Vladimir Putin

Rússia e Finlândia discutem medidas de distensão no Báltico


Os presidentes da Rússia e da Finlândia, Vladimir Putin e Sauli Niinisto respectivamente, encontraram-se nesta sexta-feira (01/07) para discutir medidas de distensão no Báltico. Niinisto e Putin concordaram em desenvolver medidas de segurança para controlar voos militares na região, na qual, nos últimos meses, têm ocorrido cada vez mais casos de provocação de caças da OTAN e da Rússia. Para evitar confrontos, a Finlândia sugeriu que não se desliguem os transponders das aeronaves; Putin concordou e vai levar a sugestão para a próxima reunião do país com a OTAN. Putin advertiu que tomará as medidas necessárias para responder a uma eventual entrada da Finlândia na OTAN.

Putin e Niinisto (D). Foto: Alexei Druzhinin / Sputnik via RT.

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Rússia e China firmam novos acordos bilaterais


Em visita a Pequim, o presidente russo Vladimir Putin e o presidente chinês Xi Jinping firmaram mais de 30 novos acordos bilaterais. Entre as áreas temáticas, estão investimentos em infraestrutura, comércio, tecnologia e inovação, agricultura, finanças e internet. Embora tenha havido uma desaceleração da parceria entre Rússia e China, ambos os países notaram o seu sucesso estratégico. Xi Jinping afirmou ainda que os dois países “deveriam promover a ideia de serem amigos para sempre”.

Foto: Getty Images / G. Baker via DW.

Putin defende criação de sistema “não alinhado” para combater terrorismo internacional


O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que seu país está disposto a criar um sistema internacional de segurança “não alinhado” para combater o terrorismo global. Discurso foi realizado nesta segunda-feira (09/05), durante comemoração dos 71 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Segundo Putin, o conflito mostrou que os “padrões duplos” são inaceitáveis.

Foto: Grigoriy Sisoev / Sputnik

Shinzo Abe encontra-se com Putin para discutir disputa por ilhas e tratado de paz


O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, encontrou-se com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta sexta-feira (06/05) na cidade russa de Sochi para promover o diálogo bilateral e discutir sobre o tratado de paz entre os dois países para findar formalmente a Segunda Guerra Mundial e sobre a disputa pelas ilhas Kurilas. A Rússia recusa-se a tratar dos dois temas conjuntamente, mas o Japão espera conseguir flexibilizar essa posição prometendo altos investimentos na economia russa, especialmente no setor energético. Tóquio procura diminuir sua dependência de hidrocarbonetos oriundos do Oriente Médio.

Shinzo Abe (E) e Vladimir Putin. Foto: AFP / JIJI.

Putin anuncia medicamento russo contra o ebola


O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou na quarta-feira (13/01) o registro da patente de um medicamento russo contra o vírus Ebola. Segundo Putin, o novo medicamento apresenta melhores resultados nos testes dos que os utilizados atualmente.

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Foto: TASS / Barcroft Media.

Putin diz que apoia o Exército Sírio Livre além das forças de Assad


Nesta sexta-feira (11/12), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que seu país apoia as forças de oposição do Exército Sírio Livre (FSA, em inglês), além de tropas governamentais de Assad. Moscou etaria dando apoio aéreo, armas e munições para a realização de operações conjuntas do FSA com o governo contra militantes jihadistas na Síria. Essa é a primeira vez que Putin afirma estar apoiando militarmente as forças opositoras de Assad.

Foto: Alexei Druzhinin / Reuters / Sputnik / Kremlin.

Rússia impõe sanções contra a Turquia


Em resposta à derrubada de um caça russo pela Turquia, a Rússia decretou no último sábado (28/11) sanções contra Ancara. Entre as medidas estão a mudança da política de vistos, proibição da importação de uma gama de produtos turcos, fim da cooperação no ramo turístico e aumento do controle fronteiriço.

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Foto: Umit Bektas / Reuters.

Irã e Rússia opõem-se a tentativas externas de remover Assad do poder na Síria


Após encontro do presidente russo, Vladimir Putin, com o aiatolá Ali Khamenei em Teerã nesta segunda-feira (23/11), ambos os países anunciaram que se oporão a qualquer “tentativa externa” que visem tirar Bashar al-Assad do governo da Síria. Ainda anunciou-se o alinhamento de visões em relação à guerra síria.

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Foto: AFP.

Rússia retoma exportação de tecnologia nuclear ao Irã


Em visita à Teerã nesta segunda-feira (23/11), o presidente russo Vladimir Putin anunciou que a exportação de tecnologia nuclear para o Irã será retomada. A Rússia ainda deve auxiliar na venda dos excessos de urânio enriquecido do Irã e modernizar algumas instalações nucleares do país.

Russia's President Vladimir Putin meets with Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei in Tehran

Putin e Khamenei. Foto: Reuters / Alexei Druzhinin / Sputnik / Kremlin.

Turquia abate caça russo perto de fronteira com a Síria


A Força Aérea da Turquia abateu um caça russo Su-24 perto da fronteira com a Síria nesta terça-feira (24/11), a primeira vez que um aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ataca uma aeronave militar da Rússia desde os anos 1950. A Turquia alega que o avião russo violou seu espaço aéreo e que fora advertido mais de dez vezes antes de ser abatido. Ancara também convocou uma reunião extraordinária da OTAN. Os pilotos russos conseguiram ejetar-se do caça e foram capturados por rebeldes sírios no norte do país perto da fronteira coma Turquia. Estes ainda teriam atirado em um helicóptero russo em missão de resgate aos pilotos, o qual teve de fazer um pouso de emergência em área controlada pelo governo sírio. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, falou que haverá consequências e que o ato foi “uma punhalada nas costas realizada por cúmplices de terroristas”.

Caça Su-24 russo em chamas. Foto: The Aviationist.

Rússia e França cooperarão contra o EI na Síria


Poucas horas após ataques quase que simultâneos contra o “Estado Islâmico” na Síria, Rússia e França anunciaram que coordenarão suas operações contra o grupo extremista.  Ambos os países intensificaram os bombardeios após atentados terroristas praticados pelo EI, como a derrubada de um avião russo e os ataques em Paris. A cooperação deve ser estendida para outros países da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

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Foto: picture-alliance / epa / C. Karaba.

Rússia pode apoiar rebeldes sírios contra EI


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que recebeu a permissão do presidente sírio, Bashar al-Assad, para apoiar rebeldes da Síria que “realmente estejam dispostos a lutar contra o ‘Estado Islâmico'”. Não se anunciaram nomes dos grupos a serem apoiados, mas suspeita-se que sejam os curdos sírios. A Rússia vem realizando bombardeios sobre o país em apoio ao governo de Assad.

Foto: EPA.

Aprovação do governo Putin bate recorde


Segundo uma agência estatal russa, a VTsIOM, a aprovação da presidência de Vladimir Putin entre a população alcançou 89,9% em outubro, um recorde histórico. Considera-se que o principal motivo sejam as recentes intervenções na Síria contra radicais islâmicos. Os bombardeios têm sido acompanhados pela mídia do país de forma constante.

Foto: Reuters / Alexei Druzhinin / RIA Novosti / Kremlin.

Assad vai a Moscou encontrar-se com Putin


O presidente da Síria Bashar al-Assad foi a Moscou nesta terça-feira (20/10) em visita surpresa ao presidente russo Vladimir Putin para discutir uma estratégia conjunta quanto ao conflito no país. Essa foi a primeira viagem internacional de Assad desde o início da guerra na Síria em 2011. Ambos os presidentes reforçaram a importância do combate ao terrorismo na Síria e na região. Putin também teria destacado que a situação militar e a política estão conectadas e que uma solução pacífica só será possível quando os grupos terroristas forem contidos. Logo após a reunião, o presidente russo entrou em contato com o da Turquia para esclarecer o que fora discutido com Assad.

Russian President Vladimir Putin (R) shakes hands with his Syrian counterpart Bashar al-Assad (L) during their meeting at the Kremlin in Moscow on October 20, 2015. Syria's embattled President Bashar al-Assad made a surprise visit to Moscow on October 20 for talks with Russian President Vladimir Putin, his first foreign trip since the conflict erupted in 2011.  AFP PHOTO / RIA NOVOSTI / KREMLIN POOL / ALEXEY DRUZHININ        (Photo credit should read ALEXEY DRUZHININ/AFP/Getty Images)

Assad e Putin. Foto: Alexey Druzhinin / AFP / Getty Images.

Ocidente deveria ouvir Putin sobre a guerra na Síria


Em artigo publicado (29/09) no The Guardian, o jornalista Simon Jenkins defende que o Ocidente deve, em relação à Síria, ouvir e concordar com o presidente russo Vladimir Putin. Segundo o autor, a cooperação com o presidente sírio Bashar al-Assad e seus aliados iranianos e libaneses (Hezbollah) para combater o fundamentalismo no país é vital para encerrar a guerra civil e derrotar o “Estado Islâmico”. A principal razão para o não alinhamento do Ocidente com essa ideia seria por questões internas e puramente ideológicas não comprometidas com o fim do conflito.

Foto: Xinhua / Landov / Barcroft Media.

Rússia e Israel anunciam coordenação de ações na Síria


Em encontro em Moscou, nesta segunda-feira (21/09), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, chegou a um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para estabelecer um mecanismo para evitar desentendimentos entre as Forças de Defesa de Israel e tropas russas. Israel teme que armas enviadas pela Rússia para ajudar o regime de Bashar al-Assad caiam nas mãos do Hezbollah. Já Moscou, afirmou entender a preocupação, mas afirma que envios são necessários para combater o “Estado Islâmico” e que não há o que temer do Hezbollah.

Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin. Foto: Reuters / RIA Novosti/ M. Klimentyev.

Putin declara que 70% das forças armadas russas serão modernizadas até 2020


O presidente russo Vladmir Putin disse nesta terça-feira (16/06) que no mínimo 70% das forças armadas russas deverão estar equipadas com armamento moderno até 2020, seguindo um plano que garante reforçar a capacidade de defesa do país nas suas regiões de fronteira. Como parte do mesmo plano, mais de 40 mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs, da sigla em inglês) deverão estar à disposição do exército russo até o fim deste ano. Anúncio foi realizado como resposta à decisão da OTAN de enviar mais tropas e equipamentos para a sua fronteira com a Rússia.

Vladmir Putin em declaração na ARMY-2015. Foto: RIA Novosti, Alexander Vilf

Vladmir Putin em declaração na ARMY-2015. Foto: RIA Novosti /Alexander Vilf.

Funcionaram as sanções contra a Rússia?


As sanções contra a Rússia funcionaram? O acadêmico Bryan Rosenthal compara os efeitos desejados pelos países ocidentais com as consequências reais das sanções impostas pela União Europeia e pelos Estados Unidos para responder a essa questão. Segundo ele, a medida não surtiu o efeito desejado, isto é, forçar Moscou a parar de intervir na Ucrânia, e pelo contrário apenas aumentou a retórica antiocidental do governo russo e sua popularidade doméstica. Dessa forma, sanções seriam uma ferramenta altamente questionável para o objetivo declarado (resolução do conflito ucraniano).

Foto: Kremlin.

Foto: Kvedomosti.

Rússia e China comprometem-se a não se hackearem


No bojo dos acordos assinados entre Rússia e China no início do mês na ocasião da comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial, está um documento no qual ambos comprometem-se a não se hackearem, isto é, a não conduzirem ataques cibernéticos um contra o outro. Além disso, os dois países afirmaram a intenção de atuar conjuntamente contra tecnologias que possam desestabilizar a ordem interna ou interferir nos assuntos internos de outros países e de prover segurança a suas infraestruturas de informação. Analistas dizem que ato foi uma provocação aos Estados Unidos, mas que dificilmente iniciará uma guerra fria cibernética.

Vladimir Putin e Xi Jinping. Foto: AFP / Getty Images.

Em desfile militar, Rússia e China fortalecem laços


Na ocasião do desfile militar em memória dos 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial em Moscou, a Rússia e a China fortaleceram significativamente seus laços bilaterais. Os respectivos presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping assinaram diversos acordos, mormente em setores de infraestrutura, que vinculam o desenvolvimento estratégico de seus países. Ambos os países especialmente concordaram em inserir a União Econômica Eurasiana (UEE, bloco liderado por Moscou) à visão chinesa da Nova Rota da Seda. Putin ressaltou que a medida cria na prática um espaço econômico comum na Eurásia. Alguns analistas apontam que, apesar dos acordos, há uma grande dificuldade de aprofundar os laços bilaterais sino-russos. De forma geral, com o boicote de líderes ocidentais ao desfile militar, os países membros dos BRICS tornaram-se ainda mais relevantes para a inserção internacional russa, principalmente a China e a Índia.

Foto: Escritório da Presidência da Rússia.

Rússia realiza desfile militar histórico em comemoração do fim da 2ª Guerra Mundial


Em memória dos 70 anos da capitulação da Alemanha à União Soviética na Segunda Guerra Mundial, soldados, tanques e outros veículos militares tomam as ruas da capital russa, Moscou, neste sábado (09/05). Cerca de 140 aviões também sobrevoaram a cidade para celebrar o Dia da Vitória, data considerada o feriado mais importante da Rússia. O desfile deste sábado foi a maior parada militar realizada pela Rússia desde o colapso da URSS. Estima-se que 27 milhões de soldados soviéticos tenham morrido na Segunda Guerra. O presidente russo Vladimir Putin recebeu a visita de cerca de 30 líderes estrangeiros, incluindo o presidente chinês, Xi Jinping. Líderes ocidentais boicotaram o evento devido ao alegado papel desempenhado por Moscou no conflito no leste da Ucrânia

Foto: RIA Novosti / Reuters / Host Photo Agency.

Argentina e Rússia anunciam acordo de cooperação nuclear, espacial e militar


Na semana passada, em comemoração dos 130 do estabelecimento de relações diplomáticas bilaterais, Argentina e Rússia anunciaram uma série de acordos de cooperação. A Rússia comprometeu-se com o financiamento da sexta central nuclear do país, fornecendo tecnologia de ponta, além de uma hidrelétrica. Firmou-se também um memorando de cooperação em Defesa e um acordo de cooperação espacial com fins pacíficos. O presidente russo ainda afirmou que apoiará as investidas argentinas por novas negociações com o Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas.

Foto: Alexander Nemenov / Reuters.

Vladimir Putin atinge o ápice da sua popularidade com 88% de aprovação


A popularidade do presidente russo Vladimir Putin nunca esteve tão alta, com 88% de aprovação em pesquisa de opinião recente. Nessa mesma semana, o governo da Crimeia anunciou que dará a Putin o título de cidadão honorário pela sua atuação no que o órgão chamou de “reunificação” da Crimeia à Rússia.

Foto: AP

Foto: AP

Abe e Merkel concordam em avançar acordo de livre comércio


Durante visita oficial da chanceler alemã Angela Merkel ao Japão, os dois países concordaram, na segunda-feira (09/03), em avançar um acordo de livre comércio com a União Europeia. Os temas do combate ao terrorismo e da crise da Ucrânia também fizeram parte de uma declaração conjunta assinada com o primeiro ministro japonês Shinzo Abe. O líder japonês se demonstrou desejoso de retomar o papel do G7 para dialogar com a Rússia sobre a crise no leste europeu.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Putin assume ter ordenado anexação da Crimeia


Em trailer de documentário produzido pela televisão estatal russa, Vladimir Putin admitiu pela primeira vez ter ordenado a anexação da Crimeia ao território russo. A anexação, que ocorreu em março de 2014, não foi reconhecida pelos países ocidentais. O documentário, chamado Crimeia – o caminho de volta para casa, ainda não tem data de lançamento.

Foto: RIA Novosti / Reuters

Foto: RIA Novosti / Reuters

Rússia faz exercícios militares no sul do país


O Ministério da Defesa russo revelou que o país iniciou exercícios militares envolvendo 2 mil militares em regiões separatistas da Armênia e Geórgia, além da Crimeia. As manobras devem durar um mês e utilizarão 500 peças de artilharia. Criticadas pelo ocidente, oficiais russos afirmaram que a mobilização de tropas da OTAN na fronteira russa é muito maior que qualquer exercício militar que a Rússia já tenha feito.

Foto: picture-alliance / dpa / S. Yuri

Foto: picture-alliance / dpa / S. Yuri

Ministro ucraniano é pessimista com cessar-fogo no país


O Ministro das Relações Exteriores ucraniano, Pavlo Klimkin, afirmou que apesar do cessar-fogo a situação no leste do país permanece tensa. Ele demonstrou pessimismo quanto à continuidade do acordo e hostilizou as relações com a Rússia, afirmando que não confia em nenhum acordo feito com os russos. Por outro lado, líderes de outras nações e organizações internacionais fizeram avaliação positiva pela implementação até agora dos acordos de paz assinado em Minsk, capital da Bielorrússia.

Foto: picture-alliance / epa / A. Vlasova

Foto: picture-alliance / epa / A. Vlasova

Exército ucraniano começa retirada de armamento pesado


O porta-voz das forças armadas ucranianas afirmou que teve início a retirada do armamento pesado do leste do país, como peças de artilharia autopropulsada. Está é uma das medidas prevista no acordo de cessar-fogo assinado em Minsk no começo do mês, que deverá ser acompanhada pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). As peças de artilharia foram movidas apenas 25 km na direção oeste e só teve início após a confirmação de que as forças pró-Rússia não haviam feito nenhum disparo num período de 24 horas.

Militares ucranianos deslocam-se em blindados. Foto: Reuters / Gleb Garanich

Militares ucranianos deslocam-se em blindados.
Foto: Reuters / Gleb Garanich

 

Rússia e Chipre Grego assinam acordo militar sobre acesso a porto


Chipre Grego e Rússia assinaram acordo de cooperação militar que garante acesso de navios militares russos a portos na ilha no mediterrâneo, cuja economia depende de investimentos russos. O acordo causou desconforto na União Europeia, que impõe sanções ao país eurasiano. Para tentar driblá-las, a Rússia fortaleceu suas relações bilaterais com países da UE, como o Chipre, Grécia e Hungria. O presidente cipriota, Nicos Anastasiades, criticou as sanções impostas à Rússia pelo ocidente.

Foto: Yuri Kadobnov / Pool

Foto: Yuri Kadobnov / Pool

Blindados dos EUA desfilam a 300 metros da Rússia, na Estônia


Blindados estadunidenses e soldados britânicos participaram de um desfile na cidade estoniana de Narva, a menos de 300 metros da fronteira com a Rússia. Esse é um ato simbólico da confrontação entre Rússia e OTAN na cidade mais oriental do país báltico.

Foto: Reuters

Foto: Reuters