Singapura

Austrália e Singapura intensificam cooperação bilateral em defesa


Na última sexta-feira (06/05), Austrália e Singapura anunciaram uma série de medidas para intensificar sua cooperação bilateral em defesa. Singapura deve investir 2,25 bilhões de dólares na ampliação de instalações militares no nordeste australiano, que são atualmente usadas para treinamento das Forças Armadas singapurenses, e, em troca, a Austrália permitirá o aumento do número de tropas de Singapura em treino de 6 mil para 14 mil. Fora isso, também estão previstos exercícios militares conjuntos, maior compartilhamento de inteligência, intercâmbio de pessoal militar e civil e um canal de discussão sobre temas securitários e regionais. Isso tudo faz parte das iniciativas da parceria estratégica abrangente firmada entre os dois países em 2015.

Foto: Marinha dos EUA via The Diplomat.

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Israel e Singapura prometem aumentar cooperação em cibersegurança


Em encontro do primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien Loong, com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ambos prometeram aumentar a cooperação bilateral em cibersegurança. Anúncio se deu nesta terça-feira (19/04) em visita de Lee a Jerusalém. Os dois líderes também afirmaram que aumentarão o comércio bilateral de alta tecnologia. A cooperação no setor de Defesa entre os dois países teve uma média de US$ 500 milhões anuais na última década.

Foto: Israeli Government Press Office

EUA envia avião de espionagem P-8 Poseidon para Singapura


Nesta segunda-feira (07/12), os Estados Unidos enviaram, pela primeira vez, um avião de espionagem P-8 Poseidon para Singapura. Essas aeronaves já são operadas em bases no Japão e nas Filipinas, além de recentes missões realizadas a partir da Malásia. A China criticou a presença da aeronave, afirmando que impulsiona a militarização regional.

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Foto: Boeing.

Problemas nas relações entre Singapura e Indonésia


Em artigo publicado na revista The Diplomat (21/10), o diplomata singapuriano Barry Desker analisa os problemas nas relações entre Indonésia e Singapura. Apesar das relações bilaterais recentes serem marcadas por um aumento nos negócios e aproximação política, problemas ameaçam essa melhora, como o crescente nacionalismo indonésio, questões ambientais, espaço aéreo e a suposto suborno de oficiais do arquipélago.

Foto: Reuters / Supri.

China e Cingapura aumentam cooperação financeira


Na última terça-feira (13/10), durante o 12º Conselho Conjunto China-Cingapura para Cooperação Bilateral, novas medidas foram anunciadas para internacionalizar o Renminbi (RMB). Entre as inovações da iniciativa, bancos de Cingapura agora podem atuar nas cidades chineses de Suzhou e Tianjin e facilita-se o crédito desses bancos para empresas chinesas. Além disso, Cingapura declarou apoio para a inclusão do RMB na cesta de moedas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Foto: AFP.

TPP explicada


Confira aqui um artigo publicado no jornal The New York Times que explica os principais pontos da “Parceria Trans-Pacífico” (TPP), considerada o maior acordo regional de comércio da história, assinado no início de outubro deste ano. A TPP, com os Estados Unidos, Japão e mais 10 países, além das reduções de tarifas, estabelece regras e padrões para áreas como a farmacêutica, a ambiental e a dos direitos trabalhistas. O tratado ainda precisa ser ratificado pelos países signatários, onde encontra forte oposição.

Imagem: AG news.

O resultado da visita do chanceler Mauro Vieira à Ásia


O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, esteve no continente asiático no final de julho, onde visitou Cingapura, Timor Leste, Vietnã e Japão em missão diplomática brasileira. Cada visita apresentou uma pauta com objetivos distintos. No Timor Leste, as preocupações estiveram relacionadas à participação do Brasil na XX Reunião Ordinária de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Em Cingapura e no Vietnã, o Brasil deu continuidade a negociações com as duas dinâmicas economias asiáticas, promovendo a cooperação econômica, tecnológica e científica. No Japão, a diversificada agenda em comemoração aos 120 anos de relações diplomáticas reafirmou a Parceria Global Estratégica, anunciada em agosto de 2014, além de preparar a visita oficial de Dilma Rousseff ao país ainda neste ano.

Foto: Ana de Oliveira, AIG-MRE.

Foto: Ana de Oliveira, AIG-MRE.

Ministro das Relações Exteriores visita quatro países na Ásia


O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, iniciou na semana passada uma viagem para reuniões no Timor Leste, em Cingapura, no Vietnã e no Japão, de acordo com declaração do subsecretário político do Itamaraty, José Alfredo Graça Lima. As reuniões, que devem tratar principalmente de assuntos econômicos e comerciais, apresentarão às autoridades dos países asiáticos a proposta do novo modelo brasileiro de acordo de investimentos, argumento que deve contribuir decisivamente à firmação de tratados bilaterais durante os encontros.

Foto: Valter Campanato, Agência Brasil.

Foto: Valter Campanato, Agência Brasil.

Pirataria cresce na rota marítima mais importante do mundo


A região do estreito de Malaca, entre Malásia, Indonésia e Cingapura, está sendo palco de um número cada vez maior de casos de pirataria. Conexão entre o Oceano Índico e o Mar do Sul da China, é pelo estreito que passa 40% do comércio mundial. Até 2009, uma força-tarefa internacional tinha reduzido os casos de pirataria, que agora voltam a aumentar.

Foto: Reuters / Tim Wimborne

Foto: Reuters / Tim Wimborne

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Países da Ásia-Pacífico discutem acordo de cooperação econômica regional


Representantes dos países envolvidos se reuniram para debater Acordo de Cooperação Econômica Regional (Regional Comprehensive Economic Partnership, em inglês). O acordo envolve todos os países da ASEAN mais parceiros regionais. Segundo as autoridades, a meta é chegar a uma definição até o final deste ano, mas os avanços tem sido lentos.

Fonte: AFP

Foto: AFP

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Gastos militares sobem na Ásia


Pelo segundo ano seguido, os gastos militares caíram no mundo todo. Contudo, na Ásia os gastos subiram na contramão da tendência mundial. Ao todo, houve um aumento de 3,6% comparado com 2012 e 62% na década.

Foto: Flickr / danielfoster437.

Foto: Flickr / danielfoster437.

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Entrevista com Ha-Joon Chang: “economia é um argumento político”


Entrevista com o economista e professor da Universidade de Cambridge, Ha-Joon Chang, sobre a ciência econômica, teorias econômicas, o papel do Estado na economia, desenvolvimento e inovações tecnológicas.

Ha-joon Chang. Foto: David Levenson / Getty Images.

Ha-joon Chang. Foto: David Levenson / Getty Images.

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Rússia planeja abrir bases militares em Cuba, Nicarágua e Venezuela, diz ministro


O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Choigu, afirmou nesta quarta-feira (26/02) que o governo planeja a instalação de bases militares em países como Cuba, Nicarágua, Venezuela, Vietnã, Ilhas Seychelles e Cingapura, entre outros. Declaração veio no mesmo dia em que país anunciou exercícios militares em região próxima à fronteira com a Ucrânia.

Foto: Gennady Dianov / RIA Novosti.

Foto: Gennady Dianov / RIA Novosti.

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As crescentes disputas marítimas da Indonésia


Nas últimas semanas, a Indonésia se envolveu em diversos incidentes navais que evidenciam uma maior participação do país em disputas marítimas com seus vizinhos, tais como Austrália, Cingapura e Papua Nova Guiné.

Mapa: UNDP.

Mapa: UNDP.

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Proliferação de submarinos no sudeste asiático


Os países do sudeste asiático estão tentando aumentar suas frotas de submarinos. Contudo, não há uma corrida armamentista, apenas uma proliferação da tecnologia.

Fonte: Reuters / Edgar Su.

Fonte: Reuters / Edgar Su.

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Países do sudeste asiático comissionam submarinos convencionais


Quase todos os países do sudeste da Ásia, tais como Indonésia e Vietnã, estão comissionando submarinos convencionais para suas Marinhas. De cinco a dez anos, os mares da região, especialmente o Mar do Sul da China, testemunharão um aumento no número de submarinos em suas águas, tornando-os quase congestionados.

Fonte: Wikimedia Commons.

Fonte: Wikimedia Commons.

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Como um canal tailandês mudaria o Sudeste Asiático


Caso um “Canal da Tailândia” seja construído no Istmo de Kra, grandes consequências geopolíticas ocorreriam e o Sudeste Asiático poderia dinamizar seu desenvolvimento com possível prejuízo para a Malásia e Cingapura.

Fonte: Pakistan Defence.

Fonte: Pakistan Defence.

How a Thai Canal Could Transform Southeast Asia

The Diplomat – 01/12/2013 – por Ankit Panda

Southeast Asia’s salience as a major strategic nexus for maritime trade is well appreciated. The Strait of Malacca is the doorway from the Indian Ocean to the broader Asia-Pacific region and enables the transport of water-borne crude delivery and other strategic resources to East Asia’s many ports, from Manila to Tokyo. It’s not surprising then, that the idea of a canal through the Kra Isthmus in Thailand has been a topic of interest for seafarers, traders, and geostrategists since roughly the late-17th century.

A glance at Southeast Asian geography, and the merits of such an idea are immediately apparent — doubly so to seafarers. The Kra Isthmus, a mere 44 kilometers at its thinnest point, would render the current necessity for navigating south and around the entire Malaysian peninsula in East-West transit obsolete, connecting the Andaman Sea in the Indian Ocean to the South China Sea. The fuel and time savings wouldn’t be as great as they were in the case of the Panama or Suez canals, but a Thai Canal (also known as the Kra Canal) could assuage some of the overcrowding currently experienced in and near the Strait of Malacca.

So, if the canal is such a great idea, why hasn’t it been built?

The answer to that lies partly in history, and partly in contemporary politics. In short, not everyone thinks it’s such a great idea. Historically, one of the first serious attempts to study the feasibility of such a canal was conducted by the French Engineer De Lamar in the late-17th century, at the request of King Narai of Siam. The idea was tabled due to its technological unfeasibility at the time. It resurfaced a century later under King Rama I, again to no avail. During this time, the Thai Monarchy recognized the strategic importance of a canal in facilitating its own troop movements.

Subsequently, the British East India Company tried to conduct a survey but abandoned the project when it became apparent that the mountainous geography inland would make the development of a sea-level canal prohibitively expensive. In the late-19th century, the British Empire – in the interests of protecting the dominance of Singapore as a major regional hub – agreed that it would not build a canal through the Kra Isthmus. This policy later crystallized as Article 7 of the 1946 Anglo-Thai Treaty which states that ”The Siamese Government undertake[s] that no canal linking the Indian Ocean and Gulf of Siam shall be cut across Siamese territory without the prior concurrence of the Government of the United Kingdom.” The Thai government, conceding to the treaty at the end of World War II and Japanese occupation, did not resist these limits on its development.

In the 20th century, following European decolonization and Thailand’s emergence as a constitutional monarchy, the Thai Canal project received little attention, at least until the 1980s. In October 1983, EIR and the Fusion Energy Foundation – both founded by the controversial American politician Lyndon H. LaRouche Jr – briefed Thailand’s Ministry of Transportation on the construction of the canal. Their main pitch focused on the dynamism it would bring to the Thai economy. These discussions in the 1980s also incorporated several Japanese firms, including the Mitsubishi Research Institute. Discussions on how to build the canal became particularly creative in the 1980s when certain Japanese engineering firms suggested the use of Peaceful Nuclear Explosives (PNE) to bore a path for the waterway through the mountainous terrain.

After a lull, the Asian Financial Crisis in the late 1990s reinvigorated interest in the canal. Japan’s Global Infrastructure Fund (GIF) conducted a feasibility study, which estimated a cost of $20 billion for a 50 kilometer canal across the Kra Isthmus. During Thaksin Shinawatra’s tenure from 2001 to his ouster in 2006, the project was once again placed on the backburner amid other, more-pressing issues. Yingluck Shinawatra’s ascent to power has brought the canal back to the limelight. According to one expert  “Her party has voiced its commitment to reviewing and reinstating various development projects, including the Thai Canal, which aimed to develop and mend the country’s economy.”

Geopolitical Complications

The creation of a canal isn’t a geopolitical fait accompli by any means. Given the disruptive effect on the trade status quo emerging from such a canal, Thailand’s partners in ASEAN and elsewhere in Asia have a variety of views on the project.

For Malaysia and Singapore, debates on the canal are somewhat zero-sum, since diverting traffic and activity away from the tip of the Malaysian peninsula is detrimental to both their interests. The U.S. Energy Information Administration notes that Malacca’s importance to global energy trade isn’t shrinking anytime soon; it writes that Malacca “is the key chokepoint in Asia with an estimated 15.2 million bbl/d flow in 2011, compared to 13.8 million bbl/d in 2007.” It remains the shortest route between Persian Gulf suppliers and East Asian oil consumers — something the Thai Canal threatens very directly. Were the Thai Canal to be built, Malaysia and Singapore would suffer somewhat, but Malacca will always remain strategically salient for trade between the Persian Gulf and Indonesia or Australia.

Myanmar, Cambodia, and Vietnam would benefit greatly from a canal. For Myanmar, its littoral remains isolated from the South China Sea nexus of the other Southeast Asian states, making trade between it and sea-based Southeast Asian partners reliant on the Malacca passage. The Thai Canal would reduce the costs of sea-based trade significantly for Myanmar. Cambodia is already expected to galvanize economic growth along its coastal cities via the Greater Mekong Subregion Southern Economic Corridor (SEC) – a project the Thai Canal and the associated increase in maritime traffic along the Cambodian coast would only accelerate. Vietnam, which receives 90 percent of all its consumable goods and commodities via the sea, could find itself on track to rival Singapore as a major Asia-Pacific trading hub.

India, Japan and China – all net importers of energy – would benefit from having trade traverse the Kra Isthmus as well. Thailand, which has enjoyed a strategic economic partnership with China, could easily pitch the project to Chinese investors. China, in an attempt to demonstrate regional leadership and goodwill towards ASEAN, would do well to provide capital backing – indeed, reports from the late 2000s appear to have anticipated this. For India, a Thai Canal is a direct assist to its “Look-East” Policy, which promotes greater engagement with Southeast Asia. Given the current state of Indo-Vietnamese relations, the canal would also improve India’s access to a major strategic partner on the South China Sea littoral.

Assuming that the Kra Isthmus would be subject to the same or at least a similar international regime of law as the Suez Canal, it would remain strategically insulated and open were conflict ever to evolve in the South China Sea. Currently, joint U.S.-Indian patrols of the Straits of Malacca are a source of discomfort for China. The U.S. doesn’t have any bases in the immediate vicinity, but the Seventh Fleet’s activities certainly necessitate a clear and open Malaccan passageway. For India, an excessive Chinese stake in the development of the Thai Canal would lend credence to an additional pearl on the China’s perceived “String of Pearls” strategy.

The debate on the Thai Canal also remains alive and well in Thailand, where proponents of the canal flaunt its economic benefit and opponents fear that a canal physically isolating the southern part of the country could galvanize separatist movements. There are five Muslim-majority districts south of the proposed canal. During the final years of Thaksin Shinawatra’s tenure, the Thai government cracked down on separatists on the Kra Isthmus. Since then, Thailand-Malaysia relations have become strained over Thai accusations that Malaysia supported separatists in the south. The construction of a canal in these circumstances could add physical isolation to what is now political isolation along ethnic lines — Thai separatists are largely ethnic Malay Muslims. The Thai Canal thus remains a deeply polarizing topic in Thailand.

If constructed, the Thai Canal would deeply transform the strategic and economic landscape of the Asia-Pacific. The onus is on Thailand to take the ultimate steps towards bringing the canal to reality, balancing its national security and economic interests in the process. The project also represents a significant opportunity for Southeast Asian multilateralism and cooperation. ASEAN could demonstrate its maturity as a regional institution by cooperating on the development of the canal (respecting its policy of “non-interference” in the affairs of member states). Additionally, India, Japan and China – given their interests in the development of such a canal – could contribute capital and political leverage in bringing this four century-old idea to life. However, despite its great promise, the geopolitical implications of the Thai Canal are every bit as delicate as the canal itself is transformative. Realistically, those hoping to see the Thai Canal become a reality may have to wait a little longer.

Fonte: http://thediplomat.com/2013/12/how-a-thai-canal-could-transform-southeast-asia/?allpages=yes

China assume porto de Gwadar no Paquistão após desistência de Cingapura


Imagem: n.i.

China set to run Gwadar port as Singapore quits

Asia Times – 05/09/2012 – por Syed Fazl-e-Haider

KARACHI – China will take over the Pakistan’s strategically located Gwadar Port in southwestern Balochistan after Singapore decided to pull out of a 40-year port management and development contract signed in 2007.

Port of Singapore Authority (PSA) and its partners – Aqeel Kareem Dedhi (AKD) Group of Karachi and the National Logistic Cell (NCL) – are ready to sell their share of Gwadar Port to China Harbour Engineering Co Ltd (CHEC), a state-owned company, and have been allowed to quit the Gwadar Port’s development contract after the government failed to transfer 584 acres (236. 3 hectares) of land under possession of the Pakistan Navy for the free zone at the port. (mais…)

China investe em comércio, produção de alimentos, energia e recursos naturais no Sudeste da Ásia


China invests in south-east Asia for trade, food, energy and resources

The Guardiam/ By Kate Hodal – 22/03/2012

Beijing’s growing stake in Asean, the region’s economic bloc, part of a calculated bid for greater military and political influence.

In 2015, south-east Asia will become one sprawling economic zone encompassing Burma, Thailand, Cambodia, Laos, Vietnam, Malaysia, Singapore, Indonesia, the Philippines and Brunei. (mais…)