Petróleo

Desenvolvimento e construção regional no Golfo da Guiné: os casos de Angola e Nigéria no pós-Guerra Fria


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Marília Bernardes Closs, sobre os modelos de desenvolvimento e da construção de um espaço regional por parte de Angola e Nigéria no Golfo da Guiné. O trabalho procura averiguar se os dois países podem ser considerados potências regionais africanas no Golfo, no período que vai de 2000 a 2015. Mostra-se que, embora Angola e Nigéria sejam potências regionais africanas, elas ainda não o são com relação ao Golfo da Guiné. Luanda e Abuja não conseguiram construir um espaço regional efetivo e politicamente coordenado no Golfo, que adquiriu uma geopolítica própria, o que seria essencial para a superação de diversos gargalos estruturais herdados do processo da formação dos Estados africanos.

Golfo da Guiné. Mapa: GlobalResearch.

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Incêndio no Canadá interrompe produção de petróleo em 25%


Um grande incêndio florestal de mais de 200 mil hectares na província de Alberta no Canadá causou o corte de ao menos 25% da produção de petróleo do país, agravando a situação econômica do país, que já se encontrava difícil após a recente queda dos preços do petróleo. Calcula-se que o prejuízo à economia petrolífera seja de dezenas de milhões de dólares por dia. Embora não seja provável que o incêndio afete diretamente as minas petrolíferas de Alberta, o corpo de bombeiros estima que levará meses para extinguir as chamas. O Canadá possui a terceira maior reserva de petróleo do mundo, depois de Arábia Saudita e Venezuela.

Foto: Mark Blinch / Reuters via DW.

Nigéria deve explorar potencial petrolífero da Bacia do Chade


Emmanuel Ibe Kachikwu, presidente da empresa estatal petrolífera da Nigéria, disse que o país deve começar a perfurar poços na Bacia do lago Chade em busca de petróleo ainda em outubro deste ano. Kachikwu acredita que grandes reservas serão encontradas na região.

Mapa da Bacia do lago Chade. Mapa: Wikimedia Commons / Sting / Aymatth2.

Arábia Saudita aprova plano de reforma econômica para reduzir dependência do petróleo


A Arábia Saudita anunciou nesta segunda-feira (25/04) que aprovou o plano de reforma econômica para reduzir a dependência do petróleo. O plano, com o nome de “Visão Saudita 2030”, prevê privatizações, redução de subsídios e a venda de ações da gigante estatal Saudi Aramco.  Além disso, também é previsto a criação de um fundo de US$ 2 trilhões para estimular o investimento no país. O governo ainda pretende investir na mineração e no desenvolvimento nacional de uma indústria de Defesa.

Foto: Press Tv

Países exportadores de petróleo não conseguem acordo para congelar a produção


Neste domingo (17/04), 18 países não conseguiram atingir um consenso sobre o congelamento da produção de petróleo. Representantes dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e de países como a Rússia se reuniram com o fim de acalmar os mercados internacionais. A principal razão do desacordo sobre o congelamento seria a recusa do Irã de participar na medida, já que sua produção vem aumentando após o fim das sanções internacionais.

Foto: Ibraheem Al Omari / Reuters

Arábia Saudita anuncia plano para reduzir dependência financeira do petróleo


A Arábia Saudita anunciou, nesta sexta-feira (01/04), um plano para diminuir sua dependência econômica do petróleo. Segundo um príncipe saudita, o plano prevê vendas de ações da gigante petrolífera Saudi Aramco e a criação de um fundo de investimento público de cerca de US$ 2 trilhões -o que seria o maior fundo do mundo. Riad busca a reestruturação da economia após queda dos preços internacionais do petróleo, maior fonte de receita do país.

Príncipe Mohammed bin Salman Foto: Charles Platiau / Reuters

O fim do ciclo das areias betuminosas?


Em matéria na revista Yale Environment 360, Ed Struzik discute se estamos no início do declínio do ciclo das areias betuminosas. O desenvolvimento das tecnologias de produção de petróleo a partir de xistos e areias betuminosas pôs grande esperança em dar sobrevida ao ciclo do petróleo, bem como em diminuir a dependência do Oriente Médio para a obtenção dessa matéria-prima. Entretanto, a queda no preço do petróleo tem preocupado os produtores tanto de xisto betuminoso (primordialmente os EUA) como de areias betuminosas. A indústria de areias betuminosas do Canadá está em cheque: os novos governos dos estados de Alberta e Ottawa não se mostram animados a continuar o apoio estatal a essa fonte poluidora de energia, ao passo que os projetos de oleodutos na América do Norte estão parados.

Foto: Mark Ralston / AFP / Getty Images.

Arábia Saudita e Rússia concordam em congelar produção de petróleo


Na terça-feira (16/02), a Arábia Saudita e a Rússia, além de Qatar, Kuwait e Venezuela, chegaram a um acordo para congelar a produção de petróleo se outros grandes produtores aceitarem o mesmo. A medida busca aumentar o preço da mercadoria globalmente. O Irã não se comprometeu a congelar sua produção, enquanto o Iraque demonstrou-se favorável.

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Foto: Reuters.

Pré-Sal é competitivo mesmo com barril de petróleo a US$ 30


O presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine, garantiu, no final de janeiro, que o desenvolvimento do Pré-Sal é viável mesmo com o preço do barril de petróleo cotado a US$ 30. O Pré-Sal tem grande vantagem competitiva e deve continuar como a prioridade da empresa. Bendine ainda anunciou uma reestruturação administrativa da estatal, em resposta à operação Lava-Jato.

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Foto: Fábio Motta / Estadão.

Irã exporta petróleo para China e Japão pela primeira vez após fim de sanções


O Irã realizou nesta quarta-feira (27/01) sua primeira exportação de petróleo após o fim das sanções internacionais. Os navios dirigem-se à China e ao Japão. Segundo oficiais iranianos, o país busca aumentar as exportações para o Japão para 300 mil barris por dia, o que durante a vigência das sanções eram 110 mil por dia.

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Foto: Ministério do Petróleo do Irã / KYODO.

Devido ao Pré-Sal, Petrobras bate novos recordes de produção de petróleo


A Petrobras anunciou que a sua produção de petróleo em 2015 foi de 2,128 milhões de barris por dia (bpd), 4,6% maior que no ano anterior. A produção da empresa na camada pré-sal em 2015 também bateu recordes, atingindo uma média de 767 mil bpd, produção 56% maior que em 2014. Assim, o Pré-Sal é responsável por cerca de um terço do total produzido pela companhia.

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Foto: Petrobras

Preço do barril de petróleo cai para menos de 31 dólares


O início de 2016 tem sido marcado por novas quedas no preço do petróleo, que atingiu menos de US$ 31 o barril, o menor nível desde 2004. Somente este ano seu preço já caiu mais de 15%. Analistas afirmam que as previsões são de ainda maior desvalorização, caso o dólar se mantenha valorizado frente a outras moedas internacionais. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) já planeja uma reunião de emergência.

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Foto: Reuters.

Arábia Saudita considera vender ações de empresa estatal de petróleo


A Arábia Saudita considera a venda de ações de sua empresa estatal petrolífera, a Saudi Aramco. Abertura deve ser gradual, iniciando com cerca de 5% das ações. A Saudi Aramco é a maior empresa do setor do mundo, extraindo sozinha mais de 10 milhões de barris por dia — mais do que os Estados Unidos inteiro —. A empresa, sozinha, pode influenciar grandemente os preços internacionais dos hidrocarbonetos.

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Foto: Getty Images.

A falsa guerra ao terror da Arábia Saudita


Em artigo publicado no Project Sydicate com tradução do jornal Estadão (05/01), Brahma Chellaney critica o apoio da Árabia Saudita a diversos grupos terroristas pelo mundo e sua ideologia radical, o wahabismo. Segundo o autor, os países ocidentais, mesmo combatendo o terrorismo, fazem vista grossa para a política saudita devido à suas reservas petrolíferas.

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Foto: AP / Pablo Martinez Monsivais.

Turquia dispara contra Exército Sírio


O Exército Sírio afirmou no último sábado (28/11) que a Turquia disparou contra suas forças com artilharia. Também acusou Ancara de ter aumentado o fornecimento de armas e equipamentos para terroristas na Síria e também de fornecer armamentos ao grupo terrorista “Estado Islâmico” em troca de petróleo.

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Foto: AP Photo.

Brasil é um dos mercados mais promissores, afirma diretor da GE Oil & Gas


Em entrevista à revista Carta Capital, o diretor executivo da GE Oil & Gas, Adriano Bastos, afirma que a empresa considera o Brasil um dos mercados mais promissores. A companhia já investiu US$ 300 milhões na produção local de máquinas e equipamentos para a exploração de petróleo.

Foto: n.i.

Israel descobre petróleo nas Colinas de Golã


Israel anunciou que descobriu petróleo suficiente para toda a sua necessidade energética nas Colinas de Golã, território sírio ocupado por forças israelenses desde a Guerra dos Seis Dias em 1967. Porém, a extração do recurso ainda pode demorar muito tempo até ser efetivada e apresenta o risco de ser próximo dos conflitos entre o governo sírio e rebeldes, o que representaria altos custos de proteção das reservas. Também suspeita-se que o anúncio tem razões políticas, não correspondendo à realidade.

Imagem: BBC

Petrobras bate novo recorde de produção de petróleo e gás em agosto


Em agosto, a produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil e no exterior atingiu 2,88 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 3,1% a mais que o mês de julho, o maior volume produzido na história da companhia. Recorde se deu em razão do aumento da produção do Pré-Sal, com a inauguração de nova plataforma no campo de Lula, e a retomada de plataformas que estavam em manutenção. No Pré-Sal, também atingiram-se duas marca históricas: produção diária operada pela Petrobras (896 mil bpd registrado em 19/08) e produção mensal operada pela empresa (859 mil bpd).

Japão poderá voltar a investir em petróleo no Irã, segundo oficiais em Teerã


De acordo com uma declaração do governo iraniano na semana passada (20/07), o Japão poderá voltar a investir em projetos de desenvolvimento em petróleo no Irã, especialmente em um acordo interrompido há cinco anos devido às sanções contra Teerã relacionadas ao seu programa nuclear. O retorno do Japão ao projeto na região sudoeste do Irã conhecido como Azadegan pode significar um retorno importante das companhias de tecnologia japonesas ao Oriente Médio.

Projeto Azadegan. Foto: Amin Nazari, Tehran Times.

Projeto Azadegan. Foto: Amin Nazari / Tehran Times.

Sob críticas, EUA autoriza exploração de petróleo no Alasca


Nesta quinta-feira (23/07), os Estados Unidos autorizaram a exploração de petróleo no mar de Chukchi, no Alasca, pela empresa anglo-holandesa Shell. Na licensa, estipulou-se um período para perfurações no gelo limitado entre os meses de julho e outubro e condicionou-se a exploração a equipamentos de emergências para conter possíveis vazamentos no prazo de 24 horas. Ambientalistas têm criticado fortemente os planos da Shell no Ártico e a exploração de petróleo no Alasca em geral, alegando que a área não é apenas refúgio de raras espécies de baleias, morsas e ursos polares, mas também de povos nativos.

Foto: Reuters / J. Redmond.

Venezuela e Rússia assinam plano estratégico de investimento em petróleo e gás


As companhias estatais Petróleos da Venezuela (PDVSA) e Rosneft de Rússia chegaram a um acordo de um plano estratégico de investimento em petróleo e gás natural, anunciou hoje (22/06) a empresa venzuelana. O acordo prevê a criação de uma empresa para o desenvolvimento de infraestrutura nos setores. O documento explica que ambas vão desenvolver uma nova infraestrutura para o melhoramento de empresas da Faixa Petrolífera de Orinoco e executar um projeto de expansão para produzir 145 mil barris diários de petróleo extrapesado, sem mencionar valores específicos.

Foto: RIA Novosti, Aleksey Nikolskyi

Foto: RIA Novosti / Aleksey Nikolskyi.

Aumenta tensão entre Guiana e Venezuela por exploração petrolífera em zona disputada


Após recente descoberta de petróleo em reservas offshore de alta qualidade na Guiana em território disputado com a Venezuela, Caracas e Georgetown vêm trocando acusações a respeito da exploração do hidrocarboneto na área, realizada pela empresa estadunidense ExxonMobil. O governo venezuelano demandou que as atividades fossem interrompidas e acusou a Guiana de estar fazendo uma provocação política. No entanto, o presidente Nicolás Maduro disse que acredita que o governo guianês esteja agindo sob influência da empresa petrolífera dos EUA.

Zona disputada entre Venezuela e Guiana. Mapa: Nodal.

Petróleo é descoberto em região disputada da Guiana


Após anos de busca e trabalho na região marítima da Guiana, a empresa Exxon Mobil anunciou na última quarta-feira (20/05) uma significativa descoberta de petróleo em reservas offshore de alta qualidade. Estudos serão feitos nos próximos meses para determinar a viabilidade comercial da descoberta, assim como para avaliar possíveis outros recursos existentes na área. O território marítimo em que o petróleo foi descoberto é disputado entre Guiana e Venezuela e tem o potencial de acirrar conflitos na região.

Foto: Tim Rue/Bloomberg

Foto: Tim Rue / Bloomberg.

Crise e oportunidade na Argélia com queda dos preços do petróleo


Cerca de dois terços do orçamento do governo da Argélia dependem do mercado do petróleo, além de 97% das exportações do país serem de hidrocarbonetos. Com a queda dos preços da commodity, uma esperada crise atinge a economia do país. Mas o momento difícil para a economia argelina está sendo visto como oportunidade para investidores em setores voltados para o mercado interno como o de comunicações. A diversificação da economia argelina, que está em pauta no país há mais de trinta anos, se torna um desafio muito grande quando os preços de seu principal produto estão em alta. Agora, há espaço para investimentos em áreas inovadoras e para o empreendedorismo em setores não ligados ao petróleo.

Foto: Farouk Batiche / Agence France-Presse / Getty Images

Foto: Farouk Batiche / Agence France-Presse / Getty Images

A guerra pela Líbia na era pós-Kadhafi


Em análise, pesquisador do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais, Willian Roberto, trata da situação corrente da Líbia, que se encontra divida entre dois governos que se confrontam militarmente e uma crescente presença do Estado Islâmico em seu território. Desde a intervenção da OTAN em 2011, o país, que detém a nona maior reserva de petróleo do mundo, está militar e politicamente fragmentado, e isso gerou uma situação que pode transbordar e transformar-se em uma crise regional. Roberto demonstra finalmente as falhas de uma transição pós-Kadhafi que foi errática desde seu início e incapaz de impor o monopólio da força ou de institucionalizar-se de forma plena em todo o país.

Líbia. Mapa: BBC.

Líbia. Mapa: BBC.

Petróleo: nova balança de poder?


No jornal The New York Times, o analista Clifford Krauss argumenta que há hoje uma nova balança de poder entre os países produtores de petróleo. O centro petrolífero mundial teria se deslocado do Oriente Médio para os Estados Unidos com o aumento da extração de petróleo de fontes e por métodos não convencionais, tais como xisto e fracking. De acordo com Krauss, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) teria reconhecido o novo papel dos EUA ao não tentar aumentar o preço do barril artificialmente como já fizera várias vezes. Com isso a Arábia Saudita estaria tentando manter sua fatia do mercado e combater produtores estadunidenses, mas sem muito efeito.

Foto: Ed Darack / Science Faction.

Petrobras registra perdas de R$ 6,2 bi por causa de desvios de recursos


Em balanço divulgado na quarta-feira (22/04), a Petrobras registrou perdas de 6,2 bilhões de reais por causa de desvios de recursos evidenciados pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. O clálculo de desvios é baseado nas investigações do Ministério Público Federal. Balanço auditado aponta prejuízo de R$ 21,6 bilhões em 2014. A perda por desvalorização de ativos refere-se à queda do preço internacional do petróleo e a supostas falhas de planejamento de projetos na área de refino. A estatal terminou o ano de 2014 com 68,9 bilhões de reais em caixa, e presidente da empresa disse que a divulgação das contas é um “passo fundamental” para recuperação.

Foto: picture-alliance.

Al Qaeda ganha território e controla terminal petrolífero no Iêmen


Nesta quinta-feira (16/04), integrantes da rede terrorista Al Qaeda e grupos tribais rebeldes conquistaram mais território e assumiram o controle de diversas instalações no Iêmen, entre elas um terminal petrolífero e um aeroporto na província de Hadramout, sudeste do país. O terminal petrolífero em Al-Shirir é considerado um dos maiores da região. Além disso, extremistas agora controlam praticamente toda a cidade de Mukalla, com 20 mil habitantes. O Iêmen encontra-se em meio a uma grande instabilidade desde que uma coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, começou a realizar ataques aéreos contra rebeldes xiitas houthis.

Mukalla. Foto: Al-Haidari / Getty Images / AFP.

Grande campo de petróleo é descoberto na Inglaterra


A empresa britânica de exploração de petróleo UK Oil & Gás Investments (Ukog) anunciou a descoberta de mais de 100 bilhões de barris de petróleo na Bacia de Weald, no sul da Inglaterra, nas proximidades de Londres. A companhia acredita que de 5% a 15% do total podem ser retirados, o que, segundo a empresa, representa quantidade suficiente para contribuir com entre 10% e 30% das necessidades de petróleo do Reino Unido até 2030. Comparativamente, o Mar do Norte, de onde sai boa parte do petróleo usado pelo Reino Unido, produziu aproximadamente 45 bilhões de barris desde 1970.

Mapa: Google Maps.

Arábia Saudita impõe bloqueio naval ao Iêmen


A marinha da Arábia Saudita deu início à imposição de um bloqueio naval ao Iêmen para impedir que os rebeldes Houthis rearmem-se. Bloqueio complementou bombardeios na cidade portuária de Aden para evitar avanço dos rebeldes. Por enquanto nenhum navio foi detido, mas Riade teme que o Irã tente enviar armas para auxiliar os Houthis. Além disso, se os rebeldes assumissem o controle dos portos iemenitas, na visão saudita e do Ocidente, o Irã teria controle de dois pontos de estrangulamento estratégicos para o comércio mundial de petróleo (Estreito de Ormuz e Golfo de Aden).

Mapa: InfoEscola.