Sanções na ONU

Potências defendem o fornecimento de armas para a Líbia combater o EI


Nesta segunda-feira (16/05), um comunicado conjunto de mais de 20 países -incluindo os Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França- defendeu o fornecimento de armas para o novo governo de unidade da Líbia. Armamentos serviriam para combater o “Estado Islâmico” (EI) e outros grupos que se opõe ao governo. Para fornecer os equipamentos, as potências terão de aprovar exceções a um embargo de armas da ONU imposto à Líbia para evitar que armamentos letais chegassem às mãos de extremistas islâmicos e militantes rivais.

Foto: L. Foeger / Reuters

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China e EUA concordam em impor novas sanções à Coreia do Norte


A China e os Estados Unidos concordaram, nesta quarta-feira (27/01), em apoiar novas sanções contra a Coreia do Norte por seu recente teste nuclear no âmbito do Conselho de Segurança da ONU. Porém, o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, alertou para que medidas não aumentem a tensão na região. Wang ainda afirmou que a China já faz todo o possível para desnuclearizar a península coreana.

Foto: n.i.

Sanções contra o Irã são retiradas


Neste sábado (16/12), após a confirmação pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que o Irã cumpriu o acordo nuclear assinado ano passado, diversos países e organizações — entre eles a União Europeia, a Organização das Nações Unidas e os Estados Unidos — anunciaram a remoção de suas sanções contra o país, em vigor há 12 anos. Reintrodução de Teerã na economia mundial deve ter grandes impactos, principalmente sobre o mercado de petróleo.

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Foto: Kevin Lamarque / AP.

P5+1 concordam com rápido retorno de sanções caso acordo com Irã fracasse


O P5+1 (China, Rússia, França, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha) concordaram com o rápido restabelecimento de sanções ao Irã, sob a égide da ONU, caso o acordo nuclear com Teerã fracasse. Para as potências ocidentais, esse era um dos pontos fundamentais do acordo, cujo prazo final está marcado para o dia 30 de junho. O mecanismo de rápido restabelecimento ainda não está totalmente claro. China e Rússia tradicionalmente opõem-se a imposições de sanções automáticas, mas concordaram neste caso pois deverá haver um painel de resolução de disputas, que provavelmente contará com membros do P5+1 e do Irã, para analisar alegações de violações do acordo.

Foto: Heinz-Peter Bader / Reuters.

Consequências de um voto


Carta Capital – 01/04/2011

Consequências de um voto

Celso Amorim

No dia 24 de março, o Brasil apoiou a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas que instituiu um Relator Especial para investigar a situação no Irã. Esse tipo de relator sobre um país específico, do ponto de vista simbólico, representa o nível mais alto de questionamento sobre o estado dos direitos humanos. Para se ter uma ideia, apenas oito paí­ses estão sujeitos a esse tipo de escrutínio.

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