União Europeia

Alemanha e Polônia estabelecem centro de controle conjunto de submarinos


A Alemanha e a Polônia anunciaram um memorando de entendimento para estabelecer um centro de controle operacional conjunto de seus submarinos. Anúncio ocorreu no final de junho (28/06). As forças dos dois países, somadas, contam com 11 submersíveis, com seis submarinos classe 212A na frota alemã, e cinco embarcações na Marinha polonesa. O centro ficará instalado em Glucksberg, na Alemanha. Varsóvia também pretende conectar seus submarinos ao sistema de controle de transmissões militares alemãs.

Foto: Balazs Koranyi / Reuters

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Reino Unido pode se tornar paraíso fiscal


Nesta segunda-feira (04/07), o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, anunciou planos para reduzir significativamente os impostos para empresas no país como modo de reduzir os efeitos da saída britânica da União Europeia (UE). Segundo o político, a intenção é diminuir os atuais 20% de impostos corporativos para menos de 15%; na UE, apenas Irlanda e Chipre têm taxas mais baixas. Dessa forma, o Reino Unido teria uma das mais baixas taxas de impostos para empresas entre as grandes economias do mundo, o que a OCDE já disse que seria uma situação semelhante à de um “paraíso fiscal”.

Osborne. Foto: S. Rousseau / empics / picture-alliance via DW.

Tribunal Constitucional da Áustria anula eleições presidenciais


Nesta sexta-feira (01/07), o Tribunal Constitucional da Áustria anunciou a anulação do segundo turno das recentes eleições presidenciais e a realização de um novo pleito por ter detectado inúmeras irregularidades na contagem de votos pelo país. Em maio, o candidato apoiado pelo Partido Verde, Alexander van der Bellen, venceu o candidato da extrema-direita, Norbert Hofer — que vencera no primeiro turno –, com uma margem de menos de 1% dos votos. Portanto, Hofer, que entrou com o pedido de anulação do segundo turno junto ao Tribunal e que vem prometendo a realização de um referendo sobre continuidade da Áustria na União Europeia nos moldes do que ocorreu no Reino Unido, terá mais uma chance de concorrer à presidência austríaca. O cargo é tido como meramente simbólico no país.

Presidente do Tribunal Constitucional Austríaco (C). Foto: BBC.

O Reino Unido pode voltar atrás e não sair da UE?


Na semana passada, o Reino Unido, em referendo, escolheu sair da União Europeia (UE). Algumas pessoas começaram a se arrepender diante das consequências, inclusive de possibilidade de dissolução do país. Segundo Carla Bleiker, ainda há possibilidades de reversão: o parlamento britânico pode votar contra a saída da UE, um novo referendo pode ser chamado para confirmar a intenção de saída e o modo que ela se dará, a UE pode fazer concessões suficientes para aplacar as demandas dos britânicos que querem o “Brexit” e, por fim, a Escócia pode vir a vetar a saída do país do bloco europeu.

Foto: E. S. Lesser / dpa / picture-alliance.

Casos de xenofobia e racismo aumentam no Reino Unido após vitória do “Brexit”


Os casos de xenofobia e racismo no Reino Unido aumentaram cerca de 50% desde a vitória do “Brexit” no referendo sobre a saída do país da União Europeia, informaram autoridades britânicas. Comunidades estrangeiras, como a de poloneses e portugueses, têm sofrido agressões e são vítimas de discursos xenofóbicos e de ódio. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, já anunciaram que não vão tolerar esses atos.

Foto: Reuters

Agências de risco rebaixam nota do Reino Unido após referendo do Brexit


Nesta segunda-feira (27/06), a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de crédito (rating) do Reino Unido, que até então era a máxima (AAA). A S&P foi a última agência a retirar a nota máxima, alertando que a instabilidade causada pela saída do país da União Europeia pode rebaixar ainda mais sua nota. A agência Fitch também rebaixou ainda mais Londres (de AA para AA-) e alertou para as consequências negativas do “Brexit”.

Imagem: picture-alliance / dpa

Saída da UE ameaça a coesão do Reino Unido


A reemergência de movimentos separatistas na Escócia e na Irlanda do Norte ameaçam a coesão do Reino Unido, após a votação pela saída do país da União Europeia (UE). Enquanto a maior parte dos ingleses optou pela saída do bloco regional, escoceses e norte-irlandeses escolheram a permanência na UE. A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, afirma que já está em andamento a organização de um novo referendo pela separação do país, aos moldes do realizado em 2014, e seu governo já está buscando negociações diretas com a UE para posteriormente voltar a fazer parte do bloco. De forma similar, o partido nacionalista da Irlanda do Norte, Sinn Féin, anunciou que irá apoiar a organização de uma consulta popular para separação do Reino Unido e integração à Irlanda — que permanece membro da União Europeia. Analistas já apontam que a saída do Reino Unido da UE põe em risco o processo de paz da Irlanda do Norte na forma do Acordo de Belfast de 1998. Ademais, a própria Espanha anunciou o seu interesse em obter soberania compartilhada do enclave de Gibraltar, cuja maior parte da população (96%) também votou pela permanência na UE.

Imagem: Derek Bacon / The Economist.

UE pede saída rápida do Reino Unido


Nesta sexta-feira (24/06), as principais autoridades da União Europeia (UE) pediram por rapidez no processo de saída do Reino Unido do bloco, conforme decidido em referendo. Os presidentes do Conselho, da Comissão e do Parlamento da UE advertiram que atrasos elevariam a incerteza. Países da UE já manifestaram que não desejam esperar até a renúncia de Cameron em outubro para começar as tratativas de desvinculação de Londres à organização. Enquanto isso, líderes de partidos nacionalistas de extrema-direita já estão pedindo a realização de referendos iguais aos do Reino Unido, na França, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Itália e outros.

Imagem: n.i.

Em referendo, Reino Unido decide sair da União Europeia


Em referendo realizado na quinta-feira (23/06), a maioria dos cidadãos do Reino Unido decidiu-se pela saída da União Europeia (UE). O “Brexit” recebeu aproximadamente 52% dos votos, enquanto a permanência ficou com 48%. Escócia, Irlanda do Norte e a cidade de Londres votaram para permanecer na UE, enquanto o restante da Inglaterra e o País de Gales optaram pela saída do bloco. Eleitores mais jovens apoiaram a UE ao passo que os mais idosos foram contrários. Resultado afetou diversas bolsas de valores ao redor do mundo e a moeda do país teve queda histórica. A favor da continuação na UE, o primeiro-ministro David Cameron já anunciou sua renúncia, a qual deve ocorrer em outubro.

Mapa: El País.

Roma elege a primeira prefeita de sua história


A advogada Virginia Raggi venceu as eleições municipais de Roma realizadas neste domingo (20/06), assim se tornando a primeira prefeita mulher na história da cidade. Raggi concorreu pelo Movimento 5 Estrelas (M5S) e derrotou no segundo turno Roberto Giachetti, o candidato do Partido Democrático (PD). A candidata obteve o dobro de votos que seu adversário. O PD, partido do primeiro-ministro Matteo Renzi, também sofreu uma grande derrota nas eleições para a prefeitura de Turim.

Foto: Remo Casilli / Reuters

Tribunal da UE julga que estrangeiros não podem ser presos por entrar ilegalmente em algum país


Nesta terça-feira (07/06), o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) determinou que estrangeiros não podem ser presos por entraram ilegalmente em algum país do bloco. Segundo o Tribunal, as leis sobre deportação da UE (ou diretriz de retorno) impedem a prisão de migrantes não europeus sem o devido processo de deportação. A decisão vale tanto para quem atravessa as fronteiras internas do Espaço de Schengen como para os que são pegos tentando sair da zona. Podem ser presos os migrantes que forem suspeitos de algum crime ou desrespeitarem a ordem de deportação.

Foto: B. Wustneck / dpa/ picture-alliance

Alexander Van der Bellen vence eleições presidenciais na Áustria


Nesta segunda-feira, Alexander Van der Bellen venceu as eleições presidenciais da Áustria, informou o Ministério do Interior. Van der Bellen, candidato independente com apoio do Partido Verde, obteve 50,3% dos votos, vencendo o candidato de extrema direita Norbert Hofer, do Partido da Liberdade (FPÖ), por apenas 31 mil votos. O novo presidente é ambientalista e defende o papel que a Áustria tem desempenhado na União Europeia (UE), o que é criticado por Hofer.

Foto: R. Schlager / AFP/ Getty Images

União Europeia incentiva utilização de energia nuclear, Alemanha questiona o plano


A Comissão Europeia pretende incentivar o uso de energia nuclear nos países europeus, divulgou nesta terça-feira (17/05) o jornal alemão Spiegel OnlineDiversos políticos da Alemanha -que prometeu abandonar a energia nuclear até 2022- criticaram o plano da União Europeia por ser tratar de uma “energia perigosa”. Entre as razões do órgão europeu para defender a medida estão a  manutenção da supremacia tecnológica no setor, reduzir a dependência do gás importado da Rússia e diminuir a emissão de gás CO2.

Foto: S. Puchner / dpa / picture-alliance

Toma posse novo chanceler federal da Áustria


Nesta terça-feira (17/05), Christian Kern assumiu como chanceler federal da Áustria. Ele também foi eleito por unanimidade para a presidência do Partido Social-Democrata (SPÖ). Kern atuava até agora como presidente da empresa ferroviária estatal ÖBB e substitui o ex-chanceler Werner Faymann, que renunciou semana passada após derrota de seu partido nas eleições presidenciais.

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Foto: H. -P. Bader / Reuters

Itália aprova união de casais homossexuais


Nesta quarta-feira (11/05), a Câmara dos Deputados italiana aprovou uma lei que reconhece as uniões de pessoas do mesmo sexo. A Itália era o único país entre os 28 membros da União Europeia que não previa nenhum status a casais homossexuais. A nova lei cria para os casais gay uma união civil denominada “formação social específica”. Apesar da conquista, o direito à adoção não foi garantido na legislação.

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Foto: T. Fabi/ Getty Images

Centenas de milhares protestam contra o governo na Polônia


Neste sábado (07/05), cerca de 250 mil pessoas protestaram em Varsóvia contra o governo do partido Lei e Justiça. Manifestantes criticaram as atitudes antidemocráticas do governo -como a intervenção no judiciário e na mídia-, e o afastamento da União Europeia (UE). Esta iniciou um processo, o primeiro na história, para averiguar se as medidas do governo não feririam as regras democráticas do bloco, o que levaria à suspensão dos direitos de voto do país na UE.

Foto: K. Pempel / Reuters

Novo pacote de austeridade causa protestos na Grécia


Na noite de domingo (08/05) para segunda-feira (09/05), o parlamento da Grécia aprovou um controverso pacote de austeridade, incluindo reforma fiscal e pensões num total de 5,4 bilhões de euros. Enquanto a discussão ocorria, cerca de 20 mil pessoas reuniram-se em frente ao prédio do parlamento para protestar contra as medidas de austeridade, exigidas pelo FMI e pela União Europeia. Houve sérios confrontos com a polícia e confusão dentro da sessão parlamentar.

Foto: A. Konstantinidis / Reuters.

UE estabelece sistema de multas para países que não acolherem refugiados


A Comissão Europeia decidiu reformar o sistema de refúgio da União Europeia (UE), estabelecendo que haverá multas para países do bloco que não acolherem um número mínimo de refugiados. O valor da penalidade pode chegar a 250 mil euros por cada refugiado a que se negou estadia. A cota de refugiados por país deverá ser calculada por tamanho da população, PIB, entre outros indicadores. Medida deve aliviar pressão sobre países fronteiriços da UE, tais como a Grécia e a Itália. Hungria e Polônia já se posicionaram contra o sistema. A decisão da Comissão também prevê penalização para solicitantes de refúgio que não cumprirem as normas mínimas estabelecidas por lei para obtenção do status de refugiado.

Campo de refugiados na Turquia. Foto: picture-alliance / AP / L. Pitarakis.

Vazam documentos do TTIP que mostram pressão dos EUA à UE


Documentos confidenciais tornados públicos pelo Greenpeace nesta segunda-feira (02/05) revelaram que os Estados Unidos pressionaram a União Europeia (UE) a aprovar a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP). Com base nos documentos, a imprensa alemã nota que Washington ameaçou barrar os esforços para facilitar a exportação de automóveis europeus para os EUA. O objetivo seria forçar a UE a consumir produtos agrícolas americanos, considerados de maior risco ambiental. Além disso, os documentos mostram ainda que os EUA estariam tentando vetar a exigência da UE de que os painéis de arbitragem corporativos sejam públicos, e não sigilosos, como querem os estadunidenses.

Foto: picture-alliance / dpa / J. Boerger.

Dinamarca prorroga controles de fronteira com a Alemanha


Nesta segunda-feira (02/05), o governo da Dinamarca anunciou a prorrogação de controles fronteiriços com a Alemanha até o dia 2 de junho. A decisão de estender por mais um mês os cerca de 15 pontos de travessia é uma tentativa de conter o fluxo de migrantes. Na semana passada, a Dinamarca também informou que planeja enviar 125 membros da Guarda Nacional para ajudar a controlar os pontos de passagem na fronteira.

Foto: Imago / nordpool.

Extrema-direita vence primeiro turno de eleições na Áustria


Neste domingo (24/04), Norbert Hofer venceu o primeiro turno das eleições presidenciais da Áustria com 36% dos votos. Hofer integra o Partido da Liberdade (FPÖ), de extrema-direita, que se opõe à entrada de refugiados no país e é contra a participação austríaca na União Europeia. Seu adversário no segundo turno será Alexander Van der Bellen, do Partido Verde, que obteve cerca de 21% dos votos. Essa será a primeira vez em 70 anos que o presidente não será nem do Partido Popular Austríaco (ÖVP) nem do Partido Social-Democrata da Áustria (SPÖ).

Foto: L. Foeger / Reuters

Milhares protestam contra acordo de livre-comércio entre EUA e União Europeia


Neste sábado (23/04), milhares de pessoas protestaram na Alemanha contra o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP, na sigla em inglês). Os protestos ocorreram na cidade de Hanover, onde o presidente dos EUA, Barack Obama, deve promover o TTIP junto com a chanceler alemã Angela Merkel. Segundo os opositores ao tratado, ele diminuiria os padrões ambientais e sociais europeus. Uma pesquisa divulgada esta semana revelou que um em cada cinco alemães são contra o TTIP, enquanto 18% dos norte-americanos rejeitam o acordo.

Foto: E. Vidal / Reuters

As possíveis consequências da saída do Reino Unido da União Europeia


Em artigo publicado no Politike (04/04), Derrick Wyatt discute a possibilidade da saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Segundo o autor, a saída teria de ser um processo longo e negociado, não realizado apenas em um ato. Além disso, a futura relação de Londres com UE teria também de ser estabelecida antes da saída. Wyatt também considera o problema representado por cidadãos e empresas das duas partes que têm seus direitos atuais baseados na participação do Reino Unido no bloco europeu.

Foto: Descrier / Flickr / Creative Commons

Holandeses rejeitam acordo de livre comércio entre UE e Ucrânia


Nesta quarta-feira (06/04), os holandeses rejeitaram em um referendo o acordo de livre comércio entre a União Europeia (UE) e a Ucrânia, assinado em 2014. A Holanda é único país da União Europeia que ainda não ratificou a medida. Segundo a agência de notícias ANP, 61,1% dos eleitores votaram contra o tratado e 38% foram a favor. É necessário 30% do eleitorado para validar a votação, porém as estimativas apontam que o número foi atingido. O primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, afirmou que caso o “não” vença, não é possível prosseguir e ratificar o acordo.

Foto: C. T. Olivares/ Reuters

Comissão Europeia apresenta propostas para reformar sistema de asilo


Nesta quarta-feira (06/04), a Comissão Europeia apresentou duas propostas de reforma no sistema europeu de asilo. Uma delas prevê um mecanismo para tornar a distribuição entre os Estados mais justa, pois países como Grécia e Itália, que são a porta de entrada para a União Europeia, vêm recebendo mais migrantes que os outros. Outra proposta é a de criar um novo sistema que ignoraria o país no qual o requerente entrou na UE e redistribuiria automaticamente os refugiados pelo bloco seguindo um modelo permanente. Também foram apresentadas as ideias de centralizar o processo de requerimento de asilo, que seria administrado diretamente pela UE, e modificações para reforçar a segurança das fronteiras externas do bloco.

Frans Timmermans, vice-presidente da Comissão Europeia. Foto: O. Hoslet / picture-alliance/ DPA

Europa inicia deportação de refugiados para a Turquia


Nesta segunda-feira (04/04), um grupo de 136 migrantes foi deportado da Europa para a Turquia.  Ação marca o início da execução de acordo firmado pela União Europeia e pela Turquia em março. O acordo estabelece que para cada refugiado enviado para território turco pela UE, esta receba outro em contrapartida. Os primeiros 24 refugiados enviados por Ancara já receberam asilo na Alemanha.

Foto: picture-alliance/ DPA/ EPA

Atentado na Bélgica desafia a União Europeia


Em análise da Stratfor, argumenta-se que o atentado ocorrido na Bélgica no dia 22 de março vai desafiar ainda mais a União Europeia em suas crises social, política e econômica. Segundo o artigo, forças de extrema direita devem se fortalecer ainda mais e questionar os fundamentos do próprio bloco regional, tais como a livre circulação de pessoas.

Emmanuel Dunand / AFP / Getty Images.

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Polônia rejeita receber refugiados após atentados em Bruxelas


A primeira-ministra da Polônia, Beata Szydlo, declarou nesta quarta-feira (23/03) que o país não vais mais receber os refugiados previstos no plano da União Europeia (UE). Varsóvia afirma que não cumprirá o acordo devido aos atentados terroristas que ocorreram em Bruxelas nesta terça-feira (22/03). O plano previa que o país acolhesse 7 mil refugiados em três anos.

Foto: Czarek Sokolowski / AP

Estado Islâmico assume autoria de atentados que deixaram mais de 30 mortos na Bélgica


O grupo “Estado Islâmico” (EI) assumiu a autoria dos atentados terroristas que ocorreram nesta terça-feira (22/03) na Bélgica. Ataques deixaram pelo menos 30 mortos e mais de 100 feridos. Bombas explodiram no aeroporto de Bruxelas, o maior do país, e em uma estação de metrô, próxima da sede das instituições europeias. Atentados aconteceram quatro dias depois da prisão no país do principal suspeito de organizar os ataques de Paris no final do ano passado.

Foto: Ketevan Kardava / Reuters / 1Tv.GE

Acordo entre UE e Turquia para conter fluxo de refugiados entra em vigor


Neste domingo (20/03), entrou em vigor o acordo entre a União Europeia e a Turquia que trata do fluxo de refugiados. As duas partes concordaram que Ancara irá deter o fluxo de imigrantes em troca de recompensas financeiras -cerca de seis bilhões de euros até 2018- e políticas. O acordo gerou polêmica por estabelecer que imigrantes considerados ilegais serão “devolvidos” para a Turquia, com a UE recebendo um refugiado para cada um enviado. As “devoluções” devem começar em 4 de abril e custarão cerca de 300 milhões de euros para o bloco.

Foto: Getty Images/ AFP