zonas em disputa

China e Malásia concordam em resolver conflitos marítimos através da ASEAN


A Malásia e a China concordaram em resolver suas disputas envolvendo o Mar do Sul da China através da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Pequim e Kuala Lumpur decidiram que as questões marítimas devem ser resolvidas através da Declaração de Conduta das Partes no Mar do Sul da China e que a ASEAN, junto com a China, deve acelerar a conclusão de um Código de Conduta para a região. Decisão foi tomada após a ocorrência de um número crescente de casos de pescadores chineses em território marítimo malaio.

Imagem: Giaoduc.

China rejeita arbitragem em litígio marítimo com Filipinas


China recusou-se a reconhecer a corte de arbitragem articulada pelas Filipinas sobre a disputa de soberania marítima da região do Mar do Sul da China. Pequim reforçou sua política de resolver questões relacionadas a soberania territorial e marítima somente em consultas diretas e negociações com os países diretamente envolvidos, sem o envolvimento de outras partes. O país também criticou a medida unilateral de Manila de levar a questão à arbitragem na Haia.

Mapa: BBC.

Mapa: BBC.

Japão expande sua plataforma continental


O novo gabinete do Japão anunciou na semana passada que aumentaria o que considera ser sua plataforma continental em duas zonas-chave  no sul do país. Assim, o país reclamaria os direitos de zona econômica exclusiva (ZEE), possivelmente criando mais disputas com a Coreia do Sul e com a China.

Fonte: Reuters / Toru Hanai.

Fonte: Reuters / Toru Hanai.

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Chile e Peru estudam execução da sentença da CIJ


Os ministros de defesa e de relações exteriores de Chile e Peru se reuniram em Santiago, capital do Chile, para chegar a um acordo quanto à execução da sentença da Corte Internacional de Justiça (CIJ) sobre a fronteira marítima entre os dois países.

Foto: Efe.

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Índia convida Japão para desenvolver infraestrutura no seu NE


A Índia teria convidado empresas japonesas para investir no desenvolvimento de infraestrutura em seu nordeste, numa região disputada com a China. Convite vem pouco tempo após o anúncio do aprofundamento da parceria estratégica entre os dois países.

Fonte: Flickr / generalising.

Fonte: Flickr / generalising.

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Corte Internacional de Justiça muda fronteira marítima entre Chile e Peru


Em decisão que deve encerrar conflito territorial originado no século 19, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) concedeu aos peruanos parte do Pacífico que estava sob controle chileno. Piñera minimizou perda, e Humala fala em dia histórico.

Peruanos assistem transmissão de sentença da CIJ. Fonte: Reuters.

Peruanos assistem transmissão de sentença da CIJ. Fonte: Reuters.

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Bolívia revisa o memorando que levará à Haia contra o Chile


Conselho Marítimo da Bolívia revisa os detalhes do memorando que apresentará em abril perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ) em Haia, para sustentar a ação contra o Chile na busca de uma saída soberana na costa do Pacífico. Bolívia quer uma sentença que obrigue o Chile a negociar de boa fé e de forma efetiva sobre o assunto.

Fonte: AFP.

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Chile convoca seu Conselho de Segurança pela sentença de Haia


Duas semanas antes de se conhecer a sentença da Corte Internacional de Justiça sobre a controvérsia marítima entre Peru e Chile, presidente chileno Sebastián Piñera anunciou a convocação do Conselho de Segurança do país. Este orgão assessora o presidente em assuntos de segurança nacional e não se reunia desde 2005.

Fonte: AFP.

Fonte: AFP.

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O Mar do Sul da China e a geopolítica mundial


El mar que (dicen) enfrentará a China y EE.UU.

BBC Mundo / Abraham Zamorano – 13/10/2011

Pekín y Hanoi acaban de prometerse paz en el Mar de China Meridional, buenas palabras que va a ser difícil llevar a la práctica en una región que cuenta con todos los ingredientes para convertirse en el próximo polvorín geopolítico mundial. Y donde, dicen los expertos, chocarán China y EE.UU.

El tratado chino-vietnamita prevé medidas como un “teléfono rojo” para casos de emergencia o el compromiso de reunirse para tratar diferencias dos veces al año, acuerdos de cooperación científica y la definición final de las fronteras según las leyes internacionales.

Como apunta el corresponsal de la BBC en Pekín Michael Bristow, toda una declaración de buenas intenciones que no se sabe muy bien cómo se harán realidad un entramado de islas a cuya soberanía aspiran otros cinco países.

¿Por qué? Por ahí pasan las más importantes rutas del comercio marítimo internacional, se estima que posee unas enormes reservas de petróleo que no está claro a quién pertenecen y, sobre todo, son el epicentro del desafío chino a la hegemonía de EE.UU. (mais…)