Política externa da China

China e Malásia concordam em resolver conflitos marítimos através da ASEAN


A Malásia e a China concordaram em resolver suas disputas envolvendo o Mar do Sul da China através da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Pequim e Kuala Lumpur decidiram que as questões marítimas devem ser resolvidas através da Declaração de Conduta das Partes no Mar do Sul da China e que a ASEAN, junto com a China, deve acelerar a conclusão de um Código de Conduta para a região. Decisão foi tomada após a ocorrência de um número crescente de casos de pescadores chineses em território marítimo malaio.

Imagem: Giaoduc.

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A nova “diplomacia de crise” da China


Luke Patey analisa, em artigo publicado na ISN (26/01), a nova “diplomacia de crise” da China. Com o aumento de seus interesses pelo mundo, como investimentos diretos, o país vem tomando maiores iniciativas em crises pelo mundo, especialmente na África e no Oriente Médio. O envolvimento de Pequim se mostra principalmente com a diplomacia na resolução de conflitos e com maior envolvimento com missões de manutenção da paz.

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Foto: Mohamed Somji.

China publica documento-base para política árabe


A China publicou, na última quarta-feira (13/01), um documento tratando das suas relações com os países árabes. O documento estabelece os princípios de cooperação mútua e busca pelo desenvolvimento para as relações China-países árabes. Entre os assuntos tratados estão a parceria estratégica entre as partes e a política chinesa para os órgãos regionais árabes.

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Foto: Commons.

China e ASEAN discutirão código de conduta para o Mar do Sul da China


O Ministério das Relações Exteriores da China anunciou nesta quinta-feira (23/07) que seu vice-ministro, Liu Zhenmin, irá se reunir com diplomatas da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) para discutir um código de conduta para o Mar do Sul da China. Reunião acontecerá na semana que vem a partir do dia 29 na cidade chinesa de Tianjin. Espera-se que as recentes tensões na região sejam esclarecidas.

Imagem: ASEAN Investor.

A legalidade das reivindicações de Pequim no Mar do Sul da China


Recentemente, oficiais do governo dos Estados Unidos declararam que as reivindicações territoriais de Pequim no Mar do Sul da China são “absurdas”. Para desmistificar essa posição, frequentemente veiculada pela mídia, Greg Austin analisa a questão e mostra que as ações chinesas estão basicamente de acordo com o direito internacional. Portanto, os motivos por trás das reprimendas dos EUA à China são políticos e não legais, pois Pequim vem se comportando de maneira muito semelhante ao Vietnã e às Filipinas, por exemplo, no que tange a disputa territorial na região.

Mapa: BBC.

Mapa: BBC.

China e União Europeia reúnem-se para discutir segurança


Federica Mogherini, chefe de política externa da União Europeia, e Yang Jiechi, oficial de política externa da China, encontraram-se para uma reunião bilateral de dois dias, em tópicos como possibilidades de fortalecimento de acordos de cooperação em segurança e defesa. Foi expressado por ambas as partes uma preocupação com assuntos relacionados à Ucrânia, Iraque, Síria, Líbia e Irã.

Foto: Xinhua, Ding Lin

Foto: Xinhua, Ding Lin

ASEAN quer concluir “código de conduta” para o Mar do Sul da China


A liderança da ASEAN, hoje com o governo da Malásia, pretende acelerar a elaboração de um “código de conduta” para o Mar do Sul da China. Para tanto, o ministro das relações exteriores malaio, Anifah Aman, quer que os encontros bilaterais entre ASEAN e China sejam intensificados neste ano.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

China critica posição dos EUA sobre Mar do Sul da China


A China criticou um documento do Departamento de Estado dos EUA sobre as divergências territoriais do Mar do Sul da China e exigiu que o país não tomasse lado na disputa. O porta-voz do ministério das relações exteriores chinês afirmou que o documento ignora o direito internacional e que a China sempre buscou uma solução pacífica para contenciosos territoriais.

Mapa: HowStuffWorks.

Mapa: HowStuffWorks

Três motivos porque as pessoas não entendem a China


Dingding Chen lembra que a China é uma país de proporções enormes: em território, em velocidade do crescimento econômico e em complexidade de sua sociedade e política. Estes elementos devem ser levados em conta nas análises feitas sobre sua política externa, e dificultam o trabalho inclusive de analistas chineses. Chen argumenta que a complexidade deste país desafia a todos que tentam entendê-lo porque a velocidade das mudanças traz soluções até então consideradas impossíveis, como o combate a corrupção capitaneado por Xi Jinping. Além disso, a singularidade dos fenômenos políticos chineses é tal que a tentativa de enquadrá-los em conceitos ocidentais como autoritarismo e democracia mais atrapalha que ajuda sua compreensão.

“Três motivos porque as pessoas não entendem a China”, por Dingding Chen

Foto: Shutterstock

Foto: Shutterstock

Os quatro princípios chineses nas disputas pelo Mar do Sul da China


Ministro das Relações Exteriores chinês propõe quatro princípios para guiar a política externa chinesa nas disputas no Mar do Sul da China. Se trata de um avanço para clarificar a posição do país, que possui grande interesse na região e tem demonstrado avanços em direção a saídas negociadas.

Imagem: Banco de imagens Shutterstock

Plataformas de petróleo no Mar do Sul da China Imagem: Banco de imagens Shutterstock

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China e EUA na África


Na semana passada, visitas concomitantes a países africanos por John Kerry e Li Keqiang, respectivamente secretário de estado dos EUA e premiê da China, evidenciaram as diferenças das abordagens de Washington e Pequim para a África.

John Kerry e Li Keqiang em abril de 2014. Foto: Paul J. Richards / AFP / AP / Reuters.

John Kerry e Li Keqiang em abril de 2014. Foto: Paul J. Richards / AFP / AP / Reuters.

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China pede por maior cooperação com Angola


Em visita a Angola, o premiê chinês Li Keqiang instou por uma maior cooperação entre Pequim e Luanda. Entre os setores a serem fortalecidos, encontram-se o planejamento do desenvolvimento, investimentos, energia e infraestrutura, entre outros.

Foto: Xinhua / Huang Jingwen.

Li Keqiang. Foto: Xinhua / Huang Jingwen.

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China reajusta sua política para a África


Segundo Jose Reinoso, a política externa da China para a África, que se focava primariamente em aspectos econômicos e comerciais, passou a incluir temas securitários e manutenção da estabilidade na região como forma de assegurar os interesses chineses no continente. Japão e Estados Unidos voltam a dar atenção aos países africanos com esse novo engajamento chinês.

Foto: Elias Asmare / AP.

Foto: Elias Asmare / AP.

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A reação da China para o referendo na Crimeia


A China está traçando um caminho bastante delicado a respeito do referendo na Crimeia e da anexação à Rússia, procurando ficar longe das disputas entre o Ocidente e Moscou. Segundo a analista Shannon Tiezzi, o principal aprendizado para Pequim talvez seja a necessidade de acelerar a modernização de suas capacidades militares.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

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A política externa da China para a situação na Ucrânia


A China está dando sinais de uma flexibilização do princípio de integridade territorial quanto à situação na Ucrânia. Atitude seria uma mudança significativa na política externa chinesa, cujos argumentos usados no caso ucraniano podem vir a ser usados contra a própria China nas suas regiões separatistas.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

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China ampliará e aprofundará sua diplomacia economica em 2014


Wang Yi, ministro das relações exteriores da China, disse que a diplomacia econômica será uma prioridade para o país em 2014 visando a uma maior e mais profunda integração à economia global. Entre as possíveis iniciativas estão a Nova Rota da Seda, a Comunidade do Leste Asiático e um acordo de livre comércio com a ASEAN.

Ministro de relações exteriores da China Wang Yi. Fonte: Xinhua / Sovannara.

Ministro de relações exteriores da China Wang Yi. Fonte: Xinhua / Sovannara.

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Ministro de relações exteriores da China traça prioridades para 2014


Wang Yi, ministro das relações exteriores da China, esboçou as prioridades diplomáticas do país para o ano de 2014. Estas incluem maiores laços com as principais potências mundiais e relações mais próximas com os países vizinhos.

Ministro de relações exteriores da China Wang Yi. Fonte: Xinhua / Sovannara.

Ministro de relações exteriores da China Wang Yi. Fonte: Xinhua / Sovannara.

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