submarinos

Alemanha e Polônia estabelecem centro de controle conjunto de submarinos


A Alemanha e a Polônia anunciaram um memorando de entendimento para estabelecer um centro de controle operacional conjunto de seus submarinos. Anúncio ocorreu no final de junho (28/06). As forças dos dois países, somadas, contam com 11 submersíveis, com seis submarinos classe 212A na frota alemã, e cinco embarcações na Marinha polonesa. O centro ficará instalado em Glucksberg, na Alemanha. Varsóvia também pretende conectar seus submarinos ao sistema de controle de transmissões militares alemãs.

Foto: Balazs Koranyi / Reuters

A obtenção de submarinos por Taiwan


Em 2001 os Estados Unidos anunciaram um grande pacote de armas para Taiwan, incluindo aeronaves, navios e oito submarinos diesel-elétricos. Porém, os submarinos ainda não foram entregues, pois os EUA não os produzem mais. Dessa forma, Taipei está planejando construir seus próprios submarinos — com ajuda de outros países — ou comprá-los diretamente do Japão.

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Foto: Wendell Minnick.

Na Rússia, vazam planos de torpedo nuclear


Em reportagem na televisão russa, vazaram os planos secretos de construção de grandes torpedos nucleares de longo alcance da Rússia. O projeto, chamado de Status-6, não deveria ter aparecido em rede nacional, informou o governo russo. O sistema projetado seria devastador em regiões costeiras e criaria tsunamis e grandes áreas de contaminação radioativa. Suspeita-se que uma bomba de cobalto seja o conteúdo do torpedo. Analistas também acreditam que tenha sido um vazamento deliberado de informações à mídia.

Imagem: TV estatal russa.

Paquistão compra oito submarinos da China


O Paquistão finalizou o negócio para a compra de oito submarinos da China. Eles serão construídos nos dois países, quatro em cada um. Islamabade e Pequim não revelaram qual o modelo nem o início da construção. O acordo também inclui transferência de tecnologia e o treinamento de oficiais para operar os novos equipamentos. Analistas afirmam que negócio aumenta a capacidade de “segundo ataque” nuclear do Paquistão.

Foto: Navy Office of Legislative Affairs via Wikimedia Commons.

Rússia e Índia juntam-se para renovação de submarinos


Nesta terça-feira (21/07), a empresa de defesa da Índia Pipavav Defence & Offshore Engineering Co. (PDOEC) juntou-se ao estaleiro da Rússia Zvyozdochka para renovar os submarinos indianos da classe Kilo produzidos por Moscou. A parceria poderá ser utilizada para prover serviços similares a marinhas de outros países, tais como Irã, Argélia e Vietnã. No entanto, o negócio ainda não é certo, pois as empresas precisarão concorrer em licitações do governo indiano.

Foto: Sebastian D’Souza / AFP.

Marinha da Tailândia congela plano de compra de submarinos chineses


O plano da Marinha tailandesa de adquirir 3 submarinos de ataque da China aparentemente foi congelado pelas forças armadas do país. O ministro da Defesa e representante do primeiro-ministro, General Prawit Wongsuwanm declarou na quarta-feira (15/07) que o comandante da Marinha Kraisorn Chansuvanit revisou sua proposta baseada na relação bilateral entre os governos tailandês e chinês e que esta não será submetida ao premiê Prayut Chan-o-cha.

Foto: Hoang Dinh Nam, AFP, Getty Images.

Foto: Hoang Dinh Nam / AFP / Getty Images.

 

Rússia fortalecerá frota no Mar Negro


A Frota do Mar Negro da Rússia receberá 50 novos navios até 2020, anunciou na quarta-feira (13/05) o vice-presidente da Duma, o parlamento russo, Serguei Zhelezniak. Além disso, o deputado disse no plenário que seis submarinos adicionais entrarão em serviço na marinha russa até o final de 2016.

Foto: NATO

Foto: OTAN.

Coreia do Sul revela mais um submarino de ataque


A Coreia do Sul revelou ontem (07/05) o seu sexto submarino de ataque Tipo 214 na cidade costeira de Geoje. Este foi batizado Yu Gwan-sun, nome de uma combatente pró-independência — a primeira vez que uma belonave sul-coreana homenageia uma mulher. O submarino foi construído por empresas do país e usa sistemas de armamentos também nativos; ele pode ficar submerso por até duas semanas e seria capaz de ir da Coreia ao Havaí e voltar sem paradas. Em fevereiro deste ano, a Coreia do Sul inaugurou um comando independente de submarinos e tornou-se o sexto país no mundo a fazê-lo. Acredita-se que a Coreia do Norte tenha superiodade, ao menos numérica, em questão de submarinos.

Foto: Wikimedia Commons.

O programa de modernização de submarinos da Coreia do Sul


Em fevereiro deste ano, a Coreia do Sul inaugurou um comando independente de submarinos e tornou-se o sexto país no mundo a fazê-lo. Ao mesmo tempo, o país atravessa uma fase de modernização de sua frota submarina com novas aquisições, atualizações e mesmo desenvolvimento de um submarino de ataque próprio movido a diesel. A primeira belonave deste programa deve entrar em operação em 2022 a um custo estimado de 800 milhões de dólares por unidade. Entretanto, recentes escândalos de corrupção na marinha do país podem impôr severos obstáculos à conclusão da modernização de sua frota.

Foto: Wikimedia Commons.

Marinha dos EUA deve começar a usar drones submarinos até o fim de 2015


A Marinha dos Estados Unidos deve começar a usar veículos submarinos não tripulados (VSUNTs) até o final de 2015, segundo fontes oficiais. Os drones submarinos serão inicialmente do tipo Remus 600 e deverão operar em águas no mundo todo. Eles serão baseados em submarinos da classe Virginia.

Foto: Marinha dos EUA / Flickr.

Marinha da Índia inicia testes com seu primeiro submarino Scorpene


Nesta segunda-feira (06/04), a Marinha da Índia celebrou o término da construção de seu primeiro submarino da classe Scorpene, motor a diesel. O submarino será chamado de INS Kalvari, mas ainda passará por muitos testes antes de ser oficialmente incorporado à Marinha. Assim como o Brasil, a Índia está construindo seis submarinos em conjunto com a França. Contudo, o programa indiano está com atraso de quatro anos.

Foto: IBN Live.

Paquistão comprará oito submarinos chineses


O governo do Paquistão confirmou, na última quarta-feira (01/04), que vai comprar oito submarinos chineses. Detalhes sobre a nova frota de submarinos, como o modelo ou o preço das transações, ainda não foram revelados. Alguns analistas especulam que se tratam de submarinos convencionais de ataque Tipo 041 da classe Yuan, de 2.300 toneladas. Outras fontes acreditam que os submarinos serão construídos no território paquistanês sobre licença, com modelos da classe Qing, com capacidade maior, para até 3.000 toneladas.

Foto: Departamento de Defesa

Foto: Departamento de Defesa

China ultrapassa EUA em frota de submarinos


Um almirante estadunidense afirmou num comitê do Congresso do país que a China agora possui mais submarinos de ataque convencionais e nucleares que os Estados Unidos. O oficial acredita que seu país ainda possui os submarinos mais avançados, mas não ignora que alguma unidades construídas pelos chineses são “bastante supreendentes”. Ele ainda disse que a China está experimentando novos armamentos, presença em novas regiões do globo e missões mais longas.

Foto: Reuters / Guang Niu

Foto: Reuters / Guang Niu

Começa a construção do terceiro submarino brasileiro do programa PROSUB


Evento com a presença do comandante da Comandante da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto, marcou o início da fabricação do terceiro submarino do programa Programa de Desenvolvimento de Submarinos, o PROSUB. Essa terceira unidade, de um total de quatro, ganha o nome SBR 3, e está sendo fabricada por consórcio entre a Odebrecht Defesa e Tecnologia e a francesa DCNS.

Foto: Poder Naval

Foto: Poder Naval

China almeja desenvolver submarino supersônico


A China está cada vez mais perto de criar um submarino supersônico, capaz de navegar de Xangai a São Francisco em poucas horas, através da exploração do fenômeno da supercavitação.

Imagem: SCMP.

Imagem: SCMP.

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Rússia quer quadruplicar número de plataformas de armas estratégicas


A Rússia deve quadruplicar seu arsenal de plataformas de lançamentos de armas de longo alcance de alta precisão nos próximos sete anos. Objetivo é aumentar a capacidade dissuasória do país.

Fonte: Sergei Kazak / RIA Novosti.

Foto: Sergei Kazak / RIA Novosti.

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EUA considera desenvolver mísseis hipersônicos lançados de submarinos


A Marinha dos Estados Unidos deu início a estudos para o desenvolvimento de mísseis hipersônicos convencionais de alcance intermediário para serem lançados de submarinos. Esses mísseis fariam parte da doutrina Prompt Global Strike (ataque global imediato), que almeja que os EUA sejam capazes de atacar qualquer lugar no mundo dentro de 60 minutos.

Fonte: Marinha dos EUA.

Fonte: Marinha dos EUA.

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Proliferação de submarinos no sudeste asiático


Os países do sudeste asiático estão tentando aumentar suas frotas de submarinos. Contudo, não há uma corrida armamentista, apenas uma proliferação da tecnologia.

Fonte: Reuters / Edgar Su.

Fonte: Reuters / Edgar Su.

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Países do sudeste asiático comissionam submarinos convencionais


Quase todos os países do sudeste da Ásia, tais como Indonésia e Vietnã, estão comissionando submarinos convencionais para suas Marinhas. De cinco a dez anos, os mares da região, especialmente o Mar do Sul da China, testemunharão um aumento no número de submarinos em suas águas, tornando-os quase congestionados.

Fonte: Wikimedia Commons.

Fonte: Wikimedia Commons.

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O segredo do sucesso das forças armadas da China: engenharia europeia


Motores a diesel alemães agora fazem parte de submarinos furtivos chineses. Apesar dos embargos da União Europeia ao comércio de armas com a China, muitas das tecnologias bélicas que Pequim hoje possui vêm de aliados europeus dos Estados Unidos.

Fonte: Reuters / Guang Niu.

Fonte: Reuters / Guang Niu.

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Operação Atlântico III: Forças Armadas realizam operação conjunta para defesa da Amazônia Azul e do pré-sal


Operação Atlântico III: Forças Armadas realizam operação conjunta para defesa da Amazônia Azul e do pré-sal

Forças Armadas do Brasil realizam exercícios conjuntos na Amazônia Azul, para a defesa da Zona Econômica Exclusiva e Litoral brasileiro, com foco na defesa da região do pré-sal. foto: Ministério da Defesa do Brasil, Marinha do Brasil

Forças Armadas do Brasil realizam exercícios conjuntos na Amazônia Azul, Zona Econômica Exclusiva e Litoral, com foco na defesa da região do pré-sal. foto: Ministério da Defesa do Brasil, Marinha do Brasil

Agência Brasil, 18/11/2012

Marinha, Exército e Aeronáutica fazem operação conjunta para proteger Amazônia Azul

Vladimir Platonow

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Dez mil homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica estarão em alerta máximo entre os próximos dias 19 e 30, visando à proteção da chamada Amazônia Azul, como é conhecida a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Brasil no mar. Eles estarão participando da Operação Atlântico 3, sob comando do almirante-de-esquadra Gilberto Max Hirschfeld e coordenação do Ministério da Defesa.

O objetivo é simular possíveis ataques estrangeiros a pontos estratégicos ao longo da costa, desde o Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro, incluindo a infraestrutura petrolífera, principalmente contra os campos do pré-sal, usinas hidrelétricas e nucleares, portos e refinarias. Este ano o comando do teatro de operações é da Marinha, que empregará sete navios, dois submarinos e seis helicópteros. O Exército participará com cerca de 200 viaturas de vários usos e a Aeronáutica disponibilizará 15 aeronaves, incluindo quatro aviões de ataque.

A Operação Atlântico 3 será acompanhada a partir da Escola Naval do Rio de Janeiro por um Estado-Maior, chefiado pelo contra-almirante José Renato de Oliveira. Dali serão dadas as ordens de ataque e defesa do exercício.

“A operação tem importância pela integração das três forças e para garantir a proteção da Amazônia Azul, onde estão as plataformas do pré-sal. Serão simulados ataques à Reduc [Refinaria Duque de Caxias, da Petrobras] e à estação de tratamento de Guandu [onde é captada a água da região metropolitana do Rio]”, disse o contra-almirante.

O militar explicou que 95% das riquezas que o país importa ou exporta passam pelo mar, o que justifica garantir um domínio seguro das rotas na região. Um dos submarinos será usado como arma de apoio a essas linhas de comunicação, enquanto o outro simulará um ataque inimigo, tudo coordenado pelo Estado-Maior. “O submarino é uma arma que tem como principal característica a discrição, sendo essencial na guerra naval. O principal projeto da Marinha hoje é a construção do submarino nuclear, que deverá estar navegando por volta de 2025.”

A Amazônia Azul tem 3,6 milhões de quilômetros quadrados e se estende por 200 milhas náuticas, cerca de 370 quilômetros, a partir da costa. Além dos campos petrolíferos do pré-sal, o fundo do oceano também abriga inúmeros materiais e metais preciosos, que poderão ser futuramente explorados pelo país.

Edição: José Romildo

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-18/marinha-exercito-e-aeronautica-fazem-operacao-conjunta-para-proteger-amazonia-azul

PROSUB – PL 3538/12 – Criação da empresa pública Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A


PROSUB – PL 3538/12 – Criação da empresa pública Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A

DefesaNET – 16/05/2012

PROJETO DE LEI 3538/12

Autoriza a criação da empresa pública
Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A
– AMAZUL e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a criar, em decorrência da cisão parcial da Empresa Gerencial de Projetos Navais – EMGEPRON, a empresa pública Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. – AMAZUL, sob a forma de sociedade anônima, com personalidade jurídica de direito privado, patrimônio próprio e vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Marinha.
§ 1º A cisão parcial da EMGEPRON se dará após deliberação de seu Conselho de Administração, ouvido o Conselho Fiscal, e observará o procedimento previsto na Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
§ 2º A cisão parcial da EMGEPRON se dará pela versão para a AMAZUL dos elementos ativos e passivos relacionados às atividades do Programa Nuclear da Marinha – PNM.

Art. 2º A AMAZUL terá sede e foro na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, e prazo de duração indeterminado, podendo estabelecer escritórios, dependências e filiais em outras unidades da federação e no exterior.

Art. 3º A AMAZUL será constituída pela Assembleia Geral de acionistas, a ser convocada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Art. 4º O capital social inicial da AMAZUL será formado pela versão do patrimônio cindido da EMGEPRON, inclusive para atendimento ao disposto no inciso II do caput do art. 80 da Lei no 6.404, de 1976.
Parágrafo único. O capital social da AMAZUL pertencerá integralmente à União.

Art. 5º A AMAZUL terá por objeto:
I – promover, desenvolver, absorver, transferir e manter tecnologias necessárias às atividades nucleares da Marinha do Brasil e do Programa Nuclear Brasileiro – PNB;
II – promover, desenvolver, absorver, transferir e manter as tecnologias necessárias à elaboração de projetos, acompanhamento e fiscalização da construção de submarinos para a Marinha do Brasil; e
III – gerenciar ou cooperar para o desenvolvimento de projetos integrantes de programas aprovados pelo Comandante da Marinha, especialmente os que se refiram à construção e manutenção de submarinos, promovendo o desenvolvimento da indústria militar naval brasileira e atividades correlatas.  (mais…)

Reino Unido pode estar se preparando para conflito pelas Ilhas Malvinas


‘Send a nuclear submarine to stick its mast up’: Former Navy head calls for aggressive reaction as Argentina, Brazil, Uruguay and Paraguay move to blockade Falklands

The Daily Mail / Wil Longbottom – 22/12/2011

A former head of the British Navy has said ‘aggressive’ demands by Argentina over the Falkland Islands should be countered by sending a nuclear submarine to the region.

Lord West has also suggested staging a exercise demonstrating Britain’s ability to reinforce the South Atlantic islands would leave Buenos Aires in no doubt the country would defend them in case of conflict.

The peer slammed a new agreement by Argentina, Brazil and Uruguay to ban ships that fly the Falklands flag from their ports as ‘outrageous’.

Speaking to London’s Evening Standard, he said: ‘They are basically becoming more and more aggressive. I find that worrying.

‘Far from trying to settle in a grown-up way and having better and better relations with the Falkland islanders, they are upping the ante and becoming confrontational.’ (mais…)

Alemanha ameaça cancelar venda de submarino para Israel como protesto a novos assentamentos


Foto: Israel-Iran / Reuters / Havakuk Levison / Files.

Germany Threatens To Halt Submarine Sale to Israel

Spiegel International – 31/10/2011

Germany is threatening to stop the delivery of a “Dolphin” submarine to Israel in protest over the country’s settlement policies. Government sources confirmed the development when asked by SPIEGEL following speculation last week in the Israeli media that Germany might halt the sale.

The move is in response to the recent decision by the Israeli government to approve the construction of 1,100 homes in Gilo, an Arab part of Jerusalem captured from Jordan in the 1967 Six Day War. The Israeli government considers the area to be a Jewish suburb, but the international community contests that description.

The threat by German Chancellor Angela Merkel has been the subject of considerable concern in Israel.

The nuclear-weapons capable Dolphin submarines are an important part of the Israeli military strategy. The navy already owns three of the submarines and two further vessels are currently being built by Howaldtswerke-Deutsche Werft (HDW), the shipbuilding division of German steelmaker Thyssen-Krupp, in Kiel, Germany. (mais…)