reforma política

Premiê da Turquia renuncia após conversas com Erdogan


Nesta quinta-feira (05/05), Ahmet Davutoglu, primeiro-ministro da Turquia, anunciou a sua renúncia ao cargo e à liderança de seu partido, o AKP (Partido da Justiça e Desenvolvimento). Decisão teria sido tomada após conversas com o presidente do país, Recep Erdogan. A renúncia vem após a piora das relações entre ambos. Erdogan teria perdido a confiança no premiê para a realização de uma reforma política no país, que passaria do sistema parlamentarista para presidencialista segundo a proposta do presidente.

Davutoglu. Foto: Efe.

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Dilma veta doação de empresas para campanhas eleitorais


A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, sancionou nesta terça-feira (29/09) a reforma política proposta pelo Congresso, mas vetou o financiamento empresarial de campanhas eleitorais e partidos políticos, que tinha sido anteriormente aprovado pelo Congresso. A decisão foi baseada na declaração de inconstitucionalidade da medida pelo Superior Tribunal Federal (STF). Dilma também vetou a proposta que previa que as urnas eletrônicas imprimissem o voto, o que criaria um custo adicional de 1,8 bilhão de reais à Justiça Eleitoral.

Foto: Gatty Images / AFP/ E. Sa.

Parlamento de Mianmar rejeita o fim do poder de veto dos militares


O parlamento de Mianmar rejeitou nesta quarta-feira (25/06) a extinção do poder de veto dos militares sobre mudanças na constituição do país. Embora a maioria dos parlamentares tenha se mostrado a favor da mudança, não se obtiveram os 75% dos votos necessários para a aprovação.

myanmar

Mapa: n.i.

Com boicote, Hong Kong rejeita reforma política


Nesta quinta-feira (18/06), o Conselho Legislativo de Hong Kong rejeitou um controverso plano de reforma política para a eleição do chefe do Executivo do território, o qual era apoiado pelo governo central chinês e criticado por ativistas locais que protestaram nas ruas contra ele no ano passado. Cerca de 30 deputados pró-Pequim boicotaram a votação ao abandonar o Parlamento cerca de um minuto antes de sua realização. O projeto necessitava de pelo menos dois terços dos votos para ser aprovado, o que equivale ao apoio de no mínimo 47 dos 70 legisladores. Oito deputados pró-Pequim votaram a favor da proposta e 28 legisladores votaram contra. Com isso, o chefe do executivo de Hong Kong continuará sendo indicado pelo colégio eleitoral, sem sufrágio universal.

Protesto no plenário do parlamento de Hong Kong. Foto: Reuters / B. Yip.

Relato do V Seminário do CEGOV


Durante os dias 19 e 20 de maio, realizou-se a 5ª edição do Seminário do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em quatro painéis, moderados por professores vinculados ao CEGOV, professores de diversas áreas fomentaram um debate amplo em que foi possível compreender mais de um ponto de vista sobre cada um dos importantes temas abordados, relacionados à governança no Brasil e vitais para a plena cidadania brasileira.

Foto: UFRGS.

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Bachelet anuncia plano anticorrupção e criação de nova Constituição


Na noite de terça-feira (28/04), a presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou um plano de medidas anticorrupção para a política e os negócios, o qual inclui a elaboração de uma nova Constituição. Bachelet quer uma profunda reforma legal para acabar com “as irregularidades, a corrupção e a falta de ética” evidenciadas em recentes escândalos de corrupção em campanhas políticas. Segundo ela, em setembro deve ser iniciado um processo aberto aos cidadãos para aprovar uma nova Constituição que substitua a atual, que ainda contém resquícios da época da ditadura militar no Chile.

Foto: Agência Efe

Foto: Agência Efe

Bachelet termina ano legislativo com reformas aprovadas, mas com popularidade em baixa


A presidenta do Chile, Michelle Bachelet, está terminando o ano legislativo com a popularidade em baixa, com aprovação de 40% frente a 58% em abril de 2014. Apesar disso, Bachelet conseguiu aprovar no último ano projetos importantes, como a reforma educacional e a lei de direito à herança para casais homossexuais. A presidenta ainda deseja realizar uma reforma constitucional e outra política.

Foto: Agência EFE

Foto: Agência EFE

Movimentos sociais prometem mobilizações por reforma política


Movimentos sociais prometem fazer manifestações e coleta de assinaturas para projeto de iniciativa popular de reforma política. A OAB, a UNE e a CNBB estão entre organizações que fazem parte da Coalizão Pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas. Um dos focos da proposta é o fim do financiamento empresarial de campanhas políticas.

Foto: n.i

Foto: n.i

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Entenda a proposta de Dilma para a reforma política


A presidenta Dilma Rousseff, que havia sugerido plebiscito para a reforma política, já admite referendo como forma de consulta popular. Conheça os temas que podem ser alvo da reforma, como o financiamento de campanha.

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

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Dilma afirma que consulta popular é necessária para reforma política


Dilma Rousseff afirmou ontem em entrevista que “todos defendem consulta popular” e “não interessa muito se é referendo ou plebiscito”, admitindo que não está definido que tipo de participação popular haverá na reforma política. A presidenta afirmou também que está aberta ao diálogo com os principais adversários da corrida presidencial, Marina Silva e Aécio Neves, para tratar da reforma política.

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

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Temer diz que reforma política terá amplo debate com o Congresso e a sociedade


O vice-presidente Michel Temer afirmou que o projeto de Reforma Política deverá ser objeto de um amplo debate entre Congresso e sociedade. A presidenta Dilma Rousseff disse, em seu discurso da vitória, que um plebiscito era necessário. O Presidente do Senado, Renan Calheiros, já afirmou que prefere um referendo.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

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Aécio e Dilma pedem união após eleição


A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) e o candidato derrotado Aécio Neves (PSDB) defenderam a união do país após as eleições presidenciais mais acirradas da nova república. Dilma afirmou que o Brasil não está dividido e se declarou “aberta ao diálogo” em discurso da vitória neste domingo (26/10). Já Aécio afirmou que a união do país deve ser a maior prioridade do próximo governo.

Foto: Eduardo Knapp / Folhapress

Foto: Eduardo Knapp / Folhapress

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Felipe VI assume trono em meio a período turbulento na Espanha


Felipe de Bourbon foi proclamado Felipe 6º, rei da Espanha, durante uma sessão histórica conjunta das duas câmaras das Cortes Gerais espanholas nesta quinta-feira (19/06). Cresce a desconfiança com a monarquia e as instituições democráticas no país. População espanhola deseja votar sobre o novo rei. Agora, cabe ao príncipe apaziguar o país.

Foto: Reuters.

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Bachelet surpreende e adianta reforma eleitoral no Chile


Pegando de surpresa a oposição e até aliados, o governo de Michelle Bachelet decidiu adiantar reformas que não estavam previstas no plano para os primeiros cem dias de mandato. Desde o começo de abril, já foram enviados ao Congresso três projetos de lei propondo mudanças nos sistemas eleitoral e político.

Foto: Efe.

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Milhares de chilenos saem às ruas para pressionar Bachelet por reformas


Há menos de duas semanas como presidente, Michelle Bachelet enfrenta sua primeira manifestação, convocada por mais de 40 organizações sociais. Segundo a polícia, mais de 25 mil saíram às ruas de Santiago e Valparaíso que querem que a presidente cumpra o ambicioso programa de reformas econômicas e sociais anunciado durante a campanha eleitoral.

Foto: Reuters.

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Países interagem com a marinha de Mianmar


Com os avanços nas reformas democratizantes em Mianmar, um maior número de marinhas estrangeiras passou a se engajar com a marinha mianmarense. Japão, Reino Unido e EUA estão entre os países que realizam essa maior interação.

Foto: Official US Navy / Flickr.

Foto: Official US Navy Imagery / Flickr.

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Mianmar concede perdão a prisioneiros políticos


Thein Sein, Presidente de Mianmar, libertou cinco prisioneiros políticos esta semana e mais devem ser libertados na semana que vem. Medida fora prometida ano passado e está relacionada ao processo de democratização por qual o país está passando.

Thein Sein. Fonte: Wikimedia Commons.

Thein Sein. Fonte: Wikimedia Commons.

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China se adapta à nova realidade de Mianmar


Com os avanços democráticos em Mianmar, diversas forças políticas emergiram, obrigando a China a se adaptar em suas relações diplomáticas com o país.

Fonte: Post Jagran.

Fonte: Post Jagran.

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