reeleição

Dia 18 Ruanda decidirá em referendo sobre reformas constitucionais


Na próxima sexta-feira, dia 18 de dezembro, será realizado um referendo em Ruanda para a aprovação ou não de reformas constitucionais que permitiriam que o atual presidente, Paul Kagame, concorra a uma segunda reeleição. Caso sejam aprovadas, Kagame, que ainda não anunciou se pretende ou não concorrer a novas reeleições, poderia permanecer no poder até 2034. Reformas diminuem o mandato de sete para cinco anos e mantêm o limite de uma única reeleição por candidato, mas só se tornariam válidas a partir de 2034.

Kagame. Foto: AFP.

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Alpha Conde é reeleito presidente da Guiné


Neste sábado (17/10), a Comissão Eleitoral da Guiné anunciou que Alpha Conde foi reeleito para o cargo de presidente no primeiro turno com 57.85% dos votos. O líder da oposição, Cellou Dalein Diallo, que condenou a eleição como fraudulenta, obteve 31.44%. Esta é apenas a segunda eleição na Guiné desde a independência em 1958.

Foto: Cellou Binani / AFP / Getty Images.

Lukashenko reeleito presidente de Belarus


O Presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, foi reeleito com 83.5% dos votos para seu quinto mandato em eleições realizadas semana passada (11/10). Organizações ocidentais criticaram o pleito por “não ter sido democrático”. Houve diversos protestos contra o presidente, que completa 21 anos no poder.

Foto: AP.

Syriza vence eleições na Grécia


No último domingo (20/09), o Syriza, partido de esquerda liderado por Alexis Tsipras, venceu as eleições antecipadas realizadas na Grécia, obtendo 145 dos 300 assentos no Parlamento. Para obter maioria, o partido fechou coalizão com os nacionalistas Gregos Independentes. Tsipras, que renunciou do cargo de primeiro-ministro e convocou as eleições, agora conduzirá o ajuste fiscal que ele mesmo negociou com os credores internacionais em junho deste ano.

Foto: AP Photo / Giannis Papanikos.

Nkurunziza assume terceiro mandato presidencial no Burundi


Em cerimônia realizada no dia 20 de agosto, o presidente Nkurinziza tomou posse do seu terceiro mandato no Burundi. Durante a cerimônia, organizada sem aviso prévio no Palácio do Congressos de Bujumbura, o presidente prestou juramento junto ao Tribunal Constitucional e as duas câmaras do Parlamento reunidas. Oposição, sociedade civil, Igreja Católica e parte do partido de Nkurunziza, o CNDD-FDD, alegam que a segunda releição do presidente vai contra a Constituição do país e aos Acordos de Arusha, que garantiram o fim da guerra civil no país.

Foto: Reuters.

Foto: Reuters.

Nkurunziza vence eleições no Burundi em meio à violência


O presidente burundiano Pierre Nkurunziza foi declarado vencedor da eleição presidencial ocorrida na última terça-feira (21/07) sob protestos violentos. Nkurunziza recebeu aproximadamente 70% dos votos e foi, assim, reeleito para seu terceiro mandato consecutivo. Todos os partidos de oposição boicotaram o pleito devido à suposta inconstitucionalidade do processo eleitoral. Para eles um terceiro mandato violaria o acordo de paz que pôs fim a 12 anos de guerra civil no país.

Foto: AFP, Getty Images, P. Moore.

Foto: AFP / Getty Images / P. Moore.

Em Ruanda, legisladores apoiam reforma constitucional para segunda reeleição de Kagame


Legisladores iniciaram na última terça-feira (14/07) a organização do referendo que deverá votar a possibilidade de uma alteração constitucional para que um terceiro mandato do presidente Paul Kagame se torne viável em Ruanda. O presidente, presidente ruandense durante a última década, não manifestou sua opinião publicamente sobre a emenda. Uma petição com 3,8 milhões de assinaturas já foi coletada, embora a medida ainda possa provocar protestos violentos no país, como ocorrido recentemente no Burundi.

Foto: Reuters, Ruben Sprich.

Kagame. Foto: Reuters / Ruben Sprich.

 

Com boicote da oposição, eleições no Burundi ocorrem sob violência e protestos


Cidadãos do Burundi votaram nesta segunda-feira (29/06) na eleição parlamentar do país, depois de uma noite de tiroteios e semanas de protestos contra o atual presidente Pierre Nkurunziza. Entretanto, o pleito foi boicotado pela oposição e condenado por alguns países ocidentais que afirmam não haver condições para eleições justas.

Pierre Nkurunziza. Foto: Reuters.

Pierre Nkurunziza. Foto: Reuters.

Al-Bashir assume novo mandato na presidência do Sudão


O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, foi empossado para mais um mandato de cinco anos na presidência do país nesta terça-feira (02/06). Após boicote da oposição à eleição presidencial em abril deste ano, al-Bashir, que lidera o país desde 1989, conseguiu 94% dos votos a seu favor. Em seu discurso de posse, afirmou que será “presidente de todo o povo sudanês, tendo votado em mim ou boicotado as eleições”. Seu tom conciliatório, tanto com a oposição doméstica quanto com países ocidentais, marcou sua fala. Recentemente, o Sudão aproximou-se da Arábia Saudita e atualmente participa da coalizão árabe que está intervindo no Iêmen.

Omar al-Bashir discursando ao parlamento na cerimônia de empossamento. Foto: Abd Raouf / AP.

Faure Gnassingbé é reeleito no Togo


O presidente do Togo, Faure Gnassingbé, foi reeleito para um terceiro mandato com 59% dos votos, segundo resultados provisórios da Comissão Eleitoral Nacional togolesa. Resultados ainda precisam ser confirmados pela corte constitucional do país. Apesar de acusações de fraude por parte da oposição, que ficou com 35% dos votos, observadores internacionais atestaram a regularidade do processo eleitoral togolês. A família Gnassinbé lidera o Togo desde 1967, quando o pai de Faure assumiu o poder através de um golpe de estado. De 2005 a 2014, o PIB do país mais do que dobrou e em 2014 a taxa de crescimento foi de 5,6%.

Propaganda política de Faure Gnassinbé. Foto: AFP.

 

Corte Suprema de Honduras altera Constituição para permitir a reeleição


A Corte Suprema de Honduras aprovou a reeleição presidencial no país ao revogar o artigo 239 da Constituição, que a proibia desde 1982. A decisão acontece seis anos depois de o presidente Manuel Zelaya ter sido deposto e expulso de Honduras, em junho de 2009, por tentar aprovar uma consulta popular sobre uma mudança constitucional que permitisse a reeleição. Zelaya, hoje o principal nome da oposição, disse que a Corte Suprema não tem poder para resolver a questão da reeleição e que a melhor solução seria um plebiscito. Em sua conta no Twitter, comentou: “Tudo isso é ilegal, o golpe, a fraude e a própria Corte”.

O atual presidente hondureño, Juan Orlando Hernández. Foto: M. Balce Ceneta / AP.

Entenda a proposta de Dilma para a reforma política


A presidenta Dilma Rousseff, que havia sugerido plebiscito para a reforma política, já admite referendo como forma de consulta popular. Conheça os temas que podem ser alvo da reforma, como o financiamento de campanha.

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

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Dilma afirma que consulta popular é necessária para reforma política


Dilma Rousseff afirmou ontem em entrevista que “todos defendem consulta popular” e “não interessa muito se é referendo ou plebiscito”, admitindo que não está definido que tipo de participação popular haverá na reforma política. A presidenta afirmou também que está aberta ao diálogo com os principais adversários da corrida presidencial, Marina Silva e Aécio Neves, para tratar da reforma política.

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

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Foi um voto de confiança, por Delfim Netto


Antonio Delfim Netto, ex-Ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento e um dos economistas mais influentes do país, escreveu artigo ontem para o Valor Econômico no qual analisa o resultado eleitoral e os desafios para a economia brasileira no segundo mandato de Dilma Rousseff.

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação.

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação.

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Temer diz que reforma política terá amplo debate com o Congresso e a sociedade


O vice-presidente Michel Temer afirmou que o projeto de Reforma Política deverá ser objeto de um amplo debate entre Congresso e sociedade. A presidenta Dilma Rousseff disse, em seu discurso da vitória, que um plebiscito era necessário. O Presidente do Senado, Renan Calheiros, já afirmou que prefere um referendo.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

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Aécio e Dilma pedem união após eleição


A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) e o candidato derrotado Aécio Neves (PSDB) defenderam a união do país após as eleições presidenciais mais acirradas da nova república. Dilma afirmou que o Brasil não está dividido e se declarou “aberta ao diálogo” em discurso da vitória neste domingo (26/10). Já Aécio afirmou que a união do país deve ser a maior prioridade do próximo governo.

Foto: Eduardo Knapp / Folhapress

Foto: Eduardo Knapp / Folhapress

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Dilma Rousseff é reeleita


A Presidente Dilma Rousseff foi reeleita para o cargo na eleição geral ocorrida neste domingo (26/10), conquistando um segundo mandato de quatro anos para governar o Brasil. Dilma, do Partido dos Trabalhadores, obteve cerca de 51,6% dos votos e o candidato da oposição, Aécio Neves, cerca de 48%.

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação.

Foto: Ichiro Guerra / Divulgação.

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Após reeleição de Santos, processo de paz entra em etapa decisiva na Colômbia


Novamente eleito presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos fez do segundo turno das eleições um referendo sobre a continuidade do processo de paz com as guerrilhas. Reintegração de guerrilheiros à sociedade, deposição de armas e julgamento por crimes cometidos são as próximas pautas dos Diálogos em Havana.

Juan Manuel Santos. Foto: picture-alliance / dpa.

Juan Manuel Santos. Foto: picture-alliance / dpa.

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Assad é reeleito com 88% dos votos na Síria


O presidente da Síria, Bashar al-Assad, foi reeleito para um novo mandato de sete anos com 88,7% dos votos. Eleição realizada apenas nas áreas controladas pelo regime dá novo mandato de sete anos para o atual presidente. União Europeia e Estados Unidos criticam votação.

Foto: SANA / Reuters.

Bashar al-Assad. Foto: SANA / Reuters.

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A Reeleição de Mugabe: continuação ou ruptura?


Pesquisadora do Núcleo Brasileiro de Estratégia e Relações Internacionais (NERINT), parceiro do ISAPE, analisa a situação política no Zimbábue com a reeleição de Robert Mugabe e analisa as possibilidades de continuação e ruptura das políticas governamentais naquele que é o provavelmente último mandato do presidente.

Foto: AFP.

Foto: AFP.

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Ortega poderá concorrer a terceiro mandato consecutivo na Nicarágua


Assembleia Nacional da Nicarágua aprovou emendas constitucionais que permitiriam que o atual presidente, Daniel Ortega, concorra a um terceiro mandato consecutivo em 2016.

Daniel Ortega e Raúl Castro. Fonte: AFP.

Daniel Ortega e Raúl Castro. Fonte: AFP.

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Presidente paraguaio descarta reeleição através de reforma constitucional


Presidente do Paraguai, Horacio Cartes, descartou a possibilidade de convocar uma assembleia nacional constituinte para permitir a reeleição, dizendo que o país possui outras prioridades. Constituição paraguaia proíbe a reeleição e o mandato presidencial dura cinco anos.

Fonte: TeleSurTV.

Fonte: TeleSurTV.

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Cristina Kirchner não será candidata a nenhum cargo nas eleições de 2015


A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, acaba com os rumores e abre mão de concorrer a uma reeleição ou a qualquer outro cargo público.

Fonte: Victor R. Caivano / AP.

Fonte: Victor R. Caivano / AP.

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Reforma constitucional que permite terceiro mandato avança na Nicarágua


Comissão da Assembleia Nacional nicaraguense aprovou projeto de lei que elimina limites à reeleição no país, abrindo caminho para que Daniel Ortega, que foi reeleito em 2012, concorra a mais um mandato. Oposição denuncia medidas ‘autoritárias e antidemocráticas’.

Daniel Ortega. Fonte: Arteargentina.

Daniel Ortega. Fonte: Arteargentina.

Reforma constitucional que permite terceiro mandato avança na Nicarágua

Estadão / Reuters – 29/11/2013

Uma comissão especial da Assembleia Nacional da Nicarágua aprovou na madrugada da quinta-feira, 28, um projeto de lei que elimina o limite para reeleição do país, o que abre caminho para o presidente Daniel Ortega, da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) disputar um terceiro mandato consecutivo.

A medida faz parte de um pacote de reformas constitucionais com 42 leis que está sendo discutido no Congresso e deve ser votado em dezembro. Com 63 dos 92 deputados da Assembleia, a FSLN não deve ter dificuldade de aprovar o pacote. Ortega, ex-líder guerrilheiro, se reelegeu para um segundo mandato no ano passado. Ortega, no entanto, ainda não disse publicamente se pretende ser presidente pela quarta vez- ele já governou o país nos anos 80 após o triunfo da Revolução Sandinista.

A oposição nicaraguense criticou o pacote. “São medidas que atentam contra a liberdade e a paz”, disse o deputado Javier Vallejos, do Partido Liberal Independente. Segundo os opositores de Ortega, no pacote estão medidas que permitem ao presidente emitir decretos com força de lei sem a necessidade de aprovação da Assembleia.

Na semana passada, o Departamento de Estado americano informou que acompanha com preocupação as reformas constitucionais na Nicarágua. Na avaliação da diplomacia americana, elas podem afetar o sistema democrático e o desenvolvimento econômico do país. As próximas eleições estão marcadas para 2016.

Uma das principais aliadas da Venezuela na América Central, a Nicarágua faz parte da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) e tem acordos econômicos com Caracas que facilitam seu acesso ao petróleo venezuelano.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,reforma-constitucional-que-permite-terceiro-mandato-avanca-na-nicaragua,1102177,0.htm

Com ampla margem, Correa é reeleito presidente do Equador: “Ninguém irá deter nossa revolução”


Rafael Correa

Com ampla margem, Correa é reeleito presidente do Equador: “Ninguém irá deter nossa revolução”

18 de fevereiro de 2013 – Opera Mundi

As pesquisas de intenção de voto no Equador estavam certas. O presidente Rafael Correa conquistou um novo mandato com larga vantagem e ainda no primeiro turno neste domingo (17/02). Pouco antes do fechamento das urnas, pesquisas de boca de urna já apontavam o triunfo do líder equatoriano. Após a contagem inicial dos votos, e frente à ampla brecha entre o economista e seus adversários, a vitória já era uma certeza. O candidato que mais chegou perto de Correa, Guillhermo Lasso — que deve ter cerca de 20% dos votos — reconheceu o resultado.

Após a divulgação das pesquisas de boca de urna, Correa saiu na varanda do Palácio Carondelet, onde passou o dia com a família e apoiadores, para agradecer os votos. “Nada nem ninguém irá parar essa revolução, estamos fazendo história. Estamos construindo a pátria pequena e a pátria grande. Obrigado pela confiança, nunca lhes faltaremos, esta vitória é de vocês”, afirmou, em meio aos gritos de alegria dos milhares de simpatizantes, todos vestidos com a cor verde da Aliança País, coligação governista.

Ele confirmou que não irá se candidatar na próxima eleição equatoriana, em 2017. “É isso que diz a Constituição e penso que é um bom sistema uma só reeleição”, afirmou Correa. Eleito pela primeira vez em 2006 no segundo turno com 56,67% dos votos, ele assumiu no ano seguinte, convocou Assembleia Constituinte e, após referendo popular aprovando a nova Carta Magna, convocou nova eleição para 2009, quando foi eleito novamente com 51,99%. A Constituição do país permite apenas uma reeleição imediata. (mais…)

Zuma se reelege como chefe do partido da situação


Zuma reeleito

S Africa’s Zuma re-elected ruling party chief

18 de dezembro de 2012 – Al Jazeera

South African President Jacob Zuma has been re-elected as the leader of the governing party, the African National Congress (ANC).

Zuma beat Kgalmea Mothanthe, his challenger and the country’s vice-president, as about 4,000 delegates cast their ballots on Tuesday at the ANC’s conference in Bloemfontein.

Zuma will now be the party’s presidential candidate and almost certain winner in the 2014 national elections. (mais…)

Obama deve manter política em relação ao Brasil e à América Latina, avaliam pesquisadores brasileiros


Obama deve manter política em relação ao Brasil e à América Latina, avaliam pesquisadores brasileiros

07 de novembro de 2012 – Agência Brasil/Renata Giraldi

Com a reeleição do presidente norte-americano, Barack Obama, deverá ser mantida a política externa do país em relação ao Brasil e ao restante da América Latina, segundo pesquisadores brasileiros que acompanham o assunto. Os desafios de Obama, nos próximos quatro anos, concentram-se na busca pelo equilíbrio e por avanços econômicos, assim como a consolidação de ações na área social. O ponto de tensão deve ser o Oriente Médio, avaliam os pesquisadores.

Para os professores da Universidade de Brasília (UnB) Ricardo Caldas, do Instituto de Ciência Política, e Antônio Jorge Ramalho, do Instituto de Relações Internacionais, o Brasil e o restante da América Latina não estão entre as prioridades do presidente norte-americano. Segundo eles, a preocupação do governo norte-americano em relação à região concentra-se em defender a estabilidade e o crescimento econômico incentivando maior liberalização.

Obama foi reeleito ontem (6) com 303 votos dos 538 nos principais colégios eleitorais do país. Reeleito com o lema de campanha “Four More Years!” (em tradução livre: “Mais quatro anos!”), Obama disse ontem, ao discursar, que “o melhor está por vir”. Os pesquisadores brasileiros atribuem a vitória de Obama às medidas adotadas por ele na área social, como o plano de saúde para os norte-americanos, e ao empenho para conter os efeitos da crise econômica internacional, além do pragmatismo norte-americano. (mais…)

Reeleito presidente dos EUA, Obama diz que ‘o melhor está por vir’


Reeleito presidente dos EUA, Obama diz que ‘o melhor está por vir’

07 de novembro de 2012 – Ultimo Segundo/Leda Balbino

Reeleito presidente dos Estados Unidos em uma acirrada votação, o democrata Barack Obama agradeceu o voto de confiança dos eleitores, fez um apelo por união e garantiu, diante de uma multidão de partidários em Chicago, que o país está no caminho certo apesar das dificuldades dos últimos quatro anos. “O melhor está por vir”, afirmou, arrancando aplausos da plateia. “Volto para a Casa Branca mais animado e mais determinado para enfrentar os problemas que estarão diante de nós.”

Segundo o presidente, grande parte da vitória se deve “à melhor equipe de campanha e de voluntários da história do país”. “Vocês me carregaram por todo o caminho”, disse Obama, que também agradeceu “aos que votaram pela primeira vez ou esperaram muito tempo na fila” de votação.

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Depois da reeleição, Chávez declarou-se obrigado a ser melhor e mais eficiente


Otra etapa
Después de su reelección hasta 2019, Chávez se declaró obligado a ser mejor y más eficiente.

“He sostenido una amena conversación telefónica con Henrique Capriles! Invito a la Unidad Nacional, respetando nuestras diferencias!”, tuiteó ayer el presidente venezolano, Hugo Chávez; minutos después hizo lo mismo su ex rival electoral: “Recibí llamada del presidente Chávez […] hice un llamado a la unidad del país y el respeto de todos”. Tras la jornada electoral comienza un nuevo período para el oficialismo y la oposición en Venezuela.

Se anunciaba un resultado muy ajustado, en parte por la variedad de escenarios que ofrecían las encuestas, y por otra por el porcentaje de indecisos, que superaba el 10%. También se anunciaba que Chávez había perdido votos y que no ganaría con el margen con que lo hizo en las elecciones anteriores. Pero finalmente venció con más de diez puntos porcentuales de ventaja en todo el país y ganó en 22 de los 24 estados, en 14 de ellos con una diferencia igual o mayor a 10%. Alcanzó la máxima distancia de su rival en el estado de Portuguesa, donde venció con 70,69% de los votos frente a 28,54% de su rival.

Por su parte, Capriles venció en Táchira y Mérida, con 13% y 3% de ventaja, respectivamente, mientras que en Miranda, estado del cual fue gobernador hasta que renunció en junio para postularse a la presidencia, perdió por 0,2% de los votos. (mais…)

Chávez tem aprovação de 74,6% dos venezuelanos


Chávez tem aprovação de 74,6% dos venezuelanos

Correio do Brasil – 06/02/2012

A última pesquisa do Instituto Venezolano de Análisis de Datos (Ivad) realizada em todo o país, entre 23 e 30 de janeiro, revelou que a gestão de Hugo Chávez como presidente da República, é considerada positiva (nas categorías – excelente, boa, regular para boa) por 74,6% dos venezuelanos.

Esta informação foi divulgada pelo jornalista José Vicente Rangel, que indicou que somente 22,4% qualificam como negativa – péssima, má, regular para má – e 3,4% não sabem ou não responderam.

Durante o programa José Vicente Hoje, transmitido por Televen, foi anunciado que 57,4% da população estão de acordo com a reeleição de Chávez como presidente, enquanto 36,8% estão em desacordo e 5,8% não sabem. “A distância a favor de Hugo Chávez: 20,6%”.

O jornalista mencionou que a intenção de voto a favor de Chávez, se as eleições fossem hoje, é de 57,7%, contra 29,9% e não sabem ou não responderam 12,4%. “A distancia a favor de Chávez: 27,8%”.

Com relação ao candidato em quem votariam se as eleições fossem hoje, no cenário 1, encabeça a lista Hugo Chávez com 56% de apoio, seguido por Henrique Capriles Radonski com 31,8%; 12,3% não sabem ou não responderam. A distancia a favor de Chávez é de 24,2%. (mais…)