Xi Jinping

A China e sua Nova Rota da Seda


Confira aqui a matéria do The Economist sobre a China e sua iniciativa de estabelecer uma nova rota da seda na Eurásia. Oficialmente chamada de Cinturão e Rota (One Belt, One Road), a política visa à construção de infraestrutura na Eurásia de modo a torná-la um único espaço econômico centrado em Pequim com investimentos no valor de 4 trilhões de dólares. Podendo ser tida como um desafio ao domínio comercial dos Estados Unidos no mundo, a iniciativa do governo de Xi Jinping deve expandir os laços comerciais e físicos da China na Eurásia (e mesmo na África), bem como o seu poder brando (soft power). Embora haja inúmeros empecilhos à sua consecução, vários projetos já estão sendo feitos a alterando estruturas na economia mundial.

Mapa: The Economist.

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Paquistão declara apoio às reivindicações chinesas no Mar do Sul da China.


Na última quinta-feira (23/06), o presidente do Paquistão, Mamnoon Hussein, declarou o apoio de seu país à República Popular da China nas questões ligadas ao Mar do Sul da China, Taiwan e Tibete. A declaração foi feita durante uma reunião pouco antes da conferência da Organização de Cooperação de Xangai (OCX). Ambos os países reforçaram sua posição de amizade e a disposição para cooperar em âmbito econômico e securitário. Por um lado, Xi Jinping enfatizou a importância de integrar oficialmente o Paquistão na OCX e de focarem as suas relações bilaterais na construção do Corredor Econômico China-Paquistão. Por outro, Mamnoon Hussein declarou a sua vontade em participar ao lado de Pequim em organizações internacionais e em cooperar bilateralmente na construção de infraestrutura e no combate ao terrorismo.

Foto: Xinhua / Ma Zhancheng.

Rússia e China firmam novos acordos bilaterais


Em visita a Pequim, o presidente russo Vladimir Putin e o presidente chinês Xi Jinping firmaram mais de 30 novos acordos bilaterais. Entre as áreas temáticas, estão investimentos em infraestrutura, comércio, tecnologia e inovação, agricultura, finanças e internet. Embora tenha havido uma desaceleração da parceria entre Rússia e China, ambos os países notaram o seu sucesso estratégico. Xi Jinping afirmou ainda que os dois países “deveriam promover a ideia de serem amigos para sempre”.

Foto: Getty Images / G. Baker via DW.

China e Uzbequistão inauguram túnel ferroviário de 19,2 km


Em visita no Uzbequistão, o presidente da China, Xi Jinping, e o presidente uzbeque, Islam Karimov, inauguraram o túnel ferroviário Qamchiq nesta quarta-feira (22/06). O túnel, que atravessa as montanhas Qurama e foi construído e financiado por Pequim, tem 19,2 km de extensão e vai da capital Tashkent a Namangan. A obra é considerada um marco da iniciativa chinesa “One Belt, One Road” de uma nova rota da seda na Ásia Central.

Xi Jinping e Islam Karimov. Foto: Xinhua / Li Tao.

Redistribuição de vagas universitárias gera protestos na China


O Ministério da Educação da China anunciou uma iniciativa de redistribuição de vagas em universidades de alta qualidade para estudantes de províncias pouco desenvolvidas. Aproximadamente 140.000 vagas seriam reservadas para esses estudantes. A iniciativa faz parte da política mais ampla do “Sonho Chinês” de Xi Jinping, que aborda o desenvolvimento como resultado da diminuição de desigualdades sociais, para a qual o acesso à educação teria um papel essencial. No entanto, o projeto tem gerado insatisfação nas classes média e média-alta das províncias mais ricas do país, gerando inclusive protestos em grandes centros urbanos.

Foto: Financial Times.

China e Marrocos estabelecem parceria estratégica


Nesta quarta-feira (11/05), a China e o Marrocos estabeleceram uma parceria estratégica. A medida se deu após a assinatura de uma declaração conjunta pelo presidente chinês Xi Jinping e o rei marroquino Mohammed VI. Este último se encontra em Pequim em visita oficial.

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Foto: Xinhua / Rao Aimin

Xi Jinping clama por Estado palestino com capital em Jerusalém Oriental


O presidente da China, Xi Jinping, pediu nesta quinta-feira (21/01) o estabelecimento de um Estado da Palestina dentro das fronteiras pré-1967 e com a capital em Jerusálem Oriental. Discurso para a Liga Árabe no Cairo também contou com anúncio de US$ 7,6 milhões em ajuda humanitária para o povo palestino.

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Foto: Reuters.

China anuncia 10 planos para aumentar cooperação com a África


Em discurso no Fórum de Cooperação China-África na última sexta-feira (04/12), o presidente chinês, Xi Jinping, anunciou que lançará dez grandes planos para aumentar a cooperação com o continente africano nos próximos três anos. Pacote inclui industrialização, modernização da agricultura, infraestrutura, capacitação técnica, entre outras áreas. Xi anunciou ainda um fundo US$ 60 bilhões para ajudar na implementação das medidas.

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Foto: AP

 

Xi Jinping e Ma Ying-jeou fazem encontro histórico


Os presidentes da China e de Taiwan, Xi Jinping e Ma Ying-jeou reuniram-se no sábado (07/11) na primeira reunião entre os líderes dos dois lados do Estreito desde 1949. Durante a reunião, ambos notaram o sucesso do desenvolvimento pacífico das relações entre os dois lados do Estreito desde 2008. Xi e Ma concordaram continuar atendo-se ao Consenso de 1992, consolidar o terreno político comum, promover o desenvolvimento pacífico das relações entre os dois lados do Estreito e proteger a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan. Os presidentes também concordaram que as duas partes devem reforçar a comunicação e o diálogo, ampliar os intercâmbios, aprofundar a cooperação e conseguir resultados de ganho mútuo. Encontro teria evidenciado a vitalidade do princípio de uma só China.

Ma e Xi (D). Foto: AFP.

Primeiro encontro em 66 anos entre líderes da China e de Taiwan


Xi Jinping se encontrará pela primeira vez com Ma Ying-jeou no próximo sábado (07/11) em Singapura. Encontro, anunciado nesta terça-feira (03/10), entre os presidentes da China e de Taiwan não ocorre desde 1949. A reunião de dois dias deve tratar de questões como a promoção do desenvolvimento e da cooperação. Encontro é visto como parte da crescente aproximação entre as partes e pode reduzir as tensões interestreito.

Xi Jinping (E) e Ma Ying-jeou. Fotos: Dan Kitwood; Lam Yik Fei / The New York Times.

China debate novo plano quinquenal


De 26 a 29 de outubro de 2015, os 205 membros do Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCCh) se reúnem para a quinta assembleia plenária do 18º Congresso Nacional do PCCh. Nesse encontro será definido o próximo plano quinquenal, que estabelece os parâmetros da política chinesa de 2016 a 2020. Reunião é importante pela conjuntura de diminuição de crescimento chinês e mudanças estruturais na economia.

Foto: picture alliance / dpa / C. Sung-Jun.

Como a China tem contribuído para as ações da ONU


Em artigo publicado na revista The Diplomat (05/10), Janka Oertel analisa a postura da China em relação à Organização das Nações Unidas, principal fórum multilateral do mundo. Em seu último discurso na ONU, o Presidente da China, Xi Jinping, anunciou um fundo de US$ 2 bilhões para países em desenvolvimento e 8 mil soldados para atuar na manutenção de paz, o que torna o país o maior provedor de forças para este tipo de missão. Tanto Pequim quanto a ONU ganham com o aprofundamento dessa relação.

Foto: United Nations

China exibe poderio militar em desfile de comemoração do fim da 2ª Guerra Mundial


Nesta quinta-feira (03/09), a China deu uma demonstração de seu poderio militar durante as comemorações dos 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Em desfile militar na Praça da Paz Celestial em Pequim, tropas e armamentos pesados, como mísseis antinavio e nuclares, foram exibidos. Antes da parada, o presidente chinês, Xi Jinping, declarou em discurso que seu país “não almeja a hegemonia” mundial e que o governo planeja cortar 300 mil soldados de seu Exército, o qual conta atualmente com 2,3 milhões de combatentes. “A experiência da guerra faz com que as pessoas valorizem ainda mais a paz”, afirmou Xi Jinping, acrescentando que “a China jamais tentará se expandir e não irá infligir a outros as tragédias que sofreu no passado”.

Míssil antinavio DF-21D. Foto: AP.

China propõe maior cooperação em negócios com a Turquia


Em encontro do presidente chinês Xi Jinping com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, nesta quinta-feira (30/07), em Pequim, ambos os países manifestaram interesse em futuros planos de cooperação em negócios. Ferrovias de alta velocidade, inovação em energia, aviação e investimentos financeiros através da construção de um ambiente favorável para investidores dos países foram as áreas particularmente destacadas como oportunidades para o fortalecimento entre os governos chinês e turco.

Foto: Xinhua, Pang Xinglei.

Recep Erdogan e Xi Jinping. Foto: Xinhua / Pang Xinglei.

China e Turquia querem fortalecer laços bilaterais


Em visita a Pequim, o presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan encontrou-se com o presidente chinês Xi Jinping e com o primeiro-ministro Li Keqiang na quarta-feira (29/07). Os líderes concordaram que ambas as nações devem trabalhar para fortalecer suas relações bilaterais, desenvolvendo mais uma conexão mais intensa entre suas estratégias de longo prazo. Também foram citadas novas possibilidades de cooperação nos setores de comunicação, energia, infraestrutura e aviação.

Primeiro-ministro chinês Li Keqiang e o presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan, em Pequim. Foto: Xinhua, Pang Xinglei.

Primeiro-ministro chinês Li Keqiang e o presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan, em Pequim. Foto: Xinhua, Pang Xinglei.

Xi Jinping encontra-se com líder da oposição de Mianmar


Nesta quinta-feira (11/06), Xi Jinping, presidente da China, encontrou-se com Aung San Suu Kyi, líder da Liga Nacional pela Democracia (LND), partido de oposição de Mianmar. Na reunião, Xi pediu que a LND e Suu Kyi tenham um papel construtivo ao guiar o povo mianmarense a respeito das relações China-Mianmar racionalmente e sem preconceitos, valorizando os laços bilaterais entre as duas nações. Mianmar vem passando por um processo de democratização e, com isso, a LND tem se fortalecido no país.

Aung San Suu Kyi e Xi Jinping. Foto: Xinhua / Liu Weibing.

Encontro entre China e Angola fortalece relação bilateral


Em Pequim, o presidente chinês Xi Jinping encontrou-se nesta terça-feira (09/06) com o presidente angolano Jose Eduardo dos Santos com o intuito de fortalecer seus acordos de cooperação entre em prol do desenvolvimento mútuo dos países. O governo chinês pretende encorajar que suas empresas invistam na Angola, em especial na construção de parques industriais e infraestrutura.

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Xi Jinping e Jose Eduardo dos Santos. Foto: Xinhua/Zhang Duo.

Rússia e China comprometem-se a não se hackearem


No bojo dos acordos assinados entre Rússia e China no início do mês na ocasião da comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial, está um documento no qual ambos comprometem-se a não se hackearem, isto é, a não conduzirem ataques cibernéticos um contra o outro. Além disso, os dois países afirmaram a intenção de atuar conjuntamente contra tecnologias que possam desestabilizar a ordem interna ou interferir nos assuntos internos de outros países e de prover segurança a suas infraestruturas de informação. Analistas dizem que ato foi uma provocação aos Estados Unidos, mas que dificilmente iniciará uma guerra fria cibernética.

Vladimir Putin e Xi Jinping. Foto: AFP / Getty Images.

Primeiro-ministro indiano visita a China


Na manhã de quinta-feira (15/05), o presidente chinês Xi Jinping viajou até a província de Shaanxi para receber a visita do primeiro-ministro indiano Narendra Modi. O encontro visa acelerar os acordos já existentes e fortalecer o papel de ambos os países no crescimento econômico da Ásia. Entre os assuntos discutidos estavam a junção dos projetos de desenvolvimento de ambos os países para a Ásia, i.e. a nova rota da seda proposta pela China e a política Act East da Índia. Nesse sentido, Modi e Jinping comprometeram-se a aumentar a cooperação bilateral em investimentos em infraestrutura, urbanização e parques industriais. O presidente chinês também ressaltou a necessidade de fortalecerem-se os laços bilaterais entre seus think tanks e agências de mídia.

Xi Jinping e Narendra Modi. Foto: Xinhua/Yao Dawei.

Xi Jinping e Narendra Modi. Foto: Xinhua/Yao Dawei.

Em desfile militar, Rússia e China fortalecem laços


Na ocasião do desfile militar em memória dos 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial em Moscou, a Rússia e a China fortaleceram significativamente seus laços bilaterais. Os respectivos presidentes Vladimir Putin e Xi Jinping assinaram diversos acordos, mormente em setores de infraestrutura, que vinculam o desenvolvimento estratégico de seus países. Ambos os países especialmente concordaram em inserir a União Econômica Eurasiana (UEE, bloco liderado por Moscou) à visão chinesa da Nova Rota da Seda. Putin ressaltou que a medida cria na prática um espaço econômico comum na Eurásia. Alguns analistas apontam que, apesar dos acordos, há uma grande dificuldade de aprofundar os laços bilaterais sino-russos. De forma geral, com o boicote de líderes ocidentais ao desfile militar, os países membros dos BRICS tornaram-se ainda mais relevantes para a inserção internacional russa, principalmente a China e a Índia.

Foto: Escritório da Presidência da Rússia.

Reformas na China: uma revolução silenciosa?


Os recentemente divulgados indicadores econômicos da China mostram que o crescimento do país está desacelerando e que em 2015 provavelmente será a menor taxa em 25 anos. Analistas creem que isso é um sinal de colapso econômico. Porém, a revista The Economist argumenta que o que está acontecendo é na verdade uma silenciosa revolução financeira. Xi Jinping estaria implementando três reformas liberalizantes que, segundo eles, propiciaria maior estabilidade econômica ao país: menor controle sobre a taxa de juros, reforma fiscal e administrativa. Conforme a revista, são essas mudanças que causam menores taxas de crescimento econômico, mas que propiciam estabilidade e crescimento no longo prazo por permitir alocação mais eficiente de capital.

Foto: China Daily

Foto: China Daily

A modernização militar chinesa de Xi Jinping


O presidente da China, Xi Jinping, promoveu pessoas próximas a si para cargos importantes das Forças Armadas Chinesas para levar a cabo a modernização militar que pretende balancear o poderio estadunidense. Xi tem reforçado as forças chinesas desde que se tornou Secretário-Geral do Partido Comunista da China, em 2012, com o objetivo de construir uma grande força militar e leal ao partido. Sua gestão também é marcada por reforço da ênfase na Marinha e na Aeronáutica.

Foto: AP

Foto: AP

A estabilidade do regime chinês


Ao contrário do que analistas estadunidenses preveem constantemente, o regime do Partido Comunista Chinês está longe de entrar em colapso. Entre os argumentos comumente levantados pelos “profetas do colapso”, a única novidade neste debate é a desaceleração da economia chinesa, que requer uma análise cuidadosa. A questão é que tal desaceleração é relativa, pois o país apenas tem reduzido sua média de crescimento, que continua em patamares muito altos para os padrões da OCDE. Essa redução das taxas está longe de ser uma crise que traria dúvidas quanto a estabilidade política do país.

Foto: flickr / toehk

Foto: flickr / toehk

Os impactos da Nova Rota da Seda sobre Xinjiang


A importância geopolítica da Nova Rota da Seda na relação entre as grandes potências é clara, dada a emergente presença chinesa na Asia Central. A região do país que mais deverá integrar-se nas rotas de comércio e prosperidade da Ásia Central é Xinjiang. Pequim espera que o crescimento econômico promovido pela Nova Rota da Seda esfrie tensões na região, como a ameaça do terrorismo.

Foto: Pete Niesen / Shutterstock.com

Foto: Pete Niesen / Shutterstock.com

China implementará nova legislação anticorrupção


O líder do parlamento chinês, Zhang Dejiang, declarou no domingo (08/03) que o país vai adotar legislação específica sobre o combate à corrupção. O governo de Xi Jinping vem fazendo uma longa campanha contra o crime na administração pública. Zhang não deu maiores detalhes das novidades da nova legislação.

Foto: Reuters / Jason Lee

Foto: Reuters / Jason Lee

China quer implementar proposta de zonas de livre comércio rapidamente


A China pretende aprimorar sua legislação financeira e comercial numa nova rodada de reformas e abertura da economia do país, levando adiante a criação de zonas de livre comércio. O presidente chinês, Xi Jinping, reforçou a importância da inovação para o desenvolvimento. A inovação assume dois sentidos na estratégia chinesa de desenvolvimento: há a inovação institucional representada pelas reformas que visam a fomentar a inovação científica e tecnológica no país.

Foto: Xinhua

Foto: Xinhua

Sessão anual do principal conselho político da China inicia com 14 expulsos por corrupção


A Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, principal órgão consultivo do país, iniciou sua sessão anual em Pequim nesta terça-feira (03/03). Catorze membros da conferência foram expulsos por denúncias de corrupção, afirmou Yu Zhengsheng, um dos principais conselheiros políticos, num discurso sobre as atividades da Conferência. O alto escalão do governo chinês, incluindo o presidente Xi Jinping, fez-se presente na sessão.

Foto: Xinhua

Foto: Xinhua

Os quatro objetivos abrangentes de Xi Jinping para a China do futuro


O presidente chinês Xi Jinping revelou em dezembro passado quatro objetivos abrangentes para a China do futuro que devem ser atingidos pelo Partido Comunista Chinês. São eles: construir uma sociedade moderadamente próspera, aprofundar reformas, garantir o Estado de direito e reforçar a disciplina partidária. A prosperidade da sociedade chinesa é o objetivo principal identificado no 18° Congresso do Partido Comunista que elegeu Xi Jinping em 2012, pois faz parte da construção da ideia de “sonho chinês” proposta pelo líder chinês desde sua posse.

Foto: China Daily

Foto: China Daily

Sri Lanka aprova projeto de porto para evitar desentendimento com China


A construção de um porto financiado pela China no Sri Lanka quase foi interrompida devido a uma mudança de governo no país. O novo presidente, Rajitha Senaratne, tinha a intenção de revisar o projeto para verificar condições ambientais e possíveis esquemas de corrupção. Entretanto, teve de voltar atrás para evitar um desentendimento com a China, que mantinha melhores relações com o ex-presidente, Mahinda Rajapaksa.

Foto: Dinuka Liyanawatte / Reuters

Foto: Dinuka Liyanawatte / Reuters