratégia para combater EI


Nesta segunda-feira (08/06), em encontro da cúpula do G7 na Alemanha que incluía o primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi, o presidente estadunidense Barack Obama disse que seu país “ainda não tem uma estratégia completa” para a guerra contra o “Estado Islâmico” (EI). Declaração foi duramente criticada pelos candidatos do Partido Republicano à presidência dos EUA, os quais, em sua maioria, desejam ações militares mais incisivas contra o grupo terrorista.

Foto: Mohammed Sawaf, Getty Images, AFP.

Foto: Mohammed Sawaf, Getty Images, AFP.

Republicanos tentam bloquear abertura de embaixada dos EUA em Cuba


Nos Estados Unidos, deputados republicanos apresentaram projeto de lei que proíbe o uso de fundos para abertura de uma embaixada ou qualquer tipo de representação dos Estados Unidos em Cuba. O projeto cria um dispositivo para impedir o uso de verbas com este fim que possam estar discriminados na lei orçamentária do Departamento de Estado para 2016. A proposta é considerada pelos democratas e pela Casa Branca uma manobra para tentar impedir que a retomada das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba seja consolidada. Os dois países têm mantido reuniões e dialogado para a reabertura das embaixadas, após quase 50 anos de rompimento.

Foto: Wikimedia Commons.

Congressistas dos EUA chegam a acordo sobre autoridade especial para Obama firmar tratados


Nos Estados Unidos, líderes congressistas chegaram a um acordo a respeito da concessão de autoridade especial fast-track para o presidente Barack Obama firmar tratados. Essa autoridade permite que os tratados assinados pela Casa Branca sejam válidos em território estadunidense sem ter de ser aprovados previamente pelo Congresso. Objetivo da medida é acelerar a conclusão das negociações sobre a Parceria Trans-Pacífico (TPP, sigla em inglês). Ineditamente, o acordo no Congresso aliou o presidente à bancada do Partido Republicano contra setores dos Democratas, o que pode repercutir nas primárias das próximas eleições presidenciais no país.

Fonte: Andrew Harrer / Bloomberg.

Fonte: Andrew Harrer / Bloomberg.

Desafiando o Congresso, Obama toma medidas executivas para reformar sistema de imigração dos EUA


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou a tomada de ações executivas para reformar o sistema de imigração do seu país nesta quinta-feira (20/11). A medida, semelhante a medidas provisórias no Brasil, é um claro sinal de confrontação entre a Casa Branca e o Congresso estadunidense, o qual se encontra paralizado devido ao controle exercido pela oposição republicana. Líderes desta já anunciaram que vão retaliar a ação unilateral do presidente. A reforma de imigração, que suspende deportações, deve afetar até cinco milhões de imigrantes ilegais no país.

Foto: The New York Times / Jim Bourg.

Foto: The New York Times / Jim Bourg.

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TPP: parceria ou golpe?


Gordon Lafer chama atenção para as implicações antidemocráticas da Parceria Trans-Pacífico (TPP, sigla em inglês). Negociações são conduzidas a portas fechadas e lobby de empresas multinacionais tenta alterar regulamentações que já são rígidas nas leis nacionais de cada um dos países. Além disso, após o TPP entrar em vigor, por exemplo, empresas poderiam processar Estados-membros em tribunal internacional de instância única quando estes adotassem medidas trabalhistas ou ambientais mais rigorosas.

Fonte: Reuters.

Fonte: Reuters.

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Discurso de Obama revela guinada à esquerda em ano eleitoral


Presidente dos EUA, Barack Obama, usou seu quinto pronunciamento sobre o Estado da Nação para tentar se aproximar do eleitorado ao dar destaque à desigualdade social. Disse também que legislaria sem o apoio do Congresso, se necessário. Entre as principais promessas, está o aumento do salário mínimo para trabalhadores de firmas contratadas pelo Estado.

Fonte:  L. Downing / Reuters.

Fonte: L. Downing / Reuters.

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Os desafios da TPP


Além de resistências apresentadas por países que negociam a área de livre comércio da Parceria Trans-Pacífico (TPP), o governo Obama enfrenta forte oposição interna em sua própria base no Congresso. Governo dos EUA talvez tenha de contar com a oposição, o Partido Republicano, para aprovar o acordo.

Representantes de Cingapura e EUA em negociações do TPP. Fonte: How Hwee Young / European Pressphoto Agency.

Representantes de Cingapura e EUA em negociações do TPP. Fonte: How Hwee Young / European Pressphoto Agency.

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Romney encontra mares turbulentos na China


Romney’s China hand encounters rough seas

Ásia times / By Benjamin A Shobert – 17/08/2012

The struggles of Republican presidential nominee Mitt Romney to define a coherent China policy continued last week. The nomination of Robert Zoellick, former World Bank Group president, to head Romney’s national-security transition team has drawn the ire of prominent neo-conservatives who take issue with a variety of Zoellick’s foreign-policy positions, not least of which is his “pro-China” orientation.

The problems Romney has encountered speak to the distrust many hardline conservatives have toward his candidacy: Should they take his many changes of heart as sincere, or as political necessities? If the latter, can they trust him to govern in ways consistent with their values, or should they expect him to reverse course? These misgivings explain why many from the neo-conservative wing of the party are quick to react when Romney appears ready to tack to the moderate middle, as his nomination of Zoellick suggested.  (mais…)

Mitt Romney diz que Rússia é inimigo maior dos Estados Unidos


Foto por: Reuters / Sean Gardner

‘Russia is Public Enemy No. 1’ – Mitt Romney

Russia Today – 27/03/2012

US presidential candidate Mitt Romney has branded Russia as America’s number one geopolitical enemy. He slammed President Obama’s comments to Russian counterpart Dmitry Medvedev over flexibility concerning US missile defense as alarming and worrying.

“This is without question our number one geopolitical foe; they fight for every cause for the world’s worst actors. The idea that he has more flexibility in mind for Russia is very, very troubling indeed,” he said

The presidential hopeful cited this case, along with the new START treaty and the decision to reduce missile defense sites in Poland and Alaska, as “unfortunate developments.”

While saying that the greatest current threat to the world is a “nuclear Iran,” he lambasted Russia for consistently “standing up for the world’s worst actors,” referencing the Russian veto of the Security Council resolutions on Syria. (mais…)

ANÁLISE – Mais uma vez, Romney tem vitória insuficiente nos EUA


ANÁLISE-Mais uma vez, Romney tem vitória insuficiente nos EUA

Reuters Brasil / John Whitesides – 07/03/2012

O pré-candidato Mitt Romney sobreviveu a mais uma experiência de “quase morte” na sua campanha, mas uma vitória apertada em Ohio e cinco outros Estados da “Superterça” não bastaram para afastar as dúvidas que cercam o favorito para receber a indicação republicana à presidência dos Estados Unidos.

Ohio era o mais importante Estado em disputa na terça-feira, e a vitória de Romney sobre Rick Santorum o deixou um passo mais próximo da indicação republicana, impedindo uma dramática reviravolta no processo.

Mas a escassa margem da sua vitória em Ohio e as derrotas no Sul mostraram que Romney está indo mal nos seus esforços para seduzir os conservadores, cristãos evangélicos e eleitores operários numa corrida que deve se estender até o final de abril ou depois.

E, do ponto de vista de Romney, as próximas semanas não devem trazer boas notícias. A próxima etapa da disputa, no sábado, é o caucus (assembleia eleitoral) do Kansas, um Estado conservador, onde Santorum, um católico praticante, conservador em causas sociais, deve ir bem. (mais…)

Em discurso, Obama defende resolução pacífica de controvérsias


Foto por: Mandel Ngan/AFP/Getty Images

Super Tuesday’s ‘super calm’: Obama quelling ‘drums of war’

Russia Today – 06/03/2012

US President Barack Obama has dismissed calls from a senior Republican senator to start bombing Syria, saying that President Assad will leave anyway. He also called for a sober approach to dealing with Tehran’s nuclear program.

­Talking at a “Super Tuesday” press conference in the White House, Obama has basically acknowledged that not every issue can be resolved by deploying the military – as one only has to look at the consequences of such actions. (mais…)

Pesquisa indica vitória de Ron Paul sobre Obama


Foto por: Chip Somodevilla / Getty Images / AFP

Ron Paul beats Obama in polls

Russia Today – 30/02/2012

Texas Congressman Ron Paul would win a presidential race against incumbent Barack Obama, according to a tracking poll released Monday by Rasmussen Reports.

According to polling figures published Monday by Rasmussen, a hypothetical two-person contest between President Obama and Republican Party hopeful Ron Paul would yield a victory for the Texas congressman. The statistics released by the group this week put Paul as the favorite over the current commander in chief by two percentage points, a 43-to-41 percent win, reports the agency.

Although Representative Paul has placed close to passing Obama in past polls, this marks the first time in a Rasmussen report that the congressman has statistically proven himself as the winner when pitted right against the president. Recent polling from Rasmussen also suggests that the only other candidate that could be considered the victor in a make-believe match-up with Obama right now would be former Massachusetts Governor Mitt Romney, who also won in a recent poll by a two percentage point margin. Rasmussen has put Obama as the victor in a race against only Romney according to all other reports released since 2012 began.

In a statement released responding to the poll, Ron Paul campaign chairman Jesse Benton said the results continue to prove that Americans are fed up with an administration that fails to offer any real solutions to a country in distress. “This is further evidence of the fact that Ron Paul is the only candidate who can defeat Barack Obama,” explained Benton. “In order to win back the White House, Republicans must nominate a consistent candidate that offers something besides the status quo. Ron Paul is that candidate.” (mais…)

Romney vai bem em debate e retoma o prumo na disputa republicana


Romney vai bem em debate e retoma o prumo na disputa republicana

Correio do Brasil – 23/02/2012

Mitt Romney parece estar retomando o favoritismo na disputa para ser o candidato republicano a presidente dos EUA, depois de uma boa atuação no debate de quarta-feira no Arizona e de avançar numa pesquisa em Michigan contra o concorrente conservador Rick Santorum.

Agressivo, Romney colocou Santorum repetidamente na defensiva durante o debate da CNN, na noite de quarta-feira, e atacou o ex-senador por ter votado no Congresso a favor de vultosos gastos públicos.

Ele também conseguiu assumir a liderança por uma estreita margem em uma nova pesquisa em Michigan, que realiza sua eleição primária no dia 28, junto com o Arizona. Há uma semana, Romney chegou a estar mais de 10 pontos percentuais atrás de Santorum em Michigan.

O ritmo da disputa republicana se acelera fortemente no mês que vem, quando 22 Estados realizam suas votações – dez deles no dia 6, a chamada “Super-Terça”.

– Esse debate vai realmente dar algum impulso a Romney até a primária de Michigan, disse o estrategista republicano Ron Bonjean. “Santorum claramente estava tendo dificuldade por ter de pedir desculpas e explicar tantos dos seus votos (no Senado).” (mais…)

Romney critica posição de Obama para a China, afirma que se eleito aumentará presença militar na Ásia


Foto por: Reuters/Joshua Lott

Romney: Obama going in “wrong direction” on China

Reuters / Susan Heavey – 16/02/2012

Mitt Romney lashed out at what he called President Barack Obama’s weak policy on China, criticizing it on Thursday for going in “precisely the wrong direction” and calling meetings this week with China’s vice president “empty pomp and ceremony.”

In an editorial in the Wall Street Journal, the Republican presidential candidate chided Obama for taking too long to address the Asian powerhouse and said he would change course if elected by preserving a military presence in the region and confronting human rights issues.

“President Obama came into office as a near supplicant to Beijing, almost begging it to continue buying American debt so as to finance his profligate spending here at home … Such weakness has only encouraged Chinese assertiveness and made our allies question our staying power in East Asia,” the former Massachusetts governor wrote.

“Now, three years into his term, the president has belatedly responded with a much-ballyhooed ‘pivot’ to Asia, a phrase that may prove to be as gimmicky and vacuous as his ‘reset’ with Russia,” he said, adding that “the supposed pivot has been oversold” and was “also vastly under-resourced.” (mais…)

Uma visão do “declínio” dos EUA – Noam Chomsky


American Decline in Perspective

TomDispatch / Noam Chomsky – 14/02/2012

Part 1: “Losing” the World

Significant anniversaries are solemnly commemorated — Japan’s attack on the U.S. naval base at Pearl Harbor, for example.  Others are ignored, and we can often learn valuable lessons from them about what is likely to lie ahead.  Right now, in fact.

At the moment, we are failing to commemorate the 50th anniversary of President John F. Kennedy’s decision to launch the most destructive and murderous act of aggression of the post-World War II period: the invasion of South Vietnam, later all of Indochina, leaving millions dead and four countries devastated, with casualties still mounting from the long-term effects of drenching South Vietnam with some of the most lethal carcinogens known, undertaken to destroy ground cover and food crops.

The prime target was South Vietnam.  The aggression later spread to the North, then to the remote peasant society of northern Laos, and finally to rural Cambodia, which was bombed at the stunning level of all allied air operations in the Pacific region during World War II, including the two atom bombs dropped on Hiroshima and Nagasaki.  In this, Henry Kissinger’s orders were being carried out — “anything that flies on anything that moves” — a call for genocide that is rare in the historical record.  Little of this is remembered.  Most was scarcely known beyond narrow circles of activists.

When the invasion was launched 50 years ago, concern was so slight that there were few efforts at justification, hardly more than the president’s impassioned plea that “we are opposed around the world by a monolithic and ruthless conspiracy that relies primarily on covert means for expanding its sphere of influence” and if the conspiracy achieves its ends in Laos and Vietnam, “the gates will be opened wide.”

Elsewhere, he warned further that “the complacent, the self-indulgent, the soft societies are about to be swept away with the debris of history [and] only the strong… can possibly survive,” in this case reflecting on the failure of U.S. aggression and terror to crush Cuban independence. (mais…)

Romney alinha discurso à extrema direita para vencer na Flórida


Romney alinha discurso à extrema direita para vencer na Flórida.

Correio do Brasil – 01/02/2012

Ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney deixou de lado o discurso simpático da centro-direita para vestir a armadura do Tea Party e, com isso, vencer com folga a primária republicana da Flórida  e recuperar o favoritismo de seu partido para a disputa à Casa Branca, em novembro. Na manhã desta quarta-feira, com a totalidade dos votos apurados, o ex-governador conquistou 47% da preferências. Gingrich chegou a 32%; o ex-senador Rick Santorum, 13%, e o deputado Ron Paul, 6%.

Com duas vitórias em quatro prévias, Romney comemorou no Centro de Convenções de Tampa, mesma cidade que sediará a convenção partidária que oficializará o candidato em agosto.

– Uma (temporada) primária competitiva não nos divide, mas nos prepara. Quando nos reunirmos de novo aqui em Tampa, nosso partido estará unido – disse, com um discurso de candidato e não de aspirante, e rebateu acusações de transformar a campanha em um ringue.

Consideran-se já o escolhido dos conservadores, Romney atacou, pela primeira vez, o presidente Barack Obama e não nos rivais de partido. Antes de ele terminar, sua campanha já disparava e-mails pedindo doações. Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara que há uma semana empatava com Romney embalado pela vitória na Carolina do Sul, perdeu o fôlego em um Estado menos homogêneo e partiu, ainda durante a noite, para Nevada, onde ocorre um novo embate, neste sábado.

– Ainda há 46 Estados para votar. Vamos disputar todos para vencer – afirmou, sem parabenizar Romney. (mais…)

Romney joga duro contra Gingrich e divide ainda mais os republicanos


Romney joga duro contra Gingrich e divide ainda mais os republicanos

Correio do Brasil – 24/01/2012

Mais dividido do que nunca, o Partido Republicano assistiu, na noite passada, uma rara cena de confronto direto entre os candidatos em disputa para a representação dos conservadores norte-americanos contra o democrata Barack Obama. O aspirante republicano Mitt Romney atacou, durante debate, o histórico empresarial e a capacidade de liderança de seu rival Newt Gingrich, que se mostrou firme e revitalizado pela vitória obtida na Carolina do Sul no último sábado.

O duelo entre os dois pré-candidatos, virtualmente empatados quanto às intenções de voto na Flórida segundo as últimas pesquisas, protagonizou o debate que os quatro aspirantes republicanos em disputa mantiveram na Universidade do Sul desse Estado, na cidade de Tampa. Romney, que até uma semana atrás era o claro favorito na corrida republicana, não duvidou em classificar Gingrich de “vendedor ambulante de influências”, em referência ao seu trabalho de consultoria para o gigante hipotecário Freddie Mac. Além disso, lembrou a investigação que em 1998 levou seu rival a renunciar ao posto de presidente da Câmara de Representantes, depois que o comitê de ética dessa Casa ter avaliado seu suposto uso indevido de fundos.

– Acho que as eleições se tratam de liderança. O ex-porta-voz teve a oportunidade de liderar nosso partido em 1994 e, após quatro anos, teve que resignar-se à desonra – atacou Romney.

Gingrich alegou que não passaria “a noite rebatendo a desinformação de Romney”, que reconheceu ter adotado ultimamente um tom mais agressivo contra seus rivais, após um início de campanha focado no presidente Barack Obama. Pouco depois de a empresa de consultoria que possui, a Gingrich Group, ter divulgado que em 2006 recebeu US$ 25 mil mensais do Freddie Mac por serviços de assessoria, o pré-candidato rejeitou as acusações sobre suposto lobby em prol da companhia em Washington. (mais…)

Segundo fontes anônimas, Rick Perry vai largar disputa pela candidatura à presidência para apoiar Newt Gingrich


Rick Perry drops presidential bid to support Newt Gingrich – report

Russia Today – 19/01/2012

Texas Governor Rick Perry has reportedly abandoned his presidential bid, according to Republican officials who spoke on condition of anonymity, Associated Press reports.

­Perry is expected to announce his decision officially at a news conference in South Carolina on Thursday at 11:00 AM local time.

Rick Perry is set to become the third Republican candidate to suspend their presidential campaign in the primary season after Congresswoman Michelle Bachmann and Former Utah Governor Jon Huntsman. Businessman Herman Cain dropped out in December last year  He is expected endorse former House speaker Newt Gingrich.

Rick Perry entered the campaign in August and was almost immediately touted as the frontrunner, surpassing veteran campaigner Mitt Romney. Perry, who has served an unprecedented 11 years in office as Governor of Texas, was seen as a candidate appealing to religious conservatives, doubtful of Romney’s uncertain stance on some key issues. Many in the Republican camp consider Perry’s position to be much more consistent, citing Romney’s flip-flopping on a number of social issues, such as abortion and gay rights.

However by Fall, Perry’s campaign began to experience difficulties. Pizza mogul Herman Cain came to lead the polls until his campaign became embroiled in a series of sex scandals dating back to the 1990s. But Perry was unable to capitalize on this loss due to a number of blunders during public speeches and debates. During one debate between Republican contenders, he managed to forget the name of one of three federal departments he wanted to get rid of. The only word he could utter was “oops” leading many political pundits to dub the episode the “Oops moment”. (mais…)

Na Flórida, Romney promete apoio a Israel


Na Flórida, Romney promete apoio a Israel

Reuters Brasil / Jane Sutton – 12/01/2012

WEST PALM BEACH, Estados Unidos, 12 Jan (Reuters) – O pré-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos Mitt Romney criticou na quinta-feira a posição do presidente Barack Obama com relação a Israel, e disse a uma plateia da Flórida que irá “permanecer com nossos amigos”.

“Esse presidente tem achado bastante sensato ser crítico aos nossos amigos”, disse Romney em Palm Beach, com vários judeus na plateia. “Fomos às Nações Unidas e criticamos Israel por construir assentamentos. Ele não tinha nada a dizer sobre os 20 mil foguetes do Hamas em Israel”, disse Romney. “Vamos permanecer com nossos amigos.”

Obama insiste que nunca um governo dos EUA se empenhou tanto para proteger Israel, e diz que seu compromisso é “inabalável”.

Em 2008, o democrata Obama conquistou quase 80 por cento dos votos do eleitorado judeu, e a perda desse apoio em Estados como Flórida e Pensilvânia pode ser fatal para a candidatura dele à reeleição.

A declaração de Romney em sua campanha para a eleição primária da Flórida, no dia 31, caiu bem junto ao rabino Sholom Ciment, de Boca Raton. (mais…)

O perfil dos candidatos republicanos à presidência estadunidense


EE.UU.: lo que debe saber de los aspirantes republicanos

BBC Mundo – 03/01/2012

Un candidato tiene un consultorio de asesoría cristiana. Otro se volvió famoso por su oposición al entonces presidente Bill Clinton. Dos aspirantes son mormones, uno fue ginecólogo y otro trabajó en la organización de unos Juegos Olímpicos.

BBC Mundo le presenta cinco datos de cada uno de los principales candidatos republicanos, que el 3 de enero -día del caucus de Iowa- comenzarán la lucha para definir quién será el principal contradictor de Obama en las elecciones de noviembre.

Michele Bachmann:

-Nació en Iowa, sede de la primera jornada electoral de las primarias de 2012, y actualmente es miembro de la Cámara de Representantes de Estados Unidos por Minnesota.

-Es una de las figuras clave del conocido grupo conservador Tea Party, el movimiento de derecha antielitista, fiscalmente conservador y altamente crítico de la gestión del presidente Barack Obama. (mais…)

Movimento “Ocupação de Wall Street” completa um mês, e milhares de protestantes marcham pela Times Square


Occupy Wall Street reaches one-month mark

Russia Today – 17/10/2011

Thousands of Occupy Wall Street protesters marched to Times Square this weekend, and though met with violent police opposition, it did not stop them. As the number of demonstrators grows, the movement has officially reached its one-month mark.

What began as a simple camp-out has catapulted the Occupy Wall Street movement out of the fringe and into the mainstream, though it took weeks of protests and hundreds of arrests for it to gain that momentum. The movement was largely ignored until video footage of unprovoked protesters being pepper-sprayed by a New York City Police Department officer began circulating on the web, which managed to capture the attention of many major outlets that in turn soon began their coverage. Then with the arrests of 700 demonstrators on the Brooklyn Bridge, the rest of the world began to finally take note of the ongoing unrest directed against the corporate greed of Wall Street and the corruption between the financial industry and the American government.

Over the weekend, organizers with Occupy Wall Street announced that they have managed to raise around $300,000 in contributions to keep their cause going. Days earlier a Times magazine poll revealed that the movement has surpassed the president himself in popularity, and celebrities and politicians alike have offered their support to the movement. Now with international support, their own print publication and the mainstream media finally focusing on their agenda, the Occupy Wall Street movement is obviously only expanding. (mais…)