Reino Unido

Reino Unido pode se tornar paraíso fiscal


Nesta segunda-feira (04/07), o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, anunciou planos para reduzir significativamente os impostos para empresas no país como modo de reduzir os efeitos da saída britânica da União Europeia (UE). Segundo o político, a intenção é diminuir os atuais 20% de impostos corporativos para menos de 15%; na UE, apenas Irlanda e Chipre têm taxas mais baixas. Dessa forma, o Reino Unido teria uma das mais baixas taxas de impostos para empresas entre as grandes economias do mundo, o que a OCDE já disse que seria uma situação semelhante à de um “paraíso fiscal”.

Osborne. Foto: S. Rousseau / empics / picture-alliance via DW.

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O Reino Unido pode voltar atrás e não sair da UE?


Na semana passada, o Reino Unido, em referendo, escolheu sair da União Europeia (UE). Algumas pessoas começaram a se arrepender diante das consequências, inclusive de possibilidade de dissolução do país. Segundo Carla Bleiker, ainda há possibilidades de reversão: o parlamento britânico pode votar contra a saída da UE, um novo referendo pode ser chamado para confirmar a intenção de saída e o modo que ela se dará, a UE pode fazer concessões suficientes para aplacar as demandas dos britânicos que querem o “Brexit” e, por fim, a Escócia pode vir a vetar a saída do país do bloco europeu.

Foto: E. S. Lesser / dpa / picture-alliance.

Casos de xenofobia e racismo aumentam no Reino Unido após vitória do “Brexit”


Os casos de xenofobia e racismo no Reino Unido aumentaram cerca de 50% desde a vitória do “Brexit” no referendo sobre a saída do país da União Europeia, informaram autoridades britânicas. Comunidades estrangeiras, como a de poloneses e portugueses, têm sofrido agressões e são vítimas de discursos xenofóbicos e de ódio. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, já anunciaram que não vão tolerar esses atos.

Foto: Reuters

Agências de risco rebaixam nota do Reino Unido após referendo do Brexit


Nesta segunda-feira (27/06), a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito (rating) do Reino Unido, que até então era a máxima (AAA). A S&P foi a última agência a retirar a nota máxima, alertando que a instabilidade causada pela saída do país da União Europeia pode rebaixar ainda mais sua nota. A agência Fitch também rebaixou ainda mais Londres (de AA para AA-) e alertou para as consequências negativas do “Brexit”.

Imagem: picture-alliance / dpa

Saída da UE ameaça a coesão do Reino Unido


A reemergência de movimentos separatistas na Escócia e na Irlanda do Norte ameaçam a coesão do Reino Unido, após a votação pela saída do país da União Europeia (UE). Enquanto a maior parte dos ingleses optou pela saída do bloco regional, escoceses e norte-irlandeses escolheram a permanência na UE. A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, afirma que já está em andamento a organização de um novo referendo pela separação do país, aos moldes do realizado em 2014, e seu governo já está buscando negociações diretas com a UE para posteriormente voltar a fazer parte do bloco. De forma similar, o partido nacionalista da Irlanda do Norte, Sinn Féin, anunciou que irá apoiar a organização de uma consulta popular para separação do Reino Unido e integração à Irlanda — que permanece membro da União Europeia. Analistas já apontam que a saída do Reino Unido da UE põe em risco o processo de paz da Irlanda do Norte na forma do Acordo de Belfast de 1998. Ademais, a própria Espanha anunciou o seu interesse em obter soberania compartilhada do enclave de Gibraltar, cuja maior parte da população (96%) também votou pela permanência na UE.

Imagem: Derek Bacon / The Economist.

UE pede saída rápida do Reino Unido


Nesta sexta-feira (24/06), as principais autoridades da União Europeia (UE) pediram por rapidez no processo de saída do Reino Unido do bloco, conforme decidido em referendo. Os presidentes do Conselho, da Comissão e do Parlamento da UE advertiram que atrasos elevariam a incerteza. Países da UE já manifestaram que não desejam esperar até a renúncia de Cameron em outubro para começar as tratativas de desvinculação de Londres à organização. Enquanto isso, líderes de partidos nacionalistas de extrema-direita já estão pedindo a realização de referendos iguais aos do Reino Unido, na França, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Itália e outros.

Imagem: n.i.

Em referendo, Reino Unido decide sair da União Europeia


Em referendo realizado na quinta-feira (23/06), a maioria dos cidadãos do Reino Unido decidiu-se pela saída da União Europeia (UE). O “Brexit” recebeu aproximadamente 52% dos votos, enquanto a permanência ficou com 48%. Escócia, Irlanda do Norte e a cidade de Londres votaram para permanecer na UE, enquanto o restante da Inglaterra e o País de Gales optaram pela saída do bloco. Eleitores mais jovens apoiaram a UE ao passo que os mais idosos foram contrários. Resultado afetou diversas bolsas de valores ao redor do mundo e a moeda do país teve queda histórica. A favor da continuação na UE, o primeiro-ministro David Cameron já anunciou sua renúncia, a qual deve ocorrer em outubro.

Mapa: El País.

Transição hegemônica e poder naval: o declínio inglês e a ascensão dos EUA na primeira metade do Século XX


Confira aqui a monografia da pesquisadora do ISAPE, Giovana Esther Zucatto, sobre a relação entre o poder naval e as transições hegemônicas no sistema internacional, especificamente no processo de decadência da hegemonia da Inglaterra e de ascensão dos EUA na primeira metade do século XX. O trabalho trata das teorias do ciclo de acumulação sistêmica, poder naval e ciclos de supremacia naval, bem como da decadência da indústria naval britânica no período de declínio de Londres e do papel fundamental que teve o setor naval para a construção da hegemonia estadunidense.

Imagem: EUA / Wikimedia Commons.

Londres elege seu primeiro prefeito muçulmano


Nesta sexta-feira (06/05), Londres elegeu Sadiq Khan para a prefeitura da cidade com 57% dos votos. Filho de uma costureira e de um motorista de ônibus paquistaneses, Khan, defensor dos direitos humanos e da manutenção do Reino Unido na União Europeia, será o primeiro prefeito muçulmano de um capital ocidental e marca o retorno do Partido Trabalhista para o executivo de Londres. Apesar da importante vitória, o partido sofreu duras perdas em todo o país, especialmente em cidades da Escócia.

Sadiq Khan. Foto: Kirsty Wigglesworth / AP via LA Times.

Ex-crianças-soldado de Serra Leoa são enviadas para o Iraque como mercenários


Empresas de segurança britânicas empregaram milhares de ex-crianças-soldado de Serra Leoa no Iraque, denunciou o acadêmico dinarmaquês Maya Mynster Christensen. O governo do país africano incentivaria a prática a fim de gerar recursos financeiros, enquanto as companhias diminuiriam suas despesas com a contratação de mercenários “mais baratos”. Os que foram enviados atuariam como guardas em bases militares dos EUA e muitos seriam tratados como escravos.

Foto: AP

As possíveis consequências da saída do Reino Unido da União Europeia


Em artigo publicado no Politike (04/04), Derrick Wyatt discute a possibilidade da saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Segundo o autor, a saída teria de ser um processo longo e negociado, não realizado apenas em um ato. Além disso, a futura relação de Londres com UE teria também de ser estabelecida antes da saída. Wyatt também considera o problema representado por cidadãos e empresas das duas partes que têm seus direitos atuais baseados na participação do Reino Unido no bloco europeu.

Foto: Descrier / Flickr / Creative Commons

“Panama Papers” são apenas a ponta do iceberg, por Diane Abbott


Em artigo publicado no The Huffington Post UK (04/04), Diane Abbott afirma que os “Panama Papers” são apenas a “ponta do iceberg”. A cada ano, cerca de US$ 200 bilhões saem ilegalmente dos países em desenvolvimento, retirados por multinacionais que não pagam os devidos impostos. A autora defende que o Reino Unido, responsável pelo maior esquema de evasão fiscal do mundo, deve determinar que seus territórios ultramarinos sejam transparentes sobre quem e quais empresas possuem finanças adquiridas de forma ilegal, principalmente de países pobres. 

Foto: Reuters

Kuwait compra 28 caças da Eurofighter


Nesta terça-feira (05/04), o Kuwait confirmou a compra de 28 caças Typhoon do consórcio Eurofighter – composto pelo Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália-. Os aviões contarão com um sistema de radar avançado, desenvolvido pela EuroRADAR. O negócio é baseado em um acordo firmado entre a Itália e o Kuwait em setembro. O contrato também prevê o apoio logístico e treinamento de pilotos.

Foto: Alberto Pizzoli / AFP / Getty Images

ONU expande Zona Econômica Exclusiva da Argentina, que agora inclui as Ilhas Malvinas


Nesta segunda-feira, um comitê da ONU favoreceu a Argentina e expandiu sua plataforma continental em 1,7 milhão de quilômetros quadrados, um aumento de 35%. A Comissão do Limite Exterior da Plataforma Continental -órgão criado pela Convenção da ONU sobre Direito do Mar- adotou por consenso petição feita em 2009. Com a medida, a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do país se estende em algumas áreas até as 350 milhas. Segundo oficiais argentinos, a decisão estabelece que as Ilhas Malvinas, disputadas com o Reino Unido, integram também a plataforma continental, sendo portanto parte da ZEE.

Foto: Sergio Goya / AFP / Getty Images

 

Reino Unido e França anunciam desenvolvimento conjunto de drone


Na última quinta-feira (03/03), o primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente francês, François Hollande, anunciaram um investimento de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,1 bilhões) para desenvolver em conjunto um drone de combate de última geração. Protótipos operacionais do novo sistema estão previstos para 2025. Além disso, os dois países concordaram em integrar suas indústrias de defesa e Londres anunciou que irá auxiliar com a logística das tropas francesas na África.

Photo: Stephane de Sakutin / AFP/ Getty Images

Reino Unido envia soldados para combater EI na Tunísia


O Reino Unido anunciou, nesta segunda-feira (29/02), que enviará tropas para a Tunísia com a justificativa de impedir militantes do grupo “Estado Islâmico” entrem no país. Cerca de 20 soldados atuarão com autoridades tunisianas na fronteira com a Líbia para evitar o movimento transfronteiriço.

Foto: Ismail Zitouny / REUTERS

UE permite que Reino Unido discrimine imigrantes


Na sexta-feira (19/02), o Reino Unido fechou um acordo com a União Europeia que consolida o “status especial” de Londres na organização. Em troca de campanha do governo britânico a favor da permanência do país na UE, esta realizou diversas concessões, aprofundando o “excepcionalismo” das ilhas. O acordo inclui, por exemplo, a permissão para Londres discriminar os trabalhadores em função do seu passaporte para tentar limitar a imigração, contrário a um dos princípios fundamentais da União Europeia.

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Foto: Reuters.

Macri propóe diálogo com Reino Unidos sobre Malvinas


Após encontro com o primeiro-ministro britânico, David Cameron, nesta quinta-feira (21/01), o presidente argentino, Mauricio Macri, propôs o diálogo entre os dois países sobre diversas questões pendentes, incluindo sobre as Malvinas. No encontro, que ocorreu em Davos, na Suíça, também foram discutidos o narcotráfico, as mudanças climáticas, o crescimento econômico e o apoio para o desenvolvimento de infraestrutura.

Foto: Efe.

Reino Unido firma acordo para estender treinamento militar no Quênia


O Reino Unido firmou um acordo com o governo queniano nesta quarta-feira (09/12) que estende por cinco anos a permissão para treinamentos militares no Quênia. As negociações vinham acontecendo já há cinco anos. Dezenas de milhares de soldados britânicos já treinaram no país do leste africano para adaptar-se a duras condições climáticas como calor extremo e tempo seco antes de serem enviados para guerras no Iraque e no Afeganistão, por exemplo. Em contrapartida, o Reino Unido deve treinar tropas quenianas e seus soldados poderão ser julgados pelas cortes do país africano.

Foto: Fountain News.

Foto: Fountain News.

Reino Unido inicia ataques contra EI na Síria


Poucas horas após o Parlamento aprovar a intervenção armada na Síria, a aviões do Reino Unido iniciaram ataques nesta quinta-feira (03/12) contra o grupo “Estado Islâmico” em território sírio. Missões partiram de base aérea no Chipre, que já era utilizada por Londres para atingir alvos do EI no Iraque.

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Foto: BBC.

Membros da Commonwealth lutarão contra mudanças climáticas e extremismo


O Encontro dos Líderes de Governo da Commonwealth (CHOGM, em inglês) terminou no último domingo (29/11) em Malta. Pouco antes da realização da COP21 em Paris, os países acordaram medidas para combater a mudança climática e o extremismo. Líderes de todos os 53 membros da Commonwealth estiveram presentes.

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Foto: Xinhua / Jin Yu.

França deve triplicar ataques aéreos contra o EI


O presidente da França, François Hollande, declarou na segunda-feira (23/11) que o objetivo militar francês na Síria e no Iraque é ampliar seus ataques contra o grupo extremista “Estado Islâmico”.  O primeiro-ministro britânico, David Cameron, expressou o apoio aos ataques franceses ao EI e disse que o Reino  Unido deve fazer o mesmo. A França deve enviar o seu único porta-aviões, com 26 caças, para o Golfo Pérsico, assim triplicando sua capacidade de ataque na região.

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Foto: Agência Lusa.

No Reino Unido, ataques contra muçulmanos crescem 300%


Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23/11), os crimes de ódio contra muçulmanos aumentaram 300% no Reino Unido desde os atentados em Paris (13/11). A grande maioria dos 115 ataques ocorreu contra mulheres que se vestiam de acordo com a tradição islâmica. Os autores dos ataques foram majoritariamente homens brancos entre 15 e 35 anos. Ainda estima-se que o número de ocorrências seja maior que o registrado.

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Foto: Reuters / Darren Staples.

Reino Unido duplicará gastos em defesa


O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou que aumentará orçamento da defesa em 12 bilhões de libras (US$ 18,2 bilhões) na revisão de estratégia para os próximos cinco anos de modo a atingir a meta da OTAN de 2% do PIB em gastos de defesa. O plano prevê £178 bilhões (US$ 268 bilhões) para a Defesa nos próximos 10 anos, o dobro das previsões anteriores. Oito aeronaves Boeing P8 de vigilância marítima devem ser adquiridas, além da criação de duas brigadas de envio rápido, com raio de ação de milhares de quilômetros. Cameron também reforçou seu compromisso com a compra de 138 caças F-35.

P-8 em ação. Foto: Marinha dos EUA.

Inicia exercício militar internacional no sul do Brasil


Teve início, na última sexta-feira (13/11), o exercício militar conjunto UNITAS 2015, realizado no sul do Brasil, contando com as marinhas dos Estados Unidos, México, Chile, Peru e Reino Unido além da brasileira. Manobras, que devem durar dez dias tanto em terra como no mar, contam com um total de 17 navios, aviões de combate e cerca de 8 mil militares. Serão realizados cursos de troca e manobras navais de caráter militar, como ações simuladas de superfície e aéreas e exercícios de guerra eletrônica.

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Foto: Marinha dos EUA.

Índia e Reino Unido aprofundam relações bilaterais


A Índia e o Reino Unido aprofundaram as relações bilaterais após visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a Londres. Além da formação de uma “parceria global” entre os dois países, uma série de acordos foi concluída, incluindo US$ 13,7 bilhões em investimentos. Ambos os países também aumentaram a cooperação bilateral nuclear. Modi também foi o primeiro líder indiano a discursar no parlamento britânico. O início da visita foi marcado por protestos contra as violações de direitos humanos do primeiro-ministro.

Foto: Flickr / MEAPhotogallery.

Cameron apresenta condições para permanência do Reino Unido na UE


Nesta terça-feira (10/11), o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, apresentou quatro metas de reforma na União Europeia (UE) como condições para que o país permaneça no bloco. As quatro áreas incluem o fim da suposta discriminação dos países que não pertencem à zona do euro, mais poder para os legislativos nacionais, menos restrições burocráticas para aumentar a competitividade e, mais controversamente, maior controle sobre a política de migração. Esta serviria para impedir imigrantes de países membros da UE de pedirem benefícios sociais em outros países do bloco. Até o fim de 2017, um referendo deve ocorrer no Reino Unido acerca da sua permanência no bloco regional.

Foto: A. Dennis / Getty Images / AFP.

China e Reino Unido lançam declaração conjunta


A China e o Reino Unido lançaram na última quinta-feira (22/10) uma declaração conjunta sobre a cooperação bilateral em uma grande variedades de temas. Destacam-se os esforços conjuntos para internacionalizar a moeda chinesa, o Renminbi, por exemplo incluindo-a na cesta de moedas do Fundo Monetário Internacional, e o apoio à criação de um grupo de estudos sobre as possibilidades de um acordo de livre comércio China-União Europeia.

Foto: Xinhua / Ju Peng.

China financiará usina nuclear no Reino Unido


Nesta quarta-feira (21/10), em visita do Presidente da China, Xi Jinping, ao Reino Unido (RU), assinaram-se diversos acordos entre as partes, incrementando a cooperação bilateral entre os países. Entre os acordos estão o comprometimento de não utilizar-se de ataques cibernéticos para obter tecnologias industriais do outro e o financiamento chinês de US$ 9 bilhões de uma usina nuclear no RU — dentro de um pacote total de US$46 bilhões de investimentos.

Foto: Carl Court / Getty Images.

Exército brasileiro reflete sobre possibilidades de conflitos no Atlântico Sul


Em trabalho realizado por oficiais militares do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx), é realizada uma reflexão sobre as possibilidades de conflitos no Atlântico Sul e o papel das Forças Terrestre na defesa do litoral brasileiro. Entre as principais ameaças estão a presença de territórios britânicos e franceses na parte sul do oceano, além das forças navais de outras potências que ameaçam a soberania sobre recursos naturais brasileiros.

Imagem: Blog do Exército Brasileiro.