programa nuclear

Da intimidação nuclear ao escudo antimíssil: condicionantes do programa estratégico-nuclear chinês


Confira aqui a monografia do pesquisador do ISAPE, Osvaldo Alves Pereira Filho, sobre a conexão entre a intimidação nuclear e os processos de proliferação nuclear no Sistema Internacional, estudando o caso específico da China. Entre outros, o trabalho mostra que a intimidação nuclear foi o principal imperativo para Pequim iniciar o seu programa nuclear, e que o atual Escudo Antimíssil dos EUA no leste asiático tem levado a China a acelerar e aprofundar a sua modernização estratégica-nuclear. Portanto, o uso da intimidação nuclear aumentaria a percepção de ameaça nos atores do Sistema Internacional, gerando maior estímulo à proliferação.

Foto: Air Power Australia.

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EUA consegue apoio dos países do golfo para acordo com Irã


Em reunião do Conselho de Cooperação dos Países do Golfo, no Qatar, nesta segunda-feira (03/08), os países membros do bloco declararam que darão apoio ao acordo dos Estados Unidos com o Irã sobre seu programa nuclear. Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Omã e Bahrein assinaram o acordo. Dessa forma, Israel fica isolado no Oriente Médio ao ser o único país que continua se opondo à reaproximação dos EUA com o Irã. A conquista revela-se um sucesso da diplomacia estadunidense em garantir apoio ao plano, mostrando que seria a melhor opção para a região.

Foto: AFP, Brendan Smialowski, Getty Images.

Foto: AFP / Brendan Smialowski / Getty Images.

Oficiais de Defesa dos EUA e Israel encontram-se após anúncio de acordo com Irã


O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, e o ministro da Defesa israelense, Moshe Ya’alon, encontraram-se pela primeira vez na última segunda-feira (20/07) após o anúncio do acordo sobre o programa nuclear iraniano. A visita, agendada antes do anúncio das reuniões que culminaram com o acordo, ocorreu mesmo apesar das tensões causadas pela posição do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu’s, que se declarou contrário ao acordo. O Pentágono descreveu a visita como uma continuação da parceria entre os países na busca por soluções aos desafios impostos para a prevenção de ataques terroristas.

Foto: AFP, Pool, Carolyn Kaster.

Foto: AFP / Carolyn Kaster.

Nos EUA, republicanos prometem bloquear acordo com Irã


Antes mesmo da revisão oficial do congresso, líderes do partido Republicano dos Estados Unidos votaram nesta terça-feira (14/07) o impedimento do acordo nuclear fechado por Barack Obama com o Irã, numa tentativa de invalidar a autoridade diplomática recentemente concedida ao presidente. O congresso terá 60 dias para a revisão, uma vez que todos os documentos já foram enviados para o Capitólio. Em caso de desaprovação, a medida seria invalidada caso 2/3 das cadeiras do congresso estadunidense se manifeste contra a decisão presidencial.

Foto: Pablo Martinez Monsivais, AP Press.

Foto: Pablo Martinez Monsivais / AP Press.

Obama anuncia acordo histórico com Irã


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na tarde de hoje (02/04) que um acordo histórico sobre o programa nuclear iraniano foi alcançado. Representantes iranianos e europeus divulgaram pouco antes que parâmetros-chave do futuro acordo tinham sido fechados nas negociações do Irã com o P5+1 (China, França, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha) e que em junho ele seria assinado após revisão de aspectos técnicos. Obama frisou que o acordo prevê verificações e salvaguardas sem precedentes e não se baseia somente na confiança em Teerã. Ainda segundo ele, o Irã ficaria a pelo menos um ano de conseguir desenvolver uma bomba nuclear.

Foto: Jean-Christophe Bott / Keystone / AP.

Negociações nucleares com Irã entram no último dia de seu prazo


As negociações sobre o programa nuclear iraniano entraram no seu último dia (31/03) com algumas dificuldades. O Irã estaria se recusando a enviar o material radioativo enriquecido ao exterior, o que é considerado essencial pelos Estados Unidos. A expectativa de um acordo é grande, uma vez que o grupo P5+1 está negociando há quinze meses com Teerã. O Ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, demonstrou otimismo, afirmando que os pontos de divergência entre as partes na negociação estão se reduzindo.

Chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Ali Akbar Salehi Foto: Tehran Times

Chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Ali Akbar Salehi
Foto: Tehran Times

Conversas nucleares entre potências e Irã fazem algum progresso


Em encontro em Genebra no último domingo (18/01), potências e Irã fazem avanços nas negociações para um tratado nuclear que remova as sanções impostas sobre o país. O grupo 5+1 (membros permanentes do Conselho de Segurança e a Alemanha) deve buscar uma saída negociada para o impasse, uma vez que para o governo iraniano mais pressões sobre o país não terão nenhum resultado efetivo.

Foto: Reuters / Rick Wilking

Foto: Reuters / Rick Wilking

Conversas nucleares entre Ocidente e Irã empacam e podem ser estendidas


Enquanto prazo para fechamento de acordo se aproxima, negociações de um acordo nuclear entre Irã e ocidente empacam. As partes podem agora tentar extender o prazo da negociação, que visa a reduzir as sanções sobre o país tendo como contrapartida limitações em seu programa nuclear.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

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Irã promete dobrar exportação de petróleo em dois meses se sanções forem suspensas


Pelas negociações de um acordo nuclear, Irã afirmou que suspensão das sanções econômicas ao país pode duplicar sua exportação de petróleo em apenas dois meses. A ampliação da exportação iraniana depende também de conversas sobre fatias de mercado com a Arábia Saudita e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

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Acordo nuclear entre Irã e potências ocidentais entra em fase decisiva


Durante uma semana, em Viena, o G5+1 (membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e a Alemanha) e o Irã negociam uma solução para o impasse do programa nuclear iraniano, com prazo até 24 de novembro. Apesar de diferenças, ambos os lados estão confiantes num desfecho positivo.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

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Irã, EUA e União Europeia debatem programa nuclear iraniano em Omã


Começou ontem o encontro tripartite entre Irã, Estados Unidos e União Europeia em Mascate, capital de Omã, para discutir o programa nuclear iraniano. O Secretário de Estado estadunidense, John Kerry, participa do encontro em que se debatem, principalmente, as sanções dos EUA ao país asiático e a capacidade iraniana de enriquecimento de urânio.

Foto: Xinhua / Oman News Agency

Foto: Xinhua / Oman News Agency

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No Reino Unido, relatório interpartidário recomenda continuação do programa nuclear


Estudo interpartidário que levou três anos para ficar pronto reafirmou a importância da manutenção do programa nuclear britânico para evitar chantagens e ameaças. Contudo, relatório revela grande dependência dos Estados Unidos.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

Teste do míssil nuclear Trident. Fonto: PA / Ministério da Defesa do Reino Unido.

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Japão transfere controle de seu estoque de material físsil aos EUA


O Japão anunciou nesta segunda-feira (24/03) que vai transferir aos Estados Unidos um grande estoque de material físsil próprio para a produção de armas nucleares (plutônio e urânio altamente enriquecido) com o qual seria possível fazer centenas de bombas atômicas. Anúncio é tido como um grande sucesso na política externa de Obama e aplaca as críticas da China e de Teerã, que os acusa de hipocrisia por permitir que o Japão possuísse material físsil e não o Irã.

Foto: AFP.

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Japão tenta se aproximar da Turquia


Com diversas tensões nas relações com seus vizinhos, o Japão investe em tentativas de maior aproximação com a Turquia. As áreas mais bem sucedidas são a de infraestrutura de transportes e energia nuclear. Já há iniciativas para o estabelecimento de livre comércio entre os dois países.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

Recep Erdogan e Shinzo Abe. Foto: Reuters / Toshifumi Kitamura / Pool.

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Governo Obama pede ao Congresso para adiar novas sanções ao Irã


Após a reaproximação entre os Estados Unidos e Irã para negociações acerca do programa nuclear iraniano, membro do Departamento de Estado dos EUA pede para que o Congresso evite impor novas sanções até que o Governo Obama possa apreciar as propostas de reconciliação do Presidente Hassan Rouhani.

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Obama administration asks Congress to hold off on new Iran sanctions

RT – 04/10/2013

A top US State Department official urged members of Congress Thursday to hold onto fresh sanctions against Iran until President Barack Obama’s administration can assess the new conciliatory tone from the Iranian government.

“Let me assure you that we will continue to vigorously enforce the sanctions that are in place as we explore a negotiated resolution, and will be especially focused on sanctions evasion and efforts by the Iranians to relieve the pressure,” Wendy Sherman, undersecretary of state for political affairs, said during a Senate Foreign Relations Committee hearing.

The US, United Nations, and European Union have all joined to press Iran with punitive sanctions for what they say are measures to curb Tehran’s nuclear weapons program. Iran counters the claims, saying that it simply aims to produce and use nuclear energy. The sanctions in place have devastated the Iranian economy, cutting oil exports in half while causing crippling inflation and high unemployment.

Yet new President Hassan Rouhani has recently expressed a desire to reconcile with US officials, marking the possibility of new relations between the countries.

Sherman asked lawmakers to at least wait until US and Iranian officials meet in Geneva in mid-October before moving forward with more sanctions.

“In terms of legislation that is currently being discussed here on the Hill, we do believe it would be helpful for you all to at least allow this meeting to happen on the 15th and 16th of October before moving forward to consider those new sanctions,” said Sherman, who is leading the US delegation in talks with Iran.

The UK, Germany, France, Russia, and China will also participate in the Geneva talks, although direct Iran-US meetings are expected be the most important of the negotiations.

The US Senate is weighing a new round of fresh sanctions against Iran following the passage in July of a House bill that would seek to further cut Iran’s oil exports by another one million barrels a day for the next year to almost zero according to reported estimates. The legislation also vows military force against Iran should they defy orders not to pursue a nuclear weapon.

Rep. Trent Franks (R-Ariz.), who drove the bill in the House, told the Guardian the legislation is designed to strengthen the US case during any talks and to “inject into the discussion the importance of Mr. Obama not making a bad deal – because a bad deal is worse than no deal at all.”

Franks added that any offerings or promises made by Iranian officials in the talks would be met with automatic suspicion by conservative members of the House. The sentiments echo comments this week by Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu that overtures from Rouhani come from a “wolf in sheep’s clothing.”

Sanctions on Iranian oil exports, shipping, and insurance businesses cost the Islamic Republic billions in revenue each month. Existing measures already pressure countries including China, India, and Japan to reduce importing Iranian oil by threatening to block their banks from the US financial system.

Sherman reiterated to lawmakers that the administration maintains a strict line with Iran and will only accept “concrete, substantive actions” by its government.

“I can assure you, if [Iran does] not come on the 15th and 16th with that substantive plan that is real and verifiable, our Congress will take action, and we will support them to do so,” she said.

She asked the Senate to allow the administration “the time to begin these negotiations and see if, in fact, there is anything real here with my telling of the Iranians quite directly that if there isn’t, that everyone is ready to act.”

Sherman also warned during the hearing that the current government shutdown is curtailing the government’s ability to oversee the existing sanctions.

“Our ability to do that, to enforce sanctions, to stop sanction evaders, is being hampered significantly by the shutdown,” she said.

Fonte: http://rt.com/usa/congress-new-sanctions-iran-710/

Obama não descarta solução militar para programa nuclear iraniano


Obama com iniciativa

Obama não descarta solução militar para programa nuclear iraniano
30 de setembro de 2013

Obama reuniu-se com Netanyahu na Sala Oval da Casa Branca três dias depois da ligação do novo presidente do Irã, Hassan Rouhani. O primeiro contato de alto nível entre as autoridades de ambos países em três décadas. (mais…)

Irã inaugura duas minas de extração e uma unidade de produção de urânio


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Irã inaugura duas minas de extração e uma unidade de produção de urânio

09 de abril de 2013 – Agência Brasil/Renata Giraldi

O governo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, confirmou hoje (9) o lançamento de uma nova unidade de produção de urânio e o início das operações em duas minas de extração do material. As iniciativas ocorrem em meio às ameaças da Coreia de Norte de deflagrar uma guerra nuclear, assim como no momento em que o Irã é alvo de sanções internacionais, justamente por desenvolver programa nuclear.

As duas minas estão localizadas na cidade de Saghand, no centro do país, operam a 350 metros de profundidade e estão a 120 quilômetros da unidade que produz yellowcake (estado impuro de óxido de urânio, utilizado em instalações de enriquecimento), na cidade de Ardakan, província de Yazd. (mais…)

Conselho de Segurança da ONU aprova novas sanções contra Coréia do Norte


Coréia

U.N. Security Council approves new sanctions against North Korea

07 de março de 2013 – Washington Post

The U.N. Security Council approved tough new sanctions Thursday against North Korea over its latest nuclear test, brushing aside Pyongyang’s threat of nuclear retaliation against the United States and other nations it labels aggressors.

Voting unanimously, the 15-member council condemned North Korea for its Feb. 12 test and imposed sanctions aimed at making it more difficult for the country to finance its weapons programs and obtain materials for them. (mais…)

EUA e Arábia Saudita enviam aviso para o Irã e Síria


Kerry

US and Saudi send warnings to Iran and Syria

04 de março de 2013 – Al jazeera

The United States and Saudi Arabia have presented a united front to Iran and Syria, alerting Iran’s leadership that patience over its alleged nuclear ambitions is wearing thin and warning Syrian President Bashar al-Assad that they will boost support to rebels unless he steps down.

John Kerry, the US secretary of state, was in Saudi Arabia on Monday on the latest leg of a nine-nation tour through Europe and the Middle East on his first overseas trip as Washington’s top diplomat

In Riyadh on Monday, Kerry reminded Iran that US President Barack Obama has vowed not to allow Iran to get a
nuclear weapon and that he has kept all options, including military options,on the table to prevent that from happening. (mais…)

União Europeia cobra resultados concretos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano


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União Europeia cobra resultados concretos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano

05 de fevereiro de 2013 – Agência Brasil/Renata Giraldi

A União Europeia (UE) cobrou hoje (5) resultados concretos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano, que serão retomadas, no próximo dia 26, no Cazaquistão. A chefe da diplomacia da UE, Catherine Ashton, disse que a expectativa dos negociadores europeus é que ocorram “progressos concretos”.

A negociadora adjunta da UE, Helga Schimd, conseguiu um acordo com o representante do governo do Irã, Ali Bagheri, para promover a nova rodada de negociações em fevereiro.

As autoridades do Irã se reunirão com os representantes do chamado grupo 5+1 – formado pelos titulares do Conselho de Segurança das Nações Unidas (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia) e a Alemanha.

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Irã e P5+1 vão retomar negociações sobre programa nuclear iraniano’


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Irã e P5+1 vão retomar negociações sobre programa nuclear iraniano

O programa nuclear do Irã é tema de uma reunião, no final do mês, em Istambul, na Turquia, entre autoridades iranianas e do grupo denominado P5+1 ( Rússia, China, França, Reino Unido, França, Estados Unidos e Alemanha). A ideia é buscar um acordo sobre o impasse que envolve o programa. O programa nuclear iraniano é alvo de suspeitas de parte da comunidade internacional porque há denúncias de produção de armas.

As autoridades iranianas negam as irregularidades e dizem que o programa tem fins pacíficos. A última rodada das negociações ocorreu em junho de 2012. Segundo o vice-chanceler da Rússia, Sergei Ryabkov, há esforços para organizar um cronograma de reuniões para as negociações em busca de resultados. O governo da Rússia é um dos principais aliados do Irã e apoia o país a ter um programa nuclear próprio.

No dia 4, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Saeed Jalili, elogiou a retomada das reuniões com o P5+1. De acordo com ele, o Irã é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear e membro da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) e, portanto, tem direito de desenvolver e adquirir tecnologia nuclear para fins pacíficos. (mais…)

Lançamento de foguete norte-coreano falha logo após lançamento


‘Provocative’ North Korean rocket fails shortly after launch

Russia Today – 13/04/2012

A North-Korean carrier rocket took off at 7:39 am local time on Wednesday. However, the launch has been confirmed to have failed.

The North American Aerospace Defend Command (NORAD) says the first stage of the rocket fell into the sea, while the other two stages failed.

And a North Korean news agency has acknowledged that the country’s satellite failed to enter orbit, and that scientists and technicians are searching for the cause of failure. Earlier the country’s space agency said it had no information on the launch, according to South Korean media.

The South Korean army said the rocket debris crashed some 200 kilometers (125 miles) off the western coast of South Korea, Reuters reports.

Japanese Defense Minister Naiki Tanaka said the rocket appears to have flown for one minute before collapsing into the Yellow Sea.  (mais…)

Clinton propõe à países do Golfo que criem escudo anti-mísseis para se protegerem do Irã


AFP PHOTO/FAYEZ NURELDINE

Clinton proposes Gulf states create joint AMD shield against Iran

Russia Today – 31/03/2012

US Secretary of State Hillary Clinton proposed improved strategies with Arab Gulf states on maritime security and missile defense to counter the threat of Iran.

­Clinton told a security conference in Saudi Arabia on Saturday that US commitment to the Gulf is “rock-solid and unwavering.” She stressed the US and Gulf governments share concerns about Iran’s nuclear activity and that partnership with the US has “enormous potential” to advance common interests.

Raising security ties from a bilateral to a multilateral level, Clinton is breaking new ground by taking part in the first strategic cooperation forum between Washington and the six-country Gulf Cooperation Council (GCC).

She said the US and Gulf States should take “practical and specific steps to strengthen mutual security, such as helping militaries improve interoperability, cooperate on maritime security and missile defense, and coordinate responses to crises.” US officials have said it is a US “priority” to help the GCC build a “regional missile defense architecture” against what they see as a looming ballistic missile threat from Iran.

Earlier, the Pentagon unveiled plans to deploy elements of its global antiballistic missile defense system in Asia and the Middle East. American plans for the Middle East include the promotion of “interoperability and information-sharing” among members of the Gulf Cooperation Council as they acquire greater missile-defense capabilities. The countries involved are Saudi Arabia, Kuwait, Bahrain, Qatar, the United Arab Emirates and Oman. (mais…)

Ministro da Defesa japonês ordena que foguete norte-coreano seja interceptado caso passe sobre o Japão


Foto retirada de googlemaps.com

Japan issues destroy order as NK rocket launch looms

Russia Today – 30/03/2012

The Japanese Defense Minister has ordered missile units to intercept North Korea’s rocket if it flies over Japan. Satellite imagery confirms North Korea is proceeding with its plans to launch the Unha-3 rocket despite growing international pressure.

­Japanese Defense Minister Naoki Tanaka issued the destroy order at a meeting of the country’s national security council on Friday. The Japanese military had been instructed earlier to intercept the Unha-3 rocket if it flies over the country’s territories.

According to a statement issued by the Defense Ministry, Japan intends to send armed destroyers to the Pacific and East China Sea, AP reports. The country plans to deploy mobile Patriot missile launchers to islands in Okinawa. An interceptor missile unit might also be installed in Tokyo.

North Korea is expected to launch the telecommunications satellite between April 14 and 16. The Japanese authorities fear that rocket stages could fall on its western territories, damaging property or even endangering lives.

The communist country’s neighbor, South Korea, also warned it will intercept the rocket’s parts if they fly over its territory. President of the Philippines Benigno Aquino III announced on Thursday that he is gravely concerned that debris from the rocket might fall on his country.   (mais…)

Ocidente quer que Arábia Saudita mantenha fluxo de petróleo


Foto por: REUTERS/Mario Anzuoni

Exclusive: West wants Saudi Arabia to keep up oil production

Reuters / Richard Mably – 29/03/2012

Oil consuming nations may seek reassurance from Saudi Arabia that it will not cut oil production and neutralize the impact on oil prices if consumer countries release emergency reserves, diplomats and industry sources said.

The issue may be raised by a U.S. delegation, led by U.S. Secretary of State Hillary Clinton, which is in Riyadh this weekend to discuss Syria with Gulf states. Clinton will see Saudi King Abdullah and Foreign Minister Saud al-Faisal.

“If they’re going to release reserves they need an assurance from the Saudis that they won’t offset it by cutting supply,” said one industry source familiar with thinking in Washington.

“There’s no doubt the measure needs the cooperation of Saudi Arabia,” said a diplomat.

The United States, with Britain and France, is considering a release from emergency stockpiles to cut fuel costs. Other countries including South Korea and Japan may join the plan.

Riyadh would not want deliberately to undermine an effort to bring down oil prices. But it might reduce supplies in response to a release of oil drawn from reserves if that were to displace Saudi supplies, particularly in the United States where the national Strategic Petroleum Reserve would provide the bulk of any drawdown. (mais…)

Estados Unidos suspende ajuda alimentar para Coreia do Norte


Foto por: AFP / KCNA via KNS

U.S. suspends food aid to Pyongyang

Xinhua – 28/03/2012

The United States has suspended its planned nutritional food aid to the Democratic People’s Republic of Korea (DPRK) over the latter’s insistence on satellite launch, a Pentagon official said on Wednesday.

“We have been forced to suspend our activities to provide nutritional assistance to North Korea,” said Peter Lavoy, acting assistant secretary of defense for Asian and Pacific security affairs.

The United States believes that the DPRK’s announcement of a satellite launch “reflects their lack of desire to follow through on their international commitments,” Lavoy told a House Committee on Armed Services hearing on Korean Peninsula security.

“Our suspicions about North Korea using its celebrations this year to enhance its missile program were confirmed when North Korea announced on March 16 that it plans to conduct a missile launch between April 12 and 16,” he claimed, calling the planned launch “highly provocative” as it “manifests North Korea’s desire to test and expand its long-range missile capability.”

“In addition, the launch, if it occurs, would be in direct violation of Pyongyang’s international obligations, including UN Security Council resolutions 1718 and 1874, which prohibit North Korea from conducting any launches that use ballistic missile technology,” he said. (mais…)

Estados Unidos envia mais forças anfíbias para o Golfo Pérsico


Foto por: AFP Photo / Johan Ordones

US gears up for land operation in Persian Gulf?

Russia Today – 28/03/2012

The US is sending an amphibious assault group and a couple of thousand US Marines to the Persian Gulf. With another US carrier making its way to Iran’s doorstep, US military still insist that this is a “regularly scheduled deployment”.

­The Iwo Jima Amphibious Ready Group is comprised of amphibious assault ship USS Iwo Jima, amphibious transport dock USS New York, and amphibious dock landing ship USS Gunston Hall. It is also reinforced with an atomic submarine and a marine helicopter squadron.

The group, which is “a versatile sea-based force that can be tailored to a variety of missions,” left port on Tuesday and is heading to the Gulf, the US Navy says.

Over 2,000 US Marines are to come on board Iwo Jima when the group makes a stop in North Carolina.
Many of those marines are veterans of ground combat in Iraq and Afghanistan making their first shipboard deployment, dailypress.com points out.

The US already has an amphibious group with an expeditionary marine unit in the Gulf region. The Makin Island Amphibious Ready Group was deployed there in January, after Iran’s threat to close the Strait of Hormuz, a crucial route that allows the delivery of around 20 per cent of the world’s oil.

Iran has repeatedly reiterated this threat over the last six month, while the US and its NATO partners kept increasing their naval presence in the region. (mais…)

Japão sai do roteiro e critica Coreia do Norte em cúpula nuclear


Foto por: Reuters

Japão sai do roteiro e critica Coreia do Norte em cúpula nuclear

Correio do Brasil – 27/03/2012

O Japão deixou de lado nesta terça-feira a pauta de uma cúpula nuclear e criticou a Coreia do Norte por planejar lançar um foguete em abril, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou contra a complacência no trato com o terrorismo nuclear.

Um comunicado emitido ao final dos dois dias de reunião com a presença de mais de 50 líderes mundiais, em Seul, foi pobre em detalhes sobre como reduzir o risco de que materiais atômicos caiam em mãos erradas, limitando-se a pedir de forma ampla que todos os materiais vulneráveis sejam protegidos num prazo de quatro anos.

As maiores preocupações nucleares do mundo, envolvendo os programas atômicos de Coreia do Norte e Irã, não estavam na pauta do evento, e esses dois países não foram convidados.

Mas o recluso regime comunista norte-coreano foi duramente criticado nos corredores do evento, inclusive por sua aliada China, embora a anfitriã Coreia do sul tenha declarado explicitamente que os programas de armas de destruição em massa de Pyongyang não estariam sobre a mesa durante o encontro, que abordou exclusivamente a salvaguarda de materiais e instalações nucleares. (mais…)

Coreia do Sul ameaça derrubar foguete da vizinha do norte


S. Korea threatens to gun down North’s rocket

Russia Today – 26/03/2012

The South Korean government has threatened to shoot down a North Korean rocket due for launch in April. The rocket mission has sparked international controversy, the US labeling it a test for a long-range missile that could carry nuclear warheads.

“We are studying measures such as tracking and shooting down [parts] of a North Korean missile in case it strays out of its normal trajectory” and violates South Korean airspace, said Yoon Won-shik, a spokesman at the South’s Defense Ministry.

He described the launch as a “reckless and provocative act that undermines peace on the Korean peninsula.”

Japan has also rattled the saber, saying it will shoot down the missiles with AEGIS warships if the rocket threatens their country.

The international community has condemned the launch amid calls from the US and South Korea to abort the mission immediately. According to a UN resolution, ballistic missile launches by North Korea for any purpose are outlawed.

Both the US and South Korean military are currently monitoring the situation for developments. Recent reports say that the rocket has been moved to the village of Tongchang-ri and is prepping for launch. (mais…)

Estados Unidos pede ajuda para a China na questão nuclear da Coreia do Norte


US seeks China help on N Korea rocket launch

Al Jazeera – 26/03/2012

Barack Obama, the US president and Chinese President Hu Jintao are holding talks expected to focus on US frustrations with China’s slow progress in pushing North Korea to comply with international obligations.

In brief remarks ahead of the bilateral meeting on the sidelines of the Nuclear Security Summit in the South Korean capital Seoul on Monday, Obama said he was looking forward to a frank and constructive meeting.

“Obviously of great importance to us, and I hope to you as well, is the situation in North Korea, and the situation in Iran,” Obama said.

“We both had an interest in making sure that international norms surrounding non-proliferation and preventing destabilising nuclear weapons is very important.”

While the official agenda of the summit is to strengthen measures to track the movement of nuclear materials worldwide, much of the dialogue is expected to focus on efforts to get North Korea to back off a planned rocket launch and return to disarmament talks.

“I think, co-operation and co-ordination between the United States and China is very important not only to the interest of our two countries but to the interest of the world,” he added. (mais…)