relações diplomáticas

Turquia e Israel normalizam relações diplomáticas


Este domingo (26/06), Turquia e Israel anunciaram a normalização das relações diplomáticas bilaterais. Reconciliação ocorre seis anos depois de Israel ter atacado uma flotilha humanitária turca no mar Mediterrâneo. O acordo prevê o retorno dos embaixadores às capitais e o pagamento de uma indenização no valor de 20 milhões de dólares às famílias dos cidadãos turcos mortos. A Turquia também poderá retomar a provisão de recursos humanitários para Gaza e a construção de infraestrutura. O acordo pode ter impactos na guerra síria e facilitar um acordo para provisão de gás.

Benjamin Netanyahu. Foto: Giuseppe Lami / AP.

Arábia Saudita rompe relações diplomáticas com Irã após ataque à embaixada


A Arábia Saudita anunciou, nesta segunda-feira (04/01), o rompimento das relações diplomáticas com o Irã. Medida se deu após iranianos terem atacado, no sábado (02/01), a embaixada saudita em Teerã em protesto contra a execução de um líder xiita por autoridades sauditas. O Sudão e o Bahrein também romperam os laços diplomáticos com o Irã em solidariedade à Riade, enquanto os Emirados Árabes Unidos rebaixaram a representação diplomática em Teerã.

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Foto: Al Jazeera.

Turquia e Israel normalizam relações


Um oficial israelense afirmou nesta quinta-feira (18/12) que seu país e a Turquia firmaram um acordo para normalizar as relações diplomáticas. Isso inclui o retorno dos embaixadores dos dois países. O acordo também estabelece a criação por Israel de um fundo de compensação para as vítimas turcas de um ataque contra assistentes humanitários em Gaza em 2010.

Turkey's President Tayyip Erdogan addresses the audience during a meeting in Ankara

Foto: Reuters / Murat Cetinmuhurdar / Presidential Palace Press Office / Handout via Reuters.

Republicanos tentam bloquear abertura de embaixada dos EUA em Cuba


Nos Estados Unidos, deputados republicanos apresentaram projeto de lei que proíbe o uso de fundos para abertura de uma embaixada ou qualquer tipo de representação dos Estados Unidos em Cuba. O projeto cria um dispositivo para impedir o uso de verbas com este fim que possam estar discriminados na lei orçamentária do Departamento de Estado para 2016. A proposta é considerada pelos democratas e pela Casa Branca uma manobra para tentar impedir que a retomada das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba seja consolidada. Os dois países têm mantido reuniões e dialogado para a reabertura das embaixadas, após quase 50 anos de rompimento.

Foto: Wikimedia Commons.

Confirmado: EUA retira Cuba da lista do terrorismo


O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou oficialmente a retirada de Cuba da lista de países que financiam o terrorismo, na qual Havana figurava desde 1982. Confirmação se deu após o término do prazo, esta sexta-feira (29/05), para o Congresso estadunidense desafiar a decisão do presidente Barack Obama de retirar Cuba da lista. Como nenhum parlamentar faz objeção à proposta, como já se previa, ela passa a valer automaticamente. Medida abre as portas para o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

Foto: Joe Raedle / Getty Images.

Cuba fornecerá vacinas contra o câncer para os EUA


Cuba vai fornecer vacinas terapêuticas contra o câncer aos Estados Unidos, com a assinatura de vários acordos com organismos norte-americanos na área da saúde, noticiou o diário oficial cubano Granma na quarta-feira (22/04). Os acordos foram anunciados durante a visita à ilha do governador de Nova York, Andrew Cuomo, no início desta semana. Outro acordo assinado prevê o fornecimento de aplicações informáticas estadunidenses para uma empresa farmacêutica cubana, que não foi identificada. Houve também a assintatura de um protocolo com empresa tecnológica dos EUA que envolve intercâmbios “com uma universidade cubana para ações de formação com estudantes” na área das novas tecnologias.

Foto: Reporter 5.

Foto: Reporter 5.

Congresso dos EUA não bloqueará retirada de Cuba da lista de países que apoiam o terrorismo


Em uma importante vitória da Casa Branca, o Congresso dos Estados Unidos, controlado por maioria do Partido Republicano, não vai bloquear a retirada de Cuba da lista de países que apoiam o terrorismo. Medida foi anunciada pelo presidente do país, Barack Obama, na terça-feira (14/04). Entretanto, Obama não teria persuadido os parlamentares: segundo os republicanos não haveria meio legal de impedir a ação. Ato liberaria o envio de assistência financeira e humanitária, bem como o comércio de armas.

Raúl Castro e Barack Obama. Foto: Reuters / Jonathan Ernst.

Obama comunica retirada de Cuba da lista de países que apoiam o terrorismo


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comunicou nesta terça-feira (14/04) ao Congresso de seu país que pretende retirar Cuba da lista de Estados que apoiam o terrorismo. O Congresso terá 45 dias para analisar a decisão de Obama e, em caso de desacordo, poderá apresentar um projeto de lei para tratar de revogar a medida do presidente, o que deve acontecer dada a maioria republicana. Medida é a principal exigência de Havana nas negociações para o pleno restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

Raúl Castro e Barack Obama. Foto: Reuters / Jonathan Ernst.

Obama e Raúl Castro fazem encontro histórico no Panamá


Os presidentes de Cuba e Estados Unidos, Raúl Castro e Barack Obama respectivamente, encontraram-se no Panamá antes da realização da Cúpula das Américas. O encontro foi histórico pois desde 1958 os líderes dos dois países não sentavam à mesma mesa para conversas. Acontecimento, um marco na história das relações entre Cuba e EUA, simboliza a política de Obama de reaproximar-se da ilha caribenha iniciada no final de 2014. Após o encontro, Raúl Castro elogiou em discurso a postura do líder estadunidense.

Foto: Reuters / Jonathan Ernst.

A geopolítica das relações entre Cuba e Estados Unidos


George Friedman analisa os condicionantes da história recente de Cuba para suas relações com os Estados Unidos. A obsessão estadunidense com a questão estratégica envolvendo a ilha caribenha foi reduzida com o fim da Guerra Fria, o que permitiu a reaproximação recente entre os dois países. Friedman analisa outras tensões geopolíticas que podem condicionar a interação entre as nações num mundo não mais bipolar.

Foto: Reporter 5.

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Cuba conclui liberação de 53 presos políticos


Todos os 53 presos políticos que Cuba se comprometeu em libertar já foram soltos, confirmaram autoridades estadunidenses. Grupos de oposição ao governo cubano afirmam que somente 38 pessoas estão em liberdade, mas esse dado é desmentido pelo governo estadunidense.

Foto: Agência EFE

Foto: Agência EFE

Cuba liberta prisioneiros políticos


Conforme o acordo entre Cuba e Estados Unidos para a reaproximação diplomática dos dois países, Havana libertou 36 prisioneiros políticos. A informação foi confirmada pelo Departamento de Estado dos EUA. As primeiras conversas bilaterais devem ocorrer no dia 21 de janeiro.

Foto: Reporter 5.

Foto: Reporter 5.

A falácia liberal sobre o acordo dos EUA com Cuba


Os liberais dos Estados Unidos vêm justificando o acordo com Cuba com base no argumento de que a abertura ajudaria a transformar o regime da ilha caribenha. Contudo, Gordon Adams argumenta que a história mostra que o discurso excepcionalista em Washington não encontra respaldo na realidade. Os Estados Unidos não têm prerrogativa alguma para definir regimes políticos de outros países e deveria justificar a reaproximação com Cuba apenas pelo bom senso político e efeitos socioeconômicos para a região.

Foto: Reporter 5.

Foto: Reporter 5.

Brasil foi notificado do acordo entre EUA e Cuba antes do anúncio oficial


O governo brasileiro foi notificado a respeito do reatamento de relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos momentos antes do anúncio oficial. Embora não tenha agido diretamente como mediador, o Itamaraty foi ator importante para a reaproximação de Havana e Washington.

Foto: Bruno Gomes Guimarães.

Itamaraty. Foto: Bruno Gomes Guimarães.

Reaproximação entre EUA e Cuba polariza democratas e republicanos


O anúncio da reaproximação entre os Estados Unidos e Cuba ontem (17/12) repercutiu na área política do país e dividiu democratas e republicanos. Em Washington, parlamentares criticaram ou saíram em defesa da reabertura do diálogo entre os dois países – suspenso oficialmente há 53 anos.

Foto: n.i.

Foto: n.i.

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EUA e Cuba retomam relações diplomáticas


Depois de 18 meses de negociações mediadas pelo Canadá e pelo papa Francisco, o presidente Barack Obama confirmou a retomada de relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba. Uma embaixada estadunidense será aberta em Havana e uma cubana em Washington, rompendo com um isolamento diplomático que iniciou há mais de 50 anos. A negociação envolveu a troca de agentes de inteligência presos nos dois países e a liberação de presos em Cuba considerados pelo governo estadunidense como presos políticos. Não houve alterações no embargo sobre a ilha, que é a principal causa de dificuldades econômicas da economia cubana.

Foto: Atlas

Foto: Atlas

Após década de relação conflituosa, Venezuela e EUA acenam para diálogo


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse estar disposto a um diálogo “de altura” com os EUA e designou o ex-embaixador no Brasil, Maximilien Sánchez Arveláiz, como novo embaixador da Venezuela em Washington. O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, se pronunciou afirmando que o governo de Barack Obama está pronto para mudar a relação de tensão com a Venezuela.

Foto: Juan Barreto / AFP.

Foto: Juan Barreto / AFP.

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O Brasil está abandonando suas ambições globais?


Este ano houve uma redução drástica do número de vagas no concurso de admissão à carreira de diplomata: apenas 18, o número mais baixo em 20 anos. Isso sinaliza uma retração do envolvimento brasileiro em assuntos internacionais sob o governo Dilma. Assim, estratégias planejadas pelo Itamaraty podem não ter o impacto esperado porque o número de diplomatas no exterior é insuficiente para a sua implementação.

Foto: Folhapress.

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De quantos diplomatas uma potência emergente precisa?


Um fator importante para analisar a política externa de um país, mas frequentemente negligenciado, é o tamanho de seu corpo diplomático. Estratégias planejadas no Ministério de Relações Exteriores podem não ter o impacto esperado porque o número de diplomatas no exterior é insuficiente para a sua implementação. Por isso, o número reduzido de diplomatas de potências emergentes lhes impõe severas limitações à capacidade de operacionalizar novas políticas.

Palácio Itamaraty. Fonte: Post-Western World.

Palácio Itamaraty. Fonte: Post-Western World.

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Venezuela interrompe diálogo para normalizar relação com EUA


Venezuela

Venezuela interrompe diálogo para normalizar relação com EUA

20 de março de 2013 – Opera Mundi

O chanceler venezuelano, Elías Jaua, anunciou nesta quarta-feira (20/03) a interrupção dos diálogos para normalizar as relações bilaterais com os Estados Unidos, congeladas desde 2010.

A decisão do governo da Venezuela é uma resposta às declarações da subsecretária de Estado norte-americana, Roberta Jacobson, que pediu que as eleições de 14 de abril sejam “justas e críveis”. Para Caracas, tal afirmação dá a entender que o pleito não estava sendo organizado de maneira confiável.

“Tomara que haja uma retificação e pare a ingerência dos Estados Unidos”, afirmou Jaua, que também indicou que “as relações consulares e diplomáticas serão mantidas no atual panorama”, sem rompimento completo. (mais…)

Obama: Ataque não romperá com os laços entre Líbia e EUA


Obama: Attack will not break US-Libya bonds

12 de setembro de 2012 – AlJazeera

US president condemns Benghazi killings and orders increased security at diplomatic posts around the world.

US President Barack Obama has pledged to bring to justice those who attacked the US consulate in Benghazi, Libya.

Speaking at the White House on Wednesday, he said the violent assault that killed Christopher Stevens, US ambassador to Libya, and three other American diplomatic personnel on Tuesday night would not “break the bonds” between the two countries.

Obama condemned the attack, calling it “outrageous and shocking”, and said he had ordered increased security at US diplomatic posts around the world. (mais…)