Política externa brasileira

Lançamento do livro “Estudos de caso em política externa brasileira (1930–1985)”


O ISAPE convida todos e todas para o evento de lançamento de seu novo livro, Estudos de caso em política externa brasileira (1930–1985), que ocorrerá nesta quinta-feira, 8 de setembro, às 17h no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS (Av. João Pessoa, 52 – Porto Alegre, RS). Integrante da série Cadernos ISAPE, o livro é organizado pelos professores André Reis da Silva e José Miguel Martins, com artigos escritos por alunas e alunos na disciplina de Política Externa Brasileira II no curso de Relações Internacionais da UFRGS. A elaboração do livro foi feita por meio de debates de revisão entre os professores, autores e autoras e o público participante da atividade de extensão Oficina de Política Externa Brasileira. No lançamento, o livro será vendido pelo valor de custo (R$ 15,00). Não perca!

livro PEB ISAPE

Temer boicotará cerimônia de posse de presidência do Mercosul pela Venezuela


O presidente interino do Brasil, Michel Temer, e seu chanceler, José Serra, avisaram que não comparecerão à reunião de cúpula do Mercosul que deve empossar a Venezuela como presidente do bloco. A presidência do Mercosul é exercida de forma rotativa em mandatos de seis meses. A reunião deve ocorrer em julho no Uruguai. Argentina e Paraguai também demonstraram reticências quanto a presidência venezuelana sobre o Mercosul devido à situação política no país. Recentemente o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, o uruguaio Luis Almagro, invocou a cláusula democrática da organização para tratar da situação na Venezuela, o que foi duramente criticado pelo presidente do Uruguai, Tabaré Vasquez.

José Serra e Michel Temer (D). Foto: BOL Notícias.

Celso Amorim comenta política externa de José Serra


Em entrevista ao DW, o ex-ministro das Relações Exteriores e ex-ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, comentou a política externa de José Serra, atual ministro das Relações Exteriores do governo interino de Michel Temer. Para Amorim, a diplomacia brasileira de Serra e Temer tende a se dedicar a ganhos de curto prazo — em detrimento dos objetivos e das estratégias de longo prazo que visam a posicionar o Brasil como uma das potências mundiais no futuro. Como ponto central disso, aponta a busca brasileira por um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.  Ademais, comenta a posição brasileira quanto à situação na Venezuela, ao Mercosul e aos BRICS, bem como a respeito de questões de política interna no Brasil.

Foto: AFP / Getty Images / E. Sa.

Guinada à direita no Itamaraty, por Celso Amorim


Em artigo publicado na Folha de S. Paulo (22/05), o ex-ministro e diplomata Celso Amorim critica as mudanças da política externa brasileira após a posse do novo ministro das Relações Exteriores José Serra. Para Amorim, as notas divulgadas pelo MRE contra países amigos e vizinhos do Brasil (além de criticarem a Unasul) mostram nas entrelinahs a arrogância e prepotência do novo governo. O autor também rejeita a ideia de uma política externa “sem ideologia”, afirmando que a política externa supostamente “partidária” dos governos anteriores conseguiram feitos notáveis no âmbito internacional. Por fim, além de criticar a falta de importância dada à África e ao Oriente Médio, Amorim critica fortemente a ideia de enfraquecer o Mercosul e entrar nos chamados mega-acordos, que diminuiriam a soberania do Brasil.

Foto: Evaristo Sá / AFP

Para Samuel Pinheiro Guimarães, governo interino de Temer não deve interferir na participação do Brasil no Mercosul e nos BRICS


Confira aqui a entrevista da pesquisadora do ISAPE, jornalista e doutoranda em Informação e Comunicação Sorbonne Nouvelle-UFRGS, Camila Moreira Cesar, com o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, o qual é atualmente professor do Instituto Rio Branco (IBR/MRE), ex-secretário-geral de Relações Exteriores do Itamaraty, ex-ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo brasileiro e ex-Alto-Representante-Geral do Mercosul. De passagem por Paris, Pinheiro Guimarães ministrou no dia 11 de maio de 2016 o seminário “O Brasil no cenário internacional atual”, no Grupo de Reflexão sobre o Brasil Contemporâneo, após o qual foi concedida esta entrevista sobre as perspectivas em torno dos novos agenciamentos no plano politico, econômico e internacional com a posse do governo interino de Michel Temer (PMDB) a partir desta quinta-feira (12/05).

Samuel Pinheiro Guimarães. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / Arquivo.

(mais…)

“Crise não pode ser justificativa para a ausência do Brasil na Conferência de Segurança de Munique em 2016”


Em artigo publicado no blog Post-Western World (13/12), Oliver Stuenkel defende a participação do Brasil na Conferência de Segurança de Munique em 2016. País é a única grande economia do mundo que não mandou representação nos últimos dois anos. O encontro decide grandes temas da política mundial e estabelece regras fundamentais, que o Brasil não pode se deixar excluir.

merkel

Foto: Reprodução.

Principais desafios para o Brasil em 2016


Em artigo publicado no Mundorama (03/12), a pesquisadora Cristina S. Pecequilo discute os principais desafios do Brasil em em 2016. Para a autora, o maior desafio é o de retomar a centralidade das Relações Internacionais e seu sentido estratégico. Assim, o Brasil precisaria recuperar seu papel internacional como potência média e emergente no âmbito regional e global. Também seria necessário uma política externa não puramente comercial e que mantenha relações tanto com o eixo Norte-Sul quanto com o Sul-Sul.

1_palacio_itamaraty-216594

Foto: Augusto Areal / GDF.

10 desafios para a política externa do Brasil em 2016


Em artigo publicado no blog Post-Western World, Oliver Stuenkel elenca os dez maiores desafios para a política externa brasileira em 2016. Entre os pontos considerados estão: ajudar a recuperar a economia; retomar a liderança regional; recolocar as pautas de Direitos Humanos e democracia na agenda; retomar a voz em importantes questões internacionais; buscar mais acordos de livre-comércio; convencer a Presidente, o Congresso e o público da importância da política externa; e preparar-se para um mundo centrado na Ásia.

8221865589_c45f5e3085_b

Itamaraty. Foto: Francisco Aragão.

A imprensa e a política externa de Dilma


Confira aqui o estudo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) sobre a reação da mídia brasileira à política externa do governo de Dilma Rousseff. A aprovação por parte da imprensa se mostrou novamente baixa, com apenas 23.9%de artigos favoráveis à Política Externa da presidente. O estudo ainda mostra que a grande maioria dos veículos tradicionais de mídia (98,41%) é favorável aos Estados Unidos e 70% é contrária ao Mercosul.

Foto: Roberto Stuckert Filho / PR.

Entrevista com Celso Amorim: “sem a UNASUL, os EUA não estariam mudando de posição em relação a Cuba”


Em entrevista ao jornal Clarín, o antigo ministro da Defesa e das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, comenta que a parceria estratégica de Brasil e Argentina é o principal fato da política externa brasileira possibilitou a criação do Mercosul e da UNASUL e que esta organização teria sido fundamental para a recente reaproximação entre Cuba e EUA. Amorim também fala da integração regional sul-americana e seus benefícios ao Brasil e ao continente, afirmando que objetivos de curto prazo devem ser deixados de lado em prol do longo prazo. Além disso, para ele a política externa dos Estados Unidos no segundo mandato de Barack Obama está cada vez mais se assemelhando à política externa brasileira ao priorizar engajamento e diálogo ao invés do confrontacionismo com Cuba e Irã, por exemplo.

Celso Amorim. Foto: Clarín / Eleonora Gosman.

Brasil aposta em um novo modelo de inserção na África


Luiza Bulhões analiza a recente viagem do Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a quatro países africanos. Um dos principais objetivos da delegação brasileira, que incluiu empresários e o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, foi prospectar oportunidades de negócios no continente. O Brasil pretende diversificar os investimentos na região, tendo assinado um acordo de cooperação e facilitação de investimento com Moçambique. A autora afirma que deverá haver outras viagens ao continente uma vez que é uma das prioridades da política externa brasileira na última década.

Foto: Divulgação / Itamaraty

Foto: Divulgação / Itamaraty

Indonésia ameaça reconsiderar compra de material militar do Brasil


O vice-presidente indonésio, Jusuf Kalla, afirmou que o país pode reconsiderar a compra de 16 aeronaves EMB-314 Super Tucano, da Embraer, e lança-mísseis, dada a degradação das relações bilaterais com a execução de um nacional brasileiro no país. Com a recusa do governo brasileiro de receber as credenciais do embaixador indonésio, Jacarta espera um pedido de desculpas e está revisando todas as áreas da cooperação bilateral.

O presidente indonésio Joko Widodo.  Foto: Adek Berry / AFP / Getty Images

O presidente indonésio Joko Widodo.
Foto: Adek Berry / AFP / Getty Images

(mais…)

Dilma recusa credencial de embaixador da Indonésia


Devido ao fuzilamento de um brasileiro condenado à morte na Indonésia e a consequente deterioração das relações bilaterais, a presidenta Dilma Rousseff negou o recebimento das credenciais do novo embaixador indonésio no Brasil. Em entrevista, a presidenta afirmou que essa medida visa a dar tempo para a compreensão do momento das relações bilaterais com a Indonésia.

Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil

(mais…)

Dilma confirma presença em posse de Evo Morales e não irá a Davos


Dilma Rousseff confirma presença em posse de Evo Morales na Bolívia e que não irá ao Fórum Econômico Mundial. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, irá a Suíça para representar o país. Opção pode simbolizar maior foco da política externa de seu segundo mandato às relações com os vizinhos sul-americanos.

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

Os projetos de Estado de Dilma e Aécio e a política externa do Brasil


Cristina Pecequilo analisa as propostas de política externa de Dilma Rousseff e Aécio Neves e argumenta que a escolha entre um dos dois candidatos é também uma decisão sobre qual papel o País deve exercer no mundo. Dilma representa continuidade de uma inserção internacional autônoma e Aécio uma inflexão em direção à despolitização da política externa brasileira.

Foto: Bruno Gomes Guimarães.

Foto: Bruno Gomes Guimarães.

(mais…)

Como vizinhos sul-americanos veem a eleição no Brasil


Nossos países vizinhos observam com atenção nossa eleição presidencial, pois o resultado pode interferir nas relações regionais. A preferência geral é pela continuidade da candidata Dilma Rousseff, pela facilidade em se trabalhar com um governo que já é conhecido, além de os candidatos da oposição darem apoio a propostas como a “revisão do Mercosul”, o que poderia atrapalhar as relações com vizinhos.

Foto: Efe

Foto: Efe

(mais…)

O que está em jogo na eleição em matéria de política externa?


Sebastião Velasco, do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais (GR-RI), analisa que enquanto o programa de governo do PT prevê um Brasil altivo e ativo, PSB e PSDB querem o País gravitando ao redor dos Estados Unidos.

Foto: Efe

Foto: Efe

(mais…)

As propostas de Dilma, Marina e Aécio para a Política Externa


Na semana que antecede às eleições presidenciais, o site OperaMundi faz uma coleção das posições em Política Externa dos três candidatos com maiores intenções de voto: Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves. Foram cinco os temas escolhidos para comparar a posição dos candidatos: Mercosul e Integração, BRICS, relações com os Estados Unidos, relações com a China e a criação de um Conselho Nacional de Política Externa.

Foto: Efe

Foto: Efe

(mais…)

O Brasil perde ao ser membro dos BRICS?


Aqueles que dizem que participar dos BRICS prejudica os interesses nacionais do Brasil geralmente se equivocam ao perceber no projeto uma aliança ideológica e/ou anti-EUA. No entanto, os BRICS somente refletem a realidade da ordem global mais multipolar sem prejuízo para os laços brasileiros com a Europa ou os Estados Unidos. Brasília não perde a capacidade de divergir de Rússia ou China quando necessário. Comentaristas que enxergam países muito díspares o fazem a partir de uma visão de mundo assaz ocidente-cêntrica.

Foto: Flickr / Governo da África do Sul.

Foto: Flickr / Governo da África do Sul.

(mais…)

O Brasil e a reforma do Conselho de Segurança da ONU: um sonho impossível?


Entrar no Conselho de Segurança da ONU como membro permanente continua sendo um dos principais objetivos da política externa do Brasil. À primeira vista, pode-se concluir que a oposição da China e da Rússia à reforma implica que o grupo dos BRICS não deve desempenhar qualquer papel na estratégia do Brasil. No entanto, envolver Moscou e Pequim deve ser um componente crucial para a construção de um consenso global.

Foto: AP / Mary Altaffer.

Foto: AP / Mary Altaffer.

(mais…)

O Brasil na ordem mundial: projetos em disputa?


Os “Diálogos sobre Política Externa”, organizados pelo Itamaraty entre 26 de fevereiro e 2 de abril, foram importante exercício institucional do movimento mais amplo de democratização da agenda sobre temas internacionais no Brasil. Reunindo espectro abrangente de agentes da sociedade civil, membros do Executivo, representantes dos Poderes Legislativo e Judiciário, os Diálogos demonstraram que existe uma diversidade de opiniões, em particular nos temas relativos a integração regional e política comercial.

Imagem: Carta Maior.

Imagem: Carta Maior.

(mais…)

Itamaraty encerra debates que vão compor o Livro Branco da Política Externa


O Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, encerrou ontem (02/04) a série Diálogos sobre Política Externa. Promovida durante o mês de março com a participação de diversos setores do Poder Público e da sociedade civil, as discussões e relatórios produzidos pelos debatedores serão uma das principais fontes para a elaboração, pelo Itamaraty, do Livro Branco da Política Externa Brasileira.

Palácio Itamaraty. Foto: Post-Western World.

Palácio Itamaraty. Foto: Post-Western World.

(mais…)

Privatização ou democratização da Política Externa Brasileira?


Nas últimas semanas, o Itamaraty promoveu os “Diálogos sobre Política Externa”, trazendo para a esfera pública, com a participação de setores diversos da sociedade civil (empresários, sindicatos, movimentos sociais, acadêmicos, mídia) e representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, debates aprofundados sobre os cenários e desafios da política internacional do Brasil. O evento, contudo, evidencia duas concepções distintas sobre qual deveria ser o formato institucional da participação da sociedade civil nas agendas da política externa: uma que aumenta o peso das corporações e tira o poder de tomada de decisão das mãos do MRE; outra através de conselhos consultivos com participação de todos os grupos da sociedade para acompanhamento da condução da política externa brasileira.

Imagem: Carta Maior.

Imagem: Carta Maior.

(mais…)

Pode a UNASUL ajudar o Brasil a estabilizar a Venezuela?


Nas últimas semanas, foram muitas as críticas à atuação do Brasil com relação à crise política venezuelana. Apesar de lenta, a resposta através da UNASUL pode ajudar Brasília a estabilizar o país sem agir unilateralmente.

unasul venezuela maduro

Foto: Post-Western World.

(mais…)

Com interesses regionais, Brasil opta pela cautela na crise venezuelana


Para analistas, silêncio de Dilma sobre repressão aos protestos, que causaram 22 mortes e levaram à prisão de líder opositor, reflete interesses comerciais brasileiros e falta de firmeza da atual política externa.

Foto: Ascom / MTur.

Foto: Ascom / MTur.

(mais…)

Brasil tenta encontrar o seu papel na crise da Venezuela


O Brasil tem frustrado a expectativa de assumir uma posição de liderança diante das tensões na Venezuela. Encontro da UNASUL durante a posse de Bachelet no Chile pode ser a oportunidade de Dilma falar se manifestar mais claramente sobre o assunto.

Foto: Jorge Castellanos / Efe.

Foto: Jorge Castellanos / Efe.

(mais…)

Petróleo nas Malvinas: um problema para o Brasil?


Grandes depósitos de petróleo recém-descobertos na plataforma continental das Ilhas Malvinas pode aumentar significativamente as tensões entre Argentina e Reino Unido, e isso poderia prejudicar a estratégia brasileira de manter a estabilidade regional em seu entorno estratégico.

Imagem: MD.

Imagem: MD.

(mais…)

Contra a retração diplomática brasileira


Ao contrário de estar poupando recursos e tempo para se focar em assuntos domésticos, a atual retração diplomática do Brasil na verdade prejudica os interesses nacionais do país em termos estratégicos e econômicos. Além disso, ela enfraquece o pleito em prol de uma reforma da governança global.

Embaixadora Viotti, representante do Brasil na ONU de 2007 a 2013. Fonte: Europa Newswire / Luiz Rampelotto.

Embaixadora Viotti, representante do Brasil na ONU de 2007 a 2013. Fonte: Europa Newswire / Luiz Rampelotto.

(mais…)

O fim da política externa brasileira?


Preparando-se para tentar a reeleição, a presidente Dilma Rousseff arrisca desfazer os resultados alcançados pela política externa de Lula. Enquanto o Itamaraty era o elemento-chave da estratégia do Brasil nos últimos anos, o braço-direito de Dilma, Ministro Aloizio Mercadante, parece querer tentar enfraquecer e isolar o MRE. Retração brasileira seria uma má notícia para as relações internacionais contemporâneas.

Ministro Luiz Alberto Figueiredo e Presidente Dilma Rousseff. Fonte: Jody Amiet / AFP.

Ministro Luiz Alberto Figueiredo e Presidente Dilma Rousseff. Fonte: Jody Amiet / AFP.

(mais…)

Brasil envia quarta fragata para Força-Tarefa no Líbano


Brasil

Brasil envia quarta fragata para Força-Tarefa no Líbano

10 de junho 2013

O Brasil enviou a quarta fragata para somar à força tarefa da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) que é uma das nove missões internacionais da ONU com participação de brasileiros. Criada pelo organismo internacional em 1978, ela conta atualmente com a participação de 35 países e cerca de 12 mil militares, policiais, além de funcionários civis. Em setembro de 2011, o Congresso Nacional autorizou a Marinha do Brasil a enviar um navio para integrar a Força-Tarefa Marítima.  (mais…)