presos políticos

Os presos políticos dos Estados Unidos


Confira aqui a reportagem do Opera Mundi sobre os presos políticos nos Estados Unidos. Segundo levantamento, há mais de 50 encarcerados nos EUA por motivos políticos, em sua maioria de minorias raciais e na prisão há mais de 40 anos. O ex-procurador-geral dos EUA afirmou que “os presos políticos não têm reconhecimento legal, são tratados como inimigos do Estado” e que “o objetivo é que sirvam de exemplo para novas gerações, estabelecendo o preço a pagar se recorrerem à rebelião e à insubordinação.” Os processos penais desses encarcerados, inclusive, contêm muitas irregularidades. Oficialmente, o governo estadunidense não tem interesse em comentar a situação.

Imagem: Opera Mundi.

Anúncios

Supremo da Venezuela declara julga lei de anistia como inconstitucional


Nesta segunda-feira (11/04), o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela julgou inconstitucional a lei de anistia aprovada pela Assembleia Nacional. Segundo o TSJ, lei tinha intenção de libertar da prisão pessoas que realizaram “crimes comuns”, como incentivar a violência em protestos, e não “presos políticos,” como afirma a oposição, maioria no Parlamento.

Foto: F. Paria / AFP/ Getty Images

Parlamento da Venezuela aprova lei de anistia a presos políticos


Nesta terça-feira (29/03), a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma lei de anistia a presos políticos.  A bancada “chavista” e o presidente Nicolás Maduro rejeitaram a proposta. Este afirmou que vetará a lei, pois ela beneficia quem cometeu crimes graves – como atos violentos em manifestações-. Entre os possíveis beneficiados da norma está Leopoldo López, líder da oposição, condenado por incentivar a violência e por tentativas de desestabilizar o governo.

Foto: Fernando Llano / Associated Press

Mianmar liberta mais presos políticos


Foto por: Reuters/Soe Zeya Tun

 Myanmar frees more political prisoners

Reuters / Aung Hla Tun – 12/01/2012

Myanmar freed at least 200 political prisoners on Friday in an amnesty that could embolden the opposition and put pressure on the West to lift sanctions as one of the world’s most reclusive states opens up after half a century of authoritarian rule.

Among those freed are long-persecuted democrats and ethnic leaders whose proven ability to organize and inspire could heap pressure on President Thein Sein to accelerate nascent reforms.

The United States and Europe have said freeing political prisoners is crucial to even considering lifting the economic sanctions that have isolated the former British colony, also known as Burma, and pushed it closer to China during five decades of often-brutal military rule that ended last March.

“The release of all political prisoners is a longstanding demand of the international community and I warmly welcome these releases as a further demonstration of the Burmese government’s commitment to reform,” British Foreign Secretary William Hague said in a statement.

As big as France and Britain combined, Myanmar lies between India, China and Southeast Asia with ports on the Indian Ocean and Andaman Sea, all of which make it an energy security asset for Beijing’s landlocked western provinces and a U.S. priority as President Barack Obama strengthens engagement with Asia. (mais…)