Relações EUA-Turquia

EUA envia aviões de guerra eletrônica para combater o Estado Islâmico


Os Estados Unidos enviou um esquadrão de aeronaves de guerra eletrônica para a base aérea de Incirlik, na Turquia, informaram militares do país nesta quinta-feira (14/04). Os aviões EA-6B Prowler irão participar da campanha contra o grupo “Estado Islâmico”, atacando e minando a sua capacidade de comunicação.

Foto: Jodson B. Graves / U.S. Marines

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Turquia adverte EUA e Rússia contra ajuda aos curdos


A Turquia convocou, na última terça-feira (13/10), os embaixadores dos Estados Unidos e da Rússia para alertar contra qualquer ajuda aos combatentes curdos da Síria no âmbito de suas operações militares. O governo de Ancara considera o Partido da União Democrática (PYD), principal representante dos curdos sírios, irmão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que desde 1984 se encontra em luta armada contra o governo turco. O PYD se encontra em guerra contra o grupo “Estado Islâmico”.

Mapa: n.i.

Entrada da Turquia na coalizão põe EUA em situação difícil com curdos


Com entrada oficial da Turquia no conflito liderado pelos Estados Unidos na Síria e no Iraque contra o “Estado Islâmico” (EI), governo estadunidense se vê em situação difícil sobre qual política adotar para com o povo curdo. Representados pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) na Turquia e principais aliados dos EUA no combate ao EI, os guerrilheiros tem apoio indireto do governo estadunidense através dos auxílios concedidos ao Partido União Democrática Curda, da Síria. Em entrevista coletiva concedida pelo porta-voz do Departamento de Estado John Kirby, integrantes do PKK foram chamados de “terroristas”, reforçando o suposto direito de Ancara para reagir em sua defesa.

Foto: Massoud Mohammed, Reuters.

Foto: Massoud Mohammed / Reuters.

Acordo entre EUA e Turquia cria “zona de segurança” na fronteira com a Síria


Turquia e Estados Unidos firmaram neste domingo um acordo que estabelece uma “zona de segurança” de facto na fronteira da Turquia com a Síria, acordo que deve aumentar de maneira significativa a presença das Forças Armadas estadunidenses na região. Caso isso se concretize as forças estadunidenses estarão localizadas bastante próximas a bases militares do governo sírio e de grupos vinculados ao “Estado Islâmico”. A presença também deve conceder uma vantagem determinante para a oposição do governo sírio. No entanto, de acordo com declaração do primeiro-ministro turco Ahmet Davutoglu, a Turquia compromete-se a não enviar tropas ao país vizinho, afirmando que sua principal política é manter os militantes do “Estado Islâmico” distantes de suas regiões de fronteira.

Foto: Murad Sezer, Reuters.

Foto: Murad Sezer / Reuters.

Turquia junta-se à coalizão contra “Estado Islâmico”


Na última quinta-feira (23/07), a Turquia anunciou que permitirá que a coalizão de combate ao “Estado Islâmico” liderada pelos Estados Unidos utilize bases militares em seu território para operações ofensivas contra o grupo extremista na Síria e no Iraque. Já na sexta-feira (24/07), Ancara realizou ataques aéreos com caças F-16 contra posições do EI próximas à fronteira com a Síria. Isso significa que a Turquia juntou-se à coalizão após um ano de recalcitrância, a qual tensionava as relações do país com os EUA devido ao crescente apoio de Washington a forças curdas na região.

Foto: Reuters.

EUA e Turquia assinam acordo para treinar e equipar oposição moderada síria


O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, afirmou que seu país e os Estados Unidos concordaram em treinar e equipar oposição dita moderada ao presidente sírio Bashar al-Assad. O programa deverá treinar cerca de 1200 homens em território turco, que serão equipados pelos Estados Unidos.

Foto: Zein Al-Rifai / AFP / Getty Images

Foto: Zein Al-Rifai / AFP / Getty Images

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Turquia não vai interligar sistema de defesa antiaérea à OTAN


O ministro da defesa da Turquia, Ismet Yilmaz, afirmou que o país não vai interligar seu novo sistema de defesa antiaérea à OTAN. Em 2013, a Turquia decidiu pela aquisição de um sistema chinês, cuja integração não é permitida pela OTAN nem pelos Estados Unidos. Isso porque a empresa fabricante, a China Precision Machinery Import-Export Corp. (CPMIEC), é alvo de sanções dos EUA.

O ministro da defesa turco, Ismet Yilmaz. Foto: Adem Altan / AFP

O ministro da defesa turco, Ismet Yilmaz.
Foto: Adem Altan / AFP

Turquia não tem pressa para fechar contrato de defesa antiaérea


A Turquia está em negociações com China, União Europeia e Estados Unidos pela aquisição de um sistema de defesa antiaérea bilionário. O país está analisando vários condicionantes políticos e técnicos para tomar a decisão final. O reconhecimento, pelo congresso estadunidense, do genocídio armeno, impetrado pelo Império Otomano entre 1915 e 1920, é o último elemento dessas complexas negociações. A Turquia poderia vincular o não reconhecimento do genocídio à escolha do sistema antiaéreo estadunidense. A influência da OTAN também deve ser importante para que a proposta chinesa seja preterida.

Foto: John Macdougall / Getty Images / AFP

Foto: John Macdougall / Getty Images / AFP

Coalizão muda estratégia e passa a focar capital do “Estado Islâmico”


Os ataques aéreos da coalizão ocidental sobre o “Estado Islâmico” passaram a focar na capital de facto, Raqqa. Anteriormente, o principal alvo da coalizão era a cidade de Kobane, na fronteira com a Turquia. O governo sírio também está comandando ataques à cidade de Raqqa.

Foto: CNN

Foto: Força Aérea dos EUA / AP

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Forças iraquianas retomam duas cidades do “Estado Islâmico”


Forças iraquianas reconquistaram duas cidades do “Estado Islâmico” ao norte de Bagdá no último domingo. O governo iraquiano, milícias xiitas e curdos pashmerga lutam lado a lado para conter o avanço do grupo sunita sírio.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

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O “Estado Islâmico” reformula o Oriente Médio


George Friedman analisa a ascensão do “Estado Islâmico” no Oriente Médio e as refomulações dos alinhamentos na região. Segundo ele, a importância dos Estados Unidos se fez notar significativamente e Turquia, Irã e Arábia Saudita têm agora de articular políticas baseadas nessa realidade. Reaproximação entre Teerã e Washington talvez seja a mudança geopolítica mais relevante do momento.

Foto: BBC.

Foto: BBC.

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